17 julho, 2011

SELECTA E VETERIBUS SCRIPTORIBUS LATINIS LOCA, AD USUM SCHOLARUM LUSITANARUM RHETORICES ET POETICES : EDITA EX REGIO MANDATO XXXI JANUARII MDCCCXXVII. CONIMBRICAE, Ex Typographia Academico-Regia. A. D. MDCCCXXVIII (1828). In-8º (21cm) de [10], 385, [1] p. ; E.
Encadernação coeva em meia de pele com ferros a ouro na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação, excepto a lombada que apresenta alguns sinais de antiguidade; miolo bom; páginas limpas, aqui e ali, com picos de acidez.
Raro.
25€
CRUZ, Souza – OS GRANDES PROBLEMAS. Rio de Janeiro, Typ. de Almeida Marques & C., 1918. In-8º de [4], V, 246, [1] p. ; B.
“Albino Sousa Cruz (1869-1962) foi um emigrante português que se constituiu em industrial no Brasil, onde fundou a companhia [tabaqueira] Souza Cruz. Emigrou em Novembro de 1885 para o Brasil, aportando no Rio de Janeiro. Nesta cidade trabalhou por dezoito anos na Fábrica de Fumos Veado, propriedade do também emigrante português Conde de Agrolongo. Mais tarde essa fábrica seria absorvida pela sua própria indústria. Aos 33 anos de idade, com um sólido conhecimento no ramo e algumas economias, instalou-se num pequeno prédio do centro da cidade e começou a produzir cigarros enrolados em papel, uma novidade que em pouco tempo se espalhou pela sociedade. Em poucos anos passou da produção artesanal à industrial, com tamanho sucesso que, em 1962, quando se retirou da presidência, era dono da maior indústria de fumos da América Latina, a maior contribuinte de impostos no país. (wikipédia)
"Esta série de artigos, publicados na página portuguesa d’O Paiz, foi provocada pela debatida questão da navegação entre Portugal e Brasil e pelo desenvolvimento do inter-cambio Luzo-Brasileiro […] Nem tive em mira outro intuito senão o de contribuir para o desenvolvimento interno no meu paiz, podendo satisfazer os desejos dos capitalistas, mantendo tam arrojadas emprezas com a creação de novas industrias de productos exportáveis e, por conseguinte, um ressurgimento geral, que só poderá ser operado com a instrucção profissional.” (da Introducção [do autor])
Apreciado livro de reflexões, deste industrial de sucesso, sobre as grandes questões económicas que se colocavam aos dois países irmãos nas primeiras décadas do século XX. Nele são abordados os seguintes temas: a Navegação,  a Agricultura, a Instrução, o Comércio e Indústria e o Turismo.
Exemplar valorizado por dedicatória manuscrita do autor.
Livro com capas flexíveis em sintético, em bom estado de conservação; assinatura de posse no anterrosto.
Invulgar.
35€

15 julho, 2011

FEUILLET, Octavio - O ROMANCE D'UM RAPAZ POBRE. Traducção de Camillo Castello Branco. Edição de luxo adornada de 48 gravuras, desenhadas por  Mouchot e executadas por Méaulle. Lisboa, Livraria de Antonio Maria Pereira-Editor, 1888. In-4.º (28 cm) de [8], VIII, 221 p. ; il. ; E.
1.ª edição.
Edição luxuosa, muito valorizada pela tradução de Camilo e pelo intróito de Maria Amália Vaz de Carvalho, que antes de se debruçar sobre a obra e o autor, tece algumas considerações sobre o Naturalismo, corrente literária que na época suscitava discussão e debate, e os seus representantes.
Encadernação de tela com lombada em pele e ferros a ouro, sólida, apresenta no entanto, sinais de desgaste, sobretudo a lombada que regista pequenas falhas no revestimento; miolo em bom estado, páginas amarelecidas e oxidadas; s/ guardas de brochura.
Invulgar.
25€
I CONGRESSO DA ORGANIZAÇÃO NACIONAL « MOCIDADE PORTUGUESA » : REALIZADO EM LISBOA DE 21 A 28 DE MAIO DE 1939 : DISCURSOS, RELATÓRIOS, TESES, DISCUSSÕES E CONCLUSÕES. [S.l. - Lisboa], [S.n - imp. Editorial Império], [1939]. In-8º grd. (25cm) de 260, [1] p. ; E.
Histórico congresso da Mocidade Portuguesa, o 1º, após a sua criação em 1936, decorreu no Liceu Camões em Lisboa. Dos 9 artigos do regulamento do Congresso, trancreve-se o mais importante, o artigo 2º: - "O Congresso terá três secções: a) Educação Física da Juventude; b) Educação moral da Juventude; c) A Juventude na vida nacional, a cada uma das quais serão consagradas duas sessões privadas [...]" e presididas, respectivamente, pelo Sr. Dr. Luís Figueira, pelo Sr. Prof. Dr. Marcelo Caetano e pelo Sr. Major Frederico Vilar. 
Discurso da Sessão pública de abertura e de encerramento pelo Sr. Comissário Nacional da M. P., Eng. F. J. Nobre Guedes. "Discurso pronunciado por Sua Exa. o Ministro da Educação Nacional, Prof. Dr. A. F. Carneiro Pacheco na Sessão de encerramento do Congresso."
Encadernação inteira de percalina verde com ferros a ouro na lombada.
Exemplar em excelente estado de conservação; conserva as guardas originais, que se apresentam manchadas de oxidação; miolo em boa condição, páginas muito limpas e frescas.
Peça de colecção - documento histórico da bibliografia do Estado Novo.
Muito raro, dada a exiguidade da tiragem.
Indisponível

14 julho, 2011

DURUY, Victor - COMPENDIO DA HISTORIA UNIVERSAL : POR... Ministro da Instrucção Publica da França e Professor de Historia no Lyceo Napoleão. Traduzido pelo Padre FRANCISCO BERNARDINO DE SOUZA Professor no Imperial Collegio de Pedro II. RIO DE JANEIRO, B L GARNIER, EDITOR, 1865. In-8º (18cm) de [4], 443 p. ; E.
1ª edição.
Obra Importante no contexto do ensino da História no Brasil -, na segunda metade do século XIX - às elites, futura classe dirigente, condutora dos destinos do país. 
"Na ausência de uma historiografia genuínamente nacional [brasileira], contar com autores estrangeiros foi imprescindível tanto para contar uma história universal quanto para iniciar um saber sobre a nação brasileira. [...] Na tarefa de introduzir a história nacional entre as nações europeias, tornou-se comum seguir como modelo de História Universal a obra do francês Victor Duruy "Compendio da Historia Universal". Segundo Bitencourt, a produção didáctica nacional ao traduzir tais obras adaptavam-nas aos seus interesses. O caso do compendio de Duruy é marcante. A tradução do professor do Colégio Pedro II [no Rio de Janeiro], o clérigo Francisco Bernardino de Souza, não obedeceu exactamente aos princípios do historiador francês. A intervenção do tradutor foi responsável por algumas alterações importantes na obra. Houve uma redefinição  dos capítulos iniciais do livro." (docs.google.com)
Encadernação coeva inteira de pergaminho em bom estado de conservação; discreta mancha de humidade no pé da página, transversal a toda a obra, tornando-se mais visível nas últimas pág. do livro; assinatura de posse no rosto e aparente supressão de anterior assinatura.
Bom exemplar, dada a antiguidade.
Raro e curioso.
50€
FRANCE, Anatole - LES SEPT FEMMES DE LA BARBE-BLEUE : ET AUTRES CONTES MERVEILLEUX. Paris, Calmann-Lévy, Éditeurs, [1909]. In-8º (19cm) de [4], 306, [2] p. ; E.
Edição original.
Anatole France (1844-1924) foi um poeta, jornalista e romancista francês de sucesso, galardoado com o Prémio Nobel em 1921.
Encadernação em meia de pele vermelha com ferros a ouro na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação, apresenta alguns sinais de manuseio nas charneiras, bem como pequenas manchas de acidez, sobretudo nas primeiras páginas; preserva as guardas de brochura.
Raro.
60€

13 julho, 2011

BOTELHO, António Ferreira - DE LISBOA AO RIO. ENCANTOS DA VIAGEM MARÍTIMA. PERIPÉCIAS DA VIDA A BORDO - "MISS PORTUGAL". RELANCES SÔBRE OS LUGARES VISITADOS. Braga, Tip. da Oficina S. José, 1931. In-8º grd. (25,5cm) de 57, [1] p. ; B.
1.ª edição.
"Com tranquilidade senti, pois, o Niassa começar a deslizar serenamente pelo Tejo, bordado duma e outra banda por escalonados outeiros iluminados, ao mesmo tempo que uma indefínivel emoção me começava a embalar a alma deante do mistério que era ainda a viagem que eu iniciava."
(excerto do Cap. I, Preparativos)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
RAPOSO, Hipólito - PÁTRIA MORENA
. Pôrto, Livraria Civilização - Editora, 1937. In-8.º (19x12 cm) de 335, [9] p. ; E.
1.ª edição.
Apreciada colectânea de crónicas, algumas antes publicadas em jornais e revistas.
Índice:
Exta He Lixboa Prezada. Terras da Minha Gente. Nos Domínios de D. Fuas. Pelo Reino das Cegonhas. Cuidados Meus.
José Hipólito Vaz Raposo (1885-1953). "Mais conhecido por Hipólito Raposo, foi um advogado, escritor, historiador e político monárquico, que se notabilizou como um dos mais destacados dirigentes do Integralismo Lusitano."
Encadernação cartonada com as pastas revestidas em sintético. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Dedicatória manuscrita (não do autor) na f. ante-rosto.
Pouco vulgar.
Indisponível

12 julho, 2011

EFEMÉRIDES DE HISTÓRIA DE PORTUGAL. Coord. Eduardo Freitas da Costa ; Il. Manoel Lapa. Lisboa, [S.n. . imp. Of. Editorial Império, 1950. In-8º de 61, [2] p. ; il. ; B. 2ª edição.
Valorizado pelos belíssimos desenhos de Manuel Lapa.
Bom exemplar.
10€

08 julho, 2011

LIMA, Ricardo de Sousa - MANUAL DE AVIOMINIATURA. Lisboa, [S.n.], 1944. In-8º (19cm) de 170, [3] p. ; il. ; E.
"Em 1937, surge no Porto um agrupamento de aeromodelistas que, liderados por Ricardo de Sousa Lima, fundam a Liga de Iniciação e Propaganda Aeronáutica (LIPA.). O mesmo Ricardo de Sousa Lima foi o grande impulsionador da introdução do Aeromodelismo na Mocidade Portuguesa, tendo publicado, em 1944, o primeiro Manual de Aviominiatura. A História não pode ser alterada nem deve ser escamoteada. Na data de hoje e já sem paixões políticas, justo é realçar, de forma objectiva, o papel que o Estado Novo teve na criação de uma "mentalidade aeronáutica", o que se traduziu no apoio dado aos centros de instrução de aeromodelismo da Mocidade Portuguesa (MP) e pelo papel interventivo da Direcção-Geral da Aeronáutica Civil (DGAC) que, com cursos de formação de instrutores e a atribuição de subsídios financeiros, muito contribuiu para o desenvolvimento do Aeromodelismo em Portugal." (clubeaerolisboa.pt)
Encadernção inteira de pele verde com ferros a ouro; conserva a capa de brochura.
Bom exemplar.
Raro e procurado.
Indisponível









07 julho, 2011

RODRIGUES, A. A. Gonçalves - CAMÕES E A SUA VERA EFÍGIE. A propósito de um retrato desconhecido. Lisboa, [S.n. - imp. Frágica de Coimbra], 1968. In-4.º (27,5 cm) de 65, [2] f. ; [15] p. il. ; B.
Capa de: Joaquim Correia.
1.ª edição.
Exemplar valorizado pela dedicatória autógrafa do autor "A Sua Eminência o Senhor Dom Manuel Gonçalves Cerejeira com a filial veneração do aluno de sempre".
Importante estudo iconográfico camoniano, ilustrado em extratexto -, na sua maioria, com retratos de Luís de Camões - a p.b. e a cores.
Bom exemplar. Capas plastificadas.
Invulgar.
20€

06 julho, 2011

WILDE, Oscar - POEMAS EM PROSA : DE... Traducção de Elysio de Carvalho ; Prefácio de Ronald de Carvalho ; Desenhos de Correia Dias. Rio de Janeiro, [S.n. – Typographia de Rodrigues & C.], 1920. In-8º (18cm) de 64, [3] f. ; il. ; E.
"Fez-se desta obra uma tiragem de 505 exemplares, sendo 5 em papel Ledger numerados de I a V, e 500 em papel Imperial Hollanda, numerada de 6 a 500". O presente ex. leva o Nº 174.
Contém 2 páginas de Ex-Libris impressos, respectivamente, de Ronald de Carvalho com a inscrição “Poeta Laureado” e Elysio de Carvalho com a inscrição “Amor Pati…”, e 1 página com "Inscrição gravada sobre o tumulo de Oscar Wilde" - "VERBIS MEIS ADDERE NIHIL AUDEBANT ET SUPER ILLOS STILLABAT ELOQUIUM MEUM, JOB., XX."
Excelente edição muito valorizada pelos belíssimos desenhos de Correia Dias. 
Bonita encadernação em meia de pele, lombada com nervuras, autor e título gravados a ouro e pastas forradas de fantasia recreando pele de serpente, em bom estado de conservação; miolo bastante atingido pela humidade com maior incidência nas primeiras páginas, incluindo capa, anterrosto, rosto e páginas de ex-libris; presença de orifício no anterrosto; assinatura de posse datada no verso do anterrosto; conserva guarda brochura original.
Raro e invulgar.
Indisponível
LE PORT DE LISBONNE : PUBLIÉ PAR L’ADMINISTRATION DU PORT DE LISBONNE. Lisbonne, [imp. «A Editora Limitada»], [S.d. – 1914?]. In-8º de 102, [1], [7] p. desdobráveis ; il. Gráf., tab., mapas ; mto il. fotos ; B.
Exemplar valorizado por dedicatória datada (1914) e assinada pelo autor.
Curiosa publicação sobre o Porto de Lisboa traduzida para o francês, não se limita a "visitar" o porto e os seus aspectos económico-sociais, antes alarga o estudo à cidade e a alguns dos seus locais emblemáticos - as praças e monumentos mais importantes -, sempre ilustrado com belíssimas fotos da época.  
Edição cuidada, profusamente ilustrada com fotos e gravuras a p.b., bem como mapas desdobráveis (de grd. dimensões) a cores.
Bom estado geral de conservação.
Raro.
35€

05 julho, 2011

SARAMAGO, José – AS OPINIÕES QUE O DL TEVE. Lisboa, Seara Nova / Futura, 1974. In-8º de 222, [2] p. ; B. Cadernos Seara Nova, «actualidade nacional».
Capa de Lucília Louro.
1ª edição.
“Reunião dos melhores artigos que ao longo de quase dois anos o escritor, na qualidade de editorialista, produziu anonimamente para as páginas do Diário de Lisboa. Aí avultam alguns que nem sequer puderam ser publicados, facto (censório) que, segundo a nota de apresentação deste livro, ainda editado antes do fim da ditadura do Estado Novo, «não precisa explicação». Trata-se, pois, do último livro de Saramago antes da queda do regime fascista.” (in frenesilivros)
Bom exemplar.
Invulgar.
25€
SARAMAGO, José - OS APONTAMENTOS. Lisboa, Seara Nova, 1976. In-8º de 246, [2] p. ; B. Cadernos Seara Nova, «actualidade nacional».
Capa de Henrique Ruivo.
1ª edição.
"Estes Apontamentos, são Crónicas Políticas, publicadas no Diário de Lisboa e no Diário de Notícias, durante as duas épocas em que o autor trabalhou na Imprensa. No Diário de Lisboa, anos 1972 e 1973 e no Diário de Notícias, desde os princípios de Abril de 1975, no rescaldo dos acontecimentos de 11 de Março, até ao 25 de Novembro. E diz o autor, "no meio de tantas palavras, não encontro senão duas que gostosamente apagaria se não fosse o escrúpulo de proteger o meu próprio respeito. É quando, uma e outra vez, falo de «jornalistas revolucionários». Como se não bastasse a ingenuidade de os imaginar assim, ainda fui cair na presunção de me incluir no grupo. Ilusão minha, ilusão nossa»."" (www.citi.pt)
Bom exemplar. Capa com vinco diagonal no canto superior direito.
Invulgar.
20€

04 julho, 2011

MACEDO, Jose Agostinho de - O COUTO. POR... Mais lhe valia não ter nascido ! ! ! LISBOA: NA IMPRESSÃO REGIA. Anno 1815. Com licença. In-8º (15cm) de 151 p. ; E.
1ª edição.
"A ambiguidade e o arrojo são talvez a marca dominante da vida e da obra de José Agostinho de Macedo, nascido em Beja, em Setembro de 1761. Iniciou a sua carreira como frade da Ordem dos Gracianos (1778), de onde foi expulso (1792) − após quatro sentenças que lhe imputam crimes de apostasia, de furto, de fuga com arrombamento e outros delitos graves −, e terminou-a como “mercenário da palavra”, um autêntico líder de opinião ao serviço da Igreja. J. A. Macedo é um dos últimos redutos ideológicos das doutrinas absolutistas. Faleceu em 1831, na sequência de doença prolongada, mas sem nunca largar a pena." (Rita Correia, hemerotecadigital.cm-lisboa.pt)
"A Producção 36.ª de Couto he mais alguma cousa! He verdade, que, para se desprezar como huma inepcia, bastaria ver-lhe o Titulo: - « Regras da Oratoria da Cadeira. - Parece que tambem ha Oratoria do banco, Oratoria da tripeça, e tambem poderá haver Oratoria da Cadeira furada! - Que regras são estas da Oratoria da Cadeira? Vem a ser cousas tão disparatadas, tão heterogeneas, (Grego) que os homens do povo, quando as lem, deixão cahir os braços com o folheto, levantão os olhos, abrem a bocca, e depois de cabecearem hum pouco, dizem... Couto!!!..." (do 1º parágrafo da obra)
Esta obra de J. A. Macedo é a resposta ao folheto de António Maria do Couto - «Manifesto critico, analytico, e apologetico em que se defende o insigne vate Luiz de Camoes da mordacidade do discurso preliminar, que precede ao poema Oriente» - onde A. M. Couto tece considerações sobre o poema «O Oriente» da autoria do mesmo J. A. Macedo, que este pretendia melhor que «Os Lusíadas» de Camões. Nesta "resposta", José Agostinho de Macedo faz uso da sua verve costumeira e  ridiculariza A. M. Couto.
Encadernação inteira em percalina bordeaux com ferros a ouro na capa. 
Livro de grande interesse bibliográfico, em excelente estado de conservação; discreta rubrica de posse coeva no frontispício, à cabeça; conserva guardas de protecção simples, de época.
Raro.
Indisponível

03 julho, 2011

HISTÓRIA DO GOVERNO CIVIL DE LISBOA. José Tengarrinha (Dir.) ; Ana Maria Carvalho ; Ana Margarida Batalha ; José Correia dos Lóios ; Maria de Jesus Machado. [Lisboa], [Governo Civil de Lisboa - imp. Gráf. Torriana], [2002]. Volume I (e II) in-fólio (31cm) de 378 p. e 387 p. ; il. ; E.
Tiragem: 500 ex. 
"Nasceu esta História do Governo Civil de Lisboa da feliz iniciativa do actual Governador Civil, Dr. Alberto Manuel Avelino. O interesse do trabalho acresce por ser esta a primeira história de um Governo Civil elaborada em Portugal, o que não deixará de estranhar-se, sabendo a importância que a instituição assumiu na administração pública do nosso país." (da Nota Explicativa)
José Manuel Marques do Carmo Mendes Tengarrinha (n. 1932), natural do Algarve. Historiador e Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Doutor em História. Colaborador em diversos jornais. [...] Autor de várias obras. (radix.cultalg.pt)
Exemplares com encadernação editorial cartonada, em excelente estado de conservação, como novos.
Obra de grande interesse bibliográfico olisiponense, de uma instituição histórica em vias de extinção por decisão política.
Rara, dada a exiguidade da tiragem.
Indisponível

02 julho, 2011

COSTA, Sousa - CAMILO - NO DRAMA DA SUA VIDA. À margem do Romance de Camilo por Aquilino Ribeiro. Porto, Livraria Civilização-Editora, 1959. In-8.º (21,5 cm) de 391 p. ; B.
1.ª edição.
Importante subsídio biográfico sobre o grande prosador de S. Miguel de Seide.
Livro valorizado pela dedicatória autógrafa do autor, datada, "A Sua Eminência o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Cerejeira".
"A vida do Mestre de Seide é um grande drama, quase sem intervalos. Ou com os efémeros intervalos do acto de ontem para o de hoje, actos que decorrem sincronizados por prantos e dores, com intercadências perturbantes de sarcasmos e risos. Drama, até ao momento cíclico em que o actor principal se defronta com o processo-crime por adultério, momento convulsivo em que o herói da peça entra a contracenar com Ana Plácido, sua « mulher fatal »."
(Excerto do prefácio)
Exemplar brochado, com as capas plastificadas, em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

01 julho, 2011

RETRATOS PARA AQUILINO. Textos de Vasco Graça Moura, António de Almeida Santos, Baptista-Bastos, Eduardo Lourenço, Jorge Reis, José Manuel Mendes, José Saramago, Luísa Costa Gomes, Luiz Francisco Rebello, Mário Soares, Urbano Tavares Rodrigues ; Desenhos de Alberto Péssimo, Armando Alves, Fernando de Azevedo, Fernando Lanhas, João Abel Manta, Jorge Pinheiro, José Emídio, José Rodrigues, Maria Keil, Rogério Ribeiro. [S.l.], Câmara Municipal de Paredes de Coura, 2000. In-fólio (26x35cm) de [96] p. inum. ; il. ; B.
"Por encomenda desta autarquia, a Árvore organizou uma homenagem a Aquilino Ribeiro, figura cimeira da nossa literatura, com íntima e afectiva ligação às Terras de Coura. Esta homenagem incluiu a realização de um Congresso de Estudos Aquilianos, uma exposição bibliográfica e documental, a edição de um albúm de arte "Retratos para Aquilino"..."
"Desta obra editada para a Câmara Municipal de Paredes de Coura, no âmbito da Homenagem a Aquilino - Congresso de Estudos Aquilianos, foram tirados 280 exemplares em papel Magnani de 300 grs. creme, como segue: Duzentos e cinquenta exemplares numerados de 1 a 250. Trinta exemplares numerados de I a XXX destinados aos autores e editores. Os retratos foram impressos em litografia, nas Oficinas da Árvore. Cada exemplar é composto por onze textos e dez retratos em litografia e vai assinado pelo Presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura e pelo Presidente da Direcção da Árvore - Cooperativa de Actividades Artísticas, C.R.L."
Exemplar Nº 91/250.
Belíssima colecção encapada de 24 fólios em estojo cartonado original revestido de tecido com ferros a bordeaux em baixo-relevo.
Exemplar em excelente estado de conservação.
Edição exclusiva de grande relevo bio-bibliográfico do tema aquiliniano.
Peça de colecção.
Indisponível