15 outubro, 2011

NAMORA, Fernando - AS SETE PARTIDAS DO MUNDO : Romance. 2ª edição. Lisboa, Editora Arcádia Limitada, 1958. In-8º (19cm) de 268, [2] p. ; E.
Capa de Vítor Palla.
Valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
«As Sete Partidas do Mundo» é o primeiro romance de Fernando Namora e foi publicado em 1938 quando tinha apenas 19 anos. De acordo com a nota do editor, "este livro foi escrito dos 17 aos 19 anos. E a justificar-se de novo o seu aparecimento, o autor, dentro do plano gradualmente concretizado de reedição e revisão de toda a sua obra, procurou conservar-lhe as características ingénuas de um romance da adolescência  escrito por um adolescente, na medida em que as dificuldades da tarefa o permitiram."
Encadernação cartonada do editor com sobrecapa de papel, que apresenta pequeno rasgão no pé, sem perda de papel.
Bom exemplar.
Invulgar.
25€

14 outubro, 2011

PIMENTEL, Alberto - A TRISTE CANÇÃO DO SUL (Subsidios para a Historia do Fado). Lisboa, Livraria Central de Gomes de Carvalho, editor, 1904. In-8º (18,5cm) de 302, [4] p. ; il. ; E.
Ilustrado no texto.
1ª edição.
A história do fado pela pena da Alberto Pimentel. Matérias: Origens do fado; Fadistas; Os assumptos do Fado; A Severe e o Conde de Vimioso; Fados de nomenclatura - Fados litterarios; Bibliographia musical do Fado; Notas finaes.  
"A Triste Canção do Sul descreve a historia do fado mas apresenta uma novidade, trás as partituras de seis fados: Fado Corrido (pp.86), Fado Choradinho (pp.139), Fado da Severa (pp.158), Fado do Conde de Vimioso (pp.183), Fado Serenata (pp.226) e O Último Fado (pp.228)."
Encadernação azul em sitético com ferros a ouro na pasta anterior e lombada, com leve descoloração junto à margem; s/ guardas de brochura.
Bom exemplar; fotografia antiga de busto feminino (fadista?) na 1ª página de texto, à cabeça.
Invulgar.
Indisponível

13 outubro, 2011

IBAÑEZ, Vicente Blasco - LUNA BENAMOR : novela. Tradução de Agostinho Fortes. Lisboa, Livraria Peninsular Editora, 1927. In-8.º (19cm) de 265, [6] p. ; B.
Belíssima capa da autoria de Alfedo Morse.
1.ª edição portuguesa.
Valorizada pelo autógrafo do autor.
Vicente Blasco Ibañez (1867-1928). Jornalista, político e escritor. Foi um dos maiores vultos da literatura espanhola e mundial. Pelas suas características gerais, a sua obra é classificada como pertencendo à corrente literária do Naturalismo, podendo-se observar, no entanto, na sua primeira fase literária, alguns elementos do Realismo com forte pendor regionalista. Apelidado "Zola espanhol" pela análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade - traços característicos deste movimento -, as suas personagens apresentam um forte traço psicológico.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Encadernação frágil com desgaste nas capas e na lombada. 
Muito invulgar.
50€

12 outubro, 2011

SANTA CLARA, Fr. Anastasio de - GUIA DE VIAJANTES, ou Roteiro de Lisboa : Para as Cortes e Cidades principaes da Europa, Villas, e Lugares mais notaveis de Portugal, e Hespanha: com varias advertencias uteis em a jornada de Roma, e necessarias aos Peregrinos: reducçaõ das moedas estrangeiras, e os preços de algumas cousas para melhor commodo nas viagens. Offerecido ao Reverendissimo P. M. Fr. JOAQUIM DE S. JOSEPH, Doutor na Sagrada Theologia, Examinador da Tres Ordens Militares, e Synodal dos Bispados de Coimbra, e Pinhel, e Geral Vigario da Real Congregaçaõ dos Agostinhos Descalços de Portugal. Por..., Religioso da mesma Real Congregaçaõ. Lisboa, Na Off. Francisco Luiz Ameno. M. DCC. XCI. Com licença da Real Meza da Comissaõ Geral sobre o Exame, e Censura dos Livros.
Edição original.
"Naõ sem causa tomo este pequeno trabalho; pois sendo necessario transportar-me de Lisboa a Roma, e outras cidades da Europa, procurei hum Roteiro, que me mostrasse o caminho, que devia seguir; e naõ me foi possivel encontrar mais, que a Taboada de Garrido, que apenas traz o Roteiro de Madrid, Roma, e Santiago: pelo que depois de voltar, emprendi dar ao prelo este, que adquiri por experiencia, e tirei de alguns, que trouxe de varias Nações, a fim de poder ser util aos meus Patricios, que delle precisarem, como eu precisei." (do prólogo)
"Pertendia-mos pôr aqui Roteiros, que sahissem de todas as Cidades de Portugal para os Reinos estrangeiros; mas reflectindo, que era dobrar o volume da Obra, o que causava grande incommodo aos Viajantes, que naõ sahirem de Lisboa, por terem de ir sem Conductor até chegarem a meter-se nas estradas reaes destes Roteiros." (último parágrafo das advertências)
Obra de grande labor técnico, para a época, muito interessante e curiosa, porventura o primeiro Roteiro português, contém pormenores deliciosos. Por exemplo, em viagens intramuros, ocasiões há, em que o autor apresenta alternativa à primeira rota, como é o caso Lisboa - Beja: "Segundo Roteiro, por caminho melhor para carruagens" ou, no caso de Lisboa para Coimbra, "Segundo Roteiro, melhor do Inverno para naõ passar os Campos da Golegã"... Em viagens extramuros, além dos caminhos a percorrer, indica as distâncias entre localidades medidas em milhas e léguas convertidas para "légua portuguesa", nomeia as moedas e respectivas conversões para moeda nacional dos países, cidades-estado, etc. que vai atravessando, nalguns casos aconselha os locais a visitar. O livro termina com um interessantíssimo "Indice, ou Taboa Alfabetica, para achar com facilidade os caminhos de Lisboa para as Cidades, e Villas, que se contém neste Roteiro"
Encadernação coeva inteira de carneira com nervuras e ferros a ouro; título  em dourado sobre rótulo carmim.
Exemplar em bom estado de conservação: encadernação sólida; miolo firme; inscrições nas f. guarda, rosto e p. dedicatória; e outras (poucas) com mais inscrições e sublinhados, no mais, excelente.
Raro.
Peça de colecção.
160€
CASTRO, Ferreira de – AS MARAVILHAS ARTÍSTICAS DO MUNDO ou a Prodigiosa Aventura do Homem através da Arte. Lisboa, Empresa Nacional de Publicidade, 1958-1963. 2 vol. in-fólio (31cm) de 1053 p. ; mto. il. ; E.
Edição monumental de grande esmero e apuro gráfico, impressa em papel espesso de qualidade superior, profusamente ilustrada no texto e em extratexto a p.b. e a cores.

Encadernações inteiras de pele, com ferros a seco e a ouro nas lombadas; conservam as guardas de brochura (aparadas no pé).
Bons exemplares.
Muito apreciada.
70€

11 outubro, 2011

A ARQUITECTURA PORTUGUESA DA ÉPOCA DOS DESCOBRIMENTOS : Monumentos Continentais : Exposição de fotografias. [S.l.], Museu Regional de Évora, 1960. In-8º grd. (24cm9 de 35, [35] p. il. ; B.
Exposição organizada sob o patrocínio da Direcção Geral do Ensino Superior e das Belas Artes.
"As fotografias que constituem esta exposição são de Mário Novais e as reproduções de desenhos são de José Pereira."
Bom exemplar; capa algo oxidada.
10€

10 outubro, 2011

UM INSTRUMENTO PORTUGUÊS DE SOLIDARIEDADE SOCIAL NO SÉCULO XVI : O Compromisso da Misericórdia de Lisboa. Reedição fac-similada com Introdução, Comentários e Notas de Joaquim Verríssimo Serrão. [Lisboa], Chaves Ferreira, 1992. In-fólio (35cm) de 43, [62] p. ; il. ; E. Colecção Fundação Cidade de Lisboa.
Desta edição foram feitos 2500 exemplares numerados e assinados pelo editor. A este exemplar corresponde o número [002].
Belíssima edição de grande esmero e apuro gráfico.
A fundação da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa ocorreu a 15 de Agosto de 1498, devido à especial intervenção da Rainha D. Leonor. Decorria então, uma nova política da saúde e assistência em Portugal, caracterizada pela construção de hospitais, resultantes da fusão de pequenas instituições medievais. Foi no seio de uma sociedade atormentada pela fome, pela guerra e por sucessivas epidemias1 que a Rainha D. Leonor de Lencastre, viúva de D. João II, o Príncipe Perfeito, procedeu à criação da mais notável das suas obras, pela larga influência que teve no desenvolvimento das instituições de beneficência – a Confraria de Nossa Senhora da Misericórdia. 
"Não se conhece o original do Compromisso da Misericórdia de Lisboa, que certamente desapareceu com uma grande parte dos seus arquivos, quando do terramoto de 1 de Novembro de 1755. Guardavam-se do texto duas cópias, uma no cartório da Santa Casa e a outra no Convento da Trindade. Mas o seu conteúdo pode avaliar-se com base na edição de 1516 e das cópias manuscritas que foram objecto da publicação de Gabriel Pereira e Vítor Ribeiro. Pelo texto impresso fica-se sabendo que o Compromisso foi aprovado em Lisboa, a 15 de Novembro daquele ano, e escrito por André Pires. Não tardou o manuscrito seguir para o prelo, por ordem do rei D. Manuel I, cabendo a impressão a Valentim Fernandes e Hermão de Campos, a 21 de Dezembro seguinte. O opúsculo foi composto em caracteres góticos, contendo um total de 2 mais XVII fólios. A portada representa a Virgem Maria rodeada de reis, papas, religiosos, todos em adoração, sendo o conjunto enquadrado por tarjas e vinhetas com ornamentos de aves, insectos e flores." (da introdução)
Este livro foi editado graças ao alto patrocínio da Fundação Cidade de Lisboa, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e do Montepio Geral. O texto foi composto em caracteres Bodoni e reproduzido o fac-símile com impressão a seis cores sobre papel Galerie Art de 170 g. O acabamento foi feito em tela de seda, com ferros gravados a ouro, aplicação manual de uma gravura, estojo executado manualmente, impresso em serigrafia com o símbolo pessoal da Rainha D. Leonor.
Bom exemplar; assinatura de posse no anterrosto.
Invulgar, de grande interesse histórico.
80€

08 outubro, 2011

MARÂNUS. Antologia de textos sobre Amarante: a terra e as gentes. Organização e prefácio de António Cardoso. [S.l], Câmara Municipal de Amarante, 1979. In-4.º (24 cm) de 211, [1] p ; il. ; E.
1.ª edição.
Livro impresso em papel de encorpado, ilustrado com bonitos desenhos e reproduções de gravuras em página inteira.
"Amarante corporiza-se-me, ganha forma e conteúdo. Multimoda, carregada de anos e feições, com artérias novas, pulsa ao ritmo da lenda, da história, dos costumes, das paisagens e dos homens. Quase ciclicamente é história e reconstrução. [...] Marânus é, então, um abrir de uma porta familiar ao ritmo e ao bafo do espaço cultural amarantino."
(Excerto do prefácio)
Encadernação cartonada do editor.
Bom exemplar. Discreta assinatura de posse na f. anterrosto.
Invulgar.
Indisponível
MADAHIL, António Gomes da Rocha - LIVRO VERDE DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA (cartulário do Século XV). Leitura, revisão e prefácio de... Coimbra, Publicações do Arquivo e Museu de Arte da Universidade de Coimbra, 1940. In-4.º (26cm) de CXIII, 304, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor a "Sua Eminência o Senhor Cardeal Patriarca, D. Manuel Gonçalves Cerejeira".
"O valioso Livro Verde - assim chamado devido à encadernação original de veludo verde que teve -, é uma cópia de vários documentos antigos, feita em 1471, pelo escolar de Cânones Vasco do Avelar, e cujo original se conserva no Arquivo da Universidade de Coimbra. É a partir de 1308, quando a Universidade começa a funcionar em Coimbra, que começam a aparecer documentos no Livro Verde. Não apenas cartas régias e de privilégios, como a célebre "Carta de Privilégios", dada por D. Dinis em Fevereiro de 1309, mas também outros produzidos pela própria Universidade."
(Fonte: Manuel Augusto Rodrigues, www1.ci.uc.pt, ler.letras.up.pt)
Excelente exemplar.
Invulgar.
Indisponível

07 outubro, 2011

TRAVASSOS, Francisco de Paula - EXPLICAÇÃO DA TABOADA NAUTICA PARA O CALCULO DAS LONGITUDES, OFFERECIDA Á SOCIEDADE REAL MARITIMA, MILITAR E GEOGRAFICA, POR SEU SOCIO JOSÉ MONTEIRO DA ROCHA, VICE-REITOR E DECANO DA FACULDADE DE MATHEMATICA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA; E INDAGAÇAÕ DAS FORMULAS, QUE SERVIRAÕ PARA A SUA CONSTRUCÇAÕ. POR... CAPITAÕ-TENENTE DA ARMADA REAL, SOCIO CORRESPONDENTE DA ACADEMIA REAL DAS SCIENCIAS, PROFESSOR DE MATHEMATICA NAS DA MARINHA, E SECRETARIO DA SOCIEDADE REAL MARITIMA. LISBOA, Na Tipographia Calcographica, Typoplastica, e Litteraria do Arco do Cego. M. DCCCI. Por Ordem de Sua Alteza Real. In-8.º (20cm) de [2], VII, 38, p., [1] f. errat. ; [3] tab. desdob. ; [3] fig. desdob. ; E.
1.ª edição.
Francisco de Paula Travassos. "Doutor em Mathematica, e Lente substituto da mesma faculdade na Universidade de Coimbra Lente jubilado na Acad. Real de Marinha de Lisboa, Coronel do Corpo d’Engenheiros Socio effectivo e Director de Classe da Academia Real das Sciencias, e Secretario da Sociedade Real Maritima e Geographica, etc. etc. - N. em Elvas pelos annos de 1764, e m. Lisboa, a 6 de Julho de 1833.”
(Inocêncio 3, 27.)
Encadernação em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada.
Exemplar sólido, em bom estado geral de conservação. Sem f. anterrosto; f. rosto apresenta falha de papel no canto superior dto; mancha de tinta na pasta anterior.
Raro.
Indisponível
VITERBO, F. M. de Sousa - A GRAVURA EM PORTUGAL : Breves apontamentos para a sua historia : por... Lisboa, Tip. da Casa da Moeda e Papel Sellado, 1909. In-8º grd. (26cm) de 19 p. ; B. Separata do Boletim da Real Associação dos Architectos Civis e Archeologos Portuguezes.
"A historia da gravura em Portugal encontra-se embryonara na Collecção de memorias de Cyrillo Volkmar Machado e na Lista de alguns artistas do patriarcha D. Fr. Francisco de S. Luiz (Cardeal Saraiva). [...] A Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro trata de preencher a lacuna, e muito grato lhe deve ser o nosso paiz, pela publicação do catalogo dos retratos colligidos por Diogo Barbosa Machado, catalogo que abrange não menos de 1.980 numeros. E, como se isto não bastasse, a mesma Bibliotheca, [...] está dando a lista de producçõers dos gravadores, iniciando a serie por Debrie." (da introdução do autor)
Exemplar brochado, ostenta no verso da capa ex-libris de João Filipe da Silva Nascimento, que por isso e por sua acção, reflete na capa um sombreado com as dimensões desse.
Bom estado.
Invulgar.
25€

06 outubro, 2011

PERNES, Fernando - JÚLIO RESENDE. [Lisboa], Artis, 1963. In-8º grd (24cm) de 12 p., [17] estamp. ; B. Colecção de Arte Contemporânea, 13.
"A obra de Júlio Resende define todo um importante capítulo de uma modernidade conquistada entre dúvidas e equívocos. Artista português, Resende demonstrou activamente como essa qualidade necessária depende do gosto universal que formos capazes de ir tendo." (excerto do 1ª parágrafo)
Bom exemplar.
Invulgar.
25€

05 outubro, 2011

ANDRADE, Anselmo de - EVOLUÇÃO DA MOEDA. Coimbra, Coimbra Editora, L.da : Antiga Livraria França & Arménio, 1923. In-8º (19cm) de VII, 350 p. ; E.
Obra dedicada pelo autor ao "Doutor António de Oliveira Salazar, insígne professor de sciências económicas na Universidade de Coimbra, em signal do grande apreço em que tem o seu priviligiado espírito e alto valor sciêntifico, e também como testemunho de gratidão por valiosos obséquios."
Interessante subsídio para a história do dinheiro, da sua origem ao papel-moeda.
Meia-encadernação com lombada e cantos em pele, com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Lombada algo desgastada.
Invulgar.
Indisponível

04 outubro, 2011

TEIXEIRA, Pe. Manuel - A IMPRENSA PERIÓDICA PORTUGUESA NO EXTREMO ORIENTE. Fac-símile da 1.ª edição com prefácio de Afonso Camões. [S.l. - Macau], Instituto Cultural de Macau, 1999. In-4.º (28 cm) de X, [4] 331 p. ; il.; E.
Tiragem: 1500 exemplares.
Edição impressa em papel muito encorpado de excelente qualidade, com ilustrações a p.b. no texto.
"Se outros não houvera, os valores da liberdade, da tolerância e do pluralismo são, porventura, o maior legado cultural da presença portuguesa de mais de quatro séculos em Macau. São esses o  valores que perpassam a história de quase 200 anos de jornalismo neste pequeno espaço de Administração Portuguesa que dá lugar, em Dezembro de 1999, à Região Administrativa Especial de Macau, no âmbito da grande Nação Chinesa."
(Excerto do Prefácio)
Encadernação cartonada do editor.
Excelente exemplar.
Invulgar.
Indisponível
MARQUES, Maria Zulmira Albuquerque Furtado - O MOSTEIRO DE ALCOBAÇA E A DINASTIA AFONSINA : A Tragédia de Pedro e Inês. [S.l.], [s.n. - imp. Gráfica da Batalha, Lda], [1996]. In-8º (22,5cm) de 247 p. ; mto il. ; B.
1ª edição.
Tiragem: 500 exemplares.
Bonita edição, profusamente ilustrada no testo com fotos e desenhos a p.b.
"Este livro procura contar-nos um pouco da história de Portugal, tendo como fulcro o Mosteiro de Alcobaça e uma história de amor, a de D. Pedro e D. Inês de Castro, história que terminou tragicamente e entrou no imaginário universal. Como os protagonistas foram o filho dum rei e uma dama espanhola de alta estirpe, iremos conhecer primeiro um pouco a mentalidade da época, num tempo em que o poder estava nas mão do rei, que para o exercer, precisava de ajuda das duas ordens privilegiadas: a nobreza e o clero. Os monarcas da dinastia de Borgonha, iniciada com Dom Afonso Henriques passam pelos nossos olhos com as suas fraquezas e coragem, pois um deles, D. Pedro I, foi o protagonista da nossa "história de amor"." (da nota prévia da autora)
Excelente exemplar.
15€

03 outubro, 2011

SAUERWEIN, Jules - MONARCAS DE AYER E DE MAÑANA : Recuerdos y Entrevistas. Mexico, D. F., Editorial Patria, 1953. In-8º (20cm) de 294 p. ; il. ; E.
Ilustrado com fotografias a p.b. intercaladas no texto.
1ª edição em castelhano.
Valorizado pela dedicatória autógrafa do autor, datada (1953), aos Condes de Mafra.
"A quién dedicaré este libro sino a este bello y buen país donde he encontrado a los tres príncipes que me han ocasionado el escrebirlo? Porque Portugal es un asilo, viven aquí relativamente felices, a pesar de sus vicisitudes [...] ortugal es una tierra , no de destierro, sini de acogimiento, y hubiera faltado a mis más elementales deberes, si no hubiera dedicado este volumen, concebido y escrito sobre su suelo, a este país antiguo y moderno a la vez, tan hospitalario para con los errantes y los desgraciados, ya sean humildes o de estirpe real." (do introdução do autor)
Curioso livro, fruto do período de convivência que o autor manteve com os monarcas e respectivas famílias, exilados em Portugal nos anos 40 e 50 do século passado. Interessante conjunto de depoimentos do Rei Humberto de Itália, do Conde de Paris e D. Juan de Espanha.
Encadernação inteira de percalina com ferros a ouro na lombada; conserva as guardas de brochura.
Excelente exemplar.
Invulgar.
35€

02 outubro, 2011

OLIVEIRA, P. Miguel de - OURIQUE EM ESPANHA. Nova solução de um velho problema. Por... Lisboa, Editora Pro Domo, Limitada, MCMXLIV [na capa, 1945]. In-8.º (19 cm) de 139, [8] p. ; B. Col. Cultura Histórica, 1
1.ª edição.
"Importa mais à história fixar com verdade o local do acontecimento do que deixá-lo vago e incerto. E aos espíritos sérios, a jornada de Ourique interessa realmente pelas suas proporções históricas, e não pelas suas florituras, tanto mais acreditadas quanto mais extravagantes, com que a embelezam os cronistas."
(Excerto da Nota preliminar)
Exemplar em bom estado geral de conservação; capas oxidadas; páginas amarelecidas por acção do tempo.
Invulgar.
Indisponível
FERRÃO, Francisco Antonio Fernandes da Silva - REPERTORIO COMMENTADO SOBRE FORAES E DOAÇÕES REGIAS : Por... Ministro e Secretario de Estado Honorario, Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, Membro Honorarrio do Tribunal do Thesouro Publico, etc. Volume I [e Volume II]. Lisboa, Na Imprensa Nacional, 1848. 2 vol. in-8º (22cm) de LVI, [216] p. e 327 p. ; E. (num único tomo)
Comentário à Carta de Lei de 22 de Junho de 1846 e às suas determinações sobre Forais e Doações Régias.
Encadernação coeva em meia de pele com ferros a ouro na lombada; s/ guardas de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação; encadernação algo desgastada; miolo excelente.
Muito invulgar, de grande interesse histórico-jurídico.
65€
VERISSIMO, Erico - O SENHOR EMBAIXADOR : Romance. [Lisboa], Editôra Globo-Dist. Livros do Brasil, 1965. In-8º (21,5cm) de 429, [2] p. ; B.
1ª edição portuguesa.
Exemplar muito valorizado pela assinatura autógrafa do autor.
Bom estado.
Invulgar.
50€

01 outubro, 2011

[ANÓNIMO] - O 14 DE MAIO : Por Um Contemporaneo : Imparcial bosquejo historico dos acontecimentos ocorridos em Portugal no dia 14 de Maio de 1915 e seguintes. Queda do governo Pimenta de Castro. Porto Typographia Luzitania-Editora, 1915. In-8º (19cm) de 293, [1] p. ; B.
1ª [e única] edição.
Exemplar razoável; capas cansadas, com falhas de papel nos cantos; miolo em bom estado.
Muito invulgar de grande interesse histórico.
15€