19 junho, 2012

CAMPOS JUNIOR, António de – OS ULTIMOS AMORES DE NAPOLEÃO (de Waterloo a Santa Helena). [Lisboa], João Romano Torres & Ca., [1923]. In-8º grd. (21cm) de 734 p. ; il. ; E. 
Encadernação em meia de pele com ferros a ouro na lombada.
Bom exemplar.
Invulgar.
Indisponível
MONIZ, Jorge Botelho - O 18 DE ABRIL (elementos para a historia d'uma revolução vencida). Por... 3.º milhar. Lisboa, Edição do Auctor - Depositário Casa-Ventura Abrantes, 1925. In-8.º (20cm) de 340, [6] p. ; E.
1.ª edição.
"Eu sei, meus senhores, que por virtude deste meu livro, a manada politica, ou se calará receiosa de aumentar o escandalo, ou, na impossibilidade de negativa, arremeterá contra mim, chifres em riste, chamando-me vendido ás forças vivas e insinuando outras calunias de igual jaez. Tomem nota: Todos aqueles, sejam quem forem, que em vez de discutirem livre, mas honestamente, as minhas asserções enveredarem pelo caminho da torpesa e do insulto, d'antemão fiquem sabendo que, um por um, ou a varios de cada vez, lhes varro os focinhos a cavalo marinho, ou lhes desmancho os rabos a pontapés. E se isto não fôr suficiente ha outras armas mais positivas. Não tenho medo. E se eles se julgarem injustamente atacados por este meu livro, que venham fazer-me o mesmo. D'aqui os desafio, corja de assassinos!"
(Advertência do autor)
"Ao escrever as linhas despretenciosas que vão lêr-se fi-lo apenas como aproveitamento das horas de forçado ocio originadas na minha reclusão. Desde a Penitenciaria, á fragata D. Fernando, - do forte da Graça em Elvas e do Presidio da Trafaria até á casa onde a generosidade dum amigo me deu guarida, apoz a minha fuga - eu tenho tido arrastados mezes a que dar ocupação. [...] Alcunhado de traidor, como todos os meus bravos camaradas da revolução, eu, que como eles fui trahido, - em presença das categorias das pessôas que nos atacam, sómente posso levar o caso a rir. [...] Á canzoada bravia, ainda não repleta dos ossos do orçamento, que nos morde nas canelas depois de vencidos, eu dedico estas paginas. Não são positivamente manteiga em focinho de cão. Mas podem muito bem sêr chicotadas na garupa de traidores ou desavergonhados."
(Excerto do prefácio)
Encadernação nova em meia de percalina com ferros gravados a ouro na lombada.
Invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível

18 junho, 2012

GUIMARÃES, Pedro – POLÍTICA ALIMENTAR DO COMÉRCIO DE MERCEARIA E DA SUA ORGANIZAÇÃO. Notas de relatório : Delegação do Governo – Grémios dos Armazenistas e dos Retalhistas de Mercearia. [S.l.], [s.n – Comp. e imp. Tip. Empresa Nacional de Publicidade - Lisboa], 1950. In-8.º (22 cm) de 251, [5] p. ; B.
1.ª edição.
Livro ilustrado com quadros e tabelas no texto e um gráfico em separado.
Valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
Inclui um extenso capítulo sobre o comércio de bacalhau.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível
12 DE OUTUBRO. 12 de Outubro de 1918 - 12 de Outubro de 1919. Porto, António Faria, 1919. In-fólio (38x52cm) de 4 p. ; il. ; B.
Número Único. Comemorativo da generosa e patriótica tentativa revolucionária de 12 de Outubro de 1918.
“Triunfante o 12 de outubro, teria logo findado o equivoco sidonista, escavacado o ídolo, restaurada a Republica. Sobretudo, ter-se-ia evitado ainda talvez que o armistício nos viesse colher, como beligerantes, em tão critica situação. Vencedor – há males que vêm por bem – o equivoco sidonista foi atá às suas finais e lógicas consequências no Pôrto e em Monsanto. E todos viram e todos puderam vêr que, quando nós lutávamos contra o dezembrismo não combatíamos por um partido, mas pela Republica. Assim tivesse sido possível então todo êsse martirologio dos republicanos do Porto, encarcerados, espancados, feridos na sua dignidade politica e até na sua dignidade especifica. (Marques Guedes)
“O periodo que se seguiu ao 12 de Outubro de 1918 está ainda – para bem da República – na memória de tôdos. Ondas de lama e de sangue rolavam por todo o país, cobrindo-nos de podridão e de esterco. Encheram-se as prisões de republicanos; torturaram-se, martirisaram-se aqueles que tinham a hombridade de se dizerem republicanos…” (P. M.)
Exemplar em bom estado geral de conservação.
Raro, com interesse histórico. 
Indisponível
DIAS, Carlos Malheiro – CAMÕES E A RAÇA. Oração pronunciada no Palacio Teçayndaba, em S. Paulo, na noite de 4 de Junho de 1934. Inauguração da Semana Camoniana instituída pelas Escolas Portuguesas fundadas pelo Centro Republicano de S. Paulo. São Paulo, [s.n. – imp. na Emp. Gráf. “Revista dos Tribunais”, 1934. In-8º (22cm) de 54, [2] p. ; B.
Muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor “a Sua Eminência o Senhor Cardial Patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira. Veneração, admiração e gratidão de um português” (data e assinatura).
Exemplar brochado (plastificado) em bom estado de conservação.
Rubrica de posse na f. rosto.  
Invulgar.  
Indisponível

17 junho, 2012

CHIANCA, Ruy - PHANTASMAS (Ressurreições II). Lisboa, Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira, 1919. In-8º (19cm) de 357, [1] p. ; B.
Colecção de novelas de cariz histórico.
- O troveiro de Lára. -Castello de Amor. - Maria Roussada. -Vãs glorias humanas. - Fr. Thomé de Jesus.
Rui Chianca (1891-1931) foi um escritor português, poeta e dramaturgo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Dedicatória manuscrita (não do autor) na f. anterrosto.
Invulgar.
10€

15 junho, 2012

BRANCO, Vasco - O DORI NÚMERO TREZE : contos. Lisboa, Edição de Fomento de Publicações, Lda., [s.d.]. In-8.º (16,5 cm) de 46, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Capa de Bernardo Marques
Interessante conto sobre a pesca do bacalhau publicado na apreciada colecção Mosaico, com direcção literária de Manuel do Nascimento.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

14 junho, 2012

NABAIS, António José Castanheira Maia & RAMOS, Paulo Oliveira - 100 ANOS DO PORTO DE LISBOA. Investigação histórica de... Lisboa, Administração do Porto de Lisboa, 1987. In-4.º (23x21 cm) de 179, [1] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Contém desdobrável policromado (29,5x42cm) acondicionado em bolsa localizada no verso da contracapa, com reproduções das pinturas murais das Estações Marítimas da Rocha e de Alcântara.

Edição muito ilustrada a p.b. e a cores, com fotografias, mapas, desenhos, etc., publicada no ano em que se celebra o Centenário do Início das Grandes Obras do Porto de Lisboa e em que começa o Ciclo das Comemorações dos 500 anos dos Descobrimentos Portugueses.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

13 junho, 2012

AGOSTINHO, Fr. Francisco de Santo - SERMAM // DA SOLEDADE // DE NOSSA SENHORA, // Que prégou na Capella Real, o // Padre Mestre Frey Francisco de S. // Agostinho, Capucho da Provincia // de Santo Antonio, Lente de // Artes, & Theologia no // seu Collegio de // Coimbra. // NO FIM MOSTROV // o Santo Sudario. // Em sesta feira de Endoenças, deste // anno de 1645. // Com todas as licenças necessarias. // EM LISBOA. // Por Paulo CraesbeecK, Impressor, & Liureiro das // Tres Ordens Militares. In-8.º (20,5 cm) de [2], 13 f. ; E.
1.ª edição.
Frei Francisco de Santo Agostinho de Macedo (1596-1681). "Membro da Companhia de Jesus e mais tarde franciscano (nasceu em Botão, perto de Coimbra em 1596 e faleceu em Pádua em 1681), estudou com os jesuítas em Coimbra e nos seus colégios de Lisboa, Alcalá e Madrid. Professou na província franciscana de Sto. António e ensinou no colégio de Sto. António da Pedreira em Coimbra. Em 1648, estando então em Paris, no cerne das polémicas em torno do jansenismo, publica a obra intitulada Cortina Augustini, logo censurada por professar ideias de Jansénio, as quais mais tarde viria a abandonar. Passando a viver em Itália (1645) foi professor de Teologia Polémica no Colégio da Propaganda Fidei e de História Eclesiástica na Universidade Romana da Sapiência. Em 1654 é provido na cadeira de Filosofia Moral na Universidade de Pádua, que regeu até à sua morte. Foi uma personalidade de saber enciclopédico, embora controverso. A sua vastíssima obra abarca variados domínios, desde a retórica e a poesia ao panegírico, à parenética, à teologia e à filosofia."
(Fonte: cvc.instituto-camoes.pt) 
Encadernação cartonada recente com dorados na capa.
Exemplar em bom estado de conservação. Apresenta falha de papel no pé da f. rosto.
Raro.
Indisponível

12 junho, 2012

AGÊNCIA ECCLESIA : Semanário de actualidade religiosa. 
Edição Especial
5 DE OUTUBRO 2010 : Centenário de República. [Director: Paulo Rocha]. Lisboa, Agência Ecclesia, 2010.
In-4º (28cm) de 88 p. ; mto il. ; B.
Matérias:
Sociedade e Religião
Relação Igrejas, Estado e Sociedade: do regalismo à separação
Universos Espirituais e experiências religiosas durante a Primeira República 
"[...] Os cem anos da República portuguesa cruzaram-se com os dois mil anos da Igreja Cattólica. E, em Portugal, ambas protagonizaram um século, tiveram encontros e desencontros com leituras contrárias, desdobrando os mesmos factos em dividendos que geraram algumas guerras religiosas no meio de muitas guerras civis. É um rasto de tempo num pequeno espaço chamado Portugal." (António Rego, excerto da introdução)
"A Agêcia Ecclesia decidiu publicar coma colaboração científica do Centro de Estudos de História Religiosa (CEHR) da Universidade Ctólica Portuguesa, uma revista sobre as questões do âmbito da religião na sociedade portuguesa no período da Primeira República no contexto celebrativo do seu Centenário. Trata-se de uma apresentação, essencialmente historiográfica, de aspectos centrais do impacte da mudança de regime político nos universos religiosos em Portugal, num período e numa conjuntura cruciais da sociedade, desde os finais do século XIX e duarante o primeiro quartel do século XX" (António Matos Ferreira, excerto da apresentação)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. 
15€

11 junho, 2012

CHAGAS, M. Pinheiro - MINISTROS, PADRES E REIS. Lisboa, C. S. Afra & Comp.a, [1870]. In-8º (18cm) de 220, [2] p. ; E.
1ª edição.
Encadernação coeva em meia de pele com ferros a ouro na lombada.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Apresenta falta de pele no topo e na base da lombada.
Invulgar. 
Indisponível

10 junho, 2012

CHAVES, Luís – OS PELOURINHOS PORTUGUESES. Gaia, Edições Apolino, MCMXXX [1930]. In-4º (25cm) de 67, [1] p. ; il. ; B. Estudos Nacionais sob a égide do Instituto de Coimbra
Capa: Vila do Conde (aguarela do pintor e professor Joaquim Lopes).
Edição muito ilustrada com colagens de desenhos de diversos pelourinhos existentes no território nacional.
“Os pelourinhos, primitivamente picotas, balisam no território português o caminho da história dos concelhos. São restos de moreias, que a geleira alastrante do municipalismo foi construindo Portugal fóra através dos séculos.” (excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar. 
Indisponível

09 junho, 2012

DICKIE, John - COSA NOSTRA : HISTÓRIA DA MÁFIA SICILIANA. [Tradução de Jaime Araújo e João Reis Nunes]. Lisboa, Edições 70, 2007. In-8º grd. (23,5cm) de 485 p. ; [16] p. il. ; il. ; B. Col. Extracolecção
Capa de Mark Read.
Ilustrado com mapas, e fotografias a p.b. em separado.
"Cosa Nostra é a história da máfia siciliana, a organização criminosa mais famosa em todo o mundo, mas também a mais misteriosa, e que durante muitos anos permaneceu envolta num véu de secretismo e numa aura romanesca, a que não é estranha a sua representação na literatura e no cinema.
A obra traça-nos a história desta organização cujas raízes se confundem com a formação do Estado italiano. Aliás, na sua luta pelo poder e pelo controlo, a Cosa Nostra não se coíbe, como as suas acções o comprovam, de enfrentar esse mesmo Estado, seja pelo atentado ou pelo suborno dos seus funcionários, incluindo elementos da classe política." (apresentação)
Excelente exemplar.
15€

08 junho, 2012

MACHADO, Bernardino - A POLITICA DA VICTORIA. Discurso proferido no Senado da Republica em 20 de Novembro de 1919. Lisboa, Tip. Boente e Silva, [1919]. In-8º (19cm) de 20 p. ; B.
"Sr. Presidente! Os inimigos das instituições quizeram fazer a defecção da nossa intervenção na guerra para fazerem a defecção da Republica, sem se importarem com a Patria. E, hoje, que triunfámos, pretendem fazer a defecção da victoria, convertê-la em derrota, para voltarem a ferir a Republica, sem se importarem com a Patria." (excerto da 1ª parte do discurso)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. 
Capas manchadas; falha de papel na capa anterior.
Invulgar, com interesse histórico. 
Indisponível
FERNANDEZ Y GONZALEZ - BANDIDOS CELEBRES : historia romanesca de sete ladrões. Traducção de Candido Magalhães. Illustrado por Manuel de Macedo. I [e II, III e IV]. Lisboa, Officina Typographica de J. A. de Mattos, 1875. 4 vol. in-8º (17,5cm) de 309, [3] p., 309, [3] p., 310, [2] p. e 325, [3] p. ; il. ; E. em dois tomos. Bibliotheca Contemporanea
Ilustrado com 4 belíssimas estampas da autoria de Manuel de Macedo.
Manuel Fernández y González (1821-1888) foi um escritor espanhol do género literário folhetinesco. Atingiu alguma projecção como autor de romances históricos e de aventuras.
Encadernações em meia de pele com ferros a ouro nas lombadas.
Exemplares em bom estado de conservação.
Dedicatória autógrafa (autor?) na f. anterrosto do vol. I.
Invulgar.
Indisponível

07 junho, 2012

MESQUITA, Alfredo - VID'AIRADA. Lisboa, Livraria de Antonio Maria Pereira-Editor, 1894. In-8º (18cm) de 213, [6] p. ; E.
1ª edição.
Alfredo de Mesquita Pimentel (1871-1931), "foi um jornalista, escritor, olisipógrafo e diplomata português. Foi redactor do Jornal do Comércio, do Diário de Notícias e da revista O Occidente. Colaborou, também, nos jornais humorísticos «António Maria» e «Paródia». Publicou uma extensa obra literária, incluindo biografias, ensaios literários, contos, teatro, literatura de viagens e um romance. Pertenceu à Maçonaria, com iniciação em 1892, na Loja Tolerância, em Lisboa."
Encadernação do editor toda de percalina com dourados a seco e a ouro na pasta anterior e na lombada.
Exemplar em bom estado geral de conservação, com defeitos marginais nas capas.
Invulgar. 
Indisponível

05 junho, 2012

SILVA, Luiz Augusto Rebelo da – D. JOÃO II E A NOBREZA (1483-1484). Lisboa, Empreza da Historia de Portugal, 1910. In-8º (19cm) de 178, [2] p. ; B. Obras Completas de Luiz Augusto Rebello da Silva, revistas e methodicamente coordenadas, XLI. Estudos Historicos-III
Estudo histórico e biográfico de um grande estadista, El-Rei D. João II, O Príncipe Perfeito.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
“COMO SE FEZ A REPUBLICA” – «Livro» com recortes de jornais.
In-4º (25cm) de 128 p. ; il. ; E.
Importante conjunto jornalístico, documental e testemunhal.
Compilação de notícias de vários jornais - 64 folhas (frente/verso) forradas de recortes de jornais publicados logo após a proclamação da República, durante o Governo Provisório. "Como se fez a República" é a história dos dias que antecederam a Revolução Republicana, com particular destaque para os acontecimentos do dia 4 de Outubro, véspera da Revolução. 
Transcrição de relatórios.
Personalidades falam na 1ª pessoa, contando episódios menos conhecidos.
Pormenores da revolução.
Entrevistas a alguns protagonistas.
Apontamentos biográficos.
Etc.
Encadernação inteira de percalina com as cores da Bandeira Nacional nas pastas cortadas na diagonal; ferros a seco e a ouro na pasta anterior e na lombada.
Bom exemplar. Nalguns casos, a cola utilizada ensopou os recortes, escurecendo as áreas  atingidas.
Muito invulgar, com indubitável interesse histórico.
Peça de colecção.
Indisponível

04 junho, 2012

HENRIQUES, F. de Carvalho – O AMIGO FIEL E O FIEL AMIGO. Coimbra, Atlântida, 1960. In-8.º (19 cm) de 173, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Romance marítimo, cuja acção decorre na Ericeira (I Parte) e na Gronelândia (II Parte). As aventuras e desventuras, amores e desamores de um homem do mar, pescador da "Faina Maior".
Fernando Val do Rio de Carvalho Henriques (1897-1962). "Escreveu, além de Mulheres de hoje... Corações de sempre (1924), A Profecia ou o mistério de Tut-Ank-Amon (1924), A quarta dimensão (1927), algumas obras relacionados com o comércio, como Vendedores e Compradores (1943) e O gerente e a sua gente (1958). Em 1925, dirige X: revista de informação prática, que poderá ter inspirado Pessoa e o seu cunhado Francisco Caetano Dias no seu projecto da Revista de Comércio e Contabilidade."
(Fonte: https://modernismo.pt/index.php/f/571-fernando-de-carvalho-henriques)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Indisponível

03 junho, 2012

SOUSA, Frei Luís de - VIDA DO BEATO HENRIQUE SUSO, DA ORDEM POR PRÉGADORES, Traduzida de Latim em Portuguez: CONSIDERAÇÕES DAS LAGRIMAS DE N. SENHORA, E outras obras em prosa, e em verso, que andavão dispersas. COMPOSTAS POR Fr. Luiz de Sousa, Religioso da dita Ordem. A que se ajuntou a Vida do mesmo Autor, e o juizo sobre os seus Escritos. COIMBRA: NA IMPRENSA DA UNIVERSIDADE. 1836. In-8.º peq. (13,5cm) de 415 p. ; E.
Bonita encadernação coeva em meia de pele com dourados na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
CORTEZ, Alfredo - Á LA FÉ! : lenda da lealdade. Peça em Quatro Actos. De... Ilustrações de Alberto Souza. Lisboa, [s.n. - imp. Imprensa Libanio da Silva], 1924. In-8.º (18 cm) de 210, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrado com bonitos desenhos da autoria de Mestre Alberto de Sousa.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€

02 junho, 2012

[NEGREIROS], Almada – A INVENÇÃO DO DIA CLARO. Edição fac-similada. Lisboa, Assírio & Alvim, 2005. In-4º (25,5cm) de 45, [3] p. ; il. ; B.

“Escripta de uma só maneira para todas as espécies de orgulho, seguida das démarches para a Invenção e acompanhada das confidencias mais intimas e geraes. Ensaios para a iniciação de portuguezes na revelação da pintura. Com um retrato do autor por elle-proprio. Primeiro milhar. Lisbôa, “Olisipo”, Apartado 145, 1921.” (redacção conforme texto do frontispício original)

"Entrei numa livraria. Puz-me a contar os livros que ha para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria.
Deve certamente haver outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estou perdido.
No entanto, as pessoas que entravam na livraria estavam todas bem muito bem vestidas de quem precisa salvar-se."

(O Livro, p. 11)

Excelente exemplar.
Histórico e muito apreciado.
15€

01 junho, 2012

PURIFICAÇÃO, Doutor José da - SERMAM // EM O OUTAVARIO, // Que celebrarão em a Igreja de S. Roque, // estando o SANTISSIMO SACRAMENTO // Exposto, // Os Religiozos da Sagrada Companhia de IESVS, // NA FESTA // DA CANONIZAÇAM // DE S. FRANCISCO // DE BORJA, // Religiozo da mesma Ordem, & Geral della, // Duque que foy antes de Gandia. // PREGOU-O // O P. DOUTOR JOSEPH DA PURIFICAÇAM // Conego Secular da Congregaçam de S. Ioam Evange- // lista Mestre em a Sagrada Theologia, & Lente // de Prima em o Collegio da mesma Reli- // gião, na Vniversidade de Coimbra, // no Anno de 1671. // COIMBRA, Com todas as licenças necessarias. // Na Impressam da Viuva de Manoel de Carvalho Impressora da // Vniversidade Anno de 1673. In-8º (19,5cm) de 29 p. ; il.
Ilustrado na metade inferior da página final do texto com uma bonita vinheta aberta em madeira.
Exemplar desencadernado em bom estado de conservação. Vestígios de traça na margem inferior do livro, sem afectar o texto.
Raro.
Indisponível
CARDOSO, Carlos Lopes - SANTO ANTÓNIO E AS ALMINHAS POPULARES. Lisboa, [s.n. - Comp. e imp. por Ramos, Afonso &Moita, Lda.], 1981. In-4.º (26cm) de 19 p. ; [12] p. il. ; il. ; B. Separata do Boletim Cultural da Assembleia Distrital de Lisboa, III Série - N.º 87 - 1.º tomo - 1981.
"Além do seu culto religioso, as alminhas interessam como documentos da arte popular. Na ingenuidade do desenho, na policromia viva das tintas, na repetição de certas características iconográficas..."
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
CHAVES, Astrigildo - A NETA DO GAMA : no ALJUBE (D. Constança Telles da Gama). Lisboa, A. Almeida e Costa, [1912]. In-8º grd. (24cm) de 34 p. ; B.
"O vandalismo troglodyta de enlaçar de crépes a pagina mais fulgurante da Historia-Patria, arrojando á sordidez do sarrafaçal Aljube, - Salpêtrière lusa, prisão de barregãs da Mouraria e de combórças de taverna - a Neta e véra representante do primeiro Viso-Rei das Índias, Vasco da Gama, não cuidem lá que obedece á descoberta d'um terrivel plano de conjura contra as instituições democraticas, em que os soldados fossem indómitas amazonas de sangue azul e sua generala a Nobre fidalga a ferros... Este attentado barbaro e indigno de portuguêses, que em qualquer parte do órbe faria erguer as proprias pedras da calçada, aqui, em pleno Estado libertado e integro, com legisladores solónicos de chlamyde albente debruada de cinábro vivaz, - sobre dois pontos de vista deve ser apreciado e distinguido: e, reduzidos á expressão mais simples ambos os aspectos perspectivaes, nós hemos de encontrar pela frente seus dois fócos de canalhice inconcebivel... [...] O odio feroz contra o existente torna-se sanha, monomania fixa, epilepsia de manicomio. Hão de esfrangalhar as tradições, espesinhar os nobres, expropriar os ricos; destruir as Egrejas, humilhar os Sabios, assassinar o Direito, cuspir o Brio, despucelar a Virtude... Conclusão logica: - abrir as portas da emigração ás classes dirigentes, causa de paralysia da machina propulsora de engrandecimento patrio." (excerto do texto)
A detenção de D. Constança Teles da Gama, no Aljube, por visitar e dispensar cuidados aos presos, é o pretexto para o autor "desancar" a República: "É então que o humanismo revolucionario levanta a grimpa, que a fraterniadde jacobina bóta as garras de fóra... Proteger inimigos da republica, não os deixar morrer á mingoa, levar-lhes conforto e pão? Crime sem par.
Astrigildo Chaves (Évora, 1886 – Lisboa, 1926), "proprietário de A Monarquia – jornal monárquico (com pendor anti-liberal) e católico, órgão de doutrina e comentário, mais do que noticioso, deu continuidade à acção panfletária do seu proprietário. Este, tendo iniciado actividade de propagandista do lado republicano (colaborou n’O Radical e n’A Vanguarda, publicou em 1907 o folheto Crimesdos Brigantinos : o fuzilado do Porto, verberações de um revoltado e, em dataincerta, Prosas  vermelhas), veio a desiludir-se no turbilhão do regicídio e a alinhar pela reacção monárquica." Entre outros, publicou ainda o jornal «A acção nacional» (15 números) e deu ao prelo dois números do folheto «O Espectro».
Exemplar brochado com deficiências. Capas sujas com falhas marginais; algumas páginas apresentam-se chamuscadas, marginalmente, à cabeça, sem afectação do texto.
Raro.
Indisponível