12 março, 2017

VAZ, Salema - TERRA DE NINGUEM. Redondilhas da Grande Guerra. Por… (2.ª edição). Lisboa, Livraria Central - Editora, 1929. In-8º (20,5cm) de 60, [4] p. ; il. ; B.
Bonita edição impressa em papel encorpado, ilustrada com belíssimas vinhetas a p.b. e desenhos a vermelho no texto.

"Ás mães e noivas portuguezas, que souberam amar a sua terra no sacrificio aos entes queridos"

(dedicatória impressa)

"Hei-de ir p'ra guerra; é o meu fado!
Sou um poeta-soldado,
Hei-me morrer a cantar!
As cordas da minha lyra
(Que p'lo passado suspira)
Não, não se hão-de enferrujar."

(excerto de A uma Madrinha de Guerra)

Índice:
- Hora de Redempção. – A uma Madrinha de Guerra. – Ai!... Quem me déra ser carta! – Carta a Maria.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas algo sujas, com defeitos; contracapa apresenta pequena falha de papel no canto inferior esquerdo.
Invulgar.
Indisponível

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