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23 dezembro, 2017

AURORA, Conde d' - BRASIL : ida e volta. Porto, Livraria Simões Lopes, [s.d.]. In-8.º (21,5cm) de 109 p. ; [22] f. il. ; B.
1.ª edição.

Ilustrada com fotogravuras intercaladas no texto.
"Esta dor e ainda a alegria, Deus louvado, de ter sentido pulsar como aquém-Atlântico, como no mais puro e recôndito e tradicional rincão da terra portuguesa, ter sentido pulsar, sincrónico, em uníssono, em todo o imenso Brasil - o coração português! Deus louvado!

(excerto do texto) 
José António Maria Francisco Xavier de Sá Pereira Coutinho, 2.º Conde de Aurora (Ponte de Lima, 29 de Abril de 1896 - Ponte de Lima, 3 de Maio de 1969). Escritor português. "Em 1919, por ocasião da Monarquia do Norte, partiu para o exílio tendo vivido em Espanha, no Brasil e Argentina. Em 1921, fundou o periódico “Pregão Real”. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e foi juiz do Tribunal do Trabalho. A sua obra reparte-se por vários géneros literários, caracterizando-se pela defesa dos valores culturais tradicionais dentro dos moldes estéticos do realismo, na senda de Eça de Queirós. Marcadamente nacionalista e claramente crítico em relação à Primeira República, o Conde d’Aurora dedicou ao Minho – aqui entendido como a região de Entre-o-Douro-e-Minho – grande parte da sua obra literária."
(fonte: http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/119202.html)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

06 dezembro, 2017

AURORA, Conde d' - O PINTO - Infância, paixões e morte de um cacique eleitoral. - Romance. Porto, Livraria Tavares Martins, 1935. In-8.º de 191, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Curioso romance satírico, sendo uma das mais apreciadas obras do autor.
"Fidaurgo - lhe cahamava tôda a gente.
A princípio era o «Filho do Fidaurgo do Paço», o «Fidaurginho»; o «Fidaurgo do Paço», mais tarde.
Depois, na aldeia, até na Vila de Oliveira, todos diziam apenas : o «Fidaurgo».
«Menino esteja quieto. Menino esteja calado!» - fôra tôda a sua educação.
Disseram-lhe o que se não deve fazer: educação negativa porque nunca lhe ensinaram o que se deve fazer.
Tinha mêdo ao Pai - fazia tudo às escondidas dêle.
Não era grande o respeito pela Mãi - e o Pai sempre a dizer «que os rapazes não devem andar metidos nas saias das mulheres».
A vélha criada que o desmamou morrera anos antes.
E sabendo mal a cartilha lá chegou finalmente - sadio de fruta verde clandestina e vinho e boroa por casa dos caseiros - à terrível idade de aprender no sistema métrico a medida do estere.
A Mãi, ralada de desgôstos, vivia coacta, no receio do Marido.
Senhora doente, de boa família, descendente de Ramiro 1.º Rei de Leão, e também, e muito provàvelmente, do Brigadeiro D. João de Amorim, heróico comandante da Praça de Monção em 1640, e de todos aquêles fidalgos de boa estirpe da ilustre Casa de Piães - onde Manuel Pinto de Faria Soares a mandara pedir em casamento pelo capelão de sua casa, conhecedor das terras que a Menina possuía no Concelho de Oliveira.
Manuel Pinto enchera-a de aflições e faltas de respeito.
Nunca mais ela vira as suas jóias desde o dia do casamento.
Andavam por casa e pela quinta, sem cerimónia, as jornaleiras e as moçoilas da aldeia a quem o sanguineo e bestial Senhor acenava o lenço."
(excerto do Cap. I e II)
José António Maria Francisco Xavier de Sá Pereira Coutinho, 2.º Conde de Aurora (Ponte de Lima, 29 de Abril de 1896 - Ponte de Lima, 3 de Maio de 1969). Escritor português. "Em 1919, por ocasião da Monarquia do Norte, partiu para o exílio tendo vivido em Espanha, no Brasil e Argentina. Em 1921, fundou o periódico “Pregão Real”. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e foi juiz do Tribunal do Trabalho. A sua obra reparte-se por vários géneros literários, caracterizando-se pela defesa dos valores culturais tradicionais dentro dos moldes estéticos do realismo, na senda de Eça de Queirós. Marcadamente nacionalista e claramente crítico em relação à Primeira República, o Conde d’Aurora dedicou ao Minho – aqui entendido como a região de Entre-o-Douro-e-Minho – grande parte da sua obra literária. Como ficcionista, publicou O Pinto, em 1935, trabalho que obteve o prémio de romance Eça de Queiroz e onde são desfibradas as particularidades do caciqueirismo político liberal."
(fonte: http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/119202.html)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
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25 novembro, 2017

AURORA, Conde d' - ITINERÁRIO ROMÂNTICO DO PORTO. Desenhos de José Luís e fotos do autor extratexto. Porto, Editorial Domingos Barreira, [1962]. In-8.º de 165, [3] p. ; [28] p. il. ; B.
1.ª edição.
Obra que reflete o desencanto do autor com o desaparecimento de edifícios históricos do Porto, e a dispersão dos seus ricos recheios.
Livro muito ilustrado em separado contendo inúmeras fotogravuras e desenhos relacionados com a Cidade Invicta.
Índice:
Prefacção. Itinerários: I - Marcha de aproximação. II - Praça Nova. III - Rua do Loureiro - Rua Chã - Sé. IV - Rua de S.to António - S.to Ildefonso - Freixo. V - Rua das Flores. VI - Bolsa - S. Francisco - Feitoria. VII - Da Universidade ao Campo Alegre. VIII - Praça de Carlos Alberto a S.to Ovídio. IX - Clérigos - Cordoaria - Vitória. X - Infante - Foz - Matosinhos.José António Maria Francisco Xavier de Sá Pereira Coutinho, 2.º Conde de Aurora (Ponte de Lima, 29 de Abril de 1896 - Ponte de Lima, 3 de Maio de 1969). Escritor português. "Em 1919, por ocasião da Monarquia do Norte, partiu para o exílio tendo vivido em Espanha, no Brasil e Argentina. Em 1921, fundou o periódico “Pregão Real”. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e foi juiz do Tribunal do Trabalho. A sua obra reparte-se por vários géneros literários, caracterizando-se pela defesa dos valores culturais tradicionais dentro dos moldes estéticos do realismo, na senda de Eça de Queirós. Marcadamente nacionalista e claramente crítico em relação à Primeira República, o Conde d’Aurora dedicou ao Minho – aqui entendido como a região de Entre-o-Douro-e-Minho – grande parte da sua obra literária."
(fonte: http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/119202.html)
Bonita edição ilustrada.
Exemplar brochado em bom estado de de conservação.

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11 novembro, 2017

AURORA, Conde d' - ROTEIRO DA RIBEIRA-LIMA. 3.ª Edição Revista e Aumentada. Novos Figurantes, Personagens e Fantasmas. Porto, Livraria Simões Lopes, [1959]. In-8.º (19,5cm) de 239, [1] p. ; il. ; B.
Obra muito apreciada, ilustrada com estampas em separado, e belíssimos desenhos de José Luís Brandão de Carvalho no texto. 
Inclui um novo e extenso prefácio especialmente escrito para esta terceira edição, preferível às anteriores porque muito aumentada.
José António Maria Francisco Xavier de Sá Pereira Coutinho, 2.º Conde de Aurora (Ponte de Lima, 29 de Abril de 1896 - Ponte de Lima, 3 de Maio de 1969). Escritor português. "Em 1919, por ocasião da Monarquia do Norte, partiu para o exílio tendo vivido em Espanha, no Brasil e Argentina. Em 1921, fundou o periódico “Pregão Real”. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e foi juiz do Tribunal do Trabalho. A sua obra reparte-se por vários géneros literários, caracterizando-se pela defesa dos valores culturais tradicionais dentro dos moldes estéticos do realismo, na senda de Eça de Queirós. Marcadamente nacionalista e claramente crítico em relação à Primeira República, o Conde d’Aurora dedicou ao Minho – aqui entendido como a região de Entre-o-Douro-e-Minho – grande parte da sua obra literária."
(fonte: http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/119202.html)
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação.
Invulgar e muito procurada
15€