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30 junho, 2019

LUCAS, Prof. João de Almeida - POETAS LÍRICOS DO SÉCULO XVI. Sá de Miranda; Bernardim Ribeiro; Cristovão Falcão; Luís de Camões; António Ferreira; Diogo Bernardes. Prefácio, compilação e notas do... Vice-Reitor do Liceu de D. João de Castro. Lisboa, Livraria Popular de Francisco Franco, 1960. In-8.º (21cm) de 375, [1] p. ; il. ; E.
1.ª edição.
Antologia de composições líricas dos nossos principais poetas quinhentistas, que inclui uma breve biografia de cada um em jeito de apresentação. Ilustrada no texto com bonitos retratos desenhados dos biografados.
Livro valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
"O presente volume que agora se edita pela primeira vez destina-se principalmente ao ensino da Literatura Portuguesa nos nossos liceus. Consiste ele na compilação muito cuidada não só dos textos que os programas expressamente indicam para o estudo de parta da matéria do 6.º ano, mas também de outras composições que nos pareceram necessárias a um mais amplo e melhor conhecimento do fenómeno literário na nossa lírica quinhentista.
Cremos não trazer novidade alguma com a afirmação de que uma literatura deverá ser estudada quase sòmente, se não exclusivamente, pela leitura e pela análise crítica pormenorizada dos textos. Tudo o que assim não seja representará um lamentável falseamento de finalidades. [...]
Foi dentro deste espírito que lançámos mão à tarefa de organizar e anotar esta nossa antologia. Tarefa melindrosa que exigiu um rigor extremo na fixação e na modernização sempre delicada, dos textos, e no cuidado posto nas anotações, que deverão dar ao aluno um conhecimento seguro dos significados mais correctos e apropriados de vocábulos e expressões do século XVI, tantas vezes controversos."
(Excerto do Prefácio)
Encadernação editorial com ferros gravados a seco e a ouro na pasta anterior e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

26 março, 2019

ANDRADE, Eugénio de - DAQUI HOUVE NOME PORTUGAL. Antologia de Verso e Prosa sobre o Porto, organizada e prefaciada por... Selecção artística e arranjo gráfico de Armando Alves. [Porto], Editorial Inova Limitada, [1968]. In-4.º (28cm) de 391, [11] p. il. ; E.
1.ª edição.

Desta Antologia de Verso e Prosa - Homenagem da Editorial Inova à Antiga, Mui Nobre, sempre Leal e Invicta cidade do Porto, nas comemorações dos dois mil e cem anos da presúria de Portugale por Viamara Peres - fizeram-se: Uma tiragem, rubricada por Eugénio de Andrade, de mil e quinhentos exemplares, numerados de 1 a 1500 [o presente exemplar leva o N.º 0725], e cem exemplares, fora do mercado, numerados de 1501 a 1600, encadernada em linho no formato 28x22,5 cm e ilustrada com 30 gravuras, 80 fotografias a preto e branco e 24 fotografias a cores. Destinados, exclusivamente, a acompanhar esta tiragem, reproduziram-se a cores dez quadros com motivos do Porto, apresentados em carteira própria. Na caixa reproduziram-se duas páginas do foral dado por D. Manuel I, em 1517, à cidade do Porto.
Belíssima antologia, edição de apurado sentido gráfico e estético, impressa em papel de superior qualidade, profusamente ilustrada a p.b. e a cores. Textos de Fernão Lopes, Gomes Eanes de Zurara, Luís de Camões, Frei Luís de Sousa, Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Eça de Queirós, Alberto Pimentel, João Chagas, António Nobre, Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Almada Negreiros, José Régio, Miguel Torga, Vitorino Nemésio, Agustina Bessa-Luís, entre outros.
Dez quadros com motivos do Porto da autoria de Henrique Pousão, Eduardo Viana, Abel Salazar, Dórdio Gomes, Alvarez, António Cruz, Augusto Gomes, Júlio Resende e Armando Alves.
Exemplar em bom estado de conservação. Caixa-estojo com defeitos.
Invulgar e muito apreciado.
115€

27 outubro, 2016

GRANDES REPÓRTERES PORTUGUESES DA I REPÚBLICA : os casos vibrantes, anedóticos, dramáticos, confidenciais descritos pelos próprios jornalistas que os viveram. Selecta Jornalística. Lisboa, Foto-Jornal, 1986. In-8.º (21cm) de 231, [9] p. ; B. Colecção Grande Reportagem, 3
1.ª edição.
Compilação de histórias e reportagens de conhecidos jornalistas 1.ª República, contadas por eles próprios.
"Época das mais relevantes na história do jornalismo português, a I República constitui uma das referências míticas dessa geração inquieta e criadora que, entre outras irreverências, teve a de revolucionar a nossa Imprensa, nela introduzindo não só técnicas percursoras, mas também o estilo imagético da reportagem moderna. Cometeu excessos, o menos ingénuo dos quais se figurou no despontar do jornalismo sensacionalista, bem temperado de boémia e aventuras feéricas. [...]
Foi o tempo em que a concorrência profissional entre jornais e entre repórteres assumia não raras vezes aspectos de inaudita ferocidades: para obter a notícia, completa, em primeira mão, exclusiva, valia tudo, rigorosamente tudo, à exacta semelhança de lanceiros inimigos no fragor da batalha. E nesse minuto decisivo cessavam, entre colegas os competidores, e enquanto durasse a degladiação, todas as normas de boa camaradagem - as quais, aliás, prontamente eram retomadas tão logo a edição transitasse da rotativa para as mãos dos ardinas...
Foi ainda o tempo de um buliçoso jornalismo político, repleto de prosas mordazes, amiúde geniais em sobejo para a efemeridade da produção - «os artigos de fundo», em regra vigorosos e quilométricos - a melhor herança deixada na década anterior pela Monarquia estropiada mas que viria depois a extinguir-se no sufoco da crescente da Censura.
E foi, sobretudo, e por tudo isto e muito mais, o tempo de uma geração notável de repórteres - que esta antologia pretende representar, como retrato feito pelos próprios, através de textos originais e desconhecidos que dormiam nas bibliotecas e fomos agora acordar de um sono de mais de meio século."
(excerto da apresentação de Pedro Foyos)
Índice:
1. Acúrsio Pereira - Ladrões de crianças. 2. Álvaro Maia - Liberdade de Imprensa. 3. Amadeu de Freitas - «Redactor habilitado, precisa-se». 4. Artur Portela - Como se perde uma reportagem. 5. Augusto de Castro - A minha estreia no Jornalismo. 6. Belo Redondo - A morte do Rei. 7. Carlos Faro - Um minuto de hesitação. 8. Eduardo Fernandes (Esculápio) - A vida anedótica dos jornais. 9. Eduardo Frias - A musa indiana. 10. Eduardo de Noronha - Um aperto... jornalístico. 11. Feliciano Santos - O contínuo do jornal. 12. Ferreira de Castro - Como eu fui preso... no Limoeiro. 13. Hermano Neves - O quarto de hora do repórter. 14. João Rodrigues Consolado - Uma frustrada reunião. 15. Joaquim Leitão - Como se lança um amigo. 16. Joaquim Manso - O meu primeiro artigo. 17. José Joaquim de Almeida - Os últimos são os primeiros. 18. Julião Quintinha - Uma entrevista com Wells. 19. Júlio de Almeida - A Batalha do Milhafre». 20. L. Consigliéri Sá Pereira - Enquanto a cidade dormia. 21. Luís Teixeira - ... Fogo!!! 22. Luís Trigueiros - Crónicas mundanas. 23. Norberto de Araújo - Um equívoco. 24. Norberto Lopes - No rasto das águias. 25. Pinto Quartim - Um homem persistente. 26. Raul Brandão - O Dr. Nascimento. 27. Reinaldo Ferreira (Repórter X) - Quatro episódios da vida jornalística. 28. Rocha Martins - O meu violento e doloroso artigo. 29. Santos Tavares - Reportagem da saudade. 30. Silva Passos - Uma entrevista difícil. 31. Trindade Coelho - Contraste. 32. Vitorino Nemésio - Página de memórias.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito curioso.
Indisponível

22 setembro, 2015

PESSANHA, Camilo - FLORIRAM POR ENGANO AS ROSAS BRAVAS. Antologia ilustrada de... Selecção e prefácio de Miguel Serras Pereira. [Macau], Edição de Um Grupo de Admiradores do Poeta, [1976]. In-4º (26,5cm) de [2], 32, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Bonita antologia, belissimamente ilustrada com seis desenhos de página inteira - especialmente concebidos para esta edição - da autoria de A. A., Adolfo Pereira, Augusto Serro e Margarida Jacinto.
Contracapa: fotografia datada de 1912 e obtida em Macau, no jardim da residência de Lou Lim Iéoc. Na primeira fila vê-se Sun Iat Sen (o segundo a contar da direita para a esquerda) e Camilo Pessanha (o primeiro da esquerda para a direita).
"Um poeta tem o direito de ser julgado (e nós de o julgar) pelos seus melhores poemas. Este é o único porquê desta antologia de Camilo Pessanha, endossada a Macau. [...]
Quando se fala de um poeta como Camilo Pessanha, que escreveu o que escreveu e levou a vida que levou, costuma afastar-se esta última como pouco edificante. É, uma vez mais, a recusa de compreender que se não basta a transgressão puramente negativa, das leis e dos costumes vigentes para se fazer algo de novo, também nada se pode fazer que valha apena sem incorrer no risco da sua transgressão.
Porque, por muitas voltas que lhe demos, resta-nos um facto. Se Camilo Pessanha tivesse levado muito a sério a sua carreira de funcionário em Macau, se tivesse buscado acima de tudo a promoção hierárquica e o agrado dos diversos «legítimos superiores», talvez tivesse tido um mausoléu de maiores dimensões nalgum dos cemitérios locais. Mas não teríamos certamente a «Clépsidra», nem esse aparente engano, e afinal verdadeiro milagre, de um florir de rosas bravas no Inverno, sob a queda nupcial da neve, de que foi ele o mensageiro humilde e tão célere."
(excerto do prefácio)

"Desce em folhedos tenros a colina:
- Em glaucos, frouxos tons adormecidos,
Que saram, frescos, meus olhos ardidos,
Nos quais a chama do furor declina...

Oh vem, de branco, - do imo da folhagem!
Os ramos, leve, a tua mão aparte.
Oh vem! Meus olhos querem desposar-te
Reflectir-te virgem a serena imagem.

De silva doida uma haste esquiva
Quão delicada te oscultou num dedo
Com um aljôfar côr de rosa viva!...

Ligeira a saia... Doce brisa impele-a...
Oh vem! De branco! Do imo do arvoredo...
Alma de silfo, carne de camélia..."

Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas apresentam picos de acidez.
Muito invulgar.
A BNP possui apenas um exemplar.
Indisponível

07 julho, 2015

BASTO, Cláudio - FLORES DE PORTUGAL. Colecção de 100 das mais lindas cantigas do Povo Português. Por... Pôrto, Livraria de Fernando Machado & C.ª, L.da, 1926. In-8º (19cm) de 40 p. ; B.
Capa de Aureliano Barrigas.
1.ª edição.
Curioso trabalho sobre poesia e cantigas populares.
Ninguém poderá assegurar que estas ou aquelas são as mais lindas quadras do nosso povo, porque, para isso, necessário era não apenas conhecê-las tôdas, mas ainda possuir um critério apreciativo que fôsse o de tôda a gente, - se, por outro lado, fôsse possível que tôda a gente possuísse um critério igual.
Assim, das quadras populares que me são conhecidas, escôlho cem de entre as que me parecem mais lindas, quero dizer: mais expressivas e de boa forma conjuntamente, atendendo ainda a que elas se relacionem com as feições mais salientes da vida e da índole do povo português: o amor da Pátria, do Trabalho e da Família; a Religião; a Filosofia; o Riso e a Tristeza; o Amor."(excerto do Preâmbulo)
Sumário:
I - A Pátria. II - O Trabalho. III - A Família. IV - A Religião. V - A Filosofia. VI - O Riso. VII - A Tristeza. VIII - O Amor.
Cláudio Filipe de Oliveira Basto (1886-1945). Foi um professor, escritor, etnógrafo e filólogo português.Formado em 1911, fez o Curso Médico-Cirúrgico na Faculdade de Medicina do Porto em 1912. Dedicou-se à docência no liceu de Viana, onde lecionou até 1927 as disciplinas de Letras e Ciências. […] Paralelamente à educação, exerceu durante alguns anos funções de médico-escolar (1911 a 1926), debruçando-se sobre a linguagem e costumes da medicina popular. Desenvolveu atividade enquanto escritor, etnógrafo e filólogo. Destacou-se no campo da Etnografia Portuguesa, dedicando parte fundamental da sua obra ao estudo da cultura tradicional do Alto Minho.”
(in http://www.matrizpci.dgpc.pt)
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€

14 junho, 2015

NEMÉSIO, Vitorino - A POESIA DOS TROVADORES (SÉCULOS XII-XV). Selecção e Prefácio de... Professor de Filologia Românica na Universidade de Lisboa. Antologia da Poesia Portuguesa. Lisboa, Edição do Instituto Para a Alta Cultura, 1950. In-8º (21cm) de XXII, [1], 220, [1] p. ; B.
1ª edição.
"A mais antiga manifestação do génio literário português é a poesia trovadoresca. A sua origem liga-se ao problema das fontes de todo o lirismo românico, questão delicada e obscura.
A explicação mais segura, sociológica, deste lirismo é a que atende ao estado social e cultural da Europa dos fins do Século XI: vivacidade inventiva dos povos meridionais; tradição dos poetas latinos que, como Ovídio, dispunham de uma sólida retórica ao serviço do amor e da natureza; o gosto do luxo oriental espalhado no Mediterrâneo; o culto de Maria comunicado à vida mundana. A mulher começou a ter larga influência social na baixa Idade Média. Assim como a Virgem intercedia a Deus pelos homens, a dona servia de medianeira aos vassalos junto do seu senhor. Daí, toda uma série de costumes corteses - festas, jogos, poesias - que tinham por alvo a mulher. A vassalagem política gerou uma vassalagem espiritual de signo feminino e de fidelidade sentimental.
"
(excerto do prefácio)

Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.

35€

04 janeiro, 2015

DUARTE, Fernando - AQUILINO RIBEIRO : 1885-1963. Rio Maior, Síntese, 1964. In-4.º (23cm) de 20 p. (243-262 pp) ; B. Colecção Síntese, 11
1.ª edição.
Estudo bio-bibliográfico sobre Aquilino.
"A dignidade e coerência de uma vida dedicada às letras, impõem o nome de Aquilino Ribeiro ao respeito, à veneração e ao estudo. Desde 1913, ano em que publicou o seu primeiro livro - «Jardim das Tormentas» - até 1963, ano em que foram festejados, os seus 50 anos de ininterrupta actividade literária e que chegou a sua existência, Aquilino impôs-se com a sua originalidade, a sua personalidade vincada, o seu espírito, o seu talento, ele próprio, alheio a modas, vinculado à raiz, à terra, à língua."
(Excerto do texto)
Matérias:
- Cronologia bio-bibliogáfica. - Estudo sobre Aquilino. - Edições em português de obras de Aquilino Ribeiro. - Antologia das principais obras de Aquilino.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Rara peça aquiliniana.
Indisponível

23 outubro, 2013

KARLOFF, Boris – ANTOLOGIA DO HORROR. Lisboa, Arcádia, 1975. In-8.º (20,5cm) de 233, [3] p. ; B.
1.ª edição portuguesa.
Conjunto de contos de terror reunidos por Karloff com a inclusão de textos dos grandes mestres do género: Frank Gruber, Edmond Hamilton, Edgar Allan Poe, entre outros.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€

31 janeiro, 2013

MEMÓRIA DUM RIO : antologia de poesia sobre o Rio Douro. Porto, AEG - Associação de Escritores de Gaia, 1986. In-8º (21cm) de 117, [3] p. ; B. Colecção Olhos d'Água
Capa: José Manuel Pereira.

"Desde os plainos de Castela
Numa fuga sorrateira
Vem o Douro com cautela
Entrar «de salto» a fronteira
E o «Duero» castelhano
Corre agora livremente
Já no solo lusitano
A caminho do poente.
Ora manso, ora zangado
Vence fragas e courelas
Pois tem encontro marcado
Com o mar das caravelas.
Rio Douro, Rio Douro
Dos rochosos alcantis
És veia cava, tesouro
Do norte do meu país.
Foste dos caminhos mais belos
Que antigos povos trilharam
Pista de barcos rabelos
Que os meus avós pilotaram."

(excerto do poema Balada do Rio Douro de Alvaro Pinto Gonçalves)

Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€

26 setembro, 2012

ANDRADE, Eugénio de – ANTOLOGIA PESSOAL DA POESIA PORTUGUESA. Porto, Campo das Letras, 1999. In-8º (21cm) de 499, [21] p. ; E. Colecção Campo da Poesia, 22
Desenho da capa: Le Bouquet, Pablo Picasso, 1958 
Rara 1ª edição esgotada em poucos dias após a sua publicação em Nov. 1999. 
Muito valorizada pela dedicatória autógrafa do autor a Eduardo Prado Coelho.
“«Esta é a poesia portuguesa que, após mais de quarenta anos de lê-la , a memória me traz à tona. Às vezes é só um verso (Floriram por engano as rosas bravas..., E cercarom-mi as ondas, que grandes som...) outras é todo o poema (Aquela triste e leda madrugada/ Cheia toda de mágoa e de piedade..., Dá a surpresa de ser,/ é alta, de um louro escuro...) que me procuram e insistem  em acompanhar. São estas cintilações da memória que, depois de tanto tempo de convívio, ainda amo, e em grande parte à sombra das quais a minha própria poesia cresceu, que resolvi partilhar com os outros. É só isto, esta antologia: uma escolha pessoalíssima, portanto, a estimular outras, igualmente pessoais, que os leitores não deixarão de fazer em diálogo comigo
É assim que começa a introdução do poeta Eugénio de Andrade à "sua antologia pessoal da poesia portuguesa", "a mais nobre expressão do génio" nacional, um volume de 500 páginas, com poemas de 58 autores, dos trovadores medievais até Ruy Belo.” 
Eugénio de Andrade (pseudónimo de José Fontinhas) (1923-2005). “A sua infância foi passada com a mãe, na sua aldeia natal [em Póvoa de Atalaia, Fundão]. Mais tarde, prosseguindo os estudos, foi para Castelo Branco, Lisboa e Coimbra, onde residiu entre 1939 e 1945. Em 1947 entrou para a Inspecção Administrativa dos Serviços Médico-Sociais, em Lisboa. Em 1950 foi transferido para o Porto, onde fixou residência. Abandonou a ideia de um curso de Filosofia para se dedicar à poesia e à escrita, actividades pelas quais demonstrou desde cedo profundo interesse, a partir da descoberta de trabalhos de Guerra Junqueiro e António Botto. Camilo Pessanha constituiu outra forte influência do jovem poeta Eugénio de Andrade. Embora não se integre em nenhum dos movimentos literários que lhe são contemporâneos, não os ignorou, mostrando-se solidário com as suas propostas teóricas e colaborando nas revistas a eles ligadas, como Cadernos de Poesia; Vértice; Seara Nova; Sísifo; Gazeta Musical e de Todas as Artes; Colóquio, Revista de Artes e Letras; O Tempo e o Modo e Cadernos de Literatura, entre outras.”
Encadernação editorial com sobrecapa policromada.
Excelente exemplar. 
Invulgar.
Indisponível

29 março, 2012

ANTOLOGIA DE FICÇÃO CIENTÍFICA. Tradução dos contos e organização de Lima da Costa. Lisboa, Editora Arcádia Limitada, [1964]. In-8º (21cm) de 309, [5] p. ; B. Colecção “Antologia”, 17
A Ficção Científica – ou Antecipação, ou Fantasia Científica, ou ainda como é conhecida universalmente, «Science Ficcion» e «S. F.» - constitui o ramo mais recente da Literatura de Emoção, tendo mesmo já conquistado junto do grande público o lugar que durante longos anos coube à Literatura Policial. Porque entre nós, contudo, são ainda raros os admiradores da Ficção Científica, decidiu-se Lima da Costa a organizar a presente antologia fundamentalmente no sentido de estabelecer bases que permitam ao leitor interessado orientar-se entra a complexa produção do género, pois esta nem sempre atinge o nível literário mínimo que lhe seria de exigir; e é assim que, no prefácio, aparece mesmo esboçada uma breve história da «Science Fiction»..” (excerto da apresentação do editor) 
“Se percorrermos, mesmo só nas suas linhas gerais, a evolução da História da Literatura, poderemos surpreender, desde épocas remotíssimas, narrativas onde o lance fantasioso predomina quer sob a forma de rasgos sobre-humanos de coragem física, quer de raciocínios especulativos de cérebros privilegiados, quer, ainda, de acontecimentos insólitos. É o gosto dos leitores – aliás mero reflexo da atracção perene da inteligência pelo Desconhecido – a vincar a sua ânsia de se satisfazer.” (excerto do prefácio) 
Bom exemplar. 
15€

23 novembro, 2011

ANTOLOGIA DOS ECONOMISTAS PORTUGUESES : Século XVII. Obras em português. Selecção, prefácio e notas de António Sérgio. Lisboa, Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional, 1924. In-8º (21cm) de [6], LII, 392, [2] p. ; E. Publicações da Biblioteca Nacional
1ª edição.
Matérias: «Diálogos do Sítio de Lisboa»; «Dos Remédios para a Falta de gente»; «Introdução das Artes no Reino».
Encadernação inteira de pele com dourados na lombada e nas pastas; conserva as guardas de brochura.
Excelente exemplar; assinatura de posse no anterrosto.
15€

08 outubro, 2011

MARÂNUS. Antologia de textos sobre Amarante: a terra e as gentes. Organização e prefácio de António Cardoso. [S.l], Câmara Municipal de Amarante, 1979. In-4.º (24cm) de 211, [1] p ; il. ; E.
1.ª edição.
Livro impresso em papel de encorpado, ilustrado com bonitos desenhos e reproduções de gravuras em página inteira.
"Amarante corporiza-se-me, ganha forma e conteúdo. Multimoda, carregada de anos e feições, com artérias novas, pulsa ao ritmo da lenda, da história, dos costumes, das paisagens e dos homens. Quase ciclicamente é história e reconstrução. [...] Marânus é, então, um abrir de uma porta familiar ao ritmo e ao bafo do espaço cultural amarantino."
(Excerto do prefácio)
Encadernação cartonada do editor.
Bom exemplar. Discreta assinatura de posse na f. anterrosto.
Invulgar.
Indisponível

22 julho, 2011

NEMÉSIO, Vitorino - PORTUGAL : A TERRA E O HOMEM : ANTOLOGIA DE TEXTOS DE ESCRITORES DOS SÉCULOS XIX - XX. Com a presente edição associa-se a Fundação Calouste Gulbenkian às comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. [Viseu], Edição da Fundação Calouste Gulbenkian, 1978. In-8º (20cm) de 288 p. ; B.
"Esta antologia, destinada pelo Instituto de Alta Cultura aos cursos e leitorados de português no estrangeiro, pretende dar a quem se inicia na nossa língua uma série de textos de alguns dos escritores mais representativos, e por isso sempre presentes numa biblioteca portuguesa e vivos na leitura comum." (da Advertência da primeira edição)
Bom exemplar.
15€

30 março, 2011

NASCIMENTO, Cabral do – LUGARES SELECTOS DE AUTORES PORTUGUESES QUE ESCREVERAM SOBRE O ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA. [Funchal], Delegação de Turismo da Madeira, 1949. In-8º 277, [6] p. ; [4] p. il. ; B.
“Tiragem de 1.500 exemplares numerados e rubricados" (chancela do autor) - Nº 773.
Ilustrado com 4 estampas em extra-texto.

Colectânea de textos de destacadas figuras do meio literário português do século XIX/XX, como Castilho, Bulhão Pato, Júlio Dinis, M. Teixeira Gomes, Brito Camacho, Raúl Brandão, Ferreira de Castro, Henrique Galvão e outros...   
Bom exemplar. Capas com picos de acidez; pág. de um amarelecido uniforme, fruto da qualidade do papel utilizado na impressão; assinatura de posse no anterrosto.
10€

29 março, 2011

A NOVA POESIA BRASILEIRA. Organização de Alberto da Costa e Silva ; Prefácio de Fanor Cumplido Júnior. Lisboa, Escritório de Propaganda e Expansão Comercial do Brasil, 1960. In-4º grd. (28cm) 287, [2] p. ; B.
1ª edição.
Bom exemplar.
15€ 

08 fevereiro, 2011

O MUNDO DO TOUREIO NA LITERATURA DE LÍNGUA PORTUGUESA. Selecção e prefácio de Urbano Tavares Rodrigues. Lisboa, Portugália, 1966. In-8º 343, [3] p. ; il. ; B. Col. Antologias Universais. Varia, 2.
"As ilustrações que figuram neste volume foram reproduzidas de quadros do pintor Júlio Pomar..."
Curiosa e interessante colectânea de textos, excertos de obras de alguns dos mais importantes autores da literatura portuguesa, mas também brasileira e espanhola.
Almeida Garrett, Rebello da Silva, Ramalho Ortigão, Abel Botelho, Fialho d'Almeida, Teixeira-Gomes, Trindade Coelho, Mário Domingues, Vitorino Nemésio, Miguel Torga, Alves Redol, Murilo Mendes, Miguel de Unamuno, e outros...
Bom exemplar; mancha horizontal na parte inferior da capa.
Indisponível

27 dezembro, 2010

FLORILÉGIO DE LEIRIA. [Organização de Américo Cortez Pinto]. Leiria, Edição da Comissão Municipal de Turismo, 1949. In-4º (23cm) de [34] p. ; B.
1.ª edição.
Bonito opúsculo, impresso em papel de qualidade superior.
Antologia de textos em poesia e em prosa relacionados com a "Cidade do Lis".
Contém textos de ilustres figuras da literatura nacional: Rodrigues Lobo; Acácio Leitão; Acácio de Paiva; Afonso Lopes Vieira; Eça de Queiroz; Artur Lobo de Campos; Américo Cortez Pinto; Guido Battelli; Jerónimo Bragança; José Marques da Cruz; Maria Regina Garrido Poeira.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

11 dezembro, 2010

RÉGIO, José - POESIA DE ONTEM E DE HOJE : Plano de Educação Popular. Lisboa, Campanha Nacional de Educação de Adultos, 1956. In-8º de 116 p. ; il. ; B. LXIV, Colecção Educativa, série G, número 5.
Capa e ilustrações de António Vaz Pereira.
1ª edição
Compilação de textos de alguns poetas de "ontem e de hoje" da autoria de José Régio, belíssimamente ilustrado em extratexto e a cores.
Bom exemplar.
Invulgar.
10€