HAMOND, Charles - A CASA VOLANTE : romance de aventuras. Versão livre de José Rosado. [Lisboa], Edição Romano Tôrres, 1946. In-8.º (19cm) de 101, [11] p. ; B. Colecção «Romance de Aventuras», 178
1.ª edição.
Curioso romance de ficção científica, publicado na popular Colecção Salgari da Romano Torres.
De acordo com a Biblioteca Nacional, o autor é José Rosado, o "tradutor", que utiliza o pseudónimo Charles Hamond.
"O dia vinte e tres de Março amanhecera tépido e limpo de nuvens.
Os quatrocentos e trinta rapazes da Universidade de Cleveland levantaram-se alegres.
Uma algaraviada esfusiante e comunicativa encheu de mocidade desinquieta as camaratas e o refeitório daquela casa de ensino superior - donde saiem todos os anos turmas alegres e buliçosas a caminho da vida prática, espalhando-se por todos os Estados Unidos, a levar-lhe nova seiva e mentalidade.
Desta vez, porém, aqueles centos de rapazes prestes a partirem, voltariam de novo, até completarem os seus estudos que, para muitos, terminariam quatro meses depois. [...]
No segundo dia, após a sua chegada a Cincinnati, James foi convidado pelo tio a visitar pela segunda vez o estranho aparelho que fora motivo de uma das suas últimas e mais interessantes conversas, com o seu amigo e companheiro da Universidade, Henry King. [...]
Durante o curto trajecto que os levou à fábrica de metais, nos arredores da cidade, tio e sobrinho não trocaram uma só palavra, embora este tivesse muitas perguntas a fazer sobre a construção da «Casa Volante»."
(Excerto do Cap. II, A Casa Volante)
Índice:
I
- Desvenda-se um segredo. II - A Casa Volante. III - O tio André expõe o seu caso. IV - Últimos preparativos de viagem. V - Inicia-se uma viagem extraordinária.
VI - Cinco horas de voo. VII - A etapa submarina. VIII - Uma surpresa desagradável. IX - O inevitável! Epílogo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Indisponível
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26 fevereiro, 2019
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Romance
20 outubro, 2018
HAMOND, Charles - A VOLTA AO MUNDO EM 16 HORAS : romance de aventuras. Versão livre de José Rosado. [Lisboa], Edição Romano Tôrres, [1944]. In-8.º (19cm) de 102, [2] p. ; B. Colecção «Romance de Aventuras», 171
1.ª edição.
Curioso romance de ficção científica, publicado na popular Colecção Salgari da Romano Torres.
De acordo com a Biblioteca Nacional, o autor é José Rosado, o "tradutor", que utiliza o pseudónimo Charles Hamond.
"Em plena «Broadway» - no coração de Nova-Iorque - no décimo-quinto andar dum dos seus edifícios, encontra-se instalado o «Clube dos Inventores» - uma das mais originais agremiações particulares de todo o mundo. Reúnem-se ali, tôdas as noites, os mais estranhos personagens da grande metrópole americana, divagando sôbre os temas mais extraordinários que possam despertar a curiosidade crescente do mundo científico.
Além dos trinta mil associados inscritos no «Clube dos Inventores», dos quais fazem parte as maiores sumidades da Engenharia mundial, contam-se ainda duas dezenas de milhares de sócios beneméritos.
Ao entrar nas salas daquela colectividade científica tem-se a impressão do contacto com um mundo diferente em que nos habituamos a viver, porque, ali, tudo é estranho e novo.
Começaremos por dizer que, no «Clube dos Inventores», não há criados; e, contudo, quem lá entra não deixa de ser atendido convenientemente, como se estivesse num dos melhores clubes mundanos.
Tudo - ou quási tudo - é automático.
Botões eléctricos espalhados por tôda a parte, ao receberem o contacto dos dedos, fazem accionar mil-e-um aparelhos das mais variadas configurações e que se prestam aos mais caprichosos serviços."
(Excerto do Cap. I, O Clube dos Inventores)
Índice:
I - O Clube dos Inventores. II - Um almôço original. III - O Lago Salgado. IV - O «Ponto de Exclamação». V - Rankin entra de novo em cena. VI - Um adiamento inesperado. VII - Depois da tempestade. VIII - A largada. IX - Onde aparece Rankin. X - A grande etapa. Epílogo duma grande aventura.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
20€
1.ª edição.
Curioso romance de ficção científica, publicado na popular Colecção Salgari da Romano Torres.
De acordo com a Biblioteca Nacional, o autor é José Rosado, o "tradutor", que utiliza o pseudónimo Charles Hamond.
"Em plena «Broadway» - no coração de Nova-Iorque - no décimo-quinto andar dum dos seus edifícios, encontra-se instalado o «Clube dos Inventores» - uma das mais originais agremiações particulares de todo o mundo. Reúnem-se ali, tôdas as noites, os mais estranhos personagens da grande metrópole americana, divagando sôbre os temas mais extraordinários que possam despertar a curiosidade crescente do mundo científico.
Além dos trinta mil associados inscritos no «Clube dos Inventores», dos quais fazem parte as maiores sumidades da Engenharia mundial, contam-se ainda duas dezenas de milhares de sócios beneméritos.
Ao entrar nas salas daquela colectividade científica tem-se a impressão do contacto com um mundo diferente em que nos habituamos a viver, porque, ali, tudo é estranho e novo.
Começaremos por dizer que, no «Clube dos Inventores», não há criados; e, contudo, quem lá entra não deixa de ser atendido convenientemente, como se estivesse num dos melhores clubes mundanos.
Tudo - ou quási tudo - é automático.
Botões eléctricos espalhados por tôda a parte, ao receberem o contacto dos dedos, fazem accionar mil-e-um aparelhos das mais variadas configurações e que se prestam aos mais caprichosos serviços."
(Excerto do Cap. I, O Clube dos Inventores)
Índice:
I - O Clube dos Inventores. II - Um almôço original. III - O Lago Salgado. IV - O «Ponto de Exclamação». V - Rankin entra de novo em cena. VI - Um adiamento inesperado. VII - Depois da tempestade. VIII - A largada. IX - Onde aparece Rankin. X - A grande etapa. Epílogo duma grande aventura.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
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05 março, 2018
MAYNE-REID - GUILHERME O GRUMETE. [Pelo]... Traducção de A. M. da Cunha e Sá. Desenhos de Férin. Gravuras de Pannemaker. Lisboa, Bibliotheca Illustrada de Instrucção e Recreio : Empreza Horas Romanticas, 1878. 2 vols in -8.º (19cm) de 190, [2] p. ; [12] f. il. e 190, [2] p. ; [11] f. il. ; E. num único tomo. Col. Aventuras de Terra e Mar
1.ª edição.
Romance marítimo belissimamente ilustrado com 23 estampas intercaladas no texto (em falta a 24.ª).
"O abutre do oceano, pairando nas enormes azas da superficie do Atlantico, suspende de repente o vôo para contemplar um objecto que lhe attrahiu a attenção.
O objecto para que olha é uma pequena jangada formada toscamente com alguns madeiros provenientes d'um naufragio, e sobre a qual se vêem espalhados varios pedaços de encerado.
Apesar da pouca estabilidade que offerece, é tripulada por um homem e um rapaz.
O rapaz está deitado nas vélas e parece dormir.
O homem está de pé; em certo momento leva a mão á fronte para livrar os olhos dos raios ardentes do sol, e examina com verdadeira anciedade a superficie das aguas..
A seus pés, sobre o encerado, estão espalhados um pé de cabra, dois remos e um machado. A vista penetrante do albatrós nada mais descobre na fragil jangada.
O passaro torna a despedir o rapido vôo, na direcção de oeste, e depois de atravessar um espaço, como de dez milhas, pára novamente e novamente dirige para o oceano o penetrante olhar.
Avista outra jangada dez vezes maior que a primeira, e que estaciona immovel n'uma mar estagnado e plumbeo."
(excerto do Cap. I, O albatrós)
Thomas Mayne Reid (1818-1883). Foi um romancista americano, escocês-irlandês. O "Capitão" Reid escreveu muitos romances de aventura semelhantes aos escritos por Frederick Marryat e Robert Louis Stevenson. Era um grande admirador de Lord Byron. A acção dos seus romances ocorrem principalmente em ambientes inóspitos e selvagens: no Oeste Americano, Caraíbas, sul de África e nos Himalaias.
Encadernação da época em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capas de brochura anteriores.
Exemplar em bom estado de conservação. Falha de pele no topo da lombada. Discreta assinatura de posse coeva na f. anterrosto do vol. I.
Raro.
A BNP não tem esta obra recenseada.
25€
Reservado
1.ª edição.
Romance marítimo belissimamente ilustrado com 23 estampas intercaladas no texto (em falta a 24.ª).
"O abutre do oceano, pairando nas enormes azas da superficie do Atlantico, suspende de repente o vôo para contemplar um objecto que lhe attrahiu a attenção.
O objecto para que olha é uma pequena jangada formada toscamente com alguns madeiros provenientes d'um naufragio, e sobre a qual se vêem espalhados varios pedaços de encerado.
Apesar da pouca estabilidade que offerece, é tripulada por um homem e um rapaz.
O rapaz está deitado nas vélas e parece dormir.
O homem está de pé; em certo momento leva a mão á fronte para livrar os olhos dos raios ardentes do sol, e examina com verdadeira anciedade a superficie das aguas..
A seus pés, sobre o encerado, estão espalhados um pé de cabra, dois remos e um machado. A vista penetrante do albatrós nada mais descobre na fragil jangada.
O passaro torna a despedir o rapido vôo, na direcção de oeste, e depois de atravessar um espaço, como de dez milhas, pára novamente e novamente dirige para o oceano o penetrante olhar.
Avista outra jangada dez vezes maior que a primeira, e que estaciona immovel n'uma mar estagnado e plumbeo."
(excerto do Cap. I, O albatrós)
Thomas Mayne Reid (1818-1883). Foi um romancista americano, escocês-irlandês. O "Capitão" Reid escreveu muitos romances de aventura semelhantes aos escritos por Frederick Marryat e Robert Louis Stevenson. Era um grande admirador de Lord Byron. A acção dos seus romances ocorrem principalmente em ambientes inóspitos e selvagens: no Oeste Americano, Caraíbas, sul de África e nos Himalaias.
Encadernação da época em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capas de brochura anteriores.
Exemplar em bom estado de conservação. Falha de pele no topo da lombada. Discreta assinatura de posse coeva na f. anterrosto do vol. I.
Raro.
A BNP não tem esta obra recenseada.
25€
Reservado
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Livros antigos,
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Romance Marítimo
02 setembro, 2017
SALGARI, Emílio - A ESTRÊLA CADENTE : novela de aventuras. Versão do original italiano de Henrique Marques Junior. Lisboa, João Romano Torres & C.ª, [1940]. In-8.º (19cm) de 140, [4] p. ; B.
1.ª edição.
Conjunto de pequenas novelas, umas de ficção, outras de fundo histórico, com especial relevo para a que dá o nome ao livro - A Estrêla Cadente - imaginativo 'ensaio' de ficção científica, e Os pescadores de bacalhau, sobre a pesca longínqua francesa nos bancos da Terra Nova, mostrando o autor dominar esta temática tão cara aos portugueses, abordando as motivações dos pescadores, o infortúnio, a família, a religiosidade, os preparativos e as despedidas que precedem as campanhas - rituais em tudo parecidos com os nossos - ilustrada com uma pequena história, supostamente verídica, dum pai e filho que se perdem no nevoeiro enquanto pescavam.
"Numa linda manhã de Agôsto de 1900, inaudita suprêsa levava ao cúmulo o assombro dos bons habitantes de S. Francisco da Califórnia, a rica e populosa cidade de magníficos arredores, que não tem rival ao longo das costas americanas, banhadas pelas ondas do Oceano Pacífico.
As imensas ruas que dividiam essa gigantesca cidade, as praças, as pontes, os telhados das casas, os terraços e os «squares», que tão numerosos são na capital da Califórnia, após uma noite sem vento e perfeitamente sêca, tinham aparecidos cobertos por miríades de bilhetes multicolores, e que apenas continham estas duas palavras: «Estrêla Cadente».
Que cousa seria a «Estrêla Cadente»? [...]
Quem podia ter inundado a cidade de tais avisos? E de que meios se havia servido, pois ninguém vira coisa alguma?
Êsse acontecimento, absolutamente extraordinário, tinha desordenado todos; até os cientistas e os jornalistas. [...]
Haviam decorrido oito dias após aquêle acontecimento extraordinário, quando nova chuva de prospectos multicolores, mais abundante do que a primeira, cobriu a cidade. [...]
Na manhã de 21 de Agôsto, tôda a população estava na rua. Rios de pessoas se juntavam sem descanso nos imensos jardins do «Garden Square», a custo contidos por infinito número de agentes de polícia. [...]
Ao meio dia, clamor imenso, saído de centenas de milhar de peitos, propagou-se de um extremo ao outro do parque, clamor que se repercutiu em tôdas as ruas, nos terraços, nos telhados e até nas toldas dos navios que estavam apinhadas de curiosos.
- Olhem!... Olhem!...
Uma linha escura, não bem definida ainda a distância, aparecera na direcção dos montes da Costa e avançava para a gigantesca cidade com fulminante velocidade, aumentando a olhos vistos. [...]
Descia dos montes com incrível celeridade. Mal fôra descoberta e já se principiavam a distinguir bem as suas formas.
- Uma nave aérea! - bradaram de tôda a parte - «Hurrah... Hip»!... [...]
Não se tratava de vulgar balão. Era enorme fuso, com o comprimento de uns cinqüenta metros, munidos de diversas ordens de hélices dispostos nos flancos e que giravam com vertiginosa rapidez.
Pormenor interessante: não se via vestígio algum de fumo, pois o misterioso engenho devia ser privado dos vulgares motores a gás ou benzina adoptados nos últimos tempos por Santos Dumont, Severo, etc., os inventores mais ou menos felizes dos balões dirigíveis."
(excerto de A Estrêla Cadente)
Índice:
A estrêla cadente; O escravo da Somália [episódio de pirataria marítima]; Os pescadores de bacalhau; O correio da Califórnia [episódio (verídico?) sobre a diligência - o serviço dos correios no oeste americano]; O naufrágio do «Dordonha» [episódio de salvamento de náufragos recorrendo a um aparelho Marconi, novidade na época]; A ponte maldita [episódio aventuroso no Canadá selvagem]; A ponte da morte [episódio biográfico de Solano Lopez, segundo presidente constitucional da República do Paraguai, comandante das Forças Armadas e chefe supremo do seu país durante a Guerra do Paraguai].
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
20€
1.ª edição.
Conjunto de pequenas novelas, umas de ficção, outras de fundo histórico, com especial relevo para a que dá o nome ao livro - A Estrêla Cadente - imaginativo 'ensaio' de ficção científica, e Os pescadores de bacalhau, sobre a pesca longínqua francesa nos bancos da Terra Nova, mostrando o autor dominar esta temática tão cara aos portugueses, abordando as motivações dos pescadores, o infortúnio, a família, a religiosidade, os preparativos e as despedidas que precedem as campanhas - rituais em tudo parecidos com os nossos - ilustrada com uma pequena história, supostamente verídica, dum pai e filho que se perdem no nevoeiro enquanto pescavam.
"Numa linda manhã de Agôsto de 1900, inaudita suprêsa levava ao cúmulo o assombro dos bons habitantes de S. Francisco da Califórnia, a rica e populosa cidade de magníficos arredores, que não tem rival ao longo das costas americanas, banhadas pelas ondas do Oceano Pacífico.
As imensas ruas que dividiam essa gigantesca cidade, as praças, as pontes, os telhados das casas, os terraços e os «squares», que tão numerosos são na capital da Califórnia, após uma noite sem vento e perfeitamente sêca, tinham aparecidos cobertos por miríades de bilhetes multicolores, e que apenas continham estas duas palavras: «Estrêla Cadente».
Que cousa seria a «Estrêla Cadente»? [...]
Quem podia ter inundado a cidade de tais avisos? E de que meios se havia servido, pois ninguém vira coisa alguma?
Êsse acontecimento, absolutamente extraordinário, tinha desordenado todos; até os cientistas e os jornalistas. [...]
Haviam decorrido oito dias após aquêle acontecimento extraordinário, quando nova chuva de prospectos multicolores, mais abundante do que a primeira, cobriu a cidade. [...]
Na manhã de 21 de Agôsto, tôda a população estava na rua. Rios de pessoas se juntavam sem descanso nos imensos jardins do «Garden Square», a custo contidos por infinito número de agentes de polícia. [...]
Ao meio dia, clamor imenso, saído de centenas de milhar de peitos, propagou-se de um extremo ao outro do parque, clamor que se repercutiu em tôdas as ruas, nos terraços, nos telhados e até nas toldas dos navios que estavam apinhadas de curiosos.
- Olhem!... Olhem!...
Uma linha escura, não bem definida ainda a distância, aparecera na direcção dos montes da Costa e avançava para a gigantesca cidade com fulminante velocidade, aumentando a olhos vistos. [...]
Descia dos montes com incrível celeridade. Mal fôra descoberta e já se principiavam a distinguir bem as suas formas.
- Uma nave aérea! - bradaram de tôda a parte - «Hurrah... Hip»!... [...]
Não se tratava de vulgar balão. Era enorme fuso, com o comprimento de uns cinqüenta metros, munidos de diversas ordens de hélices dispostos nos flancos e que giravam com vertiginosa rapidez.
Pormenor interessante: não se via vestígio algum de fumo, pois o misterioso engenho devia ser privado dos vulgares motores a gás ou benzina adoptados nos últimos tempos por Santos Dumont, Severo, etc., os inventores mais ou menos felizes dos balões dirigíveis."
(excerto de A Estrêla Cadente)
Índice:
A estrêla cadente; O escravo da Somália [episódio de pirataria marítima]; Os pescadores de bacalhau; O correio da Califórnia [episódio (verídico?) sobre a diligência - o serviço dos correios no oeste americano]; O naufrágio do «Dordonha» [episódio de salvamento de náufragos recorrendo a um aparelho Marconi, novidade na época]; A ponte maldita [episódio aventuroso no Canadá selvagem]; A ponte da morte [episódio biográfico de Solano Lopez, segundo presidente constitucional da República do Paraguai, comandante das Forças Armadas e chefe supremo do seu país durante a Guerra do Paraguai].
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
20€
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*SALGARI (Emílio),
1ª E D I Ç Ã O,
Aventura,
Colecção Salgari,
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Ficção Científica,
História,
Pesca,
Pesca Bacalhau / Terra Nova,
Pesca do Bacalhau
03 novembro, 2015
VIDEIRA, A. - "TALVEZ..." Quatro dias à sêde no deserto do Kalahari. [Luanda], Aero Club de Angola, 1938. In-8.º (19cm) de 189, [3] p. ; [6] f. il. ; [1] mapa desd. ; B.
1.ª edição.
Ilustrado com fotogravuras em folhas separadas do texto. Contém mapa desdobrável do percurso do avião do autor - Lisboa-Moçâmedes-"acidente" (escala 1: 3.000.000).
Capa: A. Casinhas
Relato de sobrevivência após dois desastres aéreos: um sofrido pelo autor e um seu companheiro no monomotor «Talvez...» quando regressavam de Moçâmedes a Luanda, e o outro, pelo avião que procedia ao seu resgate. Os três homens vaguearam durante 4 dias pelo Kalahari, um dos mais áridos e severos desertos do planeta. Apesar da situação extrema, o autor relata a sua experiência com algum humor e ironia.
..........................................................
"«Talvez...» lhe chamei eu. E parece que esta incerteza, esta desconfiança o magoa. O meu pobre avião (nosso, que meu e do meu amigo Amaral é) fala e entende. Conversa com êle o mecânico que o trata e alimenta. E, se lhe não faz uma festa, antes de o pôr em marcha, se lhe não segreda não sei que graça ou brèjeiriçe, amua e só pega depois de o ralar. De resto, é obediente e de tal passividade que doi fazê-lo aborrecer. [...]
Aos 48 anos, fatigado de trabalho e de desilusões, má vista, torrado pelo sol inclemente dos trópicos de duas longas e deprimentes décadas, rico, apenas, de encargos e dissabores, porquê esta serôdia, diria ridícula e gágá mania da aviação?
Sei lá!
Uns entram nisto por espírito de elegante aventura; outros, por natural tendência e habilidade; outros por conveniência ou profissão; outros pela volúpia do risco; outros, muitos, por simples desporto ou presunção de endinheirados.
Eu? - Sei, lá! Por desgosto, talvez; por enfado; por aborrecimento."
(excerto do Cap. I, Ida)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Com sinais de humidade na parte inferior do livro.
Muito invulgar.
Indisponível
1.ª edição.
Ilustrado com fotogravuras em folhas separadas do texto. Contém mapa desdobrável do percurso do avião do autor - Lisboa-Moçâmedes-"acidente" (escala 1: 3.000.000).
Capa: A. Casinhas
Relato de sobrevivência após dois desastres aéreos: um sofrido pelo autor e um seu companheiro no monomotor «Talvez...» quando regressavam de Moçâmedes a Luanda, e o outro, pelo avião que procedia ao seu resgate. Os três homens vaguearam durante 4 dias pelo Kalahari, um dos mais áridos e severos desertos do planeta. Apesar da situação extrema, o autor relata a sua experiência com algum humor e ironia.
..........................................................
"«Talvez...» lhe chamei eu. E parece que esta incerteza, esta desconfiança o magoa. O meu pobre avião (nosso, que meu e do meu amigo Amaral é) fala e entende. Conversa com êle o mecânico que o trata e alimenta. E, se lhe não faz uma festa, antes de o pôr em marcha, se lhe não segreda não sei que graça ou brèjeiriçe, amua e só pega depois de o ralar. De resto, é obediente e de tal passividade que doi fazê-lo aborrecer. [...]
Aos 48 anos, fatigado de trabalho e de desilusões, má vista, torrado pelo sol inclemente dos trópicos de duas longas e deprimentes décadas, rico, apenas, de encargos e dissabores, porquê esta serôdia, diria ridícula e gágá mania da aviação?
Sei lá!
Uns entram nisto por espírito de elegante aventura; outros, por natural tendência e habilidade; outros por conveniência ou profissão; outros pela volúpia do risco; outros, muitos, por simples desporto ou presunção de endinheirados.
Eu? - Sei, lá! Por desgosto, talvez; por enfado; por aborrecimento."
(excerto do Cap. I, Ida)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Com sinais de humidade na parte inferior do livro.
Muito invulgar.
Indisponível
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