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27 abril, 2017

CALLIXTO, Vasco - UM MONUMENTO AOS PIONEIROS DA AVIAÇÃO. [Amadora], Câmara Municipal da Amadora, 1980. In-8.º (20,5cm) de 53, [3] p. , il. ; B.
1.ª edição.
Conferência proferida pelo autor na CMA a 8 de Abril de 1980, por ocasião do 44.º aniversário da conclusão da última grande viagem aérea dos tempos heróicos da «velha» Aviação Portuguesa.
Ilustrada no texto com reproduções de fotografias e portadas de jornais de época.
"A primeira manifestação aeronáutica realizada na Amadora, teve lugar a 7 de Julho de 1912, um domingo, «nos terrenos do Casal do Borel», como referiu a imprensa da época. Devo esclarecer que este casal ainda existe, entre a estrada dos Quatro Caminhos (a estrada de acesso à Amadora) e a estrada de Sintra, e veio a ser nas vizinhanças do Casal do Borel que mais tarde se instalou o aeródromo da Amadora, onde hoje está a Academia Militar. E a primeira manifestação aeronáutica realizada na Amadora, há 67 anos, como ia dizendo, foi um muito concorrido «Concurso de Papagaios». [...]
Seis meses depois desta festa, um avião voou na Amadora! Agora, sim, era a autêntica aviação que chegava à «irrequieta» povoação. Fora o avião do já citado aviador francês Alexandre Sallés."
(excerto de Um «Concurso de Papagaios»...)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Alguns sublinhados (poucos) ao longo do livro.
Invulgar.
10€

01 dezembro, 2014

CALLIXTO, Vasco – AS RODAS DA CAPITAL : história dos meios de transporte da cidade de Lisboa. Lisboa, Junta Distrital de Lisboa, 1967. In-8º (20,5cm) de 139, [5] p. ; [9] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Bonita edição, impressa em papel de superior qualidade, e ilustrada com 9 gravuras no texto e outras 9 em folhas separadas, impressas sobre papel couché.
“Lisboa é uma cidade de feição própria e inconfundível. Velho burgo de mareantes, com o Oceano às suas portas, tem, desde há muito, os destinos ligados ao mar. O Tejo e o Atlântico fazem parte da sua existência.
Capital das caravelas, Lisboa tem conhecido também, através dos séculos, como todas as cidades do mundo, os mais diversos e variados meios de transporte. Viaturas que caracterizaram as diferentes épocas em que rodaram por ruas, becos e travessas da urbe lisboeta, esses veículos do passado retratam, afinal e fielmente, a Lisboa de ontem, pitoresca, colorida e despreocupada, dando-nos uma imagem perfeita da verdadeira «belle époque», de saudosa memória para quantos a viveram e ainda hoje a podem recordar.
As «rodas» de Lisboa, céleres, velozes e quase silenciosas nos nossos dias, como vagarosas, trôpegas e barulhentas foram nos dos nossos avós, pertencem à história da cidade e têm a sua própria história. Contam-na as páginas que se seguem, desde o estabelecimento da indústria dos transportes citadinos até à actualidade…”

(excerto da introdução)

Matérias:
Breves notas sobre a evolução dos meios de transporte em Portugal.
I - Final do século XVIII - Quando a sege transportava o lisboeta. II - A mala-posta em Lisboa. III - «Companhia de Carruagens Omnibus» - Mais de trinta anos ao serviço da cidade. IV - Lá vem o «larmanjat» que tem muito que contar. V - Os americanos - Reis e senhores das ruas de Lisboa. VI - «Companhia de Carruagens Ripert, S. A. R. L.» (A primeira rival da «Carris»). VII - Os nove elevadores de Lisboa. VIII - O «Jacintho» - Uma empresa popular ao serviço de Lisboa. IX - Quando, em 1887, se realizaram em Lisboa as primeiras experiências com a tracção eléctrica. X - O chora - O carro mais popular que circulou em Lisboa. XI - Um sonho de nossos avós: o metropolitano de 1888! XII - 1889: Tracção a vapor, nas ruas de Lisboa! XIII - «A Lusitana, Sociedade Cooperativa dos Condutores e Cocheiros da Viação Lisbonense» - Seis anos a «rodar» pela cidade. XIV - A «Carris» inaugura o serviço de carros eléctricos em Lisboa. XV - Autocarros em Lisboa, em 1904. XVI - Os carros saloios - A «Carris», dentro e fora de portas. XVII - Os cinquentenários táxis de Lisboa. XVIII - As ruas de Lisboa «pertencem» à «Carris»! XIX - 1928: «Pela direita!». XX - Definitivamente, autocarros na capital - 1944. XXI - A última maravilha: o metropolitano.
Exemplar brochado, com as capas espelhadas, em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse olisiponense.
Indisponível