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25 julho, 2019

PEREIRA, Renato Gonçalves - DIREITO CIVIL E CRIMINAL. Decisões do Juiz... Separata da Gazeta da Relação de Nova Goa. [Nova Goa], [Editor - O Autor], 1932. In-8.º (19,5cm) de XXIV, 340, [2] p. ; B.
1.ª edição independente.
Importante subsídio para a história da administração da justiça do foro cível e criminal no território de Goa, na época colónia sob jurisdição portuguesa. Obra com interesse para o conhecimento da sociedade hisndú e dos aspectos etnográficos das populações nativas.
Livro muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor a Raul Rêgo, conhecido jornalista e político português.
"As reformas decretadas nos ùltimos anos, introduzindo, no Direito Processual Português, profundas e salutares alterações e exigindo do Juiz um maior esforço com prejuizo do tempo destinado á elaboração de semelhantes trabalhos, a pobreza lamentável das bibliotecas dos nossos tribunais, desprovidas dos necessários livros de consulta, dificultando o estudo dos pleitos nos seus variados e interessantes aspectos, todas estas circunstancias (ás quais se deve acrescentar a falta de qualidades do autor) contribuiram certamente para tornar esta colectanea eivada de imperfeições. [...]
Acresce que na bibliografia juridica portuguesa são em número tão reduzido as publicações referentes ao Direito indiano que magistrados e advogados vêem-se, com frequencia, embaraçados quando carecem de estudas estes assuntos. [...]
Nas decisões reunidas neste volume são discutidos, sem brilho, mas com sincero desejo de de acertar, alguns problemas referentes a instituições locais - mazanias, comunidades, usos e costumes dos hindus - modesta contribuição para o estudo das questões indianas.
Na elaboração destas decisões procurei primeiramente expôr em relatório cuidadoso, possivelmente completo, todos os argumentos dos litigantes, todas as razões que fundamentam o pedido."
(Excerto do Prólogo)
Indice:
Prólogo. | Instrução contraditória. | Conflito de leis. | Sociedade familiar hindú. | Direito de propriedade. | Falso testemunho. | Execução hipotecária. | Reunião ilicita. | Peculato. | Legitimidade das partes. | Responsabilidade do depositário. | Cumulação de pedidos. | Embargos de terceiro. | Furto. | Restituição de posse. | Crime de falsidade. | Ofensas corporais. Direito de opção.| Representação da sociedade familiar. | Servidores dos Pagodes. | Embargos de terceiro. | Difamação e injuria. | Embargos de terceiro. | Perjúrio. | Fogo posto. | Doação. | Direito á partilha. | Efeitos do registo. | Ofensas corporais. | Direito de opção. | Representação da sociedade hindú.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis, oxidadas, com pequenas manchas e defeitos marginais.
Raro.
Com interesse histórico e jurídico.
30€

18 junho, 2019

ANTIGUIDADES CURIOSAS. Colligidas por Antonio Luiz Monteiro e publicadas por seu filho Abilio Monteiro. Porto, Nova Typ. de Silva & Valbom, 1870. In-8.º (18,5cm) de 287, [3] p. ; E.
1.ª edição.
Curioso conjunto de transcrições (53) comentadas pelo autor - verdadeiras antiguidades curiosas - onde se contam documentos de vária ordem, tais como, alvarás, proclamações, decretos, cartas, tratados, forais, etc.
Alguns documentos reproduzidos: «Juramento d'el-rei D. Affonso Henriques, pelo qual confirma a apparição de Jesus Christo, acontecida ao mesmo soberano»; «Castigo imposto por D. João 1.º, á villa de Barcellos»; «Artigos 7.º e 8.º das côrtes de Lamego, que prohibem ás princezas herdeiras casar fóra do reino»; Leis promordiaes da nobreza Lusitana»; «Doação que Theodomiro, rei Suevo, fez ao Mosteiro de Cedofeita»; «Alvara que veda a entrada de certos clerigos em Villa do Conde»; «Convenção secreta entre o imperador dos francezes, e o rei d'Hespanha, pela qual se regula todo o relativo á occupação de Portugal [e á sorte futura de Portugal]»; «Baliagem de Leça»; «Foral do Porto».
Encadernação cartonada com ferros gravados a seco e a ouro na lombada. Conserva a capa de brochura original.
Exemplar em bom estado de conservação. Capa algo manchada.
Invulgar.
Com interesse histórico.
30€

02 maio, 2017

MENDONÇA, Maria - A ILHA DA MADEIRA : vista por Intelectuais e Artistas portugueses. [Funchal], Editorial Eco do Funchal, 1954. In-8.º (20cm) de XVI, 110, [2] p. ; [8] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Curioso inquérito proposto pela autora a diversas personalidades do meio cultural português subordinado à pergunta: - "qual foi o panorama da Madeira que mais o impressionou?". Contribuíram com o seu testemunho Joaquim Paço d'Arcos, Augusto Casimiro, Maria Mattos, Julião Quintinha, Luiz Teixeira, Oliveira San-Bento, Hernani Cidade, Pe. Diniz da Luz, Maria Lamas, Alice Ogando, Lília da Fonseca, Hugo Rocha, Elvira Velez, Osório Goulart, Vasco Santana, Francisco Athayde M. Faria e Maia, Fernanda de Castro, Maria Luiza V. Soares d'Albergaria d'Athayde, Ruy Galvão de Carvalho, J. Silva Junior, Ferreira de Castro e F. Carreiro da Costa.
Livro ilustrado no texto com o retrato dos intervenientes acompanhado de uma breve biografia, e em separado, com bonitas fotogravuras reproduzindo paisagens da Madeira, incluindo o Funchal.
"Maria Mendonça, que chefia a redacção do «Eco do Funchal» com audaz inteligência e brilhante vivacidade, abriu um interessantíssimo inquérito naquele periódico de bom sentido regional - perguntando a alguns intelectuais e artistas que alguma vez pousaram ou simplesmente passaram na terra primogénita do génio henriquino: «Qual o panorama da Madeira que mais o impressionou?» [...]
Gente ilustre - romancistas, ensaistas, poetas, jornalistas, artistas, professores, enfim, uma boa parte dos que têm responsabilidades no areópago das Letras e das Artes, vieram depor na pedra da ara da nossa unção regionalista o ramo votivo da sua mensagem. Todos deslumbrados do esplendor desta balisa atlântica - que estimulou as caravelas do Senhor Infante a marcarem o rumo dos futuros e fecundos caminhos das terras desconhecidas.
Sedutor repositório de imagens, sentimos nesse ondular de impressões, com maior ou menor intensidade, as diferentes gamas da cor verde e as sortílegas mutações da paisagem, umas vezes delicadamente feminina e lírica, em leves tintas de aguarela, outras, fortes e convulsionadas como nos cenários galopantes de montanha e das falésias abruptas e portentosas.
Tão belas páginas não podiam confinar-se à vida precàriamente transitória do jornal. Apresentá-las em volume, era dever. Eis porque aparecem no presente livro sob o título - «A Ilha da Madeira vista por intelectuais e Artistas portugueses»."
(excerto do prefácio)
Exemplar em bom estado de conservação. Capas com pequenos defeitos, levemente oxidadas.
Raro.
Com interesse regional.
Indisponível

02 janeiro, 2017

HORAS SERENAS - Album litterario e artistico. Gentilmente collaborado por escriptores e artistas portuguezes. [Prefacio de Carlos de Vasconcellos Porto]. Lisboa, Imprensa dos Caminhos de Ferro do Estado, 1923. In-8.º (21cm) de [10], 355, [5] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Esmerado album, ilustrado com desenhos no texto e retratos de alguns dos colaboradores na obra em separado, a p.b. e a cores.
Valorizado pela dedicatória autógrafa, datada, do Dr. Carlos de Vasconcelos Porto a Cristovão Aires.
Obra publicada a favor dos sanatórios para tuberculosos empregados dos Caminhos de Ferro conforme inscrição na capa: O producto da venda d'este livro reverte a favor do Sanatorio Carlos de Vasconcellos Porto, e do Sanatorio em construcção em Paredes de Coura.

Colectânea de textos em prosa e verso - alguns inéditos - de cerca de centena e meia de personalidades do meio cultural português: Afonso Lopes Vieira, Alberto Pimentel, Conde de Sabugosa, Leite de Vasconcelos, João de Barros, Júlio Dantas, Mário Beirão, Vila Moura, entre outros.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas algo sujas.
Raro.
Indisponível

07 outubro, 2016

FERREIRA, Admário - FOLHAS OUTONIÇAS : 1910-1955. Capa especial desenhada pelo distinto amador Ex.mo Sr. António P. Marques. Póvoa de Varzim, Edição da Livraria Académica, 1956. In-8.º (19,5cm) de 94, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Exemplar n.º 316 de uma tiragem de 500 exemplares numerados e assinados [chancela] pelo autor e editor.
Colectânea de poesias dispersas por várias publicações e recolhidas pelo autor neste volume. Inclui uma pungente homenagem aos pescadores poveiros mortos na faina, lembrando o acidente que vitimou seu avô, também ele pescador.
Ilustrada com bonitas vinhetas tipográficas encimando cada um dos poemas.

"27 de Fevereiro

Á memória de meu avô materno, José Francisco Neves (o Agulha), vítima da tragédia de 27-02-1892, na qual perdeu a vida à entrada da barra das Caxinas. Só na Póvoa de Varzim, na costa marítima, entre Leixões e Vigo (Espanha), morreram 105 pescadores poveiros, mergulhando na maior orfandade e na mais profunda dor esta infeliz terra.

De Fevereiro, em vinte e sete, eu
A Póvoa, em dor e luto amortalhado,
Perdi meus filhos... Só, martirizada,
Eu vos peço, meus Deus, um Cireneu...

Oh! minha terra crente, abandonada,
Qu'é dos Heróis? A sua voz morreu?!
Onde estão êles, Santa Mãe do Céu?...
- No mar ficaram. Choro-os resignada...

Varzim, berço de bravos pescadores,
De Santos, Santas, d'Assunção e Dores,
Como é ingrato o negro labutar

Com traiçoeiras ondas, meu Poveiro!
Se tens a sorte não ficar's no mar,
Tenas na terra a miséria, por Coveiro!...

Póvoa de Varzim, 27-2-922"

Admário Ferreira (1891-1973). "Nasceu na Póvoa de Varzim em 22 de Fevereiro de 1891. Filho de pais pobres e modestos da classe piscatória, sua mãe - Constança Gomes Pedra (Agulha) - foi muito conhecida na política local do seu tempo. (…) Em 1914 deixou definitivamente o Brasil regressando à sua Póvoa, onde fundou a livraria Académica. (…) Já no Brasil, Admário Ferreira fora co-proprietário de um pequeno jornal humorístico "A chaleira"e colaborou no jornal português "O Lusitano". Apaixonado pelos livros e pelos versos, aqui foi gerente do semanário "O Intransigente" (1912), foi director de "O Banhista" e "O Banhista Informador" (semanário poético, humorístico e noticioso, que depois apareceu como quinzenário, com saída irregular e mais frequente no Verão), cuja publicação teve lugar de 1914 a 1927, indicando a Livraria Académica como redacção e administração. Em 1924/25 publicou "A Bibliográfica" (arquivo e divulgação de toda a publicidade em língua portuguesa) (…).
Admário Ferreira publicou os seguintes livros de versos: "Suspiros" (1911), "Os tristes rebentos" (1918), "Folhas Outoniças" (1956), "Escrínio de cem beijinhos" (1957), "Juninhas"(1962), "Tufo de violetas", "Saquinhos de amêndoas" e "Tigela de amoras" (1964). Os versos de "Os tristes rebentos" haviam sido publicados em "O Torneio" (Jornal dos novos), Porto.
Foi sócio da Associação Comercial sob o nº 244 desde 18 de Maio de 1932.
Faleceu no dia 23 de Novembro de 1973.

(BARBOSA, Jorge - Toponímia da Póvoa de Varzim. Póvoa de Varzim Boletim Cultural. Póvoa de Varzim: Câmara Municipal, Vol. XXVII, nº. 1 (1990), p. 237-238, in http://web.cm-pvarzim.pt/rev_apovoadevarzim/index.php/item/48-admario-ferreira)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
20€

18 junho, 2016

SOUSA, Albano de - ESTUDO SOBRE O PROBLEMA DOS TRIGOS EM PORTUGAL. Colectânea de artigos insertos pelo autor no «Diário de Notícias» e de outros artigos e vária documentação sobre o mesmo assunto. Lisboa, Tipografia da Emp. do Anuario Comercial, 1933. In-4.º (24cm) de 196, [4] p. ; E.
1.ª edição.
Iniciativa de um grupo de industriais de moagem em reunir e publicar artigos do autor relacionados com esta momentosa questão.
"A passagem dum normal regime de escassez de trigo nacional para o de sobreprodução, acusado na colheita do corrente ano, sem que a modificação das leis que regulamentam a indústria de moagem tivesse acompanhado o fenómeno económico que essa passagem provocou, deu lugar a uma grande perturbação na economia da indústria moageira, apreciada de diversas maneiras em violentas críticas feitas na imprensa, críticas que não só atingiram materialmente os industriais no seu crédito, como lhes criaram um ambiente moral desfavorável para o deferimento de pedidos feitos ao Govêrno no sentido de adaptar as leis vigentes ao novo estado de coisas que ameaçava de ruína uma grande indústria.
Quando essas críticas tomaram um aspecto de violentas acusações, tão injustas como injustificadas, apareceu no Diário de Notícias uma longa série de artigos do distinto economista Ex.mo Sr. Albano de Sousa, em que o problema, em todos os seus aspectos, foi estudado com profundo conhecimento de causa e energia moral, esclarecendo-o perante uma opinião pública fortemente alarmada com as campanhas difamatórias que se vinham fazendo e com notas oficiosas do mais importante organismo associativo da lavoura que davam um grande alento a essas campanhas.
Entendeu um grupo de industriais dever reunir essa série de artigos que contém um estudo profundo e consciencioso do importante problema dos trigos, tal qual se enquadra hoje na economia geral do País... [...]
Fica assim reunida em volume uma importante documentação que bem pode classificar-se de valioso subsídio para actualização do estudo do problema da cultura dos trigos em Portugal, problema de maior relêvo na economia geral da Nação."

(excerto do prefácio, Algumas palavras que justificam a publicação dêste livro)
Encadernação em meia de chagrin com dourados gravados na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

19 maio, 2016

SELECÇÕES DESPORTIVAS. 1 : Setembro, 1951. Coimbra, Atlântida, 1951. In-8.º (19cm) de [4], 64, [4] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Primeiro número desta colecção de crónicas desportivas. Julgamos que este folheto foi tudo quanto se publicou.
"Ao lançar esta publicação, que aparecerá no princípio de cada mês, «Atlântida», oferece aos desportistas uma obra que não existia na nossa editorial da especialidade, e, cujas similares, lá fora, têm larga divulgação.
«Seleções Desportivas», colaborada pelos melhores jornalistas e técnicos nacionais e estrangeiros, proporcionará leitura sugestiva e atraente, inserindo estudos, análises e trabalhos de inegável valor cultural, a par de reportagens sensacionais, sobre todas as modalidades."
(excerto da apresentação)
Matérias:
- Na casa do futebol britânico, de Ricardo Ornellas. - A batalha dos ciclistas contra a Hora, por Alfred Denis. - 16 encontros internacionais no Estádio Nacional, por Carlos Pinhão. - Aizkolari, desporto dos lenhadores. - O basquetebol português e os seus problemas fundamentais, pelo Prof. José de Sousa Esteves. - Crepúsculo de uma táctica no futebol brasileiro, por João Gaucho. - Em 1952 seremos de novo campeões mundiais se..., por José Ilharco. - Gaston Reiff, Fany Blanders-Koen e Emílio Zatopek, por Marcel Dayan. - A corrida de cavalos mais famosa do mundo, por B. W. Curling. - Nomes do futebol espanhol, por Juan de Castilla. - Em cada 10 austalianos um joga ténis, por Harry Hopman. - Holanda, país da água e de nadadores. - A selecção belga do fim da última estação, por Albert Schoubben. - Os nossos inquéritos. - Fangio, o bólido argentino. - O Nice e o brasileiro Amalfi. - O raguebi americano faz diferença do europeu, por Charlie Brow. - Uma equipa portuguesa na Volta à França, por Observador. - Dois clubes ingleses [Newcastle United e Tottenham Hotspurs], por John Carter. - Os americanos não acreditavam em Turpin, por Eddie Pruden. - As grandes tácticas do futebol : o «Ferrolho», por Adriano Peixoto.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas apresentação sinais de oxidação.
Invulgar.
10€

05 agosto, 2015

AS MULHERES E OS HOMENS JULGADOS PELOS MALDIZENTES : colecção de pensamentos, proverbios, conceitos e anecdotas concernentes ás qualidades e defeitos dos dois sexos. Lisboa, Livraria de A. M. Pereira, 1870. I-8º (15cm) de 175, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Engraçada e curiosa colecção de apreciações maldicentes sob o sexo masculino e feminino. São mais de 400 "apreciações" de diversas proveniências, e de conhecidas personalidades nacionais e estrangeiras, mais ou menos contemporâneas.
Contém uma lista onomástica, por sexo, - Qualidades das mulheres / Qualidades dos homens - em verso, onde com muita graça, os nomes próprios utilizados na época da publicação do livro, são devidamente "classificados".
"As mulheres, segundo uma conta que os medicos fazem (terriveis calculadores do escriptorio da morte e seus mimosos guarda-livros) além das doenças que são communs a ambos os sexos, tem um legado proprio e particular que lhes deixára a natureza de 286 especies de doenças; e quiz a Natureza que as mulheres possuissem este legado in solidum com toda a propriedade e usofructo, o que lhes faça muito bom proveito! eis aqui por que de continuo as vemos tristes, frouxas, e não ha um dia em que não as oiçamos queixar e ganir.. Quero accrescentar este veridico rol com mais duas doenças: a primeiro é mal de marido que vem a ser aquelle indomavel furor com que as mulheres querem cazar por força; esta molestia manifesta-se por uma inquietação espantosa de janella, de theatro, de quinta, de banhos do mar, de assembléas e romarias..." (P.e J. Agostinho de Macedo)
(excerto de As mulheres julgadas pelos Maldizentes)
""A rasão por que os homens não restituem de ordinario os livros emprestados, é por ser mais facil reter os livros, do que o contheudo n'elles" (Rufo)
(excerto de Os homens julgados pelos Madizentes)
Matérias:
Primeira parte: - As mulheres julgadas pelos Maldizentes. - Qualidades das mulheres.
Segunda parte: - Os homens julgados pelos Maldizentes. - Qualidades dos homens.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas oxidadas.
Raro.
Sem registo bibliográfico de qualquer espécie, incluindo a BNP (Biblioteca Nacional).
30€

19 maio, 2015

CASTELO BRANCO, Camilo - A ÚLTIMA VITÓRIA DE UM CONQUISTADOR [e outros]. Vol. I. Director: Manoel de Sousa Pinto. Lisboa, Emprêsa Diário de Notícias Editora, 1925. In-8º (19cm) de 337, [3] p. ; B. Colecção Diário de Notícias, I
1.ª edição.
Colectânea de contos de autores portugueses, na sua maioria inéditos. Anunciado pelos editores como uma espécie de continuação dos famosos "Brindes" do Diário de Notícias - de que seria o 36.º vol., dado ter este jornal publicado anteriormente 35 números, entre 1865 e 1899. No entanto, este vol. I é tudo quanto se publicou.
Relativamente ao conto de Camilo, transcrevemos a nota dos editores: "A última Vitória de um Conquistador é o primeiro ensaio de romance camiliano, e foi publicado em oito folhetins do Eco Popular, do Porto, de 29 de Março a 12 de Abril de 1848. Devemos a publicação deste importante original ao ilustre camilianista snr. Dr. Júlio Dias da Costa, que o recolheu com destino aos seus Dispersos de Camilo, editados pela Imprensa da Universidade."
Contos:
- A última vitória de um conquistador, por Camilo Castelo Branco. - A frauta de cana, por Augusto Gil. - Noite de neve, por Ladislau Patrício. - À passagem dos Pirenéus, por Aquilino Ribeiro. - Purificação, por Manoel de Sousa Pinto. - Balada aos olhos azuis siderais duma inglesinha, por Américo Durão. - À cata do «El-Dorado», por Júlio Brandão. - Fogo sagrado, por Eduardo Schwalbach Lucci. - Ah, soubéssemos nós erguer as mãos!, por Mário Beirão. - Uma hora de tragédia, por Sousa Costa. - Do traje «à vianesa» em geral e do traje de Afife em especial, por Cláudio Basto.
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado geral de conservação. Capas e lombada com defeitos.
Invulgar.
Indisponível

11 janeiro, 2015

CAMILO CASTELO BRANCO : PÁGINAS QUASE ESQUECIDAS. Recolha, prefácio e notas de Alexandre Cabral. Primeiro Tomo [e Segundo]. Porto, Editorial Inova Sarl, [1972-1973]. 2 vols in-4º grd. (28cm) de 285, [12] p. e 309, [12] p. ; il. ; B. Biblioteca Camiliana.
1.ª edição.
Excelente peça camiliana, numa bonita edição especial fora do mercado.
A direcção gráfica é da responsabilidade de Armando Alves.
"Uma das muito bem tratadas edições da Editorial Inova, esta ilustrada com um retrato de Camilo, antecedida de um texto de Aquilino Ribeiro e com um extenso prefácio de Alexandre Cabral. Recolha de 59 textos dispersos publicados sob a forma de prefácios de obras por si traduzidas e de autores diversos."
Tiraram-se em papel Vergé creme de 100 gramas. no formato de 280 X 175 mm, duzentos e cinquenta exemplares numerados de 1 a 250, e cinquenta exemplares fora do mercado numerados de I a XXV e os restantes marcados F.M., com sobrecapa reproduzindo uma monotípia de Abel Salazar [e de Júlio Resende - 2º Tomo], todos assinados por Alexandre Cabral.
Os presentes exemplares levam, respectivamente, os n.ºs 215 (1.ºTomo) e 129 (2.ºTomo).
Exemplares brochados, com sobrecapa, em bom estado de conservação. Sobrecapas com defeitos, ambas alvo de tosco restauro com fita gomada, sobretudo no segundo tomo; miolo em excelente estado de conservação com as páginas a apresentarem-se muito limpas e frescas.
Obra invulgar e muito apreciada.
30€

11 outubro, 2014

TAVEIRA, Miguel – POR PORTUGAL : de Santo António a Oliveira Salazar. Pérolas para Porcos. Lisboa, Fernando Pereira-Editor, [1980]. In-4º (24cm) de 301, [3] p. ; E.
1.ª edição.
Valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
Colecção de textos patrióticos de personalidades portuguesas reunidas em volume por Miguel Taveira. Acompanham os textos uma breve biografia dos autores.
Aos traidores para que não tenham descanso
(dedicatória impressa)
“Ontem como hoje, a História ensina-nos que, aos períodos de opulência e bem-estar social, se seguem outros, que deles emergem, em que os princípios basilares de outrora são tidos por bolor ultrapassado, quando não por bacilo nefasto que tem de ser «esterilizado» […] o Estado Novo que, mercê de uma sabotagem urdida do interior do mesmo nos levou, nos dias de hoje, a uma situação política que, à falta de nome próprio, responde por uma data: o 25 de Abril. […]
Preferi buscar textos de reconhecidos poetas e prosadores, homens de letras e de ciência, antigos responsáveis pela «cousa pública». Homens, como tal sobejamente conhecidos, que através das suas vidas de portugueses, nos deixaram os seus escritos e ensinamentos.”
(excerto do prefácio)
Textos de Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco, Luís de Camões, Guerra Junqueiro, Ramalho Ortigão, Pe. António Vieira, Anthero de Quental, Fernando Pessoa, Almada Negreiros, António Botto, Pe. Manuel Bernardes, Barbosa du Bocage, Alexandre Herculano, Almeida Garrett, Pe. J. Agostinho de Macedo, António de Oliveira Salazar, entre outros.
Encadernação do editor inteira de skyvertex com dourados na pasta anterior e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

01 setembro, 2014

LIVRO DE HOMENAGEM AO PROFESSOR FERNANDO FONSECA. Colectânea de depoimentos e de trabalhos científicos : 26 de Abril de 1965. [Lisboa], [s.n. - Composta e impressa na Empresa Tipográfica Casa Portuguesa, Lisboa], 1965. In-4º (25cm) de 1220, [8] p. ; [3] f. il. ; B.
Homenagem ao Prof. Fernando Fonseca.
Colectânea de trabalhos, iniciativa de discípulos, amigos e admiradores do Mestre, a propósito da sua jubilação.
Ilustrado no texto e em folhas separadas com desenhos, gráficos e estampas reproduzindo retratos do Prof. Fernando Fonseca e de personalidades que com ele privaram, e fotografias de actos médico-científicos.
"Pertence ao batalhão de infantaria n.º 23 do C. E. P., que voluntariamente se ofereceu, em Outubro de 1918, para constituir uma unidade de assalto, a qual tomou parte na última ofensiva como batalhão independente, incorporado na 140 brigada britânica. Condecorado com a medalha da Vitória, medalha comemorativa das campanhas do Exército Português, com a legenda «França 1917-1918», com o grau de cavaleiro da Ordem de Cristo e autorizado a usar o distintivo da Torre e Espada, a que se refere o § 2.º do artigo 43º do Decreto n.º 6205, e uma palma dourada sobre a fita das insígnias da Ordem de Cristo."
(excerto do testemunho de Hélder Ribeiro, Coronel de Infantaria e do Estado Maior, em I PARTE, Memórias do B. I. na Bélgica e do seu serviço de saúde)
Matérias:
I PARTE - Testemunhos de Homenagem
II PARTE - Trabalhos científicos
III PARTE - Trabalhos médicos
Fernando Fonseca (1895-1974). Foi um dos mais notáveis médicos da sua geração. Licenciou-se em medicina em 1918 pela Faculdade de Medicina de Lisboa. Notabilizou-se pela sua actividade pedagógica e clínica. Esteve em França, integrado no Corpo Expedicionário Português. Em sua homenagem, um hospital da região de Lisboa recebeu o seu nome, o Hospital Amadora-Sintra.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Assinatura possessória na f. rosto (ou autógrafo do Mestre?).
Invulgar.
20€

26 agosto, 2014

SALAZAR. Pensamento e doutrina política. Textos antológicos. Organização e prefácio de Mendo Castro Henriques e Gonçalo de Sampaio Melo. [Lisboa : São Paulo], Verbo, 1989. In-8º (21cm) de 422, [8] p. ; B.
1.ª edição.
Na capa: Óleo de Dórdio Gomes (colecção particular).
Edição comemorativa do Iº centenário do nascimento do Doutor António de Oliveira Salazar, 1889-1989.
"A Revolução de 28 de Maio poderia ter sido mais uma de outras na história contemporânea de Portugal. Expulsos os políticos que feriam o País, desentendiam-se os militares ao exercerem funções à margem da sua vocação. A história de muitas revoluções. Foi então chamado de Coimbra, onde regia a cátedra de Finanças, um professor ao tempo alheado da política activa mas já conhecido pela recomendação de hábeis medidas económicas e pela defesa pública do ideário da democracia cristã."
(excerto do prefácio, Um Homem e um Regime)
Matérias:
PARTE I - Identificação
1 - O Homem. 2 - Portugal. a) A Nação. b) O Povo. 3 - Civilização.
PARTE II - Política Interna
Princípios Gerais. 1 - 1908-1928 (Juvenília). 2 - 1928-1934. 3 - 1934-1945. 4 - 1945-1951. 5 - 1951-1968.
PARTE III - Portugal no Mundo
1 - Política Ultramarina. a) Princípios Gerais. b) A Questão de Timor. c) A Questão da Índia. d) A Questão Africana.
2 - Política Externa. a) Princípios Gerais. b) As Grandes Crises: Guerra de Espanha; II Guerra Mundial. c) Os Novos Tempos.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

30 maio, 2014

COLECTÂNEA LEGISLATIVA DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA (1498-1998) - Santa Casa da Misericórdia de Lisboa : Secretaria Geral. Coordenação Geral e Prefácio: Elvira Brandão. Apresentação: Maria do Carmo Romão. Introdução: Rogério Seabra Cardoso. Lisboa, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa : Centro de Documentação, 1998. In-fólio (30,5cm) de XLV, [1], 220 p. ; [44] p. il. ; E.
Tiragem: 1000 exemplares.
Obra impressa em papel de qualidade superior, ilustrada em extratexto com 44 gravuras a p.b. e a cores impressas sobre papel couché.
"Poucas instituições portuguesas podem orgulhar-se de atravessarem cinco séculos de história e ainda menor será o número dos que, nesse período, produziram actividade tão intensa e meritória.
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, fundamentada na palavra escrita do seu Compromisso original, encontrou sempre valioso apoio no normativo jurídico e na regulamentação que, no decurso dos tempos, foi estabelecendo elos de relacionamento entre o poder do Estado, a Instituição e os estratos mais desprotegidos da sociedade. Assim se compreende a importância da actividade legislativa no crescimento e desenvolvimento da Misericórdia de Lisboa.
Passados 500 anos, muitos diplomas jurídicos perderam valor impositivo e probatório, permanecendo, todavia, o seu valor histórico. Mediante o seu estudo poderão ser desvendados aspectos menos conhecidos e traçadas novas linhas de compreensão, contibuindo, de forma continuada, para a história desta nobre Instituição."
(excerto da apresentação)
Encadernação editorial em sintético com ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€

05 maio, 2014

FERREIRA DO AMARAL : o capitão sem medo. (Depoimentos de contemporâneos do grande português, publicados por iniciativa do Cap. Agostinho Lourenço). Lisboa, Edições da Papelaria Fernandes, 1954. In-8.º (22cm) de 86, [2] p. ; B.
1.ª edição.
O título deste livro é tirado do episódio contado pelo sr. coronel J. M. Pereira Coelho.
Homenagem póstuma a João Maria Ferreira do Amaral, através dos testemunhos de personalidades representativas dos vários quadrantes da vida pública, política e militar portuguesa.
"Pedi a vários amigos, adimradores e companheiros do saudoso Comandante Ferreira do Amaral, grande e devotado português, o favor de me darem a sua colaboração nesta modesta homenagem de saudade e respeito pela sua memória.
Aqui vão transcritos os depoimentos de todas as pessoas a quem me dirigi e, entre eles, os do Senhor Presidente do Concelho, Doutor António de Oliveira Salazar e Senhor Ministro do Interior, Dr. Joaquim Trigo de Negreiros, que, generosa e gentilmente, aquiesceram à minha solicitação.
Através desses testemunhos poderão os mais velhos recordá-lo e os mais novos apreciar a inquebrantável energia e admirável abnegação do Comandante da Polícia de Lisboa, numa época de tumultos e de assassinatos impunes, na louvável intenção de pôr termo à constante intranquilidade dos habitantes da Capital do País."
(Excerto da introdução)
"Definira-se já ao longo das campanhas de África e na batalha da Flandres a personalidade do soldado admirável que foi Ferreira do Amaral. Ali dera a prova plena da sua bravura, das suas qualidades de comando e da sua capacidade de organização.
No C. E. P. quando tudo parecia perdido, o seu Batalhão simbolizou as tradicionais virtudes militares dos soldados portugueses. [...]
Mas foi no Comando da Polícia de Segurança Pública de Lisboa que Ferreira do Amaral teve ocasião de dar a inteira medida de si próprio, numa função que exerceu muito a seu modo, com particular noção de responsabilidade e de iniciativa que tornou inconfundível o timbre do seu comando. [...]
A sua figura destaca-se no meio da desorientação geral, como testemunho vivo de uma força irredutível que não se verga e não se rende, sejam quais forem os assaltos da anarquia."
(excerto do elogio de Trigo Negreiros, A sua obra foi preciosa colaboração para a conquista da ordem)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Vestígios de humidade no corte das folhas e na contracapa.
Invulgar.
Indisponível

27 agosto, 2013

SAMPAIO, Albino Forjaz de – AS MELHORES PAGINAS DA LITERATURA FEMININA (prosa). Lisboa, Livraria Popular de Francisco Franco, 1936. In-8º (19cm) de 247, [1] p. ; E.
1ª edição.
Valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
Conjunto de excertos das mais belas páginas da literatura feminina escrita em português, acompanhados de breves apontamentos bio-bibliográficos das autoras escolhidas para esta colectânea.
Albino Forjaz de Sampaio (1884-1949). Jornalista, escritor e bibliógrafo de nomeada. A crónica de crítica social que procurava inverter a moral comum da época tornou-o famoso sobretudo pelo escândalo que as suas opiniões originavam. Dono de extensa produção bibliográfica, Forjaz de Sampaio nunca se afirmou um escritor mas bradou aos quatro ventos que era um “jornalista levado dos diabos”.
Encadernação com lombada e cantos em pele com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva a capa de brochura.
Exemplar aparado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

20 abril, 2012

RUSSO, Rogério Marques de Almeida – ARQUIVO POÉTICO DA GRANDE GUERRA : 1914-1918. Porto, Companhia Portuguesa Editora, L.da, [192-]. In-8º (19cm) de 270, [4] p. ; il. ; B.
Contém um retrato do autor intercalado entre o anterrosto e o rosto.
Valorizado pela dedicatória autógrafa do autor a um camarada de armas.
Excelente edição, impressos em papel de qualidade superior, e belíssimamente ilustrada com inúmeras vinhetas da autoria de João Lima, algumas delas emolduram colagens de fotografias do dia a dia da Guerra.
“[…] Livro que recolhe muita da produção poética de soldados, de oficiais, de sargentos portugueses que combateram em França durante a Primeira Grande Guerra (1914-1918). Poesias, dezenas de poesias, que vão de 1917 a 1918, os anos de permanência do exército português em França. A obra, que se intitula "Arquivo Poético da Grande Guerra", foi organizada por Almeida Russo, "tenente miliciano de artilharia, voluntário, combatente da Grande Guerra", e foi publicada no Porto, em data não mencionada, mas que não deve ultrapassar os inícios dos anos vinte. Nela se incluem poemas de valia e de estilos muito diferentes, todos subordinados a uma mesma grande temática: a guerra. A guerra e os pensamentos, os sentimentos de quem nela participa (e vê a morte em cada granada de morteiro que lhe cai na trincheira). A morte, o perigo, o medo, a coragem, a saudade, a esperança, atravessam as páginas deste cancioneiro de soldados que mal sabem escrever, de jovens oficiais com arrebiques de cultura de salão. Textos escritos na lama das trincheiras ou nas tarimbas dos campos-prisão alemães. Campos repletos de oficiais apanhados na derrocada do 9 de Abril de 1918, em La Lys…” (7leitores.blogspot.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
O “Esclarecimento” - em jeito de prefácio - do autor apresenta correcções manuscritas, aparentemente, pelo seu punho.  
Raro.
Indisponível

02 outubro, 2011

FERRÃO, Francisco Antonio Fernandes da Silva - REPERTORIO COMMENTADO SOBRE FORAES E DOAÇÕES REGIASPor... Ministro e Secretario de Estado Honorario, Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, Membro Honorarrio do Tribunal do Thesouro Publico, etc. Volume I [e Volume II]. Lisboa, Na Imprensa Nacional, 1848. 2 vol. in-8º (22cm) de LVI, [216] p. e 327 p. ; E. (num único tomo)
Comentário à Carta de Lei de 22 de Junho de 1846 e às suas determinações sobre Forais e Doações Régias.
Encadernação coeva em meia de pele com ferros a ouro na lombada; s/ guardas de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação; encadernação algo desgastada; miolo excelente.
Muito invulgar, de grande interesse histórico-jurídico.
65€

30 março, 2011

NASCIMENTO, Cabral do – LUGARES SELECTOS DE AUTORES PORTUGUESES QUE ESCREVERAM SOBRE O ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA. [Funchal], Delegação de Turismo da Madeira, 1949. In-8º 277, [6] p. ; [4] p. il. ; B.
“Tiragem de 1.500 exemplares numerados e rubricados" (chancela do autor) - Nº 773.
Ilustrado com 4 estampas em extra-texto.

Colectânea de textos de destacadas figuras do meio literário português do século XIX/XX, como Castilho, Bulhão Pato, Júlio Dinis, M. Teixeira Gomes, Brito Camacho, Raúl Brandão, Ferreira de Castro, Henrique Galvão e outros...   
Bom exemplar. Capas com picos de acidez; pág. de um amarelecido uniforme, fruto da qualidade do papel utilizado na impressão; assinatura de posse no anterrosto.
10€

29 março, 2011

A NOVA POESIA BRASILEIRA. Organização de Alberto da Costa e Silva ; Prefácio de Fanor Cumplido Júnior. Lisboa, Escritório de Propaganda e Expansão Comercial do Brasil, 1960. In-4º grd. (28cm) 287, [2] p. ; B.
1ª edição.
Bom exemplar.
15€