GONÇALVES, José - DESCOBERTAS E INVENTOS DO PADRE MANUEL A. G. HIMALAIA. [S.l.], [s.n. - Composto e impresso nas Oficinas gráficas Augusto Costa & C.a L.da - Braga], [1968?]. In-8.º (22cm) de 36 p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Homenagem ao Padre inventor "Himalaia" por ocasião do centenário do seu nascimento.
Livro ilustrado a p.b. ao longo do texto.
"Manuel António Gomes "Himalaia" (1868-1933). Nasceu a 9 de Dezembro de 1868, de uma família de lavradores, na freguesia de Cendufe, Arcos de Valdevez, foi aluno do Seminário de Braga, onde os condiscípulos, devido à sua grande altura, lhe puseram a alcunha de Himalaia, nome que veio a oficializar-se. Concluído o curso teológico com distinção, em 1890, e recebida a ordenação sacerdotal no ano seguinte, exerceu durante anos o magistério como professor de Religião, de Ciências Naturais e de Física e Química em Coimbra e depois no Porto, no Colégio da Formiga e no da Visitação, futuro Seminário de Vilar, que ele remodelou. Foi aqui que a sua paixão pelas ciências, revelada já no seminário, e o seu espírito inventivo o levaram a esboçar os futuros inventos. Para os poder realizar, foi completar a sua formação científica em Paris, onde seguiu as lições de Berthelot e doutros ilustres professores, especializando-se em astronomia, matemática, física e química."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Ostenta rubrica de posse na capa.
Raro e muito curioso.
A BNP dispõe de apenas um exemplar no seu acervo.
Indisponível
Mostrar mensagens com a etiqueta Ciência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ciência. Mostrar todas as mensagens
15 abril, 2019
Etiquetas:
*GONÇALVES (José),
1ª E D I Ç Ã O,
Arcos de Valdevez,
Biografias,
Ciência,
História,
Homenagem,
Padre Manuel A. G. Himalaia,
Religião,
Viana do Castelo
17 março, 2019
CARVALHO, A. Ferraz de - O MAGNETISMO TERRESTRE EM COIMBRA. Resumo das observações de 53 anos (1866-1918). [Por]... Director do Observatório Meteorológico e Magnético da Universidade. Coimbra, Imprensa Académica, 1919 [na capa, 1920]. In-8.º (22cm) de [4], 21, [1], IV, XV, [1] p. ; [1] f. desdob. ; il. ; B.
1.ª edição.
Curiosa monografia de cariz científico sobre o magnetismo em Coimbra.
Ilustrada com tabelas e um gráfico desdobrável de dimensões generosas (28,5x42,5cm).
"A antiga Faculdade de Filosofia da Universidade de Coimbra em 1 de Março de 1860 apresentou ao Govêrno o pedido de meios para a construção de edifícios, compra de instrumentos, despesas de expediente e pagamento ao pessoal dum Observatório meteorológico e magnético. Conseguiu apenas, de princípio, a verba anual de oitocentos mil réis, e que o Dr. Jacinto de Sousa fosse encarregado de visitar alguns observatórios europeus colhendo directamente os elementos indispensáveis para que se realizasse o desejo da Faculdade. [...]
Com a dotação anual já referida e um subsídio de quatro contos concedido pelo Govêrno em fins de 1862, foi adquirido o terreno, foram construídos os edifícios e ainda pôde ser pago o material do Observatório, que foi inaugurado em 1864, iniciando-se em 1 de Maio as observações meteorológicas de Dezembro de 1864 e Janeiro e Fevereiro de 1865.
As observações magnéticas começaram em 1866 com as determinações absolutas da Inclinação e Fôrça horisontal. A estas observações foram associadas em 1867 as observações absolutas de declinação.
Também em 1867 começaram os registos das variações, embora os magnetografos funcionassem irregularmente, por defeitos da iluminação a faz e em virtude da humidade ainda então apresentada pela casa subterrânea em que foram colocados."
(Excerto de A secção de magnetismo terrestre do Observatório... de Coimbra)
Matérias:
- A secção de magnetismo terrestre do Observatório Meteorológico, magnético e sísmico da Universidade de Coimbra. - Análise dos dados das observações absolutas. - Variação diurna da Declinação. - Registradores das variações dos elementos magnéticos. - Influência da tracção eléctrica em Coimbra.
Anselmo Ferraz de Carvalho (1878-1955). "Foi Professor da Universidade de Coimbra de 1902 a 1948 e um dos mestres mais notáveis que moldaram as primeiras décadas da sua Faculdade de Ciências, após as reformas da República. Dedicou-se, durante quase meio século, ao ensino e estudo das ciências geológicas num tempo em que, segundo o próprio, era reconhecida a importância da Geofísica no desenvolvimento da Geologia moderna. Em 1914, substituiu Santos Viegas na Direcção do Observatório Meteorológico e Magnético da Universidade de Coimbra, mais tarde Instituto Geofísico da Universidade de Coimbra, aí deixando o seu cunho iniludível."
(Fonte: https://www.academia.edu/12851231/ANSELMO_FERRAZ_DE_CARVALHO_NO_INSTITUTO_GEOF%C3%8DSICO_DA_UNIVERSIDADE_DE_COIMBRA)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos. Contracapa apresenta rasgão (sem perda de papel).
Raro.
20€
Reservado
1.ª edição.
Curiosa monografia de cariz científico sobre o magnetismo em Coimbra.
Ilustrada com tabelas e um gráfico desdobrável de dimensões generosas (28,5x42,5cm).
"A antiga Faculdade de Filosofia da Universidade de Coimbra em 1 de Março de 1860 apresentou ao Govêrno o pedido de meios para a construção de edifícios, compra de instrumentos, despesas de expediente e pagamento ao pessoal dum Observatório meteorológico e magnético. Conseguiu apenas, de princípio, a verba anual de oitocentos mil réis, e que o Dr. Jacinto de Sousa fosse encarregado de visitar alguns observatórios europeus colhendo directamente os elementos indispensáveis para que se realizasse o desejo da Faculdade. [...]
Com a dotação anual já referida e um subsídio de quatro contos concedido pelo Govêrno em fins de 1862, foi adquirido o terreno, foram construídos os edifícios e ainda pôde ser pago o material do Observatório, que foi inaugurado em 1864, iniciando-se em 1 de Maio as observações meteorológicas de Dezembro de 1864 e Janeiro e Fevereiro de 1865.
As observações magnéticas começaram em 1866 com as determinações absolutas da Inclinação e Fôrça horisontal. A estas observações foram associadas em 1867 as observações absolutas de declinação.
Também em 1867 começaram os registos das variações, embora os magnetografos funcionassem irregularmente, por defeitos da iluminação a faz e em virtude da humidade ainda então apresentada pela casa subterrânea em que foram colocados."
(Excerto de A secção de magnetismo terrestre do Observatório... de Coimbra)
Matérias:
- A secção de magnetismo terrestre do Observatório Meteorológico, magnético e sísmico da Universidade de Coimbra. - Análise dos dados das observações absolutas. - Variação diurna da Declinação. - Registradores das variações dos elementos magnéticos. - Influência da tracção eléctrica em Coimbra.
Anselmo Ferraz de Carvalho (1878-1955). "Foi Professor da Universidade de Coimbra de 1902 a 1948 e um dos mestres mais notáveis que moldaram as primeiras décadas da sua Faculdade de Ciências, após as reformas da República. Dedicou-se, durante quase meio século, ao ensino e estudo das ciências geológicas num tempo em que, segundo o próprio, era reconhecida a importância da Geofísica no desenvolvimento da Geologia moderna. Em 1914, substituiu Santos Viegas na Direcção do Observatório Meteorológico e Magnético da Universidade de Coimbra, mais tarde Instituto Geofísico da Universidade de Coimbra, aí deixando o seu cunho iniludível."
(Fonte: https://www.academia.edu/12851231/ANSELMO_FERRAZ_DE_CARVALHO_NO_INSTITUTO_GEOF%C3%8DSICO_DA_UNIVERSIDADE_DE_COIMBRA)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos. Contracapa apresenta rasgão (sem perda de papel).
Raro.
20€
Reservado
15 fevereiro, 2019
TERRAMOTOS E TSUNAMIS. Coordenação de Paula Teves Costa. Textos de: Maria Ana Baptista; João Cabral; Paula Teves Costa; Luís Matias; Miguel Miranda; Pedro Terrinha. Prefácio de: Luiz Mendes Victor. Lisboa, Livro Aberto, 2005. In-4.º (25x19,5cm) de 112 p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Monografia de índole científica, obra de um grupo de investigadores integrados em Centros de Investigação da Universidade de Lisboa, cujo trabalho, além de fazer o ponto de situação relativo aos fenómenos sísmicos e suas consequências, pretende explicar os acontecimentos históricos mais importantes - alguns que directamente nos dizem respeito - à luz dos novos conhecimentos científicos e tecnológicos.
Livro ilustrado a p.b. e a cores ao longo do texto.
"O sismo de 1 de Novembro de 1755 ocorreu cerca das 9h 30m, hora solar, em Lisboa, tendo sido sentido um pouco por toda a Europa. O tsunami foi observado, no Atlântico Norte, desde as Ilhas Barbados até à Escócia. No entanto as ondas mais destrutivas foram observadas em Portugal Continental, Espanha (Golfo de Cadiz) e no Norte de Marrocos. As dimensões catastróficas deste evento, deram origem a uma enorme quantidade de relatos escritos, como mostram os exemplos que se seguem. Lisboa é um dos locais onde está melhor documentada a destruição gerada pelo sismo e o tsunami de 1755.
[...]
A descrição da cidade e do seu porto antes e depois do sismo de 1755 pode ser ilustrada a partir dos seguintes extractos de testemunhos de cidadãos britânicos:
"[...] a cidade de Lisboa, situada na margem norte do rio Tejo, a cerca de seis milhas do mar sobre terreno irregular [...] no lado próximo do rio ficava o palácio do rei, com uma grande praça aberta para nascente, separada do cais principal da cidade por alguns edifícios baixos, um pequeno forte e uma muralha e uma praia muito frequentada [...]"
"[...] O porto pela sua situação no oceano ocidental, é um dos mais amplos da Europa: possui grandeza bastante para conter 10 mil navios com comodidade e mesmo os maiores navegam em segurança em frente das janelas do palácio real. Defendem a sua entrada dois fortes: o primeiro chamado de S. Julião, acha-se construído na margem; o outro, a torre do Bugio, fica defronte num banco de areia rodeado de água. A natureza forneceu também outra defesa, a barra, muito perigosa sem o auxílio dos pilotos acostumados ao local [...]"
O impacto do tsunami na baixa da cidade de Lisboa e no estuário do Tejo foi enorme:
"[...] De repente ouvi um clamor geral: " o mar está a subir" [...] De repente apareceu a uma pequena distância uma enorme massa de água a erguer-se como uma montanha [...] precipitando-se em direcção à terra tão impetuosamente que, não obstante termos imediatamente fugido [...] muitos foram arrastados para o largo. Os restantes ficaram com água acima das cinturas, a boa distância das margens [...] Em resumo, os dois primeiros abalos foram tão violentos que na opinião de vários pilotos a localização da barra da foz do Tejo foi alterada."
(Excerto de TSUNAMIS EM PORTUGAL, O Catálogo Português de Tsunamis, Tsunami de 1 de Novembro de 1755)
Matérias:
- A tectónica recente e a fonte do grande sismo de Lisboa de 1 de Novembro de 1755. - Tsunamis em Portugal [inclui o Catálogo Português de Tsunamis]. - Perigosidade e Risco sísmico. - Escala de Sieberg-Ambraseys : Escala de IIDA. Anexo I. - Escalas de Intensidade Macrossísmica. Anexo 2. - Glossário.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico e científico.
20€
1.ª edição.
Monografia de índole científica, obra de um grupo de investigadores integrados em Centros de Investigação da Universidade de Lisboa, cujo trabalho, além de fazer o ponto de situação relativo aos fenómenos sísmicos e suas consequências, pretende explicar os acontecimentos históricos mais importantes - alguns que directamente nos dizem respeito - à luz dos novos conhecimentos científicos e tecnológicos.
Livro ilustrado a p.b. e a cores ao longo do texto.
"O sismo de 1 de Novembro de 1755 ocorreu cerca das 9h 30m, hora solar, em Lisboa, tendo sido sentido um pouco por toda a Europa. O tsunami foi observado, no Atlântico Norte, desde as Ilhas Barbados até à Escócia. No entanto as ondas mais destrutivas foram observadas em Portugal Continental, Espanha (Golfo de Cadiz) e no Norte de Marrocos. As dimensões catastróficas deste evento, deram origem a uma enorme quantidade de relatos escritos, como mostram os exemplos que se seguem. Lisboa é um dos locais onde está melhor documentada a destruição gerada pelo sismo e o tsunami de 1755.
[...]
A descrição da cidade e do seu porto antes e depois do sismo de 1755 pode ser ilustrada a partir dos seguintes extractos de testemunhos de cidadãos britânicos:
"[...] a cidade de Lisboa, situada na margem norte do rio Tejo, a cerca de seis milhas do mar sobre terreno irregular [...] no lado próximo do rio ficava o palácio do rei, com uma grande praça aberta para nascente, separada do cais principal da cidade por alguns edifícios baixos, um pequeno forte e uma muralha e uma praia muito frequentada [...]"
"[...] O porto pela sua situação no oceano ocidental, é um dos mais amplos da Europa: possui grandeza bastante para conter 10 mil navios com comodidade e mesmo os maiores navegam em segurança em frente das janelas do palácio real. Defendem a sua entrada dois fortes: o primeiro chamado de S. Julião, acha-se construído na margem; o outro, a torre do Bugio, fica defronte num banco de areia rodeado de água. A natureza forneceu também outra defesa, a barra, muito perigosa sem o auxílio dos pilotos acostumados ao local [...]"
O impacto do tsunami na baixa da cidade de Lisboa e no estuário do Tejo foi enorme:
"[...] De repente ouvi um clamor geral: " o mar está a subir" [...] De repente apareceu a uma pequena distância uma enorme massa de água a erguer-se como uma montanha [...] precipitando-se em direcção à terra tão impetuosamente que, não obstante termos imediatamente fugido [...] muitos foram arrastados para o largo. Os restantes ficaram com água acima das cinturas, a boa distância das margens [...] Em resumo, os dois primeiros abalos foram tão violentos que na opinião de vários pilotos a localização da barra da foz do Tejo foi alterada."
(Excerto de TSUNAMIS EM PORTUGAL, O Catálogo Português de Tsunamis, Tsunami de 1 de Novembro de 1755)
Matérias:
- A tectónica recente e a fonte do grande sismo de Lisboa de 1 de Novembro de 1755. - Tsunamis em Portugal [inclui o Catálogo Português de Tsunamis]. - Perigosidade e Risco sísmico. - Escala de Sieberg-Ambraseys : Escala de IIDA. Anexo I. - Escalas de Intensidade Macrossísmica. Anexo 2. - Glossário.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico e científico.
20€
Etiquetas:
*COSTA (Paula Teves),
Catástrofes,
Ciência,
Ciências geodésicas,
Estudos científicos,
Estudos históricos,
Estudos técnicos,
História,
História de Portugal
29 janeiro, 2019
MORAES, Silvestre de - EVOLUÇÃO E DETERMINISMO - caracteres philosophicos - Coimbra, F. França Amado, 1912. In-8.º (19cm) de [4], 241, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Interessante ensaio filosófico de Silvestre Nuno de Morais, pensador natural da Covilhã.
"A Sciencia e a Philosophia ainda não lograram reconhecer-se, e residem em campos differentes, muitas vezes oppostos.
O philosopho é havido como um excentrico, elaborando conceitos, sem realidade, com mais ou menos argucia ou perspicacia; e o sabio é um snob, que armazena, em larga escala, conhecimentos dispersos, de que faz alarde e exibicionismo, mas que não correspondem ao exercicio da vida, e que não se traduzem em proveito, para alguem.
É que os philosophos querem tirar de si proprios, a philosophia, e os sabios amontoam dados de observação e experiencia, sem verificação alguma.
Sciencia e consciencia é bem raro encontrarem-se.
Domina o impressionismo, e domina a vaidade. E, ás vezes, alliam-se a sciencia com a philosophia, mas, para uma e a outra apparecem inteiramente confundidas, e, por isso mesmo, pervertidas. [...]
Fala-se muito, nos ultimos tempos, em Determinismo e Evolução.
Mas, como determinismo, entende-se a relação absoluta de causas e effeitos, e por evolução, entende-se o desenvolvimento ou o mechanismo extreme.
E assim, deve ver-se e concluir-se que o exercicio e a razão se encontram, na mais inteira desharmonia, porque se degladiam e negam reciprocamente.
Impera porconseguinte a anarchia.
Comtudo, no fundo da Natureza, a vida existe, e define-se ou harmoniza-se."
(Excerto do Prefácio)
Indice:
Prefacio. I - Synthese. II - Differenciação pelo Methodo. Psychiatria: I - Mathematica e Astronomia; II - Physica e Chimica; III - Biologia e Sociologia. Cosmologia: IV - Mesologia; V - Geologia; VI - Antropologia. Cosmo-psychiatria: VII - Ethnologia; VIII - Ontologia; IX - Paleontologia. Evolucionismo: X - Sciencia, Sciencias; XI - Finalidade; XII - Infinito Finito.
Exemplar brochado, parcialmente por abrir, em bom estado de conservação.
Raro.
20€
Reservado
1.ª edição.
Interessante ensaio filosófico de Silvestre Nuno de Morais, pensador natural da Covilhã.
"A Sciencia e a Philosophia ainda não lograram reconhecer-se, e residem em campos differentes, muitas vezes oppostos.
O philosopho é havido como um excentrico, elaborando conceitos, sem realidade, com mais ou menos argucia ou perspicacia; e o sabio é um snob, que armazena, em larga escala, conhecimentos dispersos, de que faz alarde e exibicionismo, mas que não correspondem ao exercicio da vida, e que não se traduzem em proveito, para alguem.
É que os philosophos querem tirar de si proprios, a philosophia, e os sabios amontoam dados de observação e experiencia, sem verificação alguma.
Sciencia e consciencia é bem raro encontrarem-se.
Domina o impressionismo, e domina a vaidade. E, ás vezes, alliam-se a sciencia com a philosophia, mas, para uma e a outra apparecem inteiramente confundidas, e, por isso mesmo, pervertidas. [...]
Fala-se muito, nos ultimos tempos, em Determinismo e Evolução.
Mas, como determinismo, entende-se a relação absoluta de causas e effeitos, e por evolução, entende-se o desenvolvimento ou o mechanismo extreme.
E assim, deve ver-se e concluir-se que o exercicio e a razão se encontram, na mais inteira desharmonia, porque se degladiam e negam reciprocamente.
Impera porconseguinte a anarchia.
Comtudo, no fundo da Natureza, a vida existe, e define-se ou harmoniza-se."
(Excerto do Prefácio)
Indice:
Prefacio. I - Synthese. II - Differenciação pelo Methodo. Psychiatria: I - Mathematica e Astronomia; II - Physica e Chimica; III - Biologia e Sociologia. Cosmologia: IV - Mesologia; V - Geologia; VI - Antropologia. Cosmo-psychiatria: VII - Ethnologia; VIII - Ontologia; IX - Paleontologia. Evolucionismo: X - Sciencia, Sciencias; XI - Finalidade; XII - Infinito Finito.
Exemplar brochado, parcialmente por abrir, em bom estado de conservação.
Raro.
20€
Reservado
Etiquetas:
*MORAIS (Silvestre de),
1ª E D I Ç Ã O,
Ciência,
Covilhã,
Estudos científicos,
Filosofia
10 janeiro, 2019
A LUA. Texto de O. Binder. Ilustrações de G. Solonevich. Tradução de Carlos Santos. Lisboa, Editorial Verbo, 1963. In-8.º (20,5cm) de 53, [1] p. ; mto il. ; E. Col. Ver e saber : Maravilhas do Mundo e da Ciência, 4
1.ª edição.
Curiosa monografia de educação científica sobre a Lua, publicada originalmente em 1962 (versão portuguesa, 1963), sete anos antes do homem pousar o pé em solo lunar.
Ilustrada com fotografias a p.b. e bonitos desenhos a cores ao longo do texto.
"Com um diâmetro de 3473 km, a Lua tem cerca de 1/4 do tamanho da Terra. Para um satélite é bastante. De todos os satélites dos nove planetas do nosso sistema solar a Lua é o sexto em tamanho. Apesar das suas dimensões, o peso (massa) da Lua é apenas 1/80 do da Terra. A Lua compõe-se de elementos mais leves e provavelmente não terá um denso núcleo de ferro, como a Terra. Em virtude dessa massa mais leve, tem a Lua à superfície, uma baixa atracção de gravitação, 1/6 da da Terra. Um homem de 90 quilos pesaria na Lua apenas 30."
(Excerto de A Lua, mundo nosso vizinho)
"Em 11 de Outubro de 1958, a aviação americana enviou o Pioneiro I, míssil de 80 kg, a uma altura de 115 000 km, quase um terço da distância à Lua. [...]
Outros mísseis serão enviados em direcção à Lua. Todas essas experiências lunares serão baseadas nas leis imutáveis do movimento no espaço. Um míssil tem de atingir, pelo menos, uma velocidade horária de 40 000 km, a fim de se libertar da poderosa atracção gavitacional da Terra.
Depois construir-se à um míssil que não só aterre na Lua como a deixe por si próprio, para voltar à Terra. Para tanto será necessária uma reserva de combustível que lhe permita vencer a velocidade de escape da Lua (8400 km/h).
Então, depois de esse mísseis terem preparado o caminho, uma nave espacial pilotada por homens alcançará a Lua. Ninguém sabe exactamente quando chegará esse dia. As previsões variam entre 1965 e o fim do século."
(Excerto de Direcção: Lua)
Matérias:
- A Lua, mundo nosso vizinho. - A origem da Lua. - O mapa das paisagens lunares. - As crateras e os raios. - As fases da Lua. - Eclipses. - As marés. - Como nos servimos da Lua. - Direcção: Lua.
Encadernação cartonada do editor.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
1.ª edição.
Curiosa monografia de educação científica sobre a Lua, publicada originalmente em 1962 (versão portuguesa, 1963), sete anos antes do homem pousar o pé em solo lunar.
Ilustrada com fotografias a p.b. e bonitos desenhos a cores ao longo do texto.
"Com um diâmetro de 3473 km, a Lua tem cerca de 1/4 do tamanho da Terra. Para um satélite é bastante. De todos os satélites dos nove planetas do nosso sistema solar a Lua é o sexto em tamanho. Apesar das suas dimensões, o peso (massa) da Lua é apenas 1/80 do da Terra. A Lua compõe-se de elementos mais leves e provavelmente não terá um denso núcleo de ferro, como a Terra. Em virtude dessa massa mais leve, tem a Lua à superfície, uma baixa atracção de gravitação, 1/6 da da Terra. Um homem de 90 quilos pesaria na Lua apenas 30."
(Excerto de A Lua, mundo nosso vizinho)
"Em 11 de Outubro de 1958, a aviação americana enviou o Pioneiro I, míssil de 80 kg, a uma altura de 115 000 km, quase um terço da distância à Lua. [...]
Outros mísseis serão enviados em direcção à Lua. Todas essas experiências lunares serão baseadas nas leis imutáveis do movimento no espaço. Um míssil tem de atingir, pelo menos, uma velocidade horária de 40 000 km, a fim de se libertar da poderosa atracção gavitacional da Terra.
Depois construir-se à um míssil que não só aterre na Lua como a deixe por si próprio, para voltar à Terra. Para tanto será necessária uma reserva de combustível que lhe permita vencer a velocidade de escape da Lua (8400 km/h).
Então, depois de esse mísseis terem preparado o caminho, uma nave espacial pilotada por homens alcançará a Lua. Ninguém sabe exactamente quando chegará esse dia. As previsões variam entre 1965 e o fim do século."
(Excerto de Direcção: Lua)
Matérias:
- A Lua, mundo nosso vizinho. - A origem da Lua. - O mapa das paisagens lunares. - As crateras e os raios. - As fases da Lua. - Eclipses. - As marés. - Como nos servimos da Lua. - Direcção: Lua.
Encadernação cartonada do editor.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
Etiquetas:
1ª E D I Ç Ã O,
Ciência,
Cultura,
Literatura Educativa,
Literatura Juvenil,
Lua
08 janeiro, 2019
KRAFFT-EBING, Doutor - O INSTINCTO SEXUAL E SUAS ABERRAÇÕES. Traducção de A. A. Queiroz de Souza. Segunda edição, emendeda. Lisboa, Livraria Central de Gomes de Carvalho, editor, 1907. In-8.º (17,5cm) de 79, [1] p. ; B.
"O livro que agora vae cahir sob os olhos do leitor representa sómente o quadro pathologico d'um desarranjo na mais nobre funcção da vida - o amor.
Escabroso assumpto na verdade é para quem não queira conhecer-se e aquilatar de si. Porém verdadeiro e feito com proficiencia, denota no auctor um senso critico de primeira ordem para o estudo de todos os desvairamentos a que póde levar a vida sexual.
O trabalho que vae ler-se deve ser maduramente meditado por todos. Os paes devem dal-o a ler a seus filhos quando chegarem á edade de comprehender a affectividade que é a fonte masi inesgotavel do bem estar n'este mundo.
Todos os casos relatados por vezes com cruesa e flagrancia demonstram que na pessoa mais conspicua se desenvolve muitas vezes o vicio mais infamante e se estygmatisa a maldade mais atroz."
(Excerto do Prefacio)
Summario:
Prefacio. - Generalidades. - A perversão sexual na Edade-media e na epocha actual. - Pintores, escriptores, esculptores, reis, imperadores e outros personagens historicos atacados de perversão sexual. - A prostituição masculina: os seus segredos. - A perversão sexual como complicação da inversão sexual: o fetichismo; o masoquismo, o sadismo e a necrephilia. - O hermophroditismo psicho-sexual. - Causas da inversão sexual. - Reconhecimento do uranismo. - Tratamento. - A inversão sexual na mulher. - O amor lesbio. - A poetisa Sapho. - Segredos do tribadismo. - Casos praticos. - Opinião de Mantegazza. - Aberrações do sentido genital em ambos os sexos. - É possivel a cura? - Legislação.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Sem registo na BNP ou outra fonte bibliográfica.
Indisponível
"O livro que agora vae cahir sob os olhos do leitor representa sómente o quadro pathologico d'um desarranjo na mais nobre funcção da vida - o amor.
Escabroso assumpto na verdade é para quem não queira conhecer-se e aquilatar de si. Porém verdadeiro e feito com proficiencia, denota no auctor um senso critico de primeira ordem para o estudo de todos os desvairamentos a que póde levar a vida sexual.
O trabalho que vae ler-se deve ser maduramente meditado por todos. Os paes devem dal-o a ler a seus filhos quando chegarem á edade de comprehender a affectividade que é a fonte masi inesgotavel do bem estar n'este mundo.
Todos os casos relatados por vezes com cruesa e flagrancia demonstram que na pessoa mais conspicua se desenvolve muitas vezes o vicio mais infamante e se estygmatisa a maldade mais atroz."
(Excerto do Prefacio)
Summario:
Prefacio. - Generalidades. - A perversão sexual na Edade-media e na epocha actual. - Pintores, escriptores, esculptores, reis, imperadores e outros personagens historicos atacados de perversão sexual. - A prostituição masculina: os seus segredos. - A perversão sexual como complicação da inversão sexual: o fetichismo; o masoquismo, o sadismo e a necrephilia. - O hermophroditismo psicho-sexual. - Causas da inversão sexual. - Reconhecimento do uranismo. - Tratamento. - A inversão sexual na mulher. - O amor lesbio. - A poetisa Sapho. - Segredos do tribadismo. - Casos praticos. - Opinião de Mantegazza. - Aberrações do sentido genital em ambos os sexos. - É possivel a cura? - Legislação.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Sem registo na BNP ou outra fonte bibliográfica.
Indisponível
Etiquetas:
*KRAFFT-EBING (Richard von),
Ciência,
Erotismo,
História,
Literatura erótica,
Psiquiatria,
Saúde
28 outubro, 2018
ANTUNES, João - O OCULTISMO E A SCIENCIA CONTEMPORANEA. Notas, teorias, documentos e factos. Com uma carta-prefacio do Dr. Gerard Encausse. Lisboa, Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira, 1914. In-8.º (19cm) de 93, [3] p. ; B. Colecção "Psicologia Experimental", VII
1.ª edição.
Inclui em duas páginas o "Diagrama da constituição humana segundo os vários tradicionalismos herméticos".
"A colecção «Psicologia Experimental» tem por fim a vulgarização dos dados actuais das sciencias de observação no ramo momentoso da Psicologia. Vultos de primeira grandeza se têm notabilizado nestes estudos transcendentais e interessantes, William Crookes, Zoner, C. Flammarion, C. Lombroso, Aksakoff, Perty, Minot Savage, etc., lançando o seu contributo de luz sobre sobre uma fenomenologia obnubilada pelo mistério. A hipnologia e a magnetologia integraram nos seus limites, definidos á luz clara do experimentalismo, a grande maioria dos factos considerados hermetistas, por inexplicaveis. As sciencias denominadas ocultas começam a despir-se dos seus atavios misteriosos e a estudar-se em face do rigido positivismo da observação imediata e concreta."
(Excerto da nota do Editor)
"A Historia no seu evoluir secular através de mil gerações, objectivou o principio de que o homem é o asintota da Verdade. Caem os imperios e as raças numa derrocada fragosora e surgem as civilizações, de civilizações extintas e ele, o judeu errante do espaço, obsidiado pela eterna aspiração de palpar a razão intima e ultima das cousas aparece-nos como um caminheiro audaz empolgado de desilusões, sedento e faminto em busca daquela Verdade imanente e fugidia que não atingirá jamais. [...]
Uma das hipoteses mais interessantes que emergem deste complexo de conhecimentos indubitavelmente incompleto é se ha lados ignorados da Historia. A duvida tem um assentimento mental imediato. Os lados ignorados da Historia surgem a cada passo nos periodos contemporaneos com não hão de eles pulular nos periodos mais reconditos da Historia!
Ora um sistema filosofico que se oraganizou resultante da mise-en-science de todas as teorias, de todas as tradições, de todos os factos que se prendem por uma intensa afinidade ao transcendental e que assumiu o nome de Ocultismo, tenta apresentar criterios coordenativos e explicativos da filosofia da Historia. Não se poderá, dizer que seja um sistema simplesmente esporadico e isolado. A corrente demolidora do Enciclopedismo cedeu com uma certa passividade perante as teorias transcendentais e perante as tradições escatologicas. O problema do Transcendental existe,"
(Excerto de A hipotese hermetica)
Índice:
- [Nota do Editor acerca da Colecção]. - Carta-prefacio do Dr. Gerard Encausse. - Duas palavras. - A hipotese hermetica. - As teorias do Ocultismo. - A metafisica do ocultismo e o maravilhoso pré-scientifico. - A integração de certos dados hermeticos nas sciencias classicas. - De alguns fenomenos do Ocultismo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas com manchas.
Raro.
Indisponível
1.ª edição.
Inclui em duas páginas o "Diagrama da constituição humana segundo os vários tradicionalismos herméticos".
"A colecção «Psicologia Experimental» tem por fim a vulgarização dos dados actuais das sciencias de observação no ramo momentoso da Psicologia. Vultos de primeira grandeza se têm notabilizado nestes estudos transcendentais e interessantes, William Crookes, Zoner, C. Flammarion, C. Lombroso, Aksakoff, Perty, Minot Savage, etc., lançando o seu contributo de luz sobre sobre uma fenomenologia obnubilada pelo mistério. A hipnologia e a magnetologia integraram nos seus limites, definidos á luz clara do experimentalismo, a grande maioria dos factos considerados hermetistas, por inexplicaveis. As sciencias denominadas ocultas começam a despir-se dos seus atavios misteriosos e a estudar-se em face do rigido positivismo da observação imediata e concreta."
(Excerto da nota do Editor)
"A Historia no seu evoluir secular através de mil gerações, objectivou o principio de que o homem é o asintota da Verdade. Caem os imperios e as raças numa derrocada fragosora e surgem as civilizações, de civilizações extintas e ele, o judeu errante do espaço, obsidiado pela eterna aspiração de palpar a razão intima e ultima das cousas aparece-nos como um caminheiro audaz empolgado de desilusões, sedento e faminto em busca daquela Verdade imanente e fugidia que não atingirá jamais. [...]
Uma das hipoteses mais interessantes que emergem deste complexo de conhecimentos indubitavelmente incompleto é se ha lados ignorados da Historia. A duvida tem um assentimento mental imediato. Os lados ignorados da Historia surgem a cada passo nos periodos contemporaneos com não hão de eles pulular nos periodos mais reconditos da Historia!
Ora um sistema filosofico que se oraganizou resultante da mise-en-science de todas as teorias, de todas as tradições, de todos os factos que se prendem por uma intensa afinidade ao transcendental e que assumiu o nome de Ocultismo, tenta apresentar criterios coordenativos e explicativos da filosofia da Historia. Não se poderá, dizer que seja um sistema simplesmente esporadico e isolado. A corrente demolidora do Enciclopedismo cedeu com uma certa passividade perante as teorias transcendentais e perante as tradições escatologicas. O problema do Transcendental existe,"
(Excerto de A hipotese hermetica)
Índice:
- [Nota do Editor acerca da Colecção]. - Carta-prefacio do Dr. Gerard Encausse. - Duas palavras. - A hipotese hermetica. - As teorias do Ocultismo. - A metafisica do ocultismo e o maravilhoso pré-scientifico. - A integração de certos dados hermeticos nas sciencias classicas. - De alguns fenomenos do Ocultismo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas com manchas.
Raro.
Indisponível
08 setembro, 2018
HAECKEL, Ernesto - O PROBLEMA DO HOMEM E OS PRIMATAS DE LINNEU. Conferência realisada por Ernesto Haeckel, na Camara Municipal de Jena, em 17 de Junho de 1907. Traduzida do original alemão por João Maria Bravo. Lisboa, Imprensa Beleza, 1928. In-8.º (20,5cm) de 72 p. ; [3] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrada no texto com quadros e desenhos esquemáticos e em separado com três estampas.
"Deu ocasião á conferencia de hoje o desejo que, por vezes, me foi manifestado, de que fosse discutido em público o «Problema do Homem», isto é: «a importantissima questão sobre o lugar que o homem ocupa na Natureza e a sua relação com o conjunto das cousas», segundo os meus conhecimentos técnicos em zoologia. [...]
Que significa a surpreendente semelhança exterior e completa homogeneidade interna existente entre o organismo humano e o daqueles animais, que lhe estão imediatamente próximos, os macacos antropomorfos (de forma humana)? Que significa, sôbre tudo, o lugar natural do homem na classe dos mamiferos?"
(Excerto da Conferência)
Ernst Heinrich Philipp August Haeckel (1834-1919). "Foi um biólogo, naturalista, filósofo, médico, professor e artista alemão que ajudou a popularizar o trabalho de Charles Darwin, e um dos grandes expoentes do cientificismo positivista. Descreveu e nomeou várias espécies novas e elaborou uma árvore genealógica que relaciona todas as formas de vida. As contribuições de Haeckel para a zoologia eram uma mistura de pesquisa e especulação; ampliou as ideias do seu mentor, Johannes Müller, argumentando que os estágios embrionários num animal recapitulam a história de sua evolução, e, portanto, a ontogenia é a recapitulação da filogenia. Foi médico e um artista versado em ilustração que se tornaria professor em anatomia comparada. Foi dos primeiros a considerar a psicologia como um ramo da fisiologia. Propôs alguns termos utilizados frequentemente como filo, ecologia, antropogenia, filogenia e Reino Protista em 1866."
(Fonte: wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas oxidadas, com pequena falha de papel no canto inferior dto da capa frontal.
Raro.
15€
1.ª edição.
Ilustrada no texto com quadros e desenhos esquemáticos e em separado com três estampas.
"Deu ocasião á conferencia de hoje o desejo que, por vezes, me foi manifestado, de que fosse discutido em público o «Problema do Homem», isto é: «a importantissima questão sobre o lugar que o homem ocupa na Natureza e a sua relação com o conjunto das cousas», segundo os meus conhecimentos técnicos em zoologia. [...]
Que significa a surpreendente semelhança exterior e completa homogeneidade interna existente entre o organismo humano e o daqueles animais, que lhe estão imediatamente próximos, os macacos antropomorfos (de forma humana)? Que significa, sôbre tudo, o lugar natural do homem na classe dos mamiferos?"
(Excerto da Conferência)
Ernst Heinrich Philipp August Haeckel (1834-1919). "Foi um biólogo, naturalista, filósofo, médico, professor e artista alemão que ajudou a popularizar o trabalho de Charles Darwin, e um dos grandes expoentes do cientificismo positivista. Descreveu e nomeou várias espécies novas e elaborou uma árvore genealógica que relaciona todas as formas de vida. As contribuições de Haeckel para a zoologia eram uma mistura de pesquisa e especulação; ampliou as ideias do seu mentor, Johannes Müller, argumentando que os estágios embrionários num animal recapitulam a história de sua evolução, e, portanto, a ontogenia é a recapitulação da filogenia. Foi médico e um artista versado em ilustração que se tornaria professor em anatomia comparada. Foi dos primeiros a considerar a psicologia como um ramo da fisiologia. Propôs alguns termos utilizados frequentemente como filo, ecologia, antropogenia, filogenia e Reino Protista em 1866."
(Fonte: wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas oxidadas, com pequena falha de papel no canto inferior dto da capa frontal.
Raro.
15€
Etiquetas:
*HAECKEL (Ernst),
1ª E D I Ç Ã O,
Biologia,
Ciência,
Conferências / Discursos,
Zoologia
04 agosto, 2018
MARTINS, Dr. Francisco - RELIGIÃO E SCIENCIA. Sermão que na solemnidade inaugural do anno lectivo de 1894-1895, e juramento dos lentes da Universidade de Coimbra prégou o... Lente cathedratico da Faculdade de Theologia. Coimbra, Imprensa da Universidade, 1894. In-4.º (23,5cm) de 33, [3] p. ; B.
1.ª edição.
"Tudo o que é humano está sujeito a vicissitudes: condição imperterivel da contingencia immanente em sua natureza; mas tambem é insito nesta o aspirar sempre ao mais elevado e perfeito. [...]
O fim essencial da religião é ligar por amor os homens a Deus, e por este amor os homens entre si.
Ora, como naturalmente somos inclinados a amar um ser tanto mais, quanto melhor conhecemos as suas perfeições, segue-se que tudo, que possa concorrer para o conhecimento dos infinitos attributos do Ser Creador, contribue á realisação daquelle fim.
E, como todas as sciencias humanas estudam a magnificentissima obra da creação, em que divinas perfeições rebrilham e se ostentam, principalmente aos olhos de quem lida por perscrutar-lhe os segredos, áquelle fim nos conduzem todas.
Todas ellas são destinadas a elevar o homem, e tudo o que eleva o homem o approxima de Deus. Todos trabalham por dissipar as trevas da ignorancia, e quanta mais luz alumiar um espirito, tanto mais nitidamente nelle se representará a imagem de Deus.
Deste modo podemos com Clemente Alexandrino considerar as sciencias como preparatorio e auxiliar da religião."
(Excerto do Sermão)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas envelhecidas e algo manchadas.
Raro.
Indisponível
1.ª edição.
"Tudo o que é humano está sujeito a vicissitudes: condição imperterivel da contingencia immanente em sua natureza; mas tambem é insito nesta o aspirar sempre ao mais elevado e perfeito. [...]
O fim essencial da religião é ligar por amor os homens a Deus, e por este amor os homens entre si.
Ora, como naturalmente somos inclinados a amar um ser tanto mais, quanto melhor conhecemos as suas perfeições, segue-se que tudo, que possa concorrer para o conhecimento dos infinitos attributos do Ser Creador, contribue á realisação daquelle fim.
E, como todas as sciencias humanas estudam a magnificentissima obra da creação, em que divinas perfeições rebrilham e se ostentam, principalmente aos olhos de quem lida por perscrutar-lhe os segredos, áquelle fim nos conduzem todas.
Todas ellas são destinadas a elevar o homem, e tudo o que eleva o homem o approxima de Deus. Todos trabalham por dissipar as trevas da ignorancia, e quanta mais luz alumiar um espirito, tanto mais nitidamente nelle se representará a imagem de Deus.
Deste modo podemos com Clemente Alexandrino considerar as sciencias como preparatorio e auxiliar da religião."
(Excerto do Sermão)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas envelhecidas e algo manchadas.
Raro.
Indisponível
Etiquetas:
*MARTINS (Dr. Francisco),
1ª E D I Ç Ã O,
Ciência,
Livros antigos,
Livros séc. XIX,
Religião,
Sermões,
Teologia,
Universidade de Coimbra
29 junho, 2018
FLAMMARION, Camilo - INICIAÇÃO ASTRONOMICA. Traducção de Manoel Ribeiro. Obra ornada com 89 gravuras. Lisboa, Guimarães & C.ª - Editores, 1910. In-8.º (19cm) de 220, [4] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Trabalho de divulgação científica com grande interesse histórico e didático dado a época em que foi publicado (originalmente em França, apenas dois anos antes da 1.ª edição portuguesa, a presente, em 1908).
"O conhecimento das maravilhas do universo constitue uma sciencia muito vasta, bastante ardua, sem dúvida, para quem queira dedicar-se-lhe inteiramente; mas as suas noções elementares podem adquirir-se sem fadiga e até com prazer muito intenso, como quem se diverte. Prova-o, re resto, a sua origem que remonta á mais alta antiguidade. Os primeiros observadores do seu, fundadores da Astronomia, não blasonavam de «sabios», nem consideravam como «estudo» a contemplação dos ceus e como «sciencia» o resultado dos seus devaneios.
Estes primitivos astrónomos eram humildas lavradores e pastores da Cháldea. Nas longas e luninosas noites do Oriente, deitados ao pé das suas colheitas, notavam a forma invariavel das constelações, viam as estrelas voltar todas as noites por cima dos campos, anunciando as estações, e admiravam o movimento silencioso e preciso que arrasta no mesmo ritmo os inúmeros luzeiros do ceu, como se o vasto azul fôsse uma cúpula cravejada de pregos d'ouro que girasse em torno das nossas cabeças."
(Excerto do Cap. 1, Primeiras aspirações astronomicas)
Encontramo-nos sôbre a Terra, sôbre este globo que fluctua, que rola e que gravita, joguete de mais de doze movimentos incessantes e variados; mas tão pequenos sômos neste globo que tudo nos parece imóvel e imutável. Entretanto a noite desdobra as suas azas negras, as estrelas acêndem-se no fundo dos ceus e a Lua derrama na atmosfera a sua claridade pálida. Partamos, voemos com a velocidade da luz que é, lembrêmo-nos, de 300.000 quilómetros por segundo. Depois do primeiro segundo, passaremos á vista do mundo lunar que abre deante de nós as suas crateras escancaradas, as suas montanhas anulares de desfiladeiros abruptos, as suas cristas sélvagens e escalvadas, os seus vales profundos e as crevassas multiplicadas do seu solo convulsionado. Mas não paremos. O sol reaparece e permite-nos lançar um último olhar á Terra iluminada, este pequenino globo inclinado que cae, diminuindo na noite infinita. Está perto Vénus, uma nova terra egual á nossa; talvez ella seja povoada de sêres mais ou menos análogos a nós. Não nos demoremos. Passamos agora muito próximo do Sol para reconhecermos as suas explosões gigantescas e formidáveis; mas continuemos o nosso vôo. Eis Marte com as suas neves polares e mares estreitos, os seus canaes sombrios e terrenos avermelhados."
(Excerto do Cap. 45, O espaço sem limites)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágias com defeitos, exibindo vestígios antigos de humidade. Falha de papel na extremidade inferior da lombada.
Muito invulgar.
Indisponível
1.ª edição.
Trabalho de divulgação científica com grande interesse histórico e didático dado a época em que foi publicado (originalmente em França, apenas dois anos antes da 1.ª edição portuguesa, a presente, em 1908).
"O conhecimento das maravilhas do universo constitue uma sciencia muito vasta, bastante ardua, sem dúvida, para quem queira dedicar-se-lhe inteiramente; mas as suas noções elementares podem adquirir-se sem fadiga e até com prazer muito intenso, como quem se diverte. Prova-o, re resto, a sua origem que remonta á mais alta antiguidade. Os primeiros observadores do seu, fundadores da Astronomia, não blasonavam de «sabios», nem consideravam como «estudo» a contemplação dos ceus e como «sciencia» o resultado dos seus devaneios.
Estes primitivos astrónomos eram humildas lavradores e pastores da Cháldea. Nas longas e luninosas noites do Oriente, deitados ao pé das suas colheitas, notavam a forma invariavel das constelações, viam as estrelas voltar todas as noites por cima dos campos, anunciando as estações, e admiravam o movimento silencioso e preciso que arrasta no mesmo ritmo os inúmeros luzeiros do ceu, como se o vasto azul fôsse uma cúpula cravejada de pregos d'ouro que girasse em torno das nossas cabeças."
(Excerto do Cap. 1, Primeiras aspirações astronomicas)
Encontramo-nos sôbre a Terra, sôbre este globo que fluctua, que rola e que gravita, joguete de mais de doze movimentos incessantes e variados; mas tão pequenos sômos neste globo que tudo nos parece imóvel e imutável. Entretanto a noite desdobra as suas azas negras, as estrelas acêndem-se no fundo dos ceus e a Lua derrama na atmosfera a sua claridade pálida. Partamos, voemos com a velocidade da luz que é, lembrêmo-nos, de 300.000 quilómetros por segundo. Depois do primeiro segundo, passaremos á vista do mundo lunar que abre deante de nós as suas crateras escancaradas, as suas montanhas anulares de desfiladeiros abruptos, as suas cristas sélvagens e escalvadas, os seus vales profundos e as crevassas multiplicadas do seu solo convulsionado. Mas não paremos. O sol reaparece e permite-nos lançar um último olhar á Terra iluminada, este pequenino globo inclinado que cae, diminuindo na noite infinita. Está perto Vénus, uma nova terra egual á nossa; talvez ella seja povoada de sêres mais ou menos análogos a nós. Não nos demoremos. Passamos agora muito próximo do Sol para reconhecermos as suas explosões gigantescas e formidáveis; mas continuemos o nosso vôo. Eis Marte com as suas neves polares e mares estreitos, os seus canaes sombrios e terrenos avermelhados."
(Excerto do Cap. 45, O espaço sem limites)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágias com defeitos, exibindo vestígios antigos de humidade. Falha de papel na extremidade inferior da lombada.
Muito invulgar.
Indisponível
Etiquetas:
*FLAMMARION (Camille),
1ª E D I Ç Ã O,
Astronomia,
Ciência,
Curiosidades,
Ficção Científica
02 junho, 2018
BATTAGLIA, Eugenio - NÃO HA DEUS, NEM ALMA! O Universo sem enigmas. Lisboa, Livraria Barateira, 1924. In-8.º (19cm) de 116, [6] p. ; B.
1.ª edição.
Curioso ensaio composto por um conjunto de conceitos e teorias, onde o autor discorre sobre ciência e religião, mas também sobre assuntos banais do quotidiano.
"O estudo de questões filozoficas e de todas aquelas que com estas se relacionem, foi sempre e será muito do meu agrado.
Logo desde a mais tenra infancia, abandonado por aqueles que tinham o efetivo dever de me acompanhar os passos, abandonado a mãos mercenarias, interessadas em prolongar indefinidamente o meu estadio escolar, me tornei involuntariamente um pensador.
Desde novo me retraí, desde novo abracei cruzadamente todos os fantasticos problemas universais e se só tardiamente apareci como trabalhador do Pensamento, tal se deve á minha longa mocidade, que, devido igualmente ao abandono referido, não foi mais alem nem mais aquem, de uma irrequieta, silencioza, premente e saudoza distilação de alguns tecidos."
(Excerto do preâmbulo, Pródomo)
"Não iremos de forma alguma aprezentar ao leitor a historia da Filozofia, falando nas teorias dos afamados filozofos gregos, nas apreciações e dogmas dos filozofos da Egreja, alguns deles canonizados por ela e muito mais ainda nas seitas filozoficas da India e da China, todos e todas, á uma, uma imagem ou um original da filozofia europeia, da sua moral, da sua aspiração atual.
Desde sempre que os homens, por intermedio da metafizica, bazeados nos precarios conhecimentos politecnicos de todos os tempos, maiores ou menores, menores ou maiores, procuraram rezolver o maximo entre os maximos problemas do mundo que habitamos, a explicação da sua essencia. Sabios de todos os matizes, de todas as épocas e de todos os paizes, pensaram na razão do seu viver, da sua germinação, da sua morte, na germinação, existencia e morte de todos os demais seres, na fórma, existencia, germinação e morte do planeta que habitamos, das suas relações com o Universo, das suas afinidades com o seu Sol, com o seu satelite, com demais sóes e satelites.
Poucos foram porem os que pensaram um pouco nas obrigadas relações nossas com o centro da Terra e mais poucos ainda os que olharam para o chão que pizavam e para a enorme obra de tranzitoria fixação ou vizivel transformação da formidavel obra da Natureza."
(Excerto do Cap. I, O Estado actual da Filozofia)
Exemplar brochado em bom estao geral de conservação. Capas frágeis com pequenos defeitos.
Raro.
A BNP conta apenas com um exemplar registado na sua base de dados.
20€
1.ª edição.
Curioso ensaio composto por um conjunto de conceitos e teorias, onde o autor discorre sobre ciência e religião, mas também sobre assuntos banais do quotidiano.
"O estudo de questões filozoficas e de todas aquelas que com estas se relacionem, foi sempre e será muito do meu agrado.
Logo desde a mais tenra infancia, abandonado por aqueles que tinham o efetivo dever de me acompanhar os passos, abandonado a mãos mercenarias, interessadas em prolongar indefinidamente o meu estadio escolar, me tornei involuntariamente um pensador.
Desde novo me retraí, desde novo abracei cruzadamente todos os fantasticos problemas universais e se só tardiamente apareci como trabalhador do Pensamento, tal se deve á minha longa mocidade, que, devido igualmente ao abandono referido, não foi mais alem nem mais aquem, de uma irrequieta, silencioza, premente e saudoza distilação de alguns tecidos."
(Excerto do preâmbulo, Pródomo)
"Não iremos de forma alguma aprezentar ao leitor a historia da Filozofia, falando nas teorias dos afamados filozofos gregos, nas apreciações e dogmas dos filozofos da Egreja, alguns deles canonizados por ela e muito mais ainda nas seitas filozoficas da India e da China, todos e todas, á uma, uma imagem ou um original da filozofia europeia, da sua moral, da sua aspiração atual.
Desde sempre que os homens, por intermedio da metafizica, bazeados nos precarios conhecimentos politecnicos de todos os tempos, maiores ou menores, menores ou maiores, procuraram rezolver o maximo entre os maximos problemas do mundo que habitamos, a explicação da sua essencia. Sabios de todos os matizes, de todas as épocas e de todos os paizes, pensaram na razão do seu viver, da sua germinação, da sua morte, na germinação, existencia e morte de todos os demais seres, na fórma, existencia, germinação e morte do planeta que habitamos, das suas relações com o Universo, das suas afinidades com o seu Sol, com o seu satelite, com demais sóes e satelites.
Poucos foram porem os que pensaram um pouco nas obrigadas relações nossas com o centro da Terra e mais poucos ainda os que olharam para o chão que pizavam e para a enorme obra de tranzitoria fixação ou vizivel transformação da formidavel obra da Natureza."
(Excerto do Cap. I, O Estado actual da Filozofia)
Exemplar brochado em bom estao geral de conservação. Capas frágeis com pequenos defeitos.
Raro.
A BNP conta apenas com um exemplar registado na sua base de dados.
20€
20 maio, 2018
MOTA, Miguel - PROBLEMAS DA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA. Problemas da Agricultura. Artigos publicados no Jornal do Comércio : 1960-1969. [Por]...Engenheiro Agónomo : Departamento de Genética da Estação Agronómica Nacional. Lisboa, Federação Nacional dos Produtores de Trigo, 1969. In-4.º (24,5cm) de 268, [4] p. ;il. ; B.
1.ª edição.
Conjunto de artigos publicados pelo autor no Jornal do Comércio ao longo de dez anos, sobre a investigação científica em Portugal e a sua aplicação à agricultura nacional.
Livro ilustrado com quadros no texto.
Miguel Eugénio Galvão de Melo e Mota (1922-2016). Agrónomo, investigador e cientista português, doutor honoris causa pela Universidade de Évora e pioneiro da Genética e da Biologia Celular em Portugal. "Estudou no Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa, de 1940 a 1948, quando recebeu o título de Engenheiro Agrónomo. O seu Relatório de Tirocínio, "Factores que comandam a cor e o comprimento do pêlo no coelho" foi classificado com 18 valores. A dissertação, cujo trabalho de investigação foi realizado de 1946 a 1948 no Departamento de Genética da Estação Agronómica Nacional e se intitulou "O Trigo Sarraceno (Fagopyrum esculentum Moench)", foi classificado com 17 valores. A classificação final de curso foi de 14 valores."
(Fonte: http://miguelmota.planetaclix.pt/cv.html)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
1.ª edição.
Conjunto de artigos publicados pelo autor no Jornal do Comércio ao longo de dez anos, sobre a investigação científica em Portugal e a sua aplicação à agricultura nacional.
Livro ilustrado com quadros no texto.
Miguel Eugénio Galvão de Melo e Mota (1922-2016). Agrónomo, investigador e cientista português, doutor honoris causa pela Universidade de Évora e pioneiro da Genética e da Biologia Celular em Portugal. "Estudou no Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa, de 1940 a 1948, quando recebeu o título de Engenheiro Agrónomo. O seu Relatório de Tirocínio, "Factores que comandam a cor e o comprimento do pêlo no coelho" foi classificado com 18 valores. A dissertação, cujo trabalho de investigação foi realizado de 1946 a 1948 no Departamento de Genética da Estação Agronómica Nacional e se intitulou "O Trigo Sarraceno (Fagopyrum esculentum Moench)", foi classificado com 17 valores. A classificação final de curso foi de 14 valores."
(Fonte: http://miguelmota.planetaclix.pt/cv.html)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
Etiquetas:
*MOTA (Miguel),
1ª E D I Ç Ã O,
Agricultura,
Agronomia,
Ciência,
Crónicas
19 março, 2018
HAWKING, Stephen & STONE, Gene - O UNIVERSO DE STEPHEN HAWKING. Tradução de Isabel Araújo. [Lisboa], Difusão Cultural, 1994. In-4.º (24,5cm) de ix, [1], 190 p. ; mto il. ; E. Colecção Ciência Hoje1.ª edição.
Impressa em papel de qualidade superior e muito ilustrada com fotogravuras a p.b. nas páginas do texto.
Apontamentos sobre a vida de Stephen Hawking, famoso físico britânico, e uma das mais fascinantes e extraordinárias personalidades do universo académico-científico.
"De um lado o Big Bang, os buracos negros, as anãs brancas, os quasares, a teoria da relatividade ou a mecânica quântica; do outro, os familiares, os amigos, os colegas, os alunos e alguns dos mais famosos físicos mundiais. Todos juntos, eles dão vida ao universo de Stephen Hawking.
A mãe, a irmã e o irmão falam do jovem que conheceram e do homem em que se tornou.
Os colegas de liceu e da faculdade recordam, com humor e amizade, os anos de estudo e, principalmente, de diversão.
Os professores de Oxford e Cambridge relembram aquele aluno brilhante que tolerava mal o ensino convencional.
Os colegas e físicos descrevem as ideias que moldaram o seu trabalho e o deles, e a importância dos conceitos que ele desenvolveu. Por fim, o próprio Stephen Hawking fala dos seus tempos de infância e juventude com o mesmo à-vontade com que apresenta as suas complexas teorias e as suas mais recentes propostas de interpretação do universo.
Captado numa dupla perspectiva, humana e científica, este livro é um retrato imensamente comovente e infindavelmente fascinantes de um dos maiores génios do século XX."
Stephen William Hawking (Oxford, 1942 - Cambridge, 2018). “Foi um físico teórico
e cosmólogo britânico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade. Doutor
em cosmologia, foi professor lucasiano de matemática na Universidade de
Cambridge onde era professor lucasiano emérito, um posto que foi ocupado por
Isaac Newton, Paul Dirac e Charles Babbage. Foi diretor de pesquisa
do Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica (DAMTP) e fundador do
Centro de Cosmologia Teórica (CTC) da Universidade de Cambridge.
Hawking era portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA),
uma rara doença degenerativa que paralisa os músculos do corpo sem, no entanto,
atingir as funções cerebrais, e para a qual não existe cura. A
doença foi detectada quando tinha 21 anos. Em 1985 Hawking teve que submeter-se
a uma traqueostomia após ter contraído pneumonia durante a visita que efectuou ao CERN, na Suíça, e
desde então, utilizava um sintetizador de voz para comunicar. Gradualmente,
foi perdendo o movimento dos braços e das pernas, assim como do resto da
musculatura voluntária, incluindo a força para manter a cabeça erguida, de modo
que sua mobilidade era praticamente nula. Em 2005 Hawking usava os músculos da bochecha
para controlar o sintetizador, e em 2009 já não podia controlar a cadeira
de rodas eléctrica. Desde então, grupos de cientistas estudam formas de
evitar que Hawking sofra de síndrome do encarceramento, tentando traduzir os
pensamentos ou expressões de Hawking em fala. A versão mais recente,
desenvolvida pela Intel e cedida a Hawking em 2013, rastreava o movimento dos
olhos do cientista para gerar palavras."(fonte: Wikipédia)
Encadernação do editor com sobrecapa policromada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
Etiquetas:
*HAWKING (Stephen),
1ª E D I Ç Ã O,
Astronomia,
Autobiog./Memórias,
Ciência,
Física,
Inglaterra
15 março, 2018
HAWKING, Stephen W. - BREVE HISTÓRIA DO TEMPO. Do Big Bang aos Buracos Negros. Tradução de Ribeiro da Fonseca. Revisão, adaptação do texto e notas de José Félix Gomes da Costa : Instituto Superior Técnico. [Introdução de Carl Sagan]. Lisboa, Gradiva, 1988. In-8.º (21cm) de 247, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante obra científica de divulgação sobre os conceitos teóricos de Hawking. Publicada entre nós em 1988, no mesmo ano que a edição original americana.
Ilustrada nas folhas do texto com desenhos esquemáticos, gráficos e fotografias do cosmos.
"Pela primeira vez, Hawking escreve uma obra de divulgação, explorando os limites do nosso conhecimento da astrofísica e da natureza do tempo e do universo. O resultado é um livro absolutamente brilhante; uma apresentação clássica das ideias científicas mais importantes dos nossos dias e a possibilidade única de poder seguir o intelecto de um dos pensadores mais imaginativos e influentes do nosso tempo. Houve realmente um princípio do tempo? Haverá um fim? O universo é infinito ou tem limites? Pegando nestas questões, Hawking passa em revista as grandes teorias do cosmos e as contradições e paradoxos ainda por resolver e explora a ideia de uma combinação da teoria da relatividade geral com a mecânica quântica numa teoria unificada que resolveria todos os mistérios. Breve História do Tempo é um livro escrito para os que preferem as palavras às equações, onde, no estilo incisivo que lhe é próprio, Hawking nos mostra como o «retrato» do mundo evoluiu até aos nossos dias. Brilhante."
(Apresentação retirada da contracapa)
Índice:
Agradecimentos. Introdução de Carl Sagan. I - A nossa representação do Universo. II - Espaço e Tempo. III - O Universo em expansão. IV - O Princípio da Incerteza. V - As partículas elementares e as forças da natureza. VI - Buracos Negros. VII - Os Buracos Negros não são tão negros. VIII - A origem e destino do Universo. IX - A seta do Tempo. X - A unificação da Física. XI - Conclusão. Albert Einstein. Galileu Galilei. Isaac Newton. O Autor e a sua Obra. Glossário. Índice remissivo.
Stephen William Hawking (Oxford, 1942 - Cambridge, 2018). “Foi um físico teórico e cosmólogo britânico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade. Doutor em cosmologia, foi professor lucasiano de matemática na Universidade de Cambridge onde era professor lucasiano emérito, um posto que foi ocupado por Isaac Newton, Paul Dirac e Charles Babbage. Foi diretor de pesquisa do Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica (DAMTP) e fundador do Centro de Cosmologia Teórica (CTC) da Universidade de Cambridge. Hawking era portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma rara doença degenerativa que paralisa os músculos do corpo sem, no entanto, atingir as funções cerebrais, e para a qual não existe cura. A doença foi detectada quando tinha 21 anos. Em 1985 Hawking teve que submeter-se a uma traqueostomia após ter contraído pneumonia durante a visita que efectuou ao CERN, na Suíça, e desde então, utilizava um sintetizador de voz para comunicar. Gradualmente, foi perdendo o movimento dos braços e das pernas, assim como do resto da musculatura voluntária, incluindo a força para manter a cabeça erguida, de modo que sua mobilidade era praticamente nula. Em 2005 Hawking usava os músculos da bochecha para controlar o sintetizador, e em 2009 já não podia controlar a cadeira de rodas eléctrica. Desde então, grupos de cientistas estudam formas de evitar que Hawking sofra de síndrome do encarceramento, tentando traduzir os pensamentos ou expressões de Hawking em fala. A versão mais recente, desenvolvida pela Intel e cedida a Hawking em 2013, rastreava o movimento dos olhos do cientista para gerar palavras."
(fonte: Wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico e científico.
Indisponível
1.ª edição.
Importante obra científica de divulgação sobre os conceitos teóricos de Hawking. Publicada entre nós em 1988, no mesmo ano que a edição original americana.
Ilustrada nas folhas do texto com desenhos esquemáticos, gráficos e fotografias do cosmos.
"Pela primeira vez, Hawking escreve uma obra de divulgação, explorando os limites do nosso conhecimento da astrofísica e da natureza do tempo e do universo. O resultado é um livro absolutamente brilhante; uma apresentação clássica das ideias científicas mais importantes dos nossos dias e a possibilidade única de poder seguir o intelecto de um dos pensadores mais imaginativos e influentes do nosso tempo. Houve realmente um princípio do tempo? Haverá um fim? O universo é infinito ou tem limites? Pegando nestas questões, Hawking passa em revista as grandes teorias do cosmos e as contradições e paradoxos ainda por resolver e explora a ideia de uma combinação da teoria da relatividade geral com a mecânica quântica numa teoria unificada que resolveria todos os mistérios. Breve História do Tempo é um livro escrito para os que preferem as palavras às equações, onde, no estilo incisivo que lhe é próprio, Hawking nos mostra como o «retrato» do mundo evoluiu até aos nossos dias. Brilhante."
(Apresentação retirada da contracapa)
Índice:
Agradecimentos. Introdução de Carl Sagan. I - A nossa representação do Universo. II - Espaço e Tempo. III - O Universo em expansão. IV - O Princípio da Incerteza. V - As partículas elementares e as forças da natureza. VI - Buracos Negros. VII - Os Buracos Negros não são tão negros. VIII - A origem e destino do Universo. IX - A seta do Tempo. X - A unificação da Física. XI - Conclusão. Albert Einstein. Galileu Galilei. Isaac Newton. O Autor e a sua Obra. Glossário. Índice remissivo.
Stephen William Hawking (Oxford, 1942 - Cambridge, 2018). “Foi um físico teórico e cosmólogo britânico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade. Doutor em cosmologia, foi professor lucasiano de matemática na Universidade de Cambridge onde era professor lucasiano emérito, um posto que foi ocupado por Isaac Newton, Paul Dirac e Charles Babbage. Foi diretor de pesquisa do Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica (DAMTP) e fundador do Centro de Cosmologia Teórica (CTC) da Universidade de Cambridge. Hawking era portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma rara doença degenerativa que paralisa os músculos do corpo sem, no entanto, atingir as funções cerebrais, e para a qual não existe cura. A doença foi detectada quando tinha 21 anos. Em 1985 Hawking teve que submeter-se a uma traqueostomia após ter contraído pneumonia durante a visita que efectuou ao CERN, na Suíça, e desde então, utilizava um sintetizador de voz para comunicar. Gradualmente, foi perdendo o movimento dos braços e das pernas, assim como do resto da musculatura voluntária, incluindo a força para manter a cabeça erguida, de modo que sua mobilidade era praticamente nula. Em 2005 Hawking usava os músculos da bochecha para controlar o sintetizador, e em 2009 já não podia controlar a cadeira de rodas eléctrica. Desde então, grupos de cientistas estudam formas de evitar que Hawking sofra de síndrome do encarceramento, tentando traduzir os pensamentos ou expressões de Hawking em fala. A versão mais recente, desenvolvida pela Intel e cedida a Hawking em 2013, rastreava o movimento dos olhos do cientista para gerar palavras."
(fonte: Wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico e científico.
Indisponível
Etiquetas:
*HAWKING (Stephen),
*SAGAN (Carl),
1ª E D I Ç Ã O,
Ciência,
Física,
História,
História Universal
24 dezembro, 2016
SERRA, Antonio M. C. Carvalho - A ORIGEM DOS CICLONES. Demonstração física experimental deste fenómeno e forma pratica de calcular as datas do seu inicio. LEI DA PERIODICIDADE e experiência comprovativa do movimento da Terra em volta do Sol. Divulgação Científica. [S.l.], [Edição do Autor - imp. Tip. A. Candido Guerreiro, Setúbal], 1933. In-8.º (18,5cm) de 72 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Curiosa obra de divulgação científica sobre os ciclones.
Muito ilustrada no texto com desenhos esquemáticos, tabelas e gráficos.
"Ciclone ou tufão é o termo com que se designam os meteoros que se apresentam redemoinhando na destruição das cidades e sementeiras, sobretudo nas costas orientais dos grandes continentes que constituem a parte sólida da superfície do globo terrestre.
A sua formação deve-se sempre a um máximo de tensão (forte depressão), que, no seu movimento, de translação, marcha em sentido contrário de outro movimento, ou pelo menos com velocidade bastante desigual."
(excerto de A formação dos ciclones)
Matérias:
Prefácio. - Perigeu solar. - Perigeu dum planeta. - Origem dos ciclones. - A formação dos ciclones. - Confecção dos cálculos das datas. - Progressão dos valores que contrariam a velocidade das matérias na orbita lunar. - A escolha dos valores para a confecção do calculo e a sua correcção. - Construção. - Cálculo. - Leitura dos gráficos. - Lei da Periodicidade: A Periodicidade, das datas e posições que as perturbações meteorológicas devem ocupar na superfície do globo terrestre. - Periodicidade : máximos. - Periodicidade : mínimos. - O movimento de translação da terra e as experiências comprovativas desse movimento. - Previsões de Meteorologia
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
10€
1.ª edição.
Curiosa obra de divulgação científica sobre os ciclones.
Muito ilustrada no texto com desenhos esquemáticos, tabelas e gráficos.
"Ciclone ou tufão é o termo com que se designam os meteoros que se apresentam redemoinhando na destruição das cidades e sementeiras, sobretudo nas costas orientais dos grandes continentes que constituem a parte sólida da superfície do globo terrestre.
A sua formação deve-se sempre a um máximo de tensão (forte depressão), que, no seu movimento, de translação, marcha em sentido contrário de outro movimento, ou pelo menos com velocidade bastante desigual."
(excerto de A formação dos ciclones)
Matérias:
Prefácio. - Perigeu solar. - Perigeu dum planeta. - Origem dos ciclones. - A formação dos ciclones. - Confecção dos cálculos das datas. - Progressão dos valores que contrariam a velocidade das matérias na orbita lunar. - A escolha dos valores para a confecção do calculo e a sua correcção. - Construção. - Cálculo. - Leitura dos gráficos. - Lei da Periodicidade: A Periodicidade, das datas e posições que as perturbações meteorológicas devem ocupar na superfície do globo terrestre. - Periodicidade : máximos. - Periodicidade : mínimos. - O movimento de translação da terra e as experiências comprovativas desse movimento. - Previsões de Meteorologia
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
10€
26 novembro, 2016
KYRWAN, C. de - COMO PODE ACABAR O MUNDO. Segundo a sciencia e segundo a Biblia. Por... Membro associado da Academia delphinal, correspondente da Academia de Besançon. Traducção de Tito Martins. Lisboa, Empreza Lusitana Editora, [19--]. In-8.º (17cm) de 82 p. ; B. Encyclopedia Popular, 1
1.ª edição.
Interessante trabalho filosófico sobre «o fim do mundo». Trata-se do 1.º número desta pouco conhecida colecção, publicado no final do século XIX - princípio do século XX.
"Muito se tem escripto sobre a interpretação dos primeiros capitulos do Genesis e sobre a maior ou menor concordancia das theorias scientificas actualmente admittidas com os phenomenos cosmologicos citados pela Biblia, ou aos quaes se faz allusão no Livro inspirado, sobre tudo no que diz respeito ás origens do universo. Bem menos ha, comtudo, quem se tenha occupado, sob esse ponto de vista, das predicções contidas nas Sagradas Escripturas, com relação ao fim dos tempos.
É certo que n'esta ordem de factos, analogias de offerecem muito mais difficeis de estabelecer. Os textos que se referem aos derradeiros dias da humanidade são obscuros, quiçá ainda mais metaphoricos que os que tratam de creação; além de que, são relativamente raros e os respectivos interpretes nem sempre se encontram concordes quanto á sua applicação, relacionando, uns, em parte, com o fim do mundo, o que outros attribuem, exclusivamente, á destruição de Jerusalem, por exemplo.
Por outro lado, nem sempre se offerecem d'uma precisão absoluta as conclusões a que as recentes descobertas da sciencia tem permittido os sabios chegar, conservando-se ainda, pelo menos até um certo ponto, no campo das generalidades vagas e longinquas."
(Excerto da Introducção)
Matérias:
I - Affirmações, previsões e conjecturas da Sciencia. II - Previsões extrahidas da Escriptura Sagrada. III - Confronto dos dados scientificos com os textos sagrados. IV - Conveniencia dos confrontos feitos. Objecções e respostas.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro e muito curioso.
Sem registo na BNP.
15€
1.ª edição.
Interessante trabalho filosófico sobre «o fim do mundo». Trata-se do 1.º número desta pouco conhecida colecção, publicado no final do século XIX - princípio do século XX.
"Muito se tem escripto sobre a interpretação dos primeiros capitulos do Genesis e sobre a maior ou menor concordancia das theorias scientificas actualmente admittidas com os phenomenos cosmologicos citados pela Biblia, ou aos quaes se faz allusão no Livro inspirado, sobre tudo no que diz respeito ás origens do universo. Bem menos ha, comtudo, quem se tenha occupado, sob esse ponto de vista, das predicções contidas nas Sagradas Escripturas, com relação ao fim dos tempos.
É certo que n'esta ordem de factos, analogias de offerecem muito mais difficeis de estabelecer. Os textos que se referem aos derradeiros dias da humanidade são obscuros, quiçá ainda mais metaphoricos que os que tratam de creação; além de que, são relativamente raros e os respectivos interpretes nem sempre se encontram concordes quanto á sua applicação, relacionando, uns, em parte, com o fim do mundo, o que outros attribuem, exclusivamente, á destruição de Jerusalem, por exemplo.
Por outro lado, nem sempre se offerecem d'uma precisão absoluta as conclusões a que as recentes descobertas da sciencia tem permittido os sabios chegar, conservando-se ainda, pelo menos até um certo ponto, no campo das generalidades vagas e longinquas."
(Excerto da Introducção)
Matérias:
I - Affirmações, previsões e conjecturas da Sciencia. II - Previsões extrahidas da Escriptura Sagrada. III - Confronto dos dados scientificos com os textos sagrados. IV - Conveniencia dos confrontos feitos. Objecções e respostas.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro e muito curioso.
Sem registo na BNP.
15€
Etiquetas:
*KYRWAN (C. de),
1ª E D I Ç Ã O,
Ciência,
Curiosidades,
Estudos críticos,
Filosofia,
História,
Religião
03 maio, 2016
LISBOA, Achilles - DE EUCLIDES A EINSTEIN OU DO ESPAÇO A TRES DIMENSÕES AO ESPAÇO CURVO (Recepção, na Academia Maranhense de Letras, do Professor Bacelar Portela). S. Luiz-Maranhão, [s.n.], 1950. In-4.º (23,5cm) de 21, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Valorizada pela extensa dedicatória autógrafa de Aquiles Lisboa ao escritor português Fran Paxeco.
"Tão fortes são os hábitos mentais, que se nos estabelecem pela educação intelectual, que não é sem relutância que podemos admitir as revoluções do conhecimento, provocadas pelos progressos da Ciência, que, na sua ansiedade de investigar, não pode permitir bases definitivas para o saber. É o que nos está a acontecer com êste novo raio de luz espiritual, com que o penetrante gênio de Einstein nos veio dar feição diferente dos conceitos clássicos sôbre o espaço e o tempo, as duas colunas mestras em que se apoia o edifício do entendimento humano."
(excerto do texto)
Aquiles de Faria Lisboa (Cururupu, 1872-1954). "Foi um médico, político e cientista brasileiro. Aquiles Lisboa foi governador do Maranhão e prefeito de Cururupu, além de médico e diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Considerado o pioneiro no tratamento da hanseníase no Maranhão, foi condecorado pela Assembleia Legislativa do Maranhão com um selo comemorativo, a ser usado em toda correspondência oficial daquela casa legislativa."
(fonte: wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível
1.ª edição.
Valorizada pela extensa dedicatória autógrafa de Aquiles Lisboa ao escritor português Fran Paxeco.
"Tão fortes são os hábitos mentais, que se nos estabelecem pela educação intelectual, que não é sem relutância que podemos admitir as revoluções do conhecimento, provocadas pelos progressos da Ciência, que, na sua ansiedade de investigar, não pode permitir bases definitivas para o saber. É o que nos está a acontecer com êste novo raio de luz espiritual, com que o penetrante gênio de Einstein nos veio dar feição diferente dos conceitos clássicos sôbre o espaço e o tempo, as duas colunas mestras em que se apoia o edifício do entendimento humano."
(excerto do texto)
Aquiles de Faria Lisboa (Cururupu, 1872-1954). "Foi um médico, político e cientista brasileiro. Aquiles Lisboa foi governador do Maranhão e prefeito de Cururupu, além de médico e diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Considerado o pioneiro no tratamento da hanseníase no Maranhão, foi condecorado pela Assembleia Legislativa do Maranhão com um selo comemorativo, a ser usado em toda correspondência oficial daquela casa legislativa."
(fonte: wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível
Etiquetas:
§ AUTÓGRAFOS,
*EINSTEIN (Albert),
*LISBOA (Aquiles),
1ª E D I Ç Ã O,
Brasil,
Ciência,
História,
Homenagem
23 outubro, 2015
[ESTUDOS SOBRE PERSONALIDADES AÇORIANAS]
..................................
LUZ, José Luís Brandão da - A POSITIVIDADE DAS CIÊNCIAS SOCIAIS EM TEÓFILO BRAGA. Ponta Delgada, Instituto Cultural de Ponta Delgada, 1994. In-8º (21cm) de [2], [22], [2] p. (181-202 pp.) ; B. Separata da Revista "Insvlana"
"O desenvolvimento das ciências, a crescente industrialização da Europa e a instabilidade social que alastrava teriam feito sentir a necessidade de encontrar resposta à desarticulação dos esquemas tradicionais de abordagem da sociedade. Para Teófilo Braga estas motivações históricas teriam levado Augusto Comte a responder aos problemas de ordem teórica e às urgências de carácter prático, transpondo para a análise social o modelo das ciências positivas. Afastando do seu horizonte de pesquisa qualquer tipo de categorização de teor metafísico, procura subordinar o novo ramo da árvore do saber aos critérios metodológicos da positividade, em que sobressaem os ideais de quantificação que as pesquisas procuram calcular; a definição do índice de regularidade com que uma relação de fenómenos se manifesta e a sua filiação, segundo as exigências do determinismo causal das ciências da natureza."
Matérias:
1 - As Ciências Sociais no século XIX. 2 - Determinismo casual. 3 - Natureza orgânica da dinâmica social. 4 - Dedução em sociologia.
.................................
PONTE, António Nunes da - O DR. JOSÉ NUNES DA PONTE : médico, político e homem de bem. Um açoriano da transição do século. Ponta Delgada, Instituto Cultural de Ponta Delgada, 2000. In-8º (21cm) de [2], [22], [2] p. (75-96 pp.) ; B. Separata da Revista "Insvlana"
José Nunes da Ponte (1849-1924). Nascido na Vila da Ribeira Grande, Ilha de S. Miguel, em 1849, falecido na cidade do Porto no ano de 1924. Foi um médico, político, filantropo e poeta português. Bacharel em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, em 1879, domiciliou-se no Porto, cidade onde exerceu Medicina. Membro do Partido Republicano Português e depois do Partido Unionista, desempenhou papel de vulto na divulgação dos ideais republicanos na cidade do Porto até à Revolução de 1910. Ocupou diversos cargos durante a Primeira República Portuguesa, entre os quais o de primeiro governador civil republicano do Distrito do Porto (1910), Presidente da Câmara Municipal do Porto interino de 14 de Dezembro de 1907 a 14 de Maio de 1908 e efectivo de 13 de Outubro de 1910 a 12 de Janeiro de 1911, Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto, deputado da Nação e presidente da Câmara dos Deputados e 67.º Ministro das Obras Públicas e Ministro do Fomento durante o 9.º Governo Republicano de Pimenta de Castro (28 de Janeiro a 14 de Maio de 1915), etc. Foi também poeta de mérito."
(Fonte: wikipédia)
..................................
Exemplares brochados em bom estado de conservação.
Obras pouco vulgares.
10€
..................................
LUZ, José Luís Brandão da - A POSITIVIDADE DAS CIÊNCIAS SOCIAIS EM TEÓFILO BRAGA. Ponta Delgada, Instituto Cultural de Ponta Delgada, 1994. In-8º (21cm) de [2], [22], [2] p. (181-202 pp.) ; B. Separata da Revista "Insvlana""O desenvolvimento das ciências, a crescente industrialização da Europa e a instabilidade social que alastrava teriam feito sentir a necessidade de encontrar resposta à desarticulação dos esquemas tradicionais de abordagem da sociedade. Para Teófilo Braga estas motivações históricas teriam levado Augusto Comte a responder aos problemas de ordem teórica e às urgências de carácter prático, transpondo para a análise social o modelo das ciências positivas. Afastando do seu horizonte de pesquisa qualquer tipo de categorização de teor metafísico, procura subordinar o novo ramo da árvore do saber aos critérios metodológicos da positividade, em que sobressaem os ideais de quantificação que as pesquisas procuram calcular; a definição do índice de regularidade com que uma relação de fenómenos se manifesta e a sua filiação, segundo as exigências do determinismo causal das ciências da natureza."
Matérias:
1 - As Ciências Sociais no século XIX. 2 - Determinismo casual. 3 - Natureza orgânica da dinâmica social. 4 - Dedução em sociologia.
.................................
PONTE, António Nunes da - O DR. JOSÉ NUNES DA PONTE : médico, político e homem de bem. Um açoriano da transição do século. Ponta Delgada, Instituto Cultural de Ponta Delgada, 2000. In-8º (21cm) de [2], [22], [2] p. (75-96 pp.) ; B. Separata da Revista "Insvlana"José Nunes da Ponte (1849-1924). Nascido na Vila da Ribeira Grande, Ilha de S. Miguel, em 1849, falecido na cidade do Porto no ano de 1924. Foi um médico, político, filantropo e poeta português. Bacharel em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, em 1879, domiciliou-se no Porto, cidade onde exerceu Medicina. Membro do Partido Republicano Português e depois do Partido Unionista, desempenhou papel de vulto na divulgação dos ideais republicanos na cidade do Porto até à Revolução de 1910. Ocupou diversos cargos durante a Primeira República Portuguesa, entre os quais o de primeiro governador civil republicano do Distrito do Porto (1910), Presidente da Câmara Municipal do Porto interino de 14 de Dezembro de 1907 a 14 de Maio de 1908 e efectivo de 13 de Outubro de 1910 a 12 de Janeiro de 1911, Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto, deputado da Nação e presidente da Câmara dos Deputados e 67.º Ministro das Obras Públicas e Ministro do Fomento durante o 9.º Governo Republicano de Pimenta de Castro (28 de Janeiro a 14 de Maio de 1915), etc. Foi também poeta de mérito."
(Fonte: wikipédia)
..................................
Exemplares brochados em bom estado de conservação.
Obras pouco vulgares.
10€
Etiquetas:
*BRAGA (Teófilo),
*LUZ (José Luís Brandão da),
*PONTE (António Nunes da),
Açores,
Biografias,
Ciência,
Estudos históricos,
História,
República,
Sociologia
01 setembro, 2014
LIVRO DE HOMENAGEM AO PROFESSOR FERNANDO FONSECA. Colectânea de depoimentos e de trabalhos científicos : 26 de Abril de 1965. [Lisboa], [s.n. - Composta e impressa na Empresa Tipográfica Casa Portuguesa, Lisboa], 1965. In-4º (25cm) de 1220, [8] p. ; [3] f. il. ; B.
Homenagem ao Prof. Fernando Fonseca.
Colectânea de trabalhos, iniciativa de discípulos, amigos e admiradores do Mestre, a propósito da sua jubilação.
Ilustrado no texto e em folhas separadas com desenhos, gráficos e estampas reproduzindo retratos do Prof. Fernando Fonseca e de personalidades que com ele privaram, e fotografias de actos médico-científicos.
"Pertence ao batalhão de infantaria n.º 23 do C. E. P., que voluntariamente se ofereceu, em Outubro de 1918, para constituir uma unidade de assalto, a qual tomou parte na última ofensiva como batalhão independente, incorporado na 140 brigada britânica. Condecorado com a medalha da Vitória, medalha comemorativa das campanhas do Exército Português, com a legenda «França 1917-1918», com o grau de cavaleiro da Ordem de Cristo e autorizado a usar o distintivo da Torre e Espada, a que se refere o § 2.º do artigo 43º do Decreto n.º 6205, e uma palma dourada sobre a fita das insígnias da Ordem de Cristo."
(excerto do testemunho de Hélder Ribeiro, Coronel de Infantaria e do Estado Maior, em I PARTE, Memórias do B. I. na Bélgica e do seu serviço de saúde)
Matérias:
I PARTE - Testemunhos de Homenagem
II PARTE - Trabalhos científicos
III PARTE - Trabalhos médicos
Fernando Fonseca (1895-1974). Foi um dos mais notáveis médicos da sua geração. Licenciou-se em medicina em 1918 pela Faculdade de Medicina de Lisboa. Notabilizou-se pela sua actividade pedagógica e clínica. Esteve em França, integrado no Corpo Expedicionário Português. Em sua homenagem, um hospital da região de Lisboa recebeu o seu nome, o Hospital Amadora-Sintra.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Assinatura possessória na f. rosto (ou autógrafo do Mestre?).
Invulgar.
20€
Homenagem ao Prof. Fernando Fonseca.
Colectânea de trabalhos, iniciativa de discípulos, amigos e admiradores do Mestre, a propósito da sua jubilação.
Ilustrado no texto e em folhas separadas com desenhos, gráficos e estampas reproduzindo retratos do Prof. Fernando Fonseca e de personalidades que com ele privaram, e fotografias de actos médico-científicos.
"Pertence ao batalhão de infantaria n.º 23 do C. E. P., que voluntariamente se ofereceu, em Outubro de 1918, para constituir uma unidade de assalto, a qual tomou parte na última ofensiva como batalhão independente, incorporado na 140 brigada britânica. Condecorado com a medalha da Vitória, medalha comemorativa das campanhas do Exército Português, com a legenda «França 1917-1918», com o grau de cavaleiro da Ordem de Cristo e autorizado a usar o distintivo da Torre e Espada, a que se refere o § 2.º do artigo 43º do Decreto n.º 6205, e uma palma dourada sobre a fita das insígnias da Ordem de Cristo."
(excerto do testemunho de Hélder Ribeiro, Coronel de Infantaria e do Estado Maior, em I PARTE, Memórias do B. I. na Bélgica e do seu serviço de saúde)
Matérias:
I PARTE - Testemunhos de Homenagem
II PARTE - Trabalhos científicos
III PARTE - Trabalhos médicos
Fernando Fonseca (1895-1974). Foi um dos mais notáveis médicos da sua geração. Licenciou-se em medicina em 1918 pela Faculdade de Medicina de Lisboa. Notabilizou-se pela sua actividade pedagógica e clínica. Esteve em França, integrado no Corpo Expedicionário Português. Em sua homenagem, um hospital da região de Lisboa recebeu o seu nome, o Hospital Amadora-Sintra.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Assinatura possessória na f. rosto (ou autógrafo do Mestre?).
Invulgar.
20€
Subscrever:
Mensagens (Atom)

























