WILDE, Oscar - SALOMÉ : drama em um acto. Tradução de António Alves. Paris-Lisboa, Livraria Aillaud e Betrand : Rio de Janeiro, Livraria Francisco Alves : Pôrto, Livraria Chardron, [1920]. In-8.º (19cm) de 117, [3] p. ; [1] f. il. ; il. ; E.
1.ª edição portuguesa.
Ilustrada com uma magnífica estampa a cores extra texto, impressa sobre papel couché, e com dois bonitos desenhos no texto, no início e no final da peça.
Salomé, é uma tragédia do escritor irlandês Óscar Wilde. A versão original da obra, escrita em francês, foi publicada em 1891, conhecendo tradução para inglês três anos depois.
A peça em um acto, conta a história bíblica de Salomé, sobrinha de Herodes Antipas, o Governador da Galileia que, a seu pedido, mandou decapitar S. João Baptista para premiar a dança dos sete véus que antes interpretara.
Encadernação editorial com ferros gravados a seco e a ouro nas pastas e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação. Pastas algo manchadas. Assinatura possessória na f. anterrosto, rosto e 1.ª p. texto.
Pouco comum.
15€
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21 setembro, 2017
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04 agosto, 2014
WILDE, Oscar - BALLADA DO ENFORCADO. Traducção de Elysio de Carvalho. Prefacio de Celso Vieira. Illustrações de Di Cavalcanti. Rio de Janeiro, Edição da Revista Nacional, 1919. In-4º grd. (25,5cm) de [4], 60, [4] p. ; [14] f. il. ; il. ; E.
Poema original inglês de Oscar Wilde, dedicado pelo tradutor a Carlos Malheiro Dias, Celso Vieira e Azevedo Amaral.
Fez-se desta obra uma tiragem de 210 exemplares, sendo 10 em papel Vergé, numerados de I a X, e 200 em papel Imperial Hollanda, numerados de 11 a 210. O presente exemplar leva o n.º 174.
Contém 14 folhas ilustradas em folhas separadas: 1 retrato de Oscar Wilde, e 13 belíssimos desenhos da autoria de Di Cavalcanti.
"Depois de refulgir para as lettras, para as modas e para os salões, irrivalisavel junto ás mulheres e sobreerguido aos homens, attrahindo por um lado a gloria, accendendo por outro a inveja, o poeta inglez Oscar Wilde conheceu as agruras e o opprobrio do carcere de Reading, sentenciado como foi pela moral publica de Londres, judicialmente, em 27 de maio de 1895, a dous annos de trabalhos forçados, "hard labour". [...]
Mas não sahiu deste caliginoso mundo, em cujos horisontes nunca mais despontou o sol ephemero da alegria para os seus olhos tristes, sem que essa tristeza carceraria, feita de amargor e desesperança, peccado e arrependimento, evidenciasse na miniatura de uma obra prima, - "Ballada da Prisão de Reading" - o dolorido fructo imperecivel. [...]
Em 1899, seduzido pela extranha belleza do poema, fez-lhe uma traducção eloquente, mas livre e portanto infiel, o meu amigo Elysio de Carvalho... [...] Quasi dous decennios passaram; esse culto á obra do poeta inglez não esmoreceu, como lampada sem oleo ao pé de um idolo gentil, mas desadorado; antes se reavivou, e a nova traducção que hoje apparece, verdadeiramente nova sob todos os aspectos, com o velho titulo «Ballada do Enforcado", é muito mais cuidadosa, polida e exacta."
(excerto do prefácio)
Encadernação cartonada revestida por bonita sobrecapa desenhada por Di Cavalcanti.
Exemplar em bom estado de conservação. Pastas e lombada cansadas; sobrecapa com defeitos e falhas de papel.
Raro e muito apreciado.
Indisponível
Poema original inglês de Oscar Wilde, dedicado pelo tradutor a Carlos Malheiro Dias, Celso Vieira e Azevedo Amaral.
Fez-se desta obra uma tiragem de 210 exemplares, sendo 10 em papel Vergé, numerados de I a X, e 200 em papel Imperial Hollanda, numerados de 11 a 210. O presente exemplar leva o n.º 174.
Contém 14 folhas ilustradas em folhas separadas: 1 retrato de Oscar Wilde, e 13 belíssimos desenhos da autoria de Di Cavalcanti.
"Depois de refulgir para as lettras, para as modas e para os salões, irrivalisavel junto ás mulheres e sobreerguido aos homens, attrahindo por um lado a gloria, accendendo por outro a inveja, o poeta inglez Oscar Wilde conheceu as agruras e o opprobrio do carcere de Reading, sentenciado como foi pela moral publica de Londres, judicialmente, em 27 de maio de 1895, a dous annos de trabalhos forçados, "hard labour". [...]
Mas não sahiu deste caliginoso mundo, em cujos horisontes nunca mais despontou o sol ephemero da alegria para os seus olhos tristes, sem que essa tristeza carceraria, feita de amargor e desesperança, peccado e arrependimento, evidenciasse na miniatura de uma obra prima, - "Ballada da Prisão de Reading" - o dolorido fructo imperecivel. [...]
Em 1899, seduzido pela extranha belleza do poema, fez-lhe uma traducção eloquente, mas livre e portanto infiel, o meu amigo Elysio de Carvalho... [...] Quasi dous decennios passaram; esse culto á obra do poeta inglez não esmoreceu, como lampada sem oleo ao pé de um idolo gentil, mas desadorado; antes se reavivou, e a nova traducção que hoje apparece, verdadeiramente nova sob todos os aspectos, com o velho titulo «Ballada do Enforcado", é muito mais cuidadosa, polida e exacta."
(excerto do prefácio)
Encadernação cartonada revestida por bonita sobrecapa desenhada por Di Cavalcanti.
Exemplar em bom estado de conservação. Pastas e lombada cansadas; sobrecapa com defeitos e falhas de papel.
Raro e muito apreciado.
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06 julho, 2011
WILDE, Oscar - POEMAS EM PROSA : DE... Traducção de Elysio de Carvalho ; Prefácio de Ronald de Carvalho ; Desenhos de Correia Dias. Rio de Janeiro, [S.n. – Typographia de Rodrigues & C.], 1920. In-8º (18cm) de 64, [3] f. ; il. ; E.
"Fez-se desta obra uma tiragem de 505 exemplares, sendo 5 em papel Ledger numerados de I a V, e 500 em papel Imperial Hollanda, numerada de 6 a 500". O presente ex. leva o Nº 174.
Contém 2 páginas de Ex-Libris impressos, respectivamente, de Ronald de Carvalho com a inscrição “Poeta Laureado” e Elysio de Carvalho com a inscrição “Amor Pati…”, e 1 página com "Inscrição gravada sobre o tumulo de Oscar Wilde" - "VERBIS MEIS ADDERE NIHIL AUDEBANT ET SUPER ILLOS STILLABAT ELOQUIUM MEUM, JOB., XX."
Excelente edição muito valorizada pelos belíssimos desenhos de Correia Dias.
Excelente edição muito valorizada pelos belíssimos desenhos de Correia Dias.
Bonita encadernação em meia de pele, lombada com nervuras, autor e título gravados a ouro e pastas forradas de fantasia recreando pele de serpente, em bom estado de conservação; miolo bastante atingido pela humidade com maior incidência nas primeiras páginas, incluindo capa, anterrosto, rosto e páginas de ex-libris; presença de orifício no anterrosto; assinatura de posse datada no verso do anterrosto; conserva guarda brochura original.
Raro e invulgar.
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