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26 março, 2019

ANDRADE, Eugénio de - DAQUI HOUVE NOME PORTUGAL. Antologia de Verso e Prosa sobre o Porto, organizada e prefaciada por... Selecção artística e arranjo gráfico de Armando Alves. [Porto], Editorial Inova Limitada, [1968]. In-4.º (28cm) de 391, [11] p. il. ; E.
1.ª edição.

Desta Antologia de Verso e Prosa - Homenagem da Editorial Inova à Antiga, Mui Nobre, sempre Leal e Invicta cidade do Porto, nas comemorações dos dois mil e cem anos da presúria de Portugale por Viamara Peres - fizeram-se: Uma tiragem, rubricada por Eugénio de Andrade, de mil e quinhentos exemplares, numerados de 1 a 1500 [o presente exemplar leva o N.º 0725], e cem exemplares, fora do mercado, numerados de 1501 a 1600, encadernada em linho no formato 28x22,5 cm e ilustrada com 30 gravuras, 80 fotografias a preto e branco e 24 fotografias a cores. Destinados, exclusivamente, a acompanhar esta tiragem, reproduziram-se a cores dez quadros com motivos do Porto, apresentados em carteira própria. Na caixa reproduziram-se duas páginas do foral dado por D. Manuel I, em 1517, à cidade do Porto.
Belíssima antologia, edição de apurado sentido gráfico e estético, impressa em papel de superior qualidade, profusamente ilustrada a p.b. e a cores. Textos de Fernão Lopes, Gomes Eanes de Zurara, Luís de Camões, Frei Luís de Sousa, Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Eça de Queirós, Alberto Pimentel, João Chagas, António Nobre, Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Almada Negreiros, José Régio, Miguel Torga, Vitorino Nemésio, Agustina Bessa-Luís, entre outros.
Dez quadros com motivos do Porto da autoria de Henrique Pousão, Eduardo Viana, Abel Salazar, Dórdio Gomes, Alvarez, António Cruz, Augusto Gomes, Júlio Resende e Armando Alves.
Exemplar em bom estado de conservação. Caixa-estojo com defeitos.
Invulgar e muito apreciado.
115€

15 agosto, 2018

CALADO, Rafael Salinas - MEMÓRIAS DUM FERRO-VELHO. [Por]... Director Honorário do Museu e Biblioteca Municipais de Torres Vedras. Lisboa, Portugália Editora, [1947]. In-8.º (22,5cm) de 207, [5] p. ; B.
1.ª edição.
Conjunto de interessantes crónicas versando os mais diversos assuntos, vivenciadas ou do conhecimento do autor.
Livro valorizado pela dedicatória autógrafa de Salinas Calado.
"A reincidência na elaboração de novas memórias, nasce em mim dum defeito congénito: a tendência para juntar velharias ou arquivar na memória factos passados do meu conhecimento, ou a que assisti no ultrapassado meio século da minha vida.
Assim, tenho trazido, aglomeradas e até talvez mal arrumadas na memória, recordações de acontecimentos, algumas de interesse, ainda que pequeno, que, juntas a impressões colhidas em viagens no nosso país, me animaram a encetar este esvaziar de reminiscências. [...]
E assim porque neste livro se entrelaçam recordações emotivas com assuntos de tempos passados, no revolver de uma memória que não foi má, eu entendi que poderia baptizá-la com o nome com que o apadrinho de «Memórias dum Ferro-Velho»."
(Excerto do preâmbulo, Breves Palavras)
Índice:
Breves Palavras. - História dum livro de arte. - Um móvel histórico no Museu Municipal de Torres Vedras. - A cadeirinha dourada do Paço do Cardido. - Lenda sobre a Arrábida. - O Manuel Pedro. - Uma grande dama portuguesa. - Autógrafos. - O coração do antiquário. - Aquilino Ribeiro e o arroz de caril. - Maria das Dores Pintora. - Comezainas nacionais, discursatas e menús. - O protes dental. - Um passeio maravilhoso à Senhora do Socorro. - A visita do «Richelieu» e a galantaria dum oficial da armada francesa. - Um mês de férias em Santa Comba Dão. - Quem pintou os quadros de Santa Maria do Castelo de Torres Vedras? - João Neves da Fontoura. - Tipos castiços de torrenses. - Dois velhos de espírito moço. - Um grande português. - A revolução do 19 de Outubro e a vila de Torres Vedras. - Atentados políticos: Regicídio e magnicídios. - O meu primeiro despacho. - A exposição de Henrique Pousão em Lisboa. - Um autógrafo em verso de Júlio Mardel de Arriaga. - O Album dos visitantes da Quinta de Mira-Mar na Figueira da Foz. - Vencer na vida. - Casa paterna.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos. Lombada apresenta falha de papel na extremidade superior.
Invulgar e muito curioso.
20€

24 março, 2016

RIBEIRO, Aquilino - ROMANCE DA RAPOSA. Ilustrações de Benjamin Rabier. Tomo I [e Tomo II]. Paris-Lisboa, Livrarias Aillaud e Bertrand, 1924. 2 vols in-8.º de [2], 90, [4] p. e 95, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrada ao longo da obra com belíssimos desenhos a p. b. e a cores de Benjamin Rabier.
O Romance da Raposa conta a vida aventurosa de uma raposa chamada Salta-Pocinhas, e foi dedicada por Aquilino a seu filho Aníbal.
"As aventuras maravilhosas da Salta-Pocinhas - raposeta pintalegreta, senhora de muita treta - contei-tas, sentado tu nos meus joelhos. Contigo nos joelhos, me veio a ideia de as escrever. Além de inspirador, com os teus silêncios, preguntas e interrupções colaboraste na frágil meada. Só por êste título, o livrinho teria de levar o teu nome. [...]
Aí fica, meu homem, no teu sapatinho de Natal esta pequena prenda. Aceita-a com os meus beijos de pai, que ao menino Jesus vou pedir perdão do pecado, pois que a raposa é matreira, embusteira, ratoneira, e êle só costumava brincar com pombas brancas e um branco e inocente cordeirinho."
(excerto da dedicatória)
“Havia três dias e três noites que a Salta-Pocinhas – raposeta matreira, fagueira, lambisqueira – andava por aquelas brenhas, sempre a correr, sempre a bater, sem conseguir pôr a unha em outra presa além duns míseros gafanhotos, nem atinar com abrigo em que pudesse dormir um soninho descansado.Desesperada de tão pouca sorte, vinham-lhe tentações de tornar para a cova dos pais, onde a cama era mais quente e segura que no castelo dum rei, e onde nunca faltava galinha, quando não fôsse fresca, de conserva, ou então coelho bravo, acabado de degolar.”
(excerto do Cap. I, A raposinha)
Aquilino Ribeiro (1885-1963). “Nasce a 13 de Setembro de 1885 em Carregal de Tabosa, concelho de Sernancelhe. Aos dez anos, vai residir com os pais para Soutosa, onde faz a instrução primária. Transita depois para Lamego e Viseu, onde chega a frequentar o seminário, abandonando-o por falta de vocação. Em 1906 muda-se para Lisboa e, em pleno período de agitação republicana, começa a escrever os primeiros artigos em jornais. Em 1907, devido à explosão de uma bomba, é preso. Mas consegue evadir-se e, entre 1908 e 1914, divide a sua residência entre Paris e Berlim. Em 1914, com a eclosão da I Grande Guerra, volta a Portugal. Em 1918 publica o primeiro romance, "A Vida Sinuosa", que dedica à memória do seu pai, Joaquim Francisco Ribeiro. A convite de Raul Proença, entra em 1919 para a Biblioteca Nacional. A partir desse ano, escreve incessantemente: "Terras do Demo" (1919), "O Romance da Raposa" (1924), "Andam Faunos Pelos Bosques" (1926), "A Batalha Sem Fim" (1931) e muitos outros títulos. Envolvido em revoltas contra a ditadura militar, no Porto e em Viseu, exila-se por duas vezes em Paris (1927 e 1928), onde casa pela segunda vez (a primeira mulher falecera). A partir de 1935 o seu labor literário torna-se mais fecundo: "Volfrâmio" (1944), "O Arcanjo Negro" (1947), "O Malhadinhas" (1949), "A Casa Grande de Romarigães" (1957), "Quando os Lobos Uivam" (1958), este último apreendido pela censura e pretexto para um processo em tribunal. Entretanto, viaja: Brasil, Londres, Paris. Em 1963, durante as comemorações do 50° aniversário do seu primeiro livro - promovidas pela Sociedade Portuguesa de Escritores, então presidida por Ferreira de Castro - adoece inesperadamente. Morre a 7 de Maio de 1963, no Hospital da CUF, com 78 anos."
(in http://escola-freixinho.planetaclix.pt/aquilino_ribeiro.htm)
Benjamin Rabier (1864-1939). Foi um ilustrador e teatrólogo francês, mundialmente famoso pelo desenho da marca do queijo A vaca que ri. “Começa a trabalhar em 1890 como contador no Bon Marché, em Paris, e em Les Halles. Graças ao apoio de Caran d’Ache, que ele conheceu no ano anterior, várias revistas francesas começam a publicar os seus desenhos (La Chronique Amusante, Gil Blas Illustré), mas também em Inglaterra e nos Estados Unidos, onde ele obteve mais sucesso. Foi finalmente publicado regularmente em Le Rire e Pêle-Mêle, o que possibilitará a publicação de seus primeiros álbuns, nomeadamente Tintin Lutin [que inspiraria o Tintin de Hergé, anos mais tarde]. No início do século XX, Benjamin Rabier impõe-se como um autor de sucesso, como evidenciam suas publicações nas conhecidas L'Assiette au Beurre ou le Chat Noir. Lança-se também na edição para crianças, publicando um jornal: Histoire comique et Naturelle des Animaux (1907-1908). Apesar do sucesso, ele continuará o seu trabalho em Les Halles até 1910.”
(fonte: wikipédia)
Exemplares brochados em bom estado geral de conservação. Capas sujas, com defeitos e pequenas falhas de papel nos cantos e nas lombadas. A capa do vol. I apresenta dois rasgões sem perda de papel e mancha no canto inferior dto.
Obra muito invulgar, quando em edição original.
Indisponível

23 fevereiro, 2016

RIBEIRO, Aquilino - É A GUERRA (diário). 2.º milhar. Lisboa, Livraria Bertrand, [1934]. In-8.º (19cm) de 302, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Escrito em 1914, e publicado 20 anos depois, este diário é a visão crítica do autor sobre o 1.º conflito à escala mundial - a Grande Guerra.
"Em 1934, Aquilino Ribeiro publica o diário É a Guerra onde fixa a visão de estrangeiro sobre Paris, que mergulha gradualmente na escalada da I Guerra Mundial. As acusações de germanofilia dirigidas a Aquilino vêm da sua “imoderada franqueza” sobre o campo francês, revelada nesta obra. Escandido pelos dias que vão do eclodir do conflito ao regresso do escritor a Portugal, no fim de Setembro de 1914, É a Guerra é um texto híbrido que não foge ao registo ensaístico e jornalístico. Na mistura deliberada de géneros, Aquilino escreve a memória pessoal do século XX, a nascer a ferro e fogo entre derivas nacionalistas e imperialistas. Fala da efervescência humana da cidade de Paris, já transfigurada pelos crescentes sinais da guerra e que, para ele, em grande medida, se torna mal-amada e motivo de observação perplexa e reactiva."
(CARMO, Carina Infante, in Navegações : Revista de Cultura e Literaturas de Língua Portuguesa)
"Neste livro narro, em obediência sempre à minha divisa, como vejo e sinto; às vezes com imoderada franqueza. Se dou realce ao subjectivo aqui e além, é que foram as fôrças espirituais que prevaleceram na grande guerra. [...]
Nunca a guerra denunciou tão insofismàvelmente o descaro de se chamar juízo de Deus ou campo da honra. Pode sustentar-se que à obra necessária de transposição talvez o conceito imediato seja o menos adequado, porquanto de trata de fenómeno muito singular e complexo. Basta que constitua, hipótese aceitável, o produto duma segunda forma de mentalidade colectiva, disposição por assim dizer psicológica determinada pela contractura a que obriga a atitude de lutador, para que deva ser entrevista através de novo prisma. Independentemente dêste critério, há emergências, na vida das nações como na dos indivíduos, que justificam à saciedade o cometimento caviloso. De resto, tanto ou mais que a verdade, não é a mentira alicerce do mundo?"
(excerto da carta ao Dr. António Gomes Mota, em jeito de prefácio)
Aquilino Ribeiro (1885-1963). "Nasce na beira Alta, em 1885 e morre em Lisboa em 1963. Deixou uma vasta obra em que cultivou todos os géneros literários, partilhando com Fernando Pessoa, nas palavras de Óscar Lopes, lugar cimeiro nas Letras Portuguesas. Sócio de número da Academia das Ciências, foi reintegrado após o 25 de Abril, a título póstumo, na Biblioteca Nacional, condecorado com a Ordem da Liberdade e homenageado aquando do seu centenário pelo Ministério da Cultura. Em Setembro de 2007, por votação unânime da Assembleia da República, o seu corpo foi depositado no Panteão Nacional."
(fonte: wook.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Assinatura de posse na capa e na f. rosto.
Invulgar.
15€

04 outubro, 2015

RIBEIRO, Aquilino - A EDIÇÃO «PRINCEPS» DOS LUSÍADAS. Lisboa, Livraria Bertrand, [1949?]. In-4º (25cm) de 23, [1] p. ; [2] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição independente.
Curioso trabalho de Mestre Aquilino sobre a edição original de Os Lusíadas, de Camões, anteriormente publicado no «Boletim da Junta de Província da Estremadura».
Edição impressa em papel de qualidade superior, ilustrada no texto e em separado sobre papel couché, que incluem um retrato do poeta "tido pelos eruditos como sendo o único tirado do natural", e a reprodução de diversas portadas do poema e uma outra da Regra e Estatutos da Ordem de Santiago (1548).
Tiragem de 200 exemplares, exclusivamente, numerados e rubricados pelo autor. [Número 180].
"Qual é a edição original dos Lusíadas, pois que há duas estampas do mesmo ano de 1752 e obra do mesmo livreiro António Gonçalves. Dividiram-se os votos entre aquela que ostenta no frontispício o pelicano que olha para a direita e aquela em que o pelicano olha para a esquerda. A questão é sumamente bizantina, do pleito nada resultando de importante para Luís de Camões, o poema, Portugal, o mundo."
(excerto de O primeiro problema)
As duas edições do pelicano estão inçadas de erros. Como se explica? Emitiram-se muitas e engenhosas hipóteses: que a composição tipográfica se tivesse feito, não sobre o autógrafo do poeta, mas sobre a cópia de qualquer desastrado calígrafo, infiel do traslado por ignorância ou relaxamento; que os tipógrafos lessem mal o próprio manuscrito do autor pelo facto duma escritura ingrata, «enredada de riscaduras e entrelinhas, contendo emendas sobre emendas»; que os compositores fossem incompetentes e os revedores de igual quilate; que Luís de Camões não houvesse feito a revisão, substituído nesse trabalho, altamente complexo e espinhoso, dada a infixação em que estava a língua em morfologia e sintaxe, mas especialmente quanto a nomes próprios, por pessoa de boa vontade, aceite-se, mas cincando no entanto aqui e além, o que era inevitável ainda que se tratasse dum sábio da Grécia."
(excerto de O segundo problema)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa posterior apresenta rasgão no canto superior direito, sem perda de papel.
Raro.
Com interesse aquiliano e camoniano.
Indisponível

19 maio, 2015

CASTELO BRANCO, Camilo - A ÚLTIMA VITÓRIA DE UM CONQUISTADOR [e outros]. Vol. I. Director: Manoel de Sousa Pinto. Lisboa, Emprêsa Diário de Notícias Editora, 1925. In-8º (19cm) de 337, [3] p. ; B. Colecção Diário de Notícias, I
1.ª edição.
Colectânea de contos de autores portugueses, na sua maioria inéditos. Anunciado pelos editores como uma espécie de continuação dos famosos "Brindes" do Diário de Notícias - de que seria o 36.º vol., dado ter este jornal publicado anteriormente 35 números, entre 1865 e 1899. No entanto, este vol. I é tudo quanto se publicou.
Relativamente ao conto de Camilo, transcrevemos a nota dos editores: "A última Vitória de um Conquistador é o primeiro ensaio de romance camiliano, e foi publicado em oito folhetins do Eco Popular, do Porto, de 29 de Março a 12 de Abril de 1848. Devemos a publicação deste importante original ao ilustre camilianista snr. Dr. Júlio Dias da Costa, que o recolheu com destino aos seus Dispersos de Camilo, editados pela Imprensa da Universidade."
Contos:
- A última vitória de um conquistador, por Camilo Castelo Branco. - A frauta de cana, por Augusto Gil. - Noite de neve, por Ladislau Patrício. - À passagem dos Pirenéus, por Aquilino Ribeiro. - Purificação, por Manoel de Sousa Pinto. - Balada aos olhos azuis siderais duma inglesinha, por Américo Durão. - À cata do «El-Dorado», por Júlio Brandão. - Fogo sagrado, por Eduardo Schwalbach Lucci. - Ah, soubéssemos nós erguer as mãos!, por Mário Beirão. - Uma hora de tragédia, por Sousa Costa. - Do traje «à vianesa» em geral e do traje de Afife em especial, por Cláudio Basto.
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado geral de conservação. Capas e lombada com defeitos.
Invulgar.
Indisponível

11 janeiro, 2015

CAMILO CASTELO BRANCO : PÁGINAS QUASE ESQUECIDAS. Recolha, prefácio e notas de Alexandre Cabral. Primeiro Tomo [e Segundo]. Porto, Editorial Inova Sarl, [1972-1973]. 2 vols in-4º grd. (28cm) de 285, [12] p. e 309, [12] p. ; il. ; B. Biblioteca Camiliana.
1.ª edição.
Excelente peça camiliana, numa bonita edição especial fora do mercado.
A direcção gráfica é da responsabilidade de Armando Alves.
"Uma das muito bem tratadas edições da Editorial Inova, esta ilustrada com um retrato de Camilo, antecedida de um texto de Aquilino Ribeiro e com um extenso prefácio de Alexandre Cabral. Recolha de 59 textos dispersos publicados sob a forma de prefácios de obras por si traduzidas e de autores diversos."
Tiraram-se em papel Vergé creme de 100 gramas. no formato de 280 X 175 mm, duzentos e cinquenta exemplares numerados de 1 a 250, e cinquenta exemplares fora do mercado numerados de I a XXV e os restantes marcados F.M., com sobrecapa reproduzindo uma monotípia de Abel Salazar [e de Júlio Resende - 2º Tomo], todos assinados por Alexandre Cabral.
Os presentes exemplares levam, respectivamente, os n.ºs 215 (1.ºTomo) e 129 (2.ºTomo).
Exemplares brochados, com sobrecapa, em bom estado de conservação. Sobrecapas com defeitos, ambas alvo de tosco restauro com fita gomada, sobretudo no segundo tomo; miolo em excelente estado de conservação com as páginas a apresentarem-se muito limpas e frescas.
Obra invulgar e muito apreciada.
30€

04 janeiro, 2015

DUARTE, Fernando - AQUILINO RIBEIRO : 1885-1963. Rio Maior, Síntese, 1964. In-4.º (23cm) de 20 p. (243-262 pp) ; B. Colecção Síntese, 11
1.ª edição.
Estudo bio-bibliográfico sobre Aquilino.
"A dignidade e coerência de uma vida dedicada às letras, impõem o nome de Aquilino Ribeiro ao respeito, à veneração e ao estudo. Desde 1913, ano em que publicou o seu primeiro livro - «Jardim das Tormentas» - até 1963, ano em que foram festejados, os seus 50 anos de ininterrupta actividade literária e que chegou a sua existência, Aquilino impôs-se com a sua originalidade, a sua personalidade vincada, o seu espírito, o seu talento, ele próprio, alheio a modas, vinculado à raiz, à terra, à língua."
(Excerto do texto)
Matérias:
- Cronologia bio-bibliogáfica. - Estudo sobre Aquilino. - Edições em português de obras de Aquilino Ribeiro. - Antologia das principais obras de Aquilino.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Rara peça aquiliniana.
Indisponível

13 dezembro, 2014

FEIJÓ, Ruy de Menezes de Castro - CARTA ABERTA A AQUILINO RIBEIRO. Separata do jornal «A Aurora do Lima» do número 93 de 29 de Novembro de 1957. [Viana do Castelo], [s.n. - imp. Tip. Aurora do Lima, Viana do Castelo], [1957]. In-4º (23cm) de 13, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Rara peça aquiliniana, cuja tiragem se resume a 200 exemplares. Muito valorizada pela assinatura de posse de Aquilino na f. rosto.
Trata-se de uma polémica relacionada com o romance de Aquilino, «A Casa Grande de Romarigães». O autor corrige Aquilino e faz alguns reparos acerca do perfil psicológico dos personagens que integram o romance, seus antepassados.
"Ao seu último trabalho literário deu V. Ex.ª, senhor Aquilino Ribeiro, o título de «A Casa Grande de Romarigães» e classifica-o de «Crónica Romanceada».
Esta designação acusa um contraste que o decorrer do livro nos mostra pondo o romance em contradição completa com a crónica que tem de ser verdadeira. [...]
Agora permita-me V. Ex.ª que no «gamelo que estava a fazer para o cão» eu toque um pouco de viola para defender a memória de meus avós. [...]
Porque V. Ex.ª designou com nomes autênticos e situando-os no meio onde realmente viveram os personagens da sua obra, eu, tomando a defesa deles, quero apenas honrar o nome dos meus antepassados e repor a verdade onde ela falta. A ninguém agrada ouvir a respeito de sua família aquela quadra de Augusto Gil:
Quando tu foste gerada
Pôs-se o sol, nasceu a Lua
Estava tua Mãe deitada
Andava teu pai na Rua..."
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Cadernos soltos da encadernação. Ausência f. anterrosto(?).
Raro e muito curioso.
Indisponível

29 dezembro, 2013

RIBEIRO, Aquilino – A TRAIÇÃO. Lisboa, Editorial, L.da, [s.d. - 1922]. In-8º peq. (14,5cm) de 30, [2] p. ; B. Col. Leitura de Hoje, novela n.º 2
1.ª (e única) edição desta apreciada e curiosa novela, uma das primeiras de Aquilino.
“Em Tordehumos, vila de Castela-a-Velha, houve em tempos um homem, Pablo Gutierrez, pedreiro de profissão, tão solerte na arte de alegrar o proximo que, em dez leguas em redondo, não obstante os seus 40 anos, o conheciam por El pilluelo. Era Gutierrez mestre na guitarra, na dança e na trova, estando ainda para nascer quem lhe levasse a melhor, pois que era já por linha bailão e cantador de ventre de bailarina.”
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas apresentam-se ligeiramente manchadas.
Muito invulgar.
20€

18 outubro, 2013

O LIVRO DAS MIL E UMA NOITES. Introdução de Aquilino Ribeiro. Lisboa, Editorial Estúdios Cor, 1958-1962. 6 vols in-4º. (23cm) de 462, [2] p. (I), 622, [2] p. (II), 550, [2] p. (III), 580, [2] p. (IV), 564, [2] p. (V), 520 p. (VI) ; il. ; E.
Traduções de Aquilino Ribeiro, Branquinho da Fonseca, Carlos de Oliveira, Celeste Andrade, David Mourão-Ferreira, Domingos Monteiro, Irene Lisboa, João Gaspar Simões, José Gomes Ferreira, José Rodrigues Miguéis, Nataniel Costa, Jorge de Sena, J. Saramago, Urbano Tavares Rodrigues.
Ilustrações de Alice Jorge, António Charrua, Bartolomeu Cid, Bernardo Marques, Cândido Costa Pinto, Carlos Botelho, Cipriano Dourado, Fernando Azevedo, Infante do Carmo, Jorge Martins, Júlio Gil, Júlio Pomar, Lima de Freitas, Manuel Lapa, Maria Keil, Sá Nogueira e Vaz Pereira.
Fernando Azevedo desenhou as vinhetas e as capitulares.
Obra monumental deste clássico da literatura, a melhor que se publicou entre nós. Edição magnífica, de grande sentido estético e apuro gráfico, impressa em papel de qualidade superior, profusa e belíssimamente ilustrada a p.b. e a cores no texto e em separado.
Encadernação do editor em tela com ferros gravados a seco e a ouro e vermelho nas pastas e na lombada; corte superior das folhas carminado.
Exemplares em bom estado de conservação.
Valioso conjunto, muito procurado.
Indisponível

24 janeiro, 2012

RIBEIRO, Aquilino - UM ESCRITOR CONFESSA-SE : memórias. Introdução de José Gomes Ferreira. Lisboa, Livraria Bertrand, 1974. In-8º (20cm) de 406, [2] p. ; B. Obras Completas de Aquilino Ribeiro.
1ª edição.
Aquilino Ribeiro (1885-1963). "Ficcionista, autor dramático, cronista e ensaísta português, Aquilino Ribeiro nasceu em Sernancelhe, na Beira Alta, a 13 de setembro de 1885, e faleceu em Lisboa, a 27 de maio de 1963. Passados 44 anos da sua morte, em setembro de 2007, os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional. Estudou em Lamego e em Viseu, e em 1901 foi para Lisboa. Ex-seminarista, dedicou-se ao jornalismo, tendo colaborado, entre outras publicações, com Jornal do Comércio, O Século, A Pátria, Ilustração Portuguesa, Diário de Lisboa, República, e pertencido ao grupo que, em 1921, fundou Seara Nova. Ligou-se ao movimento republicano e interveio ativamente na revolução, chegando mesmo a ser preso. Fugiu para Paris, frequentou a Sorbonne e escreveu o seu primeiro livro, intitulado Jardim das Tormentas (1913)..."
(infopedia.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

22 setembro, 2011

RIBEIRO, Aquilino - LÁPIDES PARTIDAS : Romance. Lisboa, Livraria Bertrand, [1945]. In-8.º (19cm) de 386, [1] p. ; B.
1ª Edição.
Tiragem especial de 60 exemplares [sendo este o nº 49] em papel Velino- Alfa-Sueco, assinados pelo autor.
Excelente exemplar.
Invulgar.
Indisponível
RIBEIRO, Aquilino - PÁGINAS DO EXÍLIO. Cartas e Crónicas de Paris. 1º Volume : de 1908 a 1914 [e 2º Volume : de 1927 a 1930]. Recolha de textos e organização de Jorge Reis. Ilustrações de Leal da Câmara. Lisboa, Vega, [1988]. 2 vols in-4.º (24cm) de 247 p., [18] p. il. e 216 , [18] p. il. ; B. Colecção Outras Obras.
1.ª edição.
Exemplares brochados em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

13 agosto, 2011

RIBEIRO, Aquilino - CASA DO ESCORPIÃO : NOVELAS. Lisboa, Livraria Bertrand, 1963. In-8º (20cm) de 344, [4] p. ; B.
1ª Edição.
Obra dedicada a Manuel Mendes, integrada na colecção das «Obras Completas».
"Casa do Escorpião não é nenhuma gafaria, mas também a clientela não vem para lá conduzida pelo cajado do Bom Pastor nem à voz do Secretariado Nacional. Destinada a gente de toda a espécie, é em especial para irregulares, destemperados do génio e nem sempre lisos de proceder, e jogadores que arriscam o seu e o alheio no tapete verde da banca."
(excerto da dedicatória)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas empoeiradas.
Invulgar.
Indisponível
RIBEIRO, Aquilino - DE MECA A FREIXO DE ESPADA À CINTA : ENSAIOS OCASIONAIS. Lisboa, Livraria Bertrand, 1960. In-8º (20cm) de 410, [2] p. ; B.
1ª edição.
Integrada na colecção das «Obras Completas».
Com uma dedicatória (impressa) ao Dr. Heliodoro Caldeira.
"Este feixe de ensaios, que estão na mesma ordem de ideias e matérias de Por obra e graça, é, mais que uma especulação acidental do entendimento, um princípio de arrumação da casa."
(excerto da dedicatória)
Mestre do verbo, Aquilino debruça-se sobre obras e autores da nossa história literária fazendo uso da sua prosa inconfundível.
Matérias:
- O Oriente de Xerazada. - «Menina e Moça» e o seu mau signo. - O Cavaleiro de Oliveira escritor e sacripanta. - Garrett glorificado. - Brito Camacho nas letras e no seu monte. - Guerra Junqueiro, Prometeu inagrilhoado.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

29 julho, 2011

O LIVRO DAS MIL E UMA NOITES. Introdução de Aquilino Ribeiro. Lisboa, Editorial Estúdios Cor, 1958-1962. 6 vol. in-8º grd. (23cm) de 462, [2] p. (I), 622, [2] p. (II), 550, [2] p. (III), 580, [2] p. (IV), 564, [2] p. (V), 520 p. (VI) ; il. ; E.
Traduções de: Aquilino Ribeiro, Branquinho da Fonseca, Carlos de Oliveira, Celeste Andrade, David Mourão-Ferreira, Domingos Monteiro, Irene Lisboa, João Gaspar Simões, José Gomes Ferreira, José Rodrigues Miguéis, Nataniel Costa, Jorge de Sena, J. Saramago, Urbano Tavares Rodrigues. 
Ilustrações de: Alice Jorge, António Charrua, Bartolomeu Cid, Bernardo Marques, Cândido Costa Pinto, Carlos Botelho, Cipriano Dourado, Fernando Azevedo, Infante do Carmo, Jorge Martins, Júlio Gil, Júlio Pomar, Lima de Freitas, Manuel Lapa, Maria Keil, Sá Nogueira e Vaz Pereira. 
"Fernando Azevedo desenhou as vinhetas e as capitulares."
Monumental edição deste clássico da literatura, a melhor que se publicou entre nós, de grande sentido estético e apuro gráfico, impressa em papel de qualidade superior, profusa e belíssimamente ilustrada a p.b. e a cores no texto e em extratexto. 
Encadernação do editor inteira de pele de cor bordeaux com ferros gravados a seco e a ouro e branco na pasta anterior e lombada; corte superior das folhas carminado.
Exemplares em bom estado de conservação, descontando alguns sinais de desgaste nas lombadas.
Valioso conjunto, muito procurado.
Reservado

02 julho, 2011

COSTA, Sousa - CAMILO-NO DRAMA DA SUA VIDA. À margem do Romance de Camilo por Aquilino Ribeiro. Porto, Livraria Civilização-Editora, 1959. In-8º (21,5cm) de 391 p. ; B.
1ª edição.
Valorizada pela dedicatória autógrafa, datada, do autor "A Sua Eminência o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Cerejeira"
"A vida do Mestre de Seide é um grande drama, quase sem intervalos. Ou com os efémeros intervalos do acto de ontem para o de hoje, actos que decorrem sincronizados por prantos e dores, com intercadências perturbantes de sarcasmos e risos. Drama, até ao momento cíclico em que o actor principal se defronta com o processo-crime por adultério, momento convulsivo em que o herói da peça entra a contracenar com Ana Plácido, sua « mulher fatal »."
(excerto do prefácio)
Exemplar brochado, com as capas plastificadas, em bom estado de conservação.
Invulgar.
20€

01 julho, 2011

RETRATOS PARA AQUILINO. Textos de Vasco Graça Moura, António de Almeida Santos, Baptista-Bastos, Eduardo Lourenço, Jorge Reis, José Manuel Mendes, José Saramago, Luísa Costa Gomes, Luiz Francisco Rebello, Mário Soares, Urbano Tavares Rodrigues ; Desenhos de Alberto Péssimo, Armando Alves, Fernando de Azevedo, Fernando Lanhas, João Abel Manta, Jorge Pinheiro, José Emídio, José Rodrigues, Maria Keil, Rogério Ribeiro. [S.l.], Câmara Municipal de Paredes de Coura, 2000. In-fólio (26x35cm) de [96] p. inum. ; il. ; B.
"Por encomenda desta autarquia, a Árvore organizou uma homenagem a Aquilino Ribeiro, figura cimeira da nossa literatura, com íntima e afectiva ligação às Terras de Coura. Esta homenagem incluiu a realização de um Congresso de Estudos Aquilianos, uma exposição bibliográfica e documental, a edição de um albúm de arte "Retratos para Aquilino"..."
"Desta obra editada para a Câmara Municipal de Paredes de Coura, no âmbito da Homenagem a Aquilino - Congresso de Estudos Aquilianos, foram tirados 280 exemplares em papel Magnani de 300 grs. creme, como segue: Duzentos e cinquenta exemplares numerados de 1 a 250. Trinta exemplares numerados de I a XXX destinados aos autores e editores. Os retratos foram impressos em litografia, nas Oficinas da Árvore. Cada exemplar é composto por onze textos e dez retratos em litografia e vai assinado pelo Presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura e pelo Presidente da Direcção da Árvore - Cooperativa de Actividades Artísticas, C.R.L."
Exemplar Nº 91/250.
Belíssima colecção encapada de 24 fólios em estojo cartonado original revestido de tecido com ferros a bordeaux em baixo-relevo.
Exemplar em excelente estado de conservação.
Edição exclusiva de grande relevo bio-bibliográfico do tema aquiliniano.
Peça de colecção.
Indisponível





20 fevereiro, 2011

RIBEIRO, Aquilino - O CAVALEIRO DE OLIVEIRA. Porto, Livraria Lelo ; Lisboa, Aillaud & Lelos, [193-]. In-8º 100, [1] p. ; [4] estamp. ext-texto ; il. ; B. Col. "Ontem e Hoje".
1ª edição.
Muito valorizada pela dedicatória autógrafa de Aquilino.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Apresenta falhas de papel na lombada; rasgão (sem perda de papel) na f. anterrosto.
Invulgar.
50€