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11 julho, 2019

LUNA, M. João - CAMILO CASTELO BRANCO. [S.l.], F. Machado & C.ª, 1932. Oblongo (19,5x25cm) de [10] f. ; E.
1.ª edição.
Conjunto de poemas (3, retirados de Nas Trevas) e máximas de Camilo em 10 folhas manuscritas com letra fina e bonita, sobre papel encorpado, cujo fundo desenhado (em rosa ou azul), imita mármore.
Exemplar N.º 45 (de 70?), subscrito por M. João Luna, De Condeixa, que também assina o desenho original da capa e o elogio inscrito na contracapa.
Belíssima encadernação artesanal trabalhada em couro.

"A Saudade é a poesia de todo o homem. O que melhores poetas teem dito, melhor o teem sentido pessôas que nunca fizeram versos."
C. C. Branco


(Máxima, pp 10)

Muito raro.
Sem qualquer referência bio-bibliográfica sobre o autor-mestre artesão.
Com indubitável interesse camiliano.
Peça de colecção.
Indisponível

15 setembro, 2017

QUATRO ANOS DE PROPAGANDA DO CAFÉ PORTUGUÊS : QUATRE ANS DE PROPAGANDE DU CAFÉ PORTUGAIS : PORTUGUESE COFFEE-FOUR YEARS' PUBLICITY. Separata N.º 26. Revista do Café Português. Lisboa, Junta de Exportação do Café, 1961. In-4.º (25,5cm) de 98, [2] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Bonita edição de propaganda ao café português produzido no Ultramar.
Colaboraram nas Campanhas de Propaganda da Junta os Artistas seguintes. Desenhadores e Pintores: Adolfo Rabanal, Baltazar, Domingos Saraiva, Garcês, Garcia, Jaime Correia, Jorge Oliveira, Júlio Gil, Luiz Filipe de Abreu, Luís Osório, Manuel Correia, Marcello, Mário Costa, Paulo Guilherme e Taborda.
"Qualquer produto, por melhor que seja, precisa de ser conhecido para se impor. E esse conhecimento é feito através da propaganda, actividade a que já se chamou a grande descoberta do nosso século. [...]
Nenhum dos meios mais modernos se poupou para estas campanhas, desde a publicidade gráfica à televisão, passando pelo teatro, pela rádio, pelo cinema e pela comparência em feiras nacionais e internacionais com representações adequadas [...]
A presente brochura pretende dar um resumo do muito que se fez na propaganda do café e não deixar que se percam algumas belas gravuras que foram utilizadas, «maquettes» de pavilhões, passagens de filmes de cinema, etc. Artistas plásticos dos mais categorizados do nosso meio, mas já com projecção internacional, deram-nos a sua colaboração preciosa, principalmente em matéria de propaganda gráfica."
(excerto da Introdução)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

31 agosto, 2015

GONÇALVES, J. Cardoso - UMA JÓIA DA ILUMINURA PORTUGUESA : o Missal Pontifical de Estevão Gonçalves Neto. Por... Da Associação dos Arqueólogos Portugueses. Estudos-Nacionais sob a égide do Instituto de Coimbra : colecção louvada pela Junta de Educação Nacional. Gaia, Edições Pátria, 1931. In-4º (25,5cm) de 64, [4] p. ; [1] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Monografia ilustrada com belíssimas estampas coloridas e a p.b., de diversos tamanhos, em separado, e coladas nas páginas de texto ao longo do livro.
"Temos sôbre a mesa a reprodução do Missal Pontifical de Estevão Gonçalves Neto, notável códice iluminado do século XVII. [...]
A data de 1610 é considerada, de há muito, como a do início da composição do Missal. A rubrica diz que o artista foi abade de Sereijo, e não de Serêm como até há pouco se acreditava. A data de 1610 não tem todavia correspondencia com a do exercício daquelas funções eclesiásticas, porque está hoje averiguado que E. Gonçalves tomou posse da sua abadia em 3 de maio de 1613. [...]
O Missal Pontifical de Estevão Gonçalves Neto é uma obra prima da arte portuguesa.
Ao aparecer na época em que se manifestava já a decadência do Renascimento, o Missal é um prodígio do génio. Levado a exposições internacionais, a França e Inglaterra, a critica unanimemente o sagrou como jóia do mais alto valor. Merece por isso um estudo carinhoso, que ponha em relêvo as suas belezas extraordinárias e incomparáveis."
(excerto do texto)
Exemplar brochado, totalmente por abrir, em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

10 setembro, 2014

CAMILO CASTELO BRANCO (grande escritor português) - Dactilografia Artística : 1927. [S.l.], [s.n.], 1927.
1 estampa : verde ; 24,5x16 cm
Capa (brochada) : carmim ; 25x17 cm
Estampa foto-mecânica - protegida por f. papel vegetal - incluída em capa original de cartolina.
"Êste retrato, feito para a capa do livro «A Linguagem de Camilo», do Dr. Cláudio Basto, foi desenhado exclusivamente à máquina de escrever por Ildefonso Rosa, Mestre de Caligrafia, Estenografia e Dactilografia na Escola Industrial e Comercial de Viana-do-Castelo."
O verso do retrato encontra-se assinado pelo autor, com o n.º 26 manuscrito, exemplar de uma tiragem indefinida, seguramente reduzida.
Valorizado ainda pela dedicatória autógrafa do autor, no verso da capa, a Alfredo Assumpção Santos.
Raro.
A Biblioteca Nacional possui 2 exemplares.
Peça de colecção.
Com interesse camiliano.
Indisponivel

15 março, 2014

ARANHA, Brito - A IMPRENSA EM PORTUGAL NOS SECULOS XV E XVI. As Ordenações d'El-Rei D. Manuel : por... S. S. G. L. Lisboa, Imprensa Nacional, 1898. In-4º (25cm) de [2], 27, [5] p. ; [7] f. desd. il. ; B. Quarto Centenario do Descobrimento da India : Contribuições da Sociedade de Geographia de Lisboa
Ilustrado com 7 estampas desdobráveis em extratexto.
"Portugal no seculo XV, não foi grande só porque com as suas caravellas abriu os mares nunca d'antes navegados, mas tambem por que foi das primeiras nações que acompanharam o movimento de civilisação, recebendo e propagando a nova luz que vinha alumiar o mundo inteiro com a maravilhosa invenção da imprensa."
(excerto do texto)
Pedro Wenceslau de Brito Aranha (1833-1914). “Começou a ganhar a vida aos 16 anos, como aprendiz de tipógrafo. Foi como autodidacta que conseguiu alcançar uma sólida cultura. Quando Eduardo Coelho, fundador do Diário de Notícias morreu (1889), recebeu o convite para o lugar de principal redactor desse jornal. Por esta altura já era conhecido pelas colaborações que ia fazendo para jornais e revistas e por ter dirigido, juntamente com Vilhena Barbosa, os últimos números do Arquivo Pitoresco. Inocêncio da Silva que confiava na sua capacidade e escrúpulo intelectual, nomeou-o seu testamentário, deixando-lhe numerosas notas que lhe permitiram continuar o Dicionário Bibliográfico Português.”
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Sem capa posterior. Capa ligeiramente oxidada com defeitos marginais.
Raro.
20€

07 março, 2014

BOSSE, Abraham - TRATADO DA GRAVURA A AGUA FORTE, E A BURIL, E EM MANEIRA NEGRA COM O MODO DE CONSTRUIR AS PRENSAS MODERNAS, E DE IMPRIMIR EM TALHO DOCE. POR… GRAVADOR REGIO. NOVA EDIÇAÕ TRADUZIDA DO FRANCEZ DEBAIXO DOS AUSPICIOS E ORDEM DE SUA ALTEZA REAL, O PRINCIPE REGENTE, NOSSO SENHOR, POR JOSÉ JOAQUIM VIEGAS MENEZES PRESBYTERO MARIANNENSE. LISBOA. NA TYPOGRAPHIA CHALCOGRAPHICA, TYPOPLASTICA, E LITTERARIA DO ARCO DO CEGO. MDCCCI. In-8º (21cm) de [10], IX, [1], 189, [1] p. ; [22] f. il. ; E.
Ilustrado com 22 (1+21) belíssimas estampas (gravadas em metal) intercaladas no texto.
Apreciada obra saída dos prelos da Casa Literária do Arco do Cego, em cujo catálogo vem assinalada com o número 12.
“A Oficina do Arco do Cego foi criada no ano de 1799, em Lisboa, por D. Rodrigo de Sousa Coutinho. Esta inseria-se numa política colonial que privilegiava o Brasil, fonte primordial da prosperidade comercial da metrópole. Importava difundir as luzes da ciência, sobretudo na agricultura, e as obras impressas no Arco do Cego revelam bem esse propósito de divulgação, concretizando um modelo de cultura característico do Iluminismo, [motivo pelo qual esta excepcional incursão no tema da Gravura, com a publicação desta tradução do Tratado da Gravura de Abraham Bosse, a torna numa obra de grande raridade]. Para a dirigir foi convidado o botânico brasileiro Frei José Mariano da Conceição Veloso, cargo que desempenhou com invulgar energia.
A partir de 1801, Frei Veloso foi nomeado director literário da Imprensa Régia. No decreto de nomeação, datado de 7 de Dezembro de 1801,foi declarada a extinção da Oficina do Arco do Cego. Entre as razões que levaram ao encerramento desta Casa Literária e sua integração na Imprensa Régia, antecessora da actual Imprensa Nacional, terão estado os défices financeiros registados nas suas contas. No entanto, o que fica bem evidente na actividade desta Casa é o dinamismo e a qualidade das suas edições, sem paralelo noutras casas editoriais portuguesas existentes na época, nomeadamente na importância concedida às imagens. Destaque-se, em particular, o número de edições de áreas científicas e técnicas, que noutras casas editoriais eram normalmente preteridas em relação às religiosas. Pode afirmar-se, sem dúvida, que os propósitos de Mariano Veloso eram a promoção das ciências e da história natural em particular, áreas do conhecimento que muito interessavam ao desenvolvimento económico do Brasil, principal alvo das publicações. Como escrevia Mariano Veloso, “sem livros não há instrução”. Durante o período de funcionamento - 2 anos - foram publicados 83 títulos, 36 de autores portugueses, 41 traduções e 6 em latim. Quando foi encerrada, em 1801, muitos títulos ficaram por publicar e outros foram publicados pela Imprensa Régia. Dos 83 títulos, 44 continham gravuras executadas na calcografia, num total de 360 gravuras. Quando a corte portuguesa se transferiu para o Brasil, Frei Veloso também voltou para o Rio de Janeiro e conseguiu ordem para que lhe fossem enviadas as chapas abertas na Oficina do Arco do Cego. Entre elas, encontravam-se as matrizes das ilustrações da tradução do livro de A. Bosse, que ficaram depositadas na Real Biblioteca, a actual Biblioteca Nacional."
Encadernação simples, cartonada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
Peça de colecção.
550€

18 outubro, 2013

O LIVRO DAS MIL E UMA NOITES. Introdução de Aquilino Ribeiro. Lisboa, Editorial Estúdios Cor, 1958-1962. 6 vols in-4º. (23cm) de 462, [2] p. (I), 622, [2] p. (II), 550, [2] p. (III), 580, [2] p. (IV), 564, [2] p. (V), 520 p. (VI) ; il. ; E.
Traduções de Aquilino Ribeiro, Branquinho da Fonseca, Carlos de Oliveira, Celeste Andrade, David Mourão-Ferreira, Domingos Monteiro, Irene Lisboa, João Gaspar Simões, José Gomes Ferreira, José Rodrigues Miguéis, Nataniel Costa, Jorge de Sena, J. Saramago, Urbano Tavares Rodrigues.
Ilustrações de Alice Jorge, António Charrua, Bartolomeu Cid, Bernardo Marques, Cândido Costa Pinto, Carlos Botelho, Cipriano Dourado, Fernando Azevedo, Infante do Carmo, Jorge Martins, Júlio Gil, Júlio Pomar, Lima de Freitas, Manuel Lapa, Maria Keil, Sá Nogueira e Vaz Pereira.
Fernando Azevedo desenhou as vinhetas e as capitulares.
Obra monumental deste clássico da literatura, a melhor que se publicou entre nós. Edição magnífica, de grande sentido estético e apuro gráfico, impressa em papel de qualidade superior, profusa e belíssimamente ilustrada a p.b. e a cores no texto e em separado.
Encadernação do editor em tela com ferros gravados a seco e a ouro e vermelho nas pastas e na lombada; corte superior das folhas carminado.
Exemplares em bom estado de conservação.
Valioso conjunto, muito procurado.
Indisponível

25 agosto, 2013

COSTA, J. C. Rodrigues da - JOÃO BAPTISTA : gravador português do século XVII (1628-1680). Contribuição para a História da Gravura em Portugal. Coimbra, Imprensa da Universidade, 1925. In-4.º (23,5cm) de 15, [1], 222, [2] p. ; [22] f. il. ; [1] mapa desdob. ; E. Col. Subsídios para a História da Arte Portuguesa, XIX
1.ª edição.
Ilustrado em extratexto sobre papel couché com fac-similes de gravuras, portadas e a reprodução, em mapa desdobrável, das Linhas de Elvas. 
João Baptista foi um gravador português do século XVI, um dos pioneiros a dedicar-se à gravura artística sobre metal.
O estudo que se segue, sobre a vida e obra deste pouco conhecido gravador português, foi desencadeado pela descoberta casual e compra, em Roma, pelo Ministro de Portugal na capital italiana, Dr. Eusébio Leão, de uma chapa de cobre aberta em buril, do plano militar de Elvas no tempo da restauração. "O aparecimento da referida chapa, escreveu Rodrigues da Costa, «é um facto valioso e interessante, tanto sob o ponto de vista histórico, como artístico...»"
João Carlos Rodrigues da Costa (1843-1917). “Nasceu em Lisboa, em 1843, onde faleceu, em 1917. Foi general-de-divisão da arma de Artilharia. Escritor, jornalista e deputado, foi professor do Colégio Militar das disciplinas de Ciências Naturais, Química e Física, Comandante da Escola Prática de Artilharia, Governador Militar de Elvas e responsável pelo comandando superior do Campo Entrincheirado de Lisboa.
Fez parte da sua carreira na Terceira (1868-1872) e foi em Angra do Heroísmo que iniciou a sua actividade como jornalista, na qual se distinguiu toda a vida. Em Lisboa, voltou a distinguir-se no jornalismo, na qualidade de redator da Revolução de Setembro, de que veio a ser director. Foi também diretor da Sociedade de Geografia e primeiro presidente da primeira Associação de Escritores e Jornalistas, de que foi co-fundador; foi membro das comissões para as comemorações dos centenários de Camões, do Descobrimento da Índia e da Guerra Peninsular.”
Encadernação em meia de pele com dourados sobre rótulo na lombada. Conserva as capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

23 outubro, 2012

SAMPAYO, Diogo de Carvalho e – TRATADO DAS CORES. QUE CONSTA DE TRES PARTES: ANALYTICA, SYNTHETICA, HERMENEUTICA. OFFERECIDO aos amadores das sciencias naturaes, e a os dilectantes, e artistas, que começaõ a ocupar-se de todo o género de trabalho colorido : por… Cavalheiro da Ordem de Malta. Reprodução fac-simile do exemplar da Biblioteca Pública Municipal do Porto. Precedido pela apresentação de um beve ensaio bio-bibliográfico: Diogo de Carvalho e Sampayo e os seus escritos sobre a cor, por Rui Graça de Castro Feijó, Professor da Universidade do Porto. Lisboa, Lisboa, Chaves Ferreira – Publicações, S.A., 2001. In-4º (28,5cm) de XVI p., [12] f., [4] p. ; XIV, 153 p. ; [18] f. il. ; E.
Edição facsimilada segundo o exemplar de 1787 existente na Biblioteca Pública Municipal do Porto.
“Este breve Tratado naõ he outra cousa mais, que huma clara exposiçaõ das minhas ideas, a respeito das Cores, na mesma ordem, com que ellas se me presentáraõ.
Illuminando alguns planos, me apercebi dos diversos effeitos, que resultavaõ da mixtura de differentes Cores. Fiz experiencias mais methodicas, e me pareceo, que sobre os seus resultados, se poderiaõ estabelecer alguns Principios. Estes Principios, nascidos da experiencia, os achei conformes ás analogias da Natureza; e assim os tive por verdadeiros.” (excerto de prefácio do original)
Edição de luxo. O acabamento foi processado manualmente pela Imprensa Portuguesa, utilizando uma encadernação em tela de seda, com ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura, com assinatura de Mestre Domingos Silva. A gravura da capa reproduz um retrato de Diogo de Carvalho e Sampayo, existente no Paço de Gominhães, em Vizela.
Desta edição foi feita uma tiragem de 2250  exemplares. Todos os exemplares foram numerados e assinados com a chancela do editor. A este exemplar corresponde o nº 1479.
Exemplar em bom estado de conservação.
Indisponível

06 setembro, 2012

SOARES, Ernesto - EVOLUÇÃO DA GRAVURA DE MADEIRA EM PORTUGAL : Séculos XV a XIX. Lisboa, Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa, 1951. In-4º grd. (29,5cm) de 65, [3], [2] p. ; [50] f. il. ; il. ; B.
Edição impressa em papel de superior qualidade, ilustrada no texto e em separado (50 estampas).
Ernesto Leandro Rodrigues Soares (1887-1966), "foi um pedagogo. bibliógrafo e estudioso da história da gravura em Portugal, continuador do trabalho de Inocêncio Francisco da Silva. Dedicou-se ao estudo da iconografia, com destaque para a história da gravura e dos gravadores portugueses, matéria sobre a qual publicou em 1927 o seu primeiro trabalho de investigação. Viria a publicar grande número de trabalhos sobre estes temas, matéria de que se tornou um dos mais conhecidos investigadores."
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
Com interesse histórico e bibliográfico.
45€

23 junho, 2012

VITERBO, Sousa - ARTES E ARTISTAS EM PORTUGAL. Contribuições para a Historia das Artes e Industrias Portuguezas. (2ª edição correcta e augmentada). Lisboa, Livraria Ferin-Editora : Torres & C.ta, 1920. In-4º (25,5cm) de 331 p. ; B.
Importante estudo histórico.
Contém um índice de artistas citados na obra (150).
Matérias:
I - Pintura. II - Relojoaria. III - Fontes de bronze. IV - Tapeçarias. V - Bordadores e colchoeiros. VI - Ourivesaria. VII - Construcções navaes. VIII - Armarias e arsenaes no seculo XVI. IX - Musica. X - Danças. XI - Armadores e Cerieiros. XII - Mestre Goterres - Poeta e illuminador. XIII - A Porta do Sol em Coimbra. XIV - Additamentos e correcções. Opinião da imprensa.
Francisco Marques de Sousa Viterbo. "Personalidade multifacetada, foi poeta, arqueólogo, historiador e jornalista. Nasceu em 1845, no Porto, e morreu em 1910, em Lisboa. De rígida educação religiosa, frequentou o seminário do Porto durante a sua adolescência. Formou-se depois em Medicina pela Escola Médico-Cirúrgica, mas logo abandonou o exercício daquela ciência para se dedicar a trabalhos históricos e arqueológicos, com os quais tanto se notabilizaria dentro e fora do país. Toda a sua obra revela-nos um historiógrafo defensor dos valores maiores da cultura portuguesa. De entre os títulos publicados, destacam-se Arte e Artistas em Portugal e Contribuição para a História das Artes e Indústrias Portuguesas. Graças ao seu labor incansável, muitos dados biográficos de personalidades como Damião de Góis e Gil Vicente vieram à luz. Sousa Viterbo foi ainda fundador da Associação de Jornalistas e Escritores Portugueses."
(in infopedia.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Aparado à cabeça.
Invulgar, com interesse histórico.
40€

17 abril, 2012

DUPLESSIS, Georges – LES MERVEILLES DE LA GRAVURE. Deuxiéme édition. Ouvrage illustré de 34 vignettes par P. Sellier. Paris, Librairie Hachette et Cie, 1871. In-8º (18cm) de [6], 322, [2] p. ; il. ; E. Bibliothèque des Merveilles publiée  sous la direction de M. Edouard Charton.
Ilustrada com 34 belíssimas estampas.
Table des Matières: I – Origine de la gravure; II – La gravure en Italie; III – La gravure em Espagne; III – La gravure dans les Pays-Bas; IV – La gravure en Allemagne; VI – La gravure en Angleterre; VII – La gravure en France; VIII – Procédés.
Bonita edição da História da Gravura integrada na Bibliothèque des Merveilles, a excelente e famosa colecção francesa, que publicou mais de cem livros entre 1865 e 1893, dos mais diversos temas.
Encadernação editorial inteira de percalina finamente gravada a seco e a ouro nas pastas e na lombada.
Exemplar em bom estado geral de conservação; apresenta de sinais de humidade e alguns picos de acidez; assinatura possessória na 1ª p. texto.
Invulgar.
20€

07 outubro, 2011

VITERBO, F. M. de Sousa - A GRAVURA EM PORTUGAL : Breves apontamentos para a sua historia : por... Lisboa, Tip. da Casa da Moeda e Papel Sellado, 1909. In-8º grd. (26cm) de 19 p. ; B. Separata do Boletim da Real Associação dos Architectos Civis e Archeologos Portuguezes.
"A historia da gravura em Portugal encontra-se embryonara na Collecção de memorias de Cyrillo Volkmar Machado e na Lista de alguns artistas do patriarcha D. Fr. Francisco de S. Luiz (Cardeal Saraiva). [...] A Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro trata de preencher a lacuna, e muito grato lhe deve ser o nosso paiz, pela publicação do catalogo dos retratos colligidos por Diogo Barbosa Machado, catalogo que abrange não menos de 1.980 numeros. E, como se isto não bastasse, a mesma Bibliotheca, [...] está dando a lista de producçõers dos gravadores, iniciando a serie por Debrie." (da introdução do autor)
Exemplar brochado, ostenta no verso da capa ex-libris de João Filipe da Silva Nascimento, que por isso e por sua acção, reflete na capa um sombreado com as dimensões desse.
Bom estado.
Invulgar.
25€

18 agosto, 2011

SAMPAIO, Albino Forjaz de - O LIVRO : EX-LIBRIS. Collecção Patricia. Dirigida por... ; Desenhos de Saavedra Machado ; Capa de Jorge Barradas. Lisboa, Empreza do Diario de Noticias, 1925. In-8º (19,5cm) de [16] p. ; il. ; B.
Conserva no seu interior folheto/nota de encomenda da colecção.
Curioso opúsculo sobre a arte ex-librística, muito ilustrado no texto.
Bom exemplar. Capas algo empoeiradas; páginas de um amarelecido uniforme.
Invulgar.
20€

29 julho, 2011

O LIVRO DAS MIL E UMA NOITES. Introdução de Aquilino Ribeiro. Lisboa, Editorial Estúdios Cor, 1958-1962. 6 vol. in-8º grd. (23cm) de 462, [2] p. (I), 622, [2] p. (II), 550, [2] p. (III), 580, [2] p. (IV), 564, [2] p. (V), 520 p. (VI) ; il. ; E.
Traduções de: Aquilino Ribeiro, Branquinho da Fonseca, Carlos de Oliveira, Celeste Andrade, David Mourão-Ferreira, Domingos Monteiro, Irene Lisboa, João Gaspar Simões, José Gomes Ferreira, José Rodrigues Miguéis, Nataniel Costa, Jorge de Sena, J. Saramago, Urbano Tavares Rodrigues. 
Ilustrações de: Alice Jorge, António Charrua, Bartolomeu Cid, Bernardo Marques, Cândido Costa Pinto, Carlos Botelho, Cipriano Dourado, Fernando Azevedo, Infante do Carmo, Jorge Martins, Júlio Gil, Júlio Pomar, Lima de Freitas, Manuel Lapa, Maria Keil, Sá Nogueira e Vaz Pereira. 
"Fernando Azevedo desenhou as vinhetas e as capitulares."
Monumental edição deste clássico da literatura, a melhor que se publicou entre nós, de grande sentido estético e apuro gráfico, impressa em papel de qualidade superior, profusa e belíssimamente ilustrada a p.b. e a cores no texto e em extratexto. 
Encadernação do editor inteira de pele de cor bordeaux com ferros gravados a seco e a ouro e branco na pasta anterior e lombada; corte superior das folhas carminado.
Exemplares em bom estado de conservação, descontando alguns sinais de desgaste nas lombadas.
Valioso conjunto, muito procurado.
Reservado