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27 fevereiro, 2017

LA VIE PASSIONNANTE ET PASSIONNÉE DE CAMÕES. Texte de Michel Gérac. Illustrations de José Baptista. Lisbonne, S. E. I. T, 1973. In-8.º (21x21cm) de 104 p. ; todo il. ; B.
1.ª edição.
Biografia do grande vate português - Luís de Camões - em banda desenhada, com texto em francês, no original. Ilustrada com belíssimos desenhos a p.b.
"Le soleil déclinant fit scintiller un vitrail. Luiz Vaz sursauta, arraché à sa rêverie. Il s'était attardé, et sa pensée, vagabonde, s'était égarée loin du propos qui l'avait amené à rechercher la solitude du vieux cloître. Pourtant, la tâche était facile, il l'avait acceptée, flatré d'être désigné pour composer la pièce que les étudiants devaient jouer devant le très docte corps enseignant de Santa Cruz."
(excerto da história)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

20 março, 2016

GONÇALVES - António Jorge - SUBWAY LIFE : VIDA SUBTERRÂNEA. Londres - Lisboa - Berlim - Estocolmo - Nova Iorque - São Paulo - Tóquio - Atenas - Moscovo - Cairo. Lisboa, Assírio & Alvim, 2010. Oblongo (21x30,5cm) de [250] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Bilíngue (português/inglês)
Tiragem declarada de 1000 exemplares rubricada pelo autor (314/1000).
"Em 1997 comecei a praticar um exercício no metro de Londres que consistia em desenhar a pessoa que se sentasse à minha frente ou no meu mais imediato ângulo de visão. Era um método que pretendia obrigar-me a desenhar aquilo que não podia escolher.
Decidi estender este jogo a outras 9 cidades: no total foram cerca de 800 horas de trabalho repartidas pelas 3 a 4 semanas que permaneci em cada cidade, numa rotina de 2 sessões por dia, percorrendo linhas diferentes e abrangendo o total do horário de funcionamento.
Nunca pedi autorização a ninguém, mas também não fingi estar a fazer outra coisa: durante os 5 a 8 minutos que cada desenho levou a construir comecei como observador e acabei como observado.
Este livro compila, de forma cronológica, uma seleção desses desenhos elaborados entre 1997 e 2003."
(introdução)
"Subway Life" reúne uma selecção feita a partir de três mil desenhos feitos em 10 cidades e é a última paragem de um projecto de vários anos. António Jorge Gonçalves quis dar a volta ao mundo assim: sentando-se no metro e desenhando a primeira pessoa que se sentasse à sua frente.
De 1997 a 2003. Cairo, Moscovo, Atenas, Tóquio, São Paulo, Nova Iorque, Estocolmo, Berlim. Eram tudo cidades que não tinha visitado antes. Assim que aterrava no aeroporto, procurava o sinal do metro. "Quando entrava no metro, sentia-me em casa."

Depois de seis anos a desenhar, foram precisos outros seis para chegar a este livro, publicado pela Assírio & Alvim."
(MARQUES, Susana Moreira (2010)," Quando entrava no metro, sentia-me em casa", www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/quando-entrava-no-metro-sentia-me-em-casa-264753)
"Subway Life (Vida Subterrânea) é um projecto que levou António Jorge Gonçalves a desenhar pessoas sentadas em carruagens do Metro em 10 cidades, nos 5 continentes.
Tudo começou em Londres - onde o artista residiu durante três anos - comum exercício que consistia em desenhar a pessoa que se sentasse à sua frente no Metro. Era um método aleatório de escolha de modelos que pretendia obrigá-lo a desenhar aquilo que não podia escolher. Ao regressar a Lisboa, decidiu estender o jogo a outras 9 cidades: Lisboa, Berlim, Estocolmo, Nova Iorque, São Paulo, Tóquio, Atenas, Moscovo, e Cairo.
800 horas de trabalho depois, constatou que entre os mais de 3000 desenhos registados nos seus cadernos era rara a repetição de postura. Apesar dos seus retratados se encontrarem numa mesma situação (sentados num comboio subterrâneo) a individualidade sobressaía sempre numa posição de mão ou no jeito de cruzar a perna. E se, por um lado, podia encontrar estereótipos dos habitantes de cada uma das cidades, por outro, existiam também indivíduos que poderiam encaixar em qualquer uma delas.
Em 2002, numa colaboração com os webdesigners Silikonski, foi criado o site www.subwaylife.com, que conheceu uma atenção muito particular, tendo sido premiado no FLASH FILM FESTIVAL 2002 SAN FRANCISCO e sido recomendado em dezenas de sites entre os quais USA TODAY ou YAHOO PICK OF THE DAY. Este site já recebeu, até hoje, mais de 5 milhões de visitas. O projecto mereceu ainda divulgação e entrevistas na imprensa em Portugal, EUA, México, Brasil, Rússia, França, Ucrânia, Austrália, China ou Japão. O livro reune um conjunto significativo dos desenhos, complementado por apontamentos sobre cada cidade. Juntando no mesmo comboio passageiros de todo o mundo somos convidados a viajar pela mão do desenhador."
(fonte. www.fnac.pt)
Encadernação cartonada do editor azul com desenhos e letras a negro e branco.
Exemplar em bom estado de conservação.
Esgotado.
25€

03 agosto, 2015

VILHENA, J. - A GRANDE GAITA. Compilação noticiosa, científica, literária e artística. Profusamente ilustrada & indecentemente plagiada de jornais diários, hebdomadários, revistas, loletins, pasquins, diários das sessões, folhas de couve e outras publicações nacionais e estrangeiras de todas as tendências ideológicas, políticas, religiosas e morais. Tomo I. [S.l.], [s.n. - imp. nas Oficinas Gráficas de Imprimarte, S. A. R. L., Queluz de Baixo], 1973. In-fólio (30cm) de 158, [2] p. ; todo il. ; B.
1.ª edição.
Muito ilustrada com desenhos e reproduções de gravuras de diversas proveniências.
Edição original de A Grande Gaita, revista humorística.
Índice:
- O casal Burton. - O enforcamento de Sassoeiros. - O tirano de Alcabideche. - O Bolshoi de Moscovo. - Ana of England. - Um drama no nordeste transmontano. - Honra ao mérito. - Paraíso sem Adão. - Será a guerra tão má como a pintam? - Um drama no mar. - A agitação social na Suécia. - O problema da habitação. - O Basófias. - O regresso do Pachá. - A Gata Borralheira.
José Vilhena (n. 1927). "Nasceu a 7 de Julho de 1927, em Figueira de Castelo Rodrigo, filho de um pequeno proprietário agrícola e de uma professora primária. Passou a infância na aldeia de Freixedas, perto da Guarda. Aos dez anos, foi para Lisboa estudar. Depois da tropa, foi para a Escola de Belas Artes, no Porto, e cursou arquitectura. Porém, tinha começado a fazer desenhos para jornais e abandona o curso a meio. “Diário de Lisboa”, “Cara Alegre” e “O Mundo Ri” são algumas das publicações onde trabalha nos anos 50. Na década seguinte, desenvolve a actividade de escritor satírico.
Os seus livros são apreendidos pela PIDE e é preso por três ocasiões. Até ao 25 de Abril de 1974, escreve cerca de 70 livros. Nesse ano, sai o primeiro número da sua revista, “Gaiola Aberta”. Volta à carga com “O Fala Barato”. “O Cavaco” seria a publicação seguinte, mas a experiência acabou quando Cavaco Silva saiu de São Bento, em 1994. O seu projecto mais recente é “O Moralista”, onde adopta métodos de comunicação mais modernos. Independentemente das críticas ao seu trabalho, Vilhena é hoje considerado um dos maiores ilustradores, caricaturistas e humoristas da Nação."
(in www.cmjornal.xl.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas oxidadas.
Pouco vulgar e muito apreciado.
10€

28 dezembro, 2014

BAMBI. Walt Disney apresenta... Adaptação portuguesa de Milai Bensabat. Venda Nova - Amadora, Editorial Ibis, 1969. In-8º (19,5cm) de 224 p. ; mto il. ; E. Colecção Disleylândia 
1.ª edição [portuguesa] : Maio, 1969.
Bonita edição dum clássico da literatura infantil; muito ilustrado com cartoons que acompanham o texto.
"A notícia espalhou-se pelo bosque como um rastilho de pólvora. Logo que sabiam a boa-nova, todos os animaizinhos corriam para a pequena clareira onde o novo veadinho acabava de nascer, avisando, entretanto, quantos encontravam pelo caminho. [...]
A mãe do veadinho acariciou suavemente a cabeça do seu menino.
- Acorda meu filho! Temos visitas.
O recém-nascido suspirou e, preguiçosamente, levantou a cabeça. Ao fazê-lo bocejou largamente.
O coelhinho barulhento saltou para a primeira fila e aproximou-se do veadinho observando-o atentamente, enquanto ele bocejava.
- Olá principezinho! - cumprimentou."
(excerto do texto)
Encadernação editorial inteira de tela com desenhos e título gravados a negro e a ouro na pasta frontal e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

30 janeiro, 2012

ECOS DA SEMANA DE BOTELHO : 1928-1950. Apresentado por José-Augusto França. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian-Centro de Arte Moderna, 1989. In-fólio (30cm) de [230] p. ; todo il. ; B. Tiragem: 3.000 exemplares. 
Catálogo publicado por ocasião da exposição "Ecos da Semana de Botelho 1928-1950”, realizada no CAM de 20 de Julho a 3 de Setembro de 1989. O catálogo apresenta desenhos de Carlos Botelho. Contém uma selecção dos «Ecos da Semana», publicados no Sempre Fixe entre 1928 e 1950. Contém texto de apresentação. Editado em português. 
“Durante vinte e dois anos e meio, de 17 de Maio de 1928 ao fim do ano de 1950, Carlos Botelho publicou os seus «Ecos da Semana» na oitava (salvo algumas excepções) página d’«O Sempre Fixe» que viera à luz em meados de 26, justamente no fim da I República. […] «Ecos da Semana» são um duplo, e triplo, diário - do autor, entre os seus 29 e 51 anos de idade, e dum país (ou dum mundo), ao longo dum regime político firmando-se, firmado e abalado já, ao fim dos «Ecos», e duma história universal cortada por guerras, do Japão, a Etiópia, de Espanha, a nova Grande Guerra. Mas também, e sobretudo, um diário no não-dito. Menos pelo que as tesouras da Censura cortam do que pelo que o autor não desenha, no seu discurso tácito - que é o discurso nacional possível, para além de oficial, sempre, por natureza historiográfica, falso, e ainda para mais obrigações de totalitarismo instituído.” (excerto de prefácio) 
Exemplar estimado com as capas plastificadas; assinatura de posse no anterrosto.  
Pouco comum.
Indisponível

20 dezembro, 2011

CAMÕES. Colecção de 124 cromos. 4ª edição. [Lisboa], Agência Portuguesa de Revistas, 1966. 
Caderneta (22x22cm) de 35, [1] pp, preenchida com cromos (completa).
Apreciada colecção de cromos da Agência Portuguesa de Revistas - que na segunda metade do século passado fizeram as delícias de milhares de portugueses -, sobre a vida aventurosa de Camões. 
"A biografia por imagens do maior poeta português, com todos os principais passos da sua atribulada existência de moço trovador, espadachim, guerreiro e genial autor das inspiradas estrofes de "OS LUSÍADAS"."
Exemplar em bom estado geral de conservação. Capas vincadas, com rasgão (sem perda de papel) na lombada; páginas algo oxidadas.
Muito invulgar.
40€

29 outubro, 2011

CID, Augusto - ALTO CÃO TRASTE. [Prefácio: Paulo Portas]. Porto, Página a Página, 1994. In-8º grd. (24cm) de [4], 188 p. ; todo il. ; B.
"Augusto Cid tem um talento de excepção e constitui uma das imagens de marca do "Independente". A invenção do Cão Traste não podia ter reflectido melhor o espírito dessa aventura em forma de jornal. Descobrir o que não está à vista foi o que sempre nos propusémos; afinal, o Cão Traste anda sempre de máscara na mão, revelando os piores pensamentos e as maiores idiotias do tipo de pessoal que faz política em Portugal." (do prefácio)
"Augusto José Sobral Cid (n. 1941) é um caricaturista, cartoonista político, escultor, pintor e publicitário português. É considerado o mais incómodo dos caricaturistas portugueses, [...] não se coibindo de fazer um humor com opinião própria, daí a irritação de muitos dos seus visados." (www.infopedia.pt)
Bom exemplar, como novo.
Esgotado.
15€

11 dezembro, 2010

ROMA, Giuseppino de - ANTÓNIO DE LISBOA. Tradução de Maria de Lourdes Assis. Ilustrações de Anna Curti. Lisboa, Ed. Paulistas, 1993. In-4º de 107, [3] p. ; mto il. ; B.
1ª edição.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
A CRUZ VERMELHA E O MEU PAÍS - COMITÉ INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA. Genebra, C.I.C.V., 1975. In-8º grd. de 79 p. ; mto il. ; B.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€