ENSILAGEM. Methodos Modernos. Tratado pratico sobre silos, sua construcção e processos de enchimento; noções exactas e completas sobre a Ensilagem e sua composição; alimentação e rações. Guia do creador e do industrial de lacticionios. Publicado por The Silver Manufacturing Co. Salem, Ohio, U. S. A. Traduzido por Diamantino Diniz Ferreira, Professor de linguas na Escola Nacional de Agricultura, proprietario, director e professor do collegio «Mondego» de Coimbra. Lisboa, Livraria Classica Editora-A. M. Teixeira & Com.ᵗᵃ, 1907. In-8.º (19cm) de XV, [5], 322, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante tratado sobre ensilagem, o primeiro que sobre este assunto se publicou entre nós, exceptuando talvez, uma curta dissertação inaugural sobre o mesmo tema apresentada por Teodoro van Zeller ao Conselho do Instituto de Agronomia e Veterinaria (1892).
Ilustrado ao longo do texto com desenhos, quadros e tabelas.
"Dar noções precisas e fidedignas sobre a construcção do silo e processos de ensilagem; demosntrar com dados positivos e seguros, baseádos no testemunho de auctoridades e no asserto das estações experimentaes, que o estabelecimento de uma granja para exploração de gados não póde ser completo sem que se comprehenda um ou dous silos: tal é o fim que nos propusemos com a publicação d'este livro, cujo assumpto explanaremos d'uma maneira clara, sem flôres de rhetorica nem vôos de imaginação.
Depois do ultimo capitulo inserimos um pequeno vocabulario de termos techicos, afim de que um livro d'esta natureza possa mais facilmente ser comprehendido por todos os leitores."
(Prefácio)
"Poucos lavradores sabiam ha vinte annos o que era um silo e menor ainda era o numero dos que tinham visto um silo ou alimentado o seu gado com silagem.
Hoje os silos são tão vulgares como os celleiros, em muitos districtos agricolas da America e milhares de lavradores abandonariam a lavoura se não pudessem obter silagem para o seu gado, durante a maior parte do anno."
(Excerto da introdução)
Quadro das materias:
I - Vantagem do silo. II - Construcção dos silos. III - Plantas próprias para ensilagem. IV - Ensilagem. V - Alimentação do gado pela ensilagem. VI - Guia do creador de gado.
Exemplar brochado em bom etstado de conservação. Contracapa apresenta pequenas falhas de papel.
Raro.
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11 fevereiro, 2018
27 dezembro, 2017
ROGERS, Francis M. - A HORTA DOS CABOS SUBMARINOS. Pelo Professor... da Universidade de Harvard. Horta, Delegação de Turismo da Horta, [1983]. In-8.º (20,5cm) de [2], 45, [1] p. ; [1] mapa ; mto il. ; B.
1.ª edição.
"Curiosa monografia publicada por ocasião do 150.º Aniversário da Elevação da Horta a cidade.
Ilustrada no texto com inúmeras fotogravuras a p.b., e um mapa desdobrável em separado - "Mapa do Roteiro dos Cabos".
Com o aproximar do final do século XIX e com os progressos alcançados na tecnologia das comunicações por cabo submarino, a Horta, onde amarrou o primeiro cabo em 1893, transformou-se no espaço de poucos anos num verdadeiro centro de telecomunicações à escala mundial, ali se fixando companhias de nacionalidade inglesa, americana, alemã, francesa e italiana cuja presença, até final da década de Cinquenta do século XX, perdura nos conjuntos arquitectónicos por elas construídos para instalações técnicas e residenciais e que constituem verdadeiros marcos na paisagem urbana da Horta."
(Fonte: http://www.fcsh.unl.pt/cham/eve/content.php?printconceito=997)
"Há centenas de anos que a Horta é conhecida pelo seu abrigado porto que, de todos os existentes nas ilhas do Atlântico, é o que mais próximo se encontra do meio caminho entre a Europa e a América do Norte. A 32º32'N E 28º32'W. [...]
Os antigos cabos telegráficos eram estendidos entre estações intermédias relativamente próximas umas das outras visto os cabos, tal como os aviões e barcos a vapor da altura, serem, em termos relativos, de curto alcance. A Horta, graças à sua localização favorável, foi aproveitada no início de 1900 não só como estação intermédia, mas também como ponto de permuta de cabogramas transatlânticos.
A primeira companhia de cabos a actuar na ilha foi a companhia inglesa Europe & Azores Telegraph Co., fundada em 1893 para operar o cabo instalado nesse ano entre os Açores e Portugal Continental e proprietária da concessão original outorgada pelo Governo português."
(Excerto de A Horta e Apogeu dos cabos submarinos)
Matérias:
- A Horta. - Apogeu dos cabos submarinos. - A Família Dabney. - Os Hickling e os Websters. - O Dabney deixam o Faial. - Declínio dos cabos e início do correio aéreo. - As ilhas do Atlântico e as telecomunicações modernas. - Roteiro dos cabos. - Notas. - Ao leitor.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa com vinco no canto inferior dto.
Invulgar e muito interessante.
Com interesse regional e para a história das telecomunicações.
Indisponível
1.ª edição.
"Curiosa monografia publicada por ocasião do 150.º Aniversário da Elevação da Horta a cidade.
Ilustrada no texto com inúmeras fotogravuras a p.b., e um mapa desdobrável em separado - "Mapa do Roteiro dos Cabos".
Com o aproximar do final do século XIX e com os progressos alcançados na tecnologia das comunicações por cabo submarino, a Horta, onde amarrou o primeiro cabo em 1893, transformou-se no espaço de poucos anos num verdadeiro centro de telecomunicações à escala mundial, ali se fixando companhias de nacionalidade inglesa, americana, alemã, francesa e italiana cuja presença, até final da década de Cinquenta do século XX, perdura nos conjuntos arquitectónicos por elas construídos para instalações técnicas e residenciais e que constituem verdadeiros marcos na paisagem urbana da Horta."
(Fonte: http://www.fcsh.unl.pt/cham/eve/content.php?printconceito=997)
"Há centenas de anos que a Horta é conhecida pelo seu abrigado porto que, de todos os existentes nas ilhas do Atlântico, é o que mais próximo se encontra do meio caminho entre a Europa e a América do Norte. A 32º32'N E 28º32'W. [...]
Os antigos cabos telegráficos eram estendidos entre estações intermédias relativamente próximas umas das outras visto os cabos, tal como os aviões e barcos a vapor da altura, serem, em termos relativos, de curto alcance. A Horta, graças à sua localização favorável, foi aproveitada no início de 1900 não só como estação intermédia, mas também como ponto de permuta de cabogramas transatlânticos.
A primeira companhia de cabos a actuar na ilha foi a companhia inglesa Europe & Azores Telegraph Co., fundada em 1893 para operar o cabo instalado nesse ano entre os Açores e Portugal Continental e proprietária da concessão original outorgada pelo Governo português."
(Excerto de A Horta e Apogeu dos cabos submarinos)
Matérias:
- A Horta. - Apogeu dos cabos submarinos. - A Família Dabney. - Os Hickling e os Websters. - O Dabney deixam o Faial. - Declínio dos cabos e início do correio aéreo. - As ilhas do Atlântico e as telecomunicações modernas. - Roteiro dos cabos. - Notas. - Ao leitor.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa com vinco no canto inferior dto.
Invulgar e muito interessante.
Com interesse regional e para a história das telecomunicações.
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