NEVES, Prof. Carlos Manuel L. Baeta - A TAPADA DE MAFRA E A INVESTIGAÇÃO CINEGÉTICA. Separata da «Gazeta das Aldeias» - N.º 2638. [S.l.], [s.n. - Composto e Impresso na Tipografia Mendonça, Porto], [1969]. In-4.º (25,5cm) de 7, [1] p. a 2 coln. ; il. ; B.
1.ª edição independente.
Ilustrada no texto com fotografias a p.b.
Tiragem de 50 exemplares (de acordo com a Biblioteca Nacional).
Monografia acerca da Tapada de Mafra e do trabalho aí desenvolvido como centro de estudos e ensaios. O autor faz ainda algumas referências à história da Tapada de Mafra valendo-se para tal de um trabalho de Caldeira Santos.
Opúsculo valorizado pela dedicatória autógrafa de Baeta Neves ao Dr. Sousa Leite.
"Criadas pela última lei da Caça as mais graves responsabilidades profissionais, perante a falta de elementos científicos e técnicos em que se possam fundamentar muitas das decisões práticas consequentes, só criando um núcleo de estudo e experimentação, embora pequeno mas eficiente, será possível vir a obter, num espaço de tempo razoável e com a objectividade necessária, tais elementos, em relação ao caso português. [...]
Cada ano que passa não só agrava a situação, por inútil, como torna cada vez mais difícil harmonizar os interesses em causa, da Técnica e do Desporto, de molde a conseguir-se o entendimento e a íntima colaboração sem as quais, por mais que se estude e por mais perfeitas que sejam as leis, nunca será atingido o objectivo comum em vista, a generalização do Ordenamento cinegético a todas as áreas apropriadas onde os caçadores possam encontrar a satisfação dos seus desejos e direitos, embora dentro dos limites impostos por aquele, os quais são, por definição, os que melhor correspondem a essa condição fundamental."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico e cinegético.
A BNP possui apenas um exemplar no seu acervo.
Indisponível
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23 fevereiro, 2019
22 janeiro, 2019
CARDIM, Joaquim Canas - NA ESTEIRA DO NORDESTE (memórias de um caçador). Porto, Lello & Irmão - Editores, 1982. In-8.º (18,5cm) de 155, [1] p. ; [6] f. il. ; B.
1.ª edição.
Interessante livro de crónicas sobre os anos que o autor dedicou à caça.
Ilustrado em separado com fotogravuras a p.b.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
20€
1.ª edição.
Interessante livro de crónicas sobre os anos que o autor dedicou à caça.
Ilustrado em separado com fotogravuras a p.b.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
20€
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*CARDIM (Joaquim Canas),
1ª E D I Ç Ã O,
Autobiog./Memórias,
Caça,
Crónicas
29 agosto, 2018
COSTA, Moisés do Nascimento - ENSINO DO CÃO PERDIGUEIRO. Porto, Porto Editora, 1984. In-8.º (20,5cm) de 95, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante trabalho sobre o ensino do cão de caça Perdigueiro Português.
Ilustrado com um desenho no final - «nomenclatura do cão», e com 16 fotografias a cores distribuídas por oito páginas de texto impressas sobre papel couché.
"Este pequeno livro não tem qualquer pretensão literária. É um trabalho modesto e simples. Poderia mesmo dizer, plagiando um antigo reclame da televisão, que é um livro para todo o caçador que saiba ler, mesmo que saiba ler pouco.
A tentativa deste trabalho fundamenta-se em razões muito simples: primeiro, a natural paixão que sinto pelo cão perdigueiro; depois, devido ao considerável número de pessoas que regularmente se me vêm dirigindo: uns para comprar cães já caçados, outros para disso me encarregarem, e ainda outros pedindo esclarecimentos ou literatura emprestada. Por outro lado, também não é raro saírem do meu canil cachorros cuja sorte e destino me deixam triste e preocupado."
(Excerto da Introdução)
Índice: Introdução. Aquisição do cachorro: - Afectividade; - Alimentação; Alojamento. O cachorro come terra. Os vermes. A desmama. Trazer à mão: - 1.ª fase; - 2.ª fase: O lançamento do objectivo; Imobilização. - Advertência. Ensinar o cachorro a caçar. A paragem. O «fica». A busca: larga ou curta? Cães de ventos ou peugueiros. Os castigos. O caçador e o cão. O dente doce. Características e aptidões dos perdigueiros mais conhecidos e usados no nosso país. Nomenclatura do cão. Conclusão.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito procurado.
Indisponível
1.ª edição.
Importante trabalho sobre o ensino do cão de caça Perdigueiro Português.
Ilustrado com um desenho no final - «nomenclatura do cão», e com 16 fotografias a cores distribuídas por oito páginas de texto impressas sobre papel couché.
"Este pequeno livro não tem qualquer pretensão literária. É um trabalho modesto e simples. Poderia mesmo dizer, plagiando um antigo reclame da televisão, que é um livro para todo o caçador que saiba ler, mesmo que saiba ler pouco.
A tentativa deste trabalho fundamenta-se em razões muito simples: primeiro, a natural paixão que sinto pelo cão perdigueiro; depois, devido ao considerável número de pessoas que regularmente se me vêm dirigindo: uns para comprar cães já caçados, outros para disso me encarregarem, e ainda outros pedindo esclarecimentos ou literatura emprestada. Por outro lado, também não é raro saírem do meu canil cachorros cuja sorte e destino me deixam triste e preocupado."
(Excerto da Introdução)
Índice: Introdução. Aquisição do cachorro: - Afectividade; - Alimentação; Alojamento. O cachorro come terra. Os vermes. A desmama. Trazer à mão: - 1.ª fase; - 2.ª fase: O lançamento do objectivo; Imobilização. - Advertência. Ensinar o cachorro a caçar. A paragem. O «fica». A busca: larga ou curta? Cães de ventos ou peugueiros. Os castigos. O caçador e o cão. O dente doce. Características e aptidões dos perdigueiros mais conhecidos e usados no nosso país. Nomenclatura do cão. Conclusão.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito procurado.
Indisponível
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*COSTA (Moisés do Nascimento),
1ª E D I Ç Ã O,
Caça,
Canicultura
18 setembro, 2017
GALVÃO, Henrique - RONDA DE ÁFRICA (Outras Terras, Outras Gentes: Viagens em Moçambique). Porto, Editorial "Jornal de Notícias", [194-]. 2 vols in-fólio com 609, [35] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
1.ª edição.
Colaboraram artisticamente José Américo Pires de Moura e Fortunato Anjos.
Edição
de grande esmero e apuro gráfico, impressa em papel de qualidade
superior, profusamente ilustrada com centenas de fotogravuras e desenhos
no texto e em extratexto, a p.b. e a cores.
Obra de referência, e umas das mais estimadas da bibliografia ultramarina portuguesa, sendo um verdadeiro roteiro paisagístico e etnográfico moçambicano, onde cabem episódios de caça grossa e da convivência com os indígenas.
Obra de referência, e umas das mais estimadas da bibliografia ultramarina portuguesa, sendo um verdadeiro roteiro paisagístico e etnográfico moçambicano, onde cabem episódios de caça grossa e da convivência com os indígenas.
Encadernações
do editor inteiras de pele com as pastas gravadas gravadas a seco e a cores, e a
lombada com dourados. Conservam as guardas de brochura.
Excelentes exemplares.
Obra muito apreciada e procurada.
180€
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*GALVÃO (Henrique),
1ª E D I Ç Ã O,
África,
África/Ultramar,
Caça,
Etnografia,
Moçambique,
Obras de Referência,
Zoologia
03 maio, 2017
CRUZ, Dr. José A. de Freitas - O PROBLEMA VENATÓRIO PORTUGUÊS (estudo e crítica). 1945 - tiragem especial. [S.l.], Edição do Autor, 1945. In-8.º (20cm) de 286, [2] p. ; B. Colecção «Venator», I
1.ª edição.
Importante trabalho sobre a caça em Portugal.
'Notas de estudo e investigação, comentários, elementos subsidiários e de crítica às disposições legais que têm regido a venatória em Portugal'.
"A caça, desporto dos mais salutares e inquestionàvelmente o mais livre que a um homem livre é dado praticar, o único que tem alguma influência na vida económica da Nação, apesar de ser aquêle que, entre nós, é exercido por maior número de indivíduos, não conseguiu ainda ser convenientemente compreendido, de molde a, com justiça e vantagem para todos, ter regulamentada quer a sua prática, quer as medidas indispensáveis para evitar o desaparecimento das espécies que constituem fauna cinegética."
(excerto do Cap. I, Introdução)
Índice:
À laia de prefácio. I - Introdução. II - Evolução Histórica. III - Estudo crítico: 1) Da caça e lugares em que pode ser exercida. 2) Das espécies venatórias. 3) Do período venatório. 4) Dos caçadores. 5) Das restrições do direito de caçar. 6) Dos direitos dos caçadores e dos proprietários. 7) Dos cães. 8) Das reservas de caça. 9) Dos organismos venatórios. 10) Das licenças. 11) Do fundo de caça. 12) Da fiscalização. 13) Das disposições legais. 14) Das penalidades. 15) Das disposições transitórias. IV - Conclusão. Sinopse dos diplomas legislativos publicados no Diário do Govêrno, sôbre assuntos venatórios, após a promulgação da primeira lei de caça, em 7 de Julho de 1913, até 20 de Dezembro de 1945.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
1.ª edição.
Importante trabalho sobre a caça em Portugal.
'Notas de estudo e investigação, comentários, elementos subsidiários e de crítica às disposições legais que têm regido a venatória em Portugal'.
"A caça, desporto dos mais salutares e inquestionàvelmente o mais livre que a um homem livre é dado praticar, o único que tem alguma influência na vida económica da Nação, apesar de ser aquêle que, entre nós, é exercido por maior número de indivíduos, não conseguiu ainda ser convenientemente compreendido, de molde a, com justiça e vantagem para todos, ter regulamentada quer a sua prática, quer as medidas indispensáveis para evitar o desaparecimento das espécies que constituem fauna cinegética."
(excerto do Cap. I, Introdução)
Índice:
À laia de prefácio. I - Introdução. II - Evolução Histórica. III - Estudo crítico: 1) Da caça e lugares em que pode ser exercida. 2) Das espécies venatórias. 3) Do período venatório. 4) Dos caçadores. 5) Das restrições do direito de caçar. 6) Dos direitos dos caçadores e dos proprietários. 7) Dos cães. 8) Das reservas de caça. 9) Dos organismos venatórios. 10) Das licenças. 11) Do fundo de caça. 12) Da fiscalização. 13) Das disposições legais. 14) Das penalidades. 15) Das disposições transitórias. IV - Conclusão. Sinopse dos diplomas legislativos publicados no Diário do Govêrno, sôbre assuntos venatórios, após a promulgação da primeira lei de caça, em 7 de Julho de 1913, até 20 de Dezembro de 1945.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
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*CRUZ (José A. de Freiras),
1ª E D I Ç Ã O,
Caça,
Direito,
Estudos críticos,
Estudos históricos,
História,
Legislação,
Monografias
13 maio, 2016
SILVA, João Augusto - GORONGOSA : experiências de um caçador de imagens (fotografias do autor). [Prefácio por Dr. Alfredo Esteves de Sousa]. Lourenço Marques, [s.n. - Executado nas oficinas gráficas da Empresa Moderna, Lda, (EMOL), Lço. Marques], 1964. In-4.º grd. (29cm) de [2], 92 p. ; [104] p. il. ; E.
1.ª edição.
Valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
Bonita edição, impressa em papel de superior qualidade, profusamente ilustrada em extratexto com fotografias a p.b. e a cores dos animais selvagens que habitam o Parque da Gorongosa.
"Meu caro amigo: O seu excelente trabalho proporcionou-me o prazer de confirmar que V. reune em si um conjunto de qualidades difíceis de encontrar num mesmo indivíduo, no qual não sei o que mais admirar: se o artista da palavra e da imagem que, em descrições cheias de realismo e sobriedade e com imagens cheias de vida e movimento, me fez reviver cenas passadas; se o naturalista nato que soube observar e "ver" para além da corrente interpretação antropomórfica das reacções dos animais; se a valentia intrépida do antigo caçador que procura compreender melhor os "bichos" arriscando a vida para demonstrar a si próprio as conclusões a que chegou; se, finalmente, a coragem de pôr em letra de forma os resultados das suas demoradas observações, tão verdadeiras e tão contrárias ao que nos conta a tradição centenária sobre "histórias" de feras que apenas escasso número de indivíduos de eleição começa agora a contrariar, correndo, muito embora, o risco de ser apodado de lunático ou excêntrico."
(excerto do prefácio)
"Encontrareis nestas páginas, aqui e além, afirmações absolutamente contrárias aos conceitos mais generalizados acerca do comportamento de alguns animais selvagens - conceitos que de há muito correm mundo com a força de verdade dogmáticas.
Essas afirmações que outros talvez considerem temerárias ou sensacionais, resultaram do estudo directo da Natureza levado a cabo com amorosas devoções de panteísta, durante longos anos vividos na selva.
Certas facetas da "personalidade" dos animais não se revelaram de pronto aos olhos do autor. A princípio o seu próprio juízo crítico vergava sob o poderoso ascendente de noções erradas, transmitidas de geração em geração. Mas, a pouco e pouco, foi-se rasgando o espesso véu de preconceitos que lhe toldavam o panorama da vida natural e começou então a surgir diante dos seus olhos maravilhados um mundo novo de perspectivas até então ignoradas."
(excerto da introdução)
Matérias:
- Os animais selvagens e o Homem. - Vagueando pelos caminhos do Parque. - Espécies zoológicas mais comuns no Parque da Gorongosa. - Documentário fotográfico : experiências de um caçador de imagens.
Encadernação editorial em tela com sobrecapa policromada revestida cor capa plástica de protecção.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
35€
1.ª edição.
Valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
Bonita edição, impressa em papel de superior qualidade, profusamente ilustrada em extratexto com fotografias a p.b. e a cores dos animais selvagens que habitam o Parque da Gorongosa.
"Meu caro amigo: O seu excelente trabalho proporcionou-me o prazer de confirmar que V. reune em si um conjunto de qualidades difíceis de encontrar num mesmo indivíduo, no qual não sei o que mais admirar: se o artista da palavra e da imagem que, em descrições cheias de realismo e sobriedade e com imagens cheias de vida e movimento, me fez reviver cenas passadas; se o naturalista nato que soube observar e "ver" para além da corrente interpretação antropomórfica das reacções dos animais; se a valentia intrépida do antigo caçador que procura compreender melhor os "bichos" arriscando a vida para demonstrar a si próprio as conclusões a que chegou; se, finalmente, a coragem de pôr em letra de forma os resultados das suas demoradas observações, tão verdadeiras e tão contrárias ao que nos conta a tradição centenária sobre "histórias" de feras que apenas escasso número de indivíduos de eleição começa agora a contrariar, correndo, muito embora, o risco de ser apodado de lunático ou excêntrico."
(excerto do prefácio)
"Encontrareis nestas páginas, aqui e além, afirmações absolutamente contrárias aos conceitos mais generalizados acerca do comportamento de alguns animais selvagens - conceitos que de há muito correm mundo com a força de verdade dogmáticas.
Essas afirmações que outros talvez considerem temerárias ou sensacionais, resultaram do estudo directo da Natureza levado a cabo com amorosas devoções de panteísta, durante longos anos vividos na selva.
Certas facetas da "personalidade" dos animais não se revelaram de pronto aos olhos do autor. A princípio o seu próprio juízo crítico vergava sob o poderoso ascendente de noções erradas, transmitidas de geração em geração. Mas, a pouco e pouco, foi-se rasgando o espesso véu de preconceitos que lhe toldavam o panorama da vida natural e começou então a surgir diante dos seus olhos maravilhados um mundo novo de perspectivas até então ignoradas."
(excerto da introdução)
Matérias:
- Os animais selvagens e o Homem. - Vagueando pelos caminhos do Parque. - Espécies zoológicas mais comuns no Parque da Gorongosa. - Documentário fotográfico : experiências de um caçador de imagens.
Encadernação editorial em tela com sobrecapa policromada revestida cor capa plástica de protecção.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
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§ AUTÓGRAFOS,
*SILVA (João Augusto),
1ª E D I Ç Ã O,
África,
África / Ultramar,
Caça,
Fotografia,
Moçambique,
Zoologia
19 abril, 2016
VASCONCELOS, João Teixeira de - MEMÓRIAS DE UM CAÇADOR DE ELEFANTES (com 32 fotogravuras). [Prefácio de Raul Brandão]. Porto, Edição de Maranus, 1924. In-8.º (19cm) de 190, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Abrilhantada pelo prefácio de Raul Brandão e ilustrada com 32 fotogravuras nas paginas do texto.
Conjunto de narrativas aventureiras produzidas pelo autor, irmão do poeta Teixeira de Pascoaes, fruto da sua experiência como caçador de animais de grande porte, em África.
"A primeira vez que vi êste homem extraordinário foi numa fotografia ao pé dum enorme bicho caído por terra com uma bala na cabeça. Era um colosso formidável, informe como um saco de carvão donde saíam dois dentes brancos e agudos.Mas muito mais formidável ainda se me afigurou desde logo, o homem esfarrapado e minúsculo, de espingarda na mão, que se atrevêra a bater-se com a fera gigantesca. Que tipo só acção e nervos e que serenidade no olhar, na fisionomia, na figura!..."
(excerto do prefácio)
"Seduziu-me sempre a vida aventureira, as longas divagações através da selva africana, onde o perigo e o imprevisto exercem sôbre nós uma fôrça de atracção à qual se não resiste. Não há nada como a caça para se poder viver em África uma vida de grandes sensações, - vida que me dominou durante uns dez anos e da qual conservei inolvidáveis recordações. Na verdade, um caçador não se aborrece, está sempre alerta, tem sempre novos projectos a realizar, tem diante de si uma imensidade de terras misteriosas e é-lhe completamente desconhecido o spleen, o tédio e a hipocondria que afligem na Europa os europeus. O caçador não descansa e é raro pernoitar no mesmo sítio e cada sol que nasce lhe alumia novos horizontes. Païsagens desconhecidas aparecem constantemente, diante dos nossos olhos, e sentimos sempre um desejo violento de as percorrer, a fim de vermos o que existe para àlém delas. Isto e o encontro comovente com os grande animais selvagens, como o elefante, o búfalo, o rinoceronte, constituem, para temperamentos idênticos ao meu, um interêsse extraordinário."
(excerto do Cap. II, A vida de um caçador nas selvas)
Matérias:
Um caçador de elefantes [Prefácio].
I - O meu primeiro elefante. II - A vida de um caçador nas selvas. III - No Planalto de Mazenquele. IV - Os búfalos. V - Cinco elefantes. VI - Exploração do Cuílo. VII - Costumes indígenas. VIII - Morte do Giatiça. IX - O Macuta. X - A última caçada no Pombo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas frágeis, com defeitos.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível
1.ª edição.
Abrilhantada pelo prefácio de Raul Brandão e ilustrada com 32 fotogravuras nas paginas do texto.
Conjunto de narrativas aventureiras produzidas pelo autor, irmão do poeta Teixeira de Pascoaes, fruto da sua experiência como caçador de animais de grande porte, em África.
"A primeira vez que vi êste homem extraordinário foi numa fotografia ao pé dum enorme bicho caído por terra com uma bala na cabeça. Era um colosso formidável, informe como um saco de carvão donde saíam dois dentes brancos e agudos.Mas muito mais formidável ainda se me afigurou desde logo, o homem esfarrapado e minúsculo, de espingarda na mão, que se atrevêra a bater-se com a fera gigantesca. Que tipo só acção e nervos e que serenidade no olhar, na fisionomia, na figura!..."
(excerto do prefácio)
"Seduziu-me sempre a vida aventureira, as longas divagações através da selva africana, onde o perigo e o imprevisto exercem sôbre nós uma fôrça de atracção à qual se não resiste. Não há nada como a caça para se poder viver em África uma vida de grandes sensações, - vida que me dominou durante uns dez anos e da qual conservei inolvidáveis recordações. Na verdade, um caçador não se aborrece, está sempre alerta, tem sempre novos projectos a realizar, tem diante de si uma imensidade de terras misteriosas e é-lhe completamente desconhecido o spleen, o tédio e a hipocondria que afligem na Europa os europeus. O caçador não descansa e é raro pernoitar no mesmo sítio e cada sol que nasce lhe alumia novos horizontes. Païsagens desconhecidas aparecem constantemente, diante dos nossos olhos, e sentimos sempre um desejo violento de as percorrer, a fim de vermos o que existe para àlém delas. Isto e o encontro comovente com os grande animais selvagens, como o elefante, o búfalo, o rinoceronte, constituem, para temperamentos idênticos ao meu, um interêsse extraordinário."
(excerto do Cap. II, A vida de um caçador nas selvas)
Matérias:
Um caçador de elefantes [Prefácio].
I - O meu primeiro elefante. II - A vida de um caçador nas selvas. III - No Planalto de Mazenquele. IV - Os búfalos. V - Cinco elefantes. VI - Exploração do Cuílo. VII - Costumes indígenas. VIII - Morte do Giatiça. IX - O Macuta. X - A última caçada no Pombo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas frágeis, com defeitos.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível
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*BRANDÃO (Raúl),
*VASCONCELOS (João Teixeira de),
1ª E D I Ç Ã O,
África,
Angola,
Autobiog./Memórias,
Caça,
Crónicas,
Etnografia,
História
05 abril, 2014
MAIA, Carlos Roma Machado de Faria e – RECORDAÇÕES DE
ÁFRICA. Verídicas narrativas de viagens, caçadas, combates e costume indígenas, marchas pelo interior e navegação dos rios. Por… [Prólogo do Almirante Ernesto de Vasconcelos]. Lisboa, Tipog. e Papel. Carmona, 1929. In-8.º (21,5cm) de 396,
[4] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Muito ilustrada com desenhos e fotogravuras no texto.
“Honrou-me o Sr. Coronel Carlos Roma Machado, prezado amigo,
com a leitura, que me concedeu, do seu interessante trabalho Recordações de África, que escreveu
depois de uma longa estadia nas nossas Colónias Africanas, onde desempenhou
importantes missões de serviço público, sendo uma das últimas em colaboração
com o autor destas linhas, na União Sul Africana. […]
O seu livro foi elaborado com toda a naturalidade, sem
pretensões de fazer estilo. É uma narração fiel dos acontecimentos, dos quais
muitos estão vividos na memória dos africanistas.
Dividiu o Sr. Roma Machado a sua obra em três partes, qual
delas a mais interessante, tendo o grande valor de serem narrativas, como diz,
de viagens, combates, costumes indígenas, marchas pelo interior e factos
históricos.
Em alguns desses trabalhos tomou parte activa, noutros
reproduziu feitos da história contemporânea colonial portuguesa, colhendo em
flagrante episódios da vida dos nossos sertanejos e ouvindo muitas vezes os
figurantes da vida aventurosa do mato, ou dos capitães-mores e oficiais do
exército de África, em que nos relata fielmente casos de extraordinária
valentia de verdadeiros e quase ignorados heróis.”
(excerto do prólogo)
Matérias:
Parte I.
Mentalidade e civilização dos portugueses em África.
Descrição de alguns factos históricos antigos e modernos.
Parte II.
Um regresso a África. Cenas passadas na província de
Moçambique.
Parte III.
Cenas passadas na província de Angola. Um regresso à
metrópole.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação.
Vestígios de humidade nas últimas folhas.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível
Etiquetas:
*MAIA (Carlos Roma Machado de Faria e),
1ª E D I Ç Ã O,
1ª Guerra Mundial,
África/Ultramar,
Angola,
Caça,
Colonização,
Etnografia,
História,
História de Portugal,
Moçambique,
Viagens
29 fevereiro, 2012
CÃES PORTUGUESES : ESTALÕES DAS SUAS RAÇAS. Chiens Portugais : Standards des Races. Coordenação e notas de António Cabral. Lisboa, Clube dos Caçadores Portugueses : Secção de Canicultura, 1955. In-8.º (21,5cm) de 150, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrado em extratexto com fotografias a p. b.
“Com a publicação dos estalões dos cães portugueses, a Secção de Canicultura cumpre uma das suas atribuições de maior projecção no fomento da canicultura nacional, penitencia-se de só agora o fazer, se o tempo lhe perdoar, e homenageia os criadores e proprietários de cães, que, sem uma orientação facilmente disponível ou de todo vazia, conseguiram, com pouca desordenada variação, manter nas raças caninas indígenas características étnicas, permitindo actualizar ou elaborar os seus indispensáveis estalões.
1.ª edição.
Ilustrado em extratexto com fotografias a p. b.
“Com a publicação dos estalões dos cães portugueses, a Secção de Canicultura cumpre uma das suas atribuições de maior projecção no fomento da canicultura nacional, penitencia-se de só agora o fazer, se o tempo lhe perdoar, e homenageia os criadores e proprietários de cães, que, sem uma orientação facilmente disponível ou de todo vazia, conseguiram, com pouca desordenada variação, manter nas raças caninas indígenas características étnicas, permitindo actualizar ou elaborar os seus indispensáveis estalões.
Não abrange esta publicação a totalidade dos cães das raças portuguesas que muitos pensam existir, mas o quase desaparecimento de algumas – Fila da Terceira – e o seu cruzamento dominante com raças semelhantes, que outras extinguiram – galgo anglo-luso, galgo indígena e barbaças – resumem este livro à publicação apenas dos estalões do Cão de água, do Cão da Serra de Aires, do Cão de Castro Laboreiro, do Cão da Serra da Estrela, do Rafeiro do Alentejo, do Podengo Português e do Perdigueiro Português” (Excerto do prefácio)Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
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1ª E D I Ç Ã O,
Caça,
Canicultura,
Zoologia
04 janeiro, 2012
[SILVA], João Augusto - ÁFRICA : da vida e do amor na selva. Lisboa, Edições Momento, 1936. In-8.º (21cm) de 181, [9] p. ; il. ; B.
1ª edição.
Episódios de caça grossa, do quotidiano na selva e da interacção com as gentes e os animais na Guiné.
Ilustrada com 5 colagens - 4 fotos e 1 auto-retrato do autor.
Obra galardoada com o 1.º lugar no X Concurso do Prémio de Literatura Colonial da AGC, em 1936.
Episódios de caça grossa, do quotidiano na selva e da interacção com as gentes e os animais na Guiné.
Ilustrada com 5 colagens - 4 fotos e 1 auto-retrato do autor.
Obra galardoada com o 1.º lugar no X Concurso do Prémio de Literatura Colonial da AGC, em 1936.
"Contam-se seis anos em que embarquei em feio vapor encarvoado, com destino a África, decidido à vida aventurosa no sertão sob o céu dos trópicos..." (excerto da introdução)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação; restauro de amador na lombada; assinaturas de posse no rosto; rasgão na contracapa, sem perda de papel; capas oxidadas.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível
Etiquetas:
*SILVA (João Augusto),
1ª E D I Ç Ã O,
África/Ultramar,
Caça,
Crónicas,
Guiné,
Literatura colonial
15 maio, 2011
D. JOÃO I - LIVRO DA MONTARIA. Feito por D. João I, Rei de Portugal, conforme o manuscrito n.º 4352 da Biblioteca Nacional de Lisboa. Publicado por ordem da Academia das Sciências de Lisboa por Francisco Maria Esteves Pereira. Coimbra, Imprensa da Universidade, 1918. In-8.º (22,5cm) de LXV, 465, [1] p. ; [6] est. extratexto ; il. ; E.
1.ª edição.
"O Livro da Montaria é uma obra original em todas as suas partes, e não a tradução, imitação, ou adaptação de outra obra semilhante, escrita em português ou língua estranha. Sob o ponto de vista técnico, O Livro da Montaria é um tratado da arte da caça do monte, e compreende não só as regras e preceitos que deve observar o monteiro para ser perfeito na sua profissão, mas tambem as razões que os justificam; e em que todas as operações da caça do monte são descritas com admirável minuciosidade, não só as destinadas a apreender a caça, como tambem a preparar os meios para obter o resultado desejado. Sob o ponto de vista literário o Livro da Montaria tem grande merecimento; contem, como era de esperar, grande número de termos usados neste género de caça, e pelo qual se pode determinar a sua significação especial.[...] O estilo é, como convém a uma obra didática, singelo, preciso e mesmo elegante, e sempre nobre; nele não se encontram palavras da linguagem baixa, e muito menos obscenas." (da Introdução)
"O Livro de Montaria feito por El-Rei D. João I de Portugal é um precioso testemunho da vivência medieval, que traduz, na frescura das suas páginas, um imenso entusiasmo pela arte de caçar, exercício cuja origem se perde na imensidão dos tempos.[…] Temos assim o melhor exemplo de como, na corte portuguesa de quatrocentos, se fomentou uma actividade desportiva, com a preocupação do crescimento harmonioso, empenhando toda a potencialidade humana." (Prof. Doutora Manuela Mendonça)1.ª edição.
"O Livro da Montaria é uma obra original em todas as suas partes, e não a tradução, imitação, ou adaptação de outra obra semilhante, escrita em português ou língua estranha. Sob o ponto de vista técnico, O Livro da Montaria é um tratado da arte da caça do monte, e compreende não só as regras e preceitos que deve observar o monteiro para ser perfeito na sua profissão, mas tambem as razões que os justificam; e em que todas as operações da caça do monte são descritas com admirável minuciosidade, não só as destinadas a apreender a caça, como tambem a preparar os meios para obter o resultado desejado. Sob o ponto de vista literário o Livro da Montaria tem grande merecimento; contem, como era de esperar, grande número de termos usados neste género de caça, e pelo qual se pode determinar a sua significação especial.[...] O estilo é, como convém a uma obra didática, singelo, preciso e mesmo elegante, e sempre nobre; nele não se encontram palavras da linguagem baixa, e muito menos obscenas." (da Introdução)
Encadernação em meia de pele com ferros a ouro na lombada.
Exemplar em bom estado geral, descontando pequeníssimas falhas de pele na lombada; o miolo encontra-se preservado, sendo que, duas páginas apresentam restauro, e outras, alguns escritos e sublinhados; assinatura de posse no rosto.
Raro.
Indisponível
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11 dezembro, 2010
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