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01 abril, 2018

PROCLAMAÇÃO. O Marechal General Lord Wellington.
[S.l.], Na Impressão Regia, [1810]. In-fólio (31cm) de [1] f.
1.ª edição.
Importante peça da Guerra Peninsular. Datada de 1 de Agosto de 1810, esta proclamação é um sério aviso (e
uma promessa de punição) aos mensageiros que, a mando do Estado Maior francês, distribuíam a correspondência pelo inimigo.
"Tendo chegado ao meu conhecimento que algumas pessoas são mandadas pelo inimigo ao interior do Reino, com cartas, e mensagens para differentes Individuos, Cidades, e Villas; todas estas pessoas deverão ser logo apprehendidas como criminosas, e remetidas com as cartas, de que se acharem encarregadas, ao meu Quartel-General."
(Excerto da Proclamação)
Arthur Colley Wellesley (1769-1852). Natural de Dublin (Irlanda), 1.º Duque de Wellington - Comandante-em-Chefe dos exécitos britânicos, portugueses e espanhóis na Guerra Peninsular -, combateu os marechais de Napoleão durante as Invasões Francesas. Além de prestigiado militar fez carreira política, ocupando o cargo de Primeiro Ministro do Reino Unido em duas ocasiões.
Exemplar em bom estado de conservação.
Muito raro.
Com interesse histórico.
Peça de colecção.
35€

01 fevereiro, 2018

[PROCLAMAÇÃO]. Lord Visconde WELLINGTON, Marechal General, etc. etc. etc.
[S.l.], Na Impressão Regia, [1810]. In-fólio (31cm) de [1] f.
1.ª edição.
Importante peça da Guerra Peninsular.
"Trata-se da raríssima folha volante, com a notável proclamação do Marechal Wellington [mais tarde, Duque de Wellington] aos Portugueses pedindo e obrigando a utilização de todos os meios possíveis para atrasar a progressão do exército francês comandado por Massena na 3.ª Invasão de Portugal. Foi em grande parte como resultado desta 'política de terra queimada' (curiosamente, aqui utilizada 2 anos antes da mesma estratégia utilizada por Kutuzov contra a invasão francesa da Rússia!) que o exército luso-inglês conseguiu rechaçar as tropas francesas de Portugal."
                                              ................
"O TEMPO que tem passado, durante o qual o Inimigo ha permanecido sobre as Fronteiras de Portugal, tem felizmente fornecido á Nação Portugueza, experiencia do que tem a esperar dos Francezes. Os povos de algumas Villas tinhão ficado nellas, fiados nas promessas do Inimigo, e em vão capacitados de que tratando os Inimigos da sua Patria de huma maneira amigavel, poderião assim conciliar, e reduzir o Inimigo a praticar para com elles sentimentos humanos, e huma conducta clemente, e que os seus bens serião respeitados, as suas Mulheres livradas de huma brutal violação, e as suas vidas garantidas. Vans esperanças! [...] Os Portuguezes vem agora, que lhes não resta outro remedio para evitarem os males, com que são ameaçados, senão huma determinada, e vigorosa resistencia, e hum firme proposito de difficultar, quanto for possivel, o adiantamento do Inimigo para o interior do reino... [...] e todas as Pessoas de qualquer classe que sejão, que mantiverem a menor comunicação com o Inimigo, ou que os ajudarem, ou assistirem em alguma cousa, serão considerados traidores contra o Estado, e serão julgados, e castigados em conformidade ao que exige hum tão enorme crime. Quartel General Agosto 4 de 1810.
Wellington"
(Excerto da Proclamação)
Arthur Colley Wellesley (1769-1852). Natural de Dublin (Irlanda), 1.º Duque de Wellington - Comandante-em-Chefe dos exécitos britânicos, portugueses e espanhóis na Guerra Peninsular -, combateu os marechais de Napoleão durante as Invasões Francesas. Além de prestigiado militar fez carreira política, ocupando o cargo de Primeiro Ministro do Reino Unido em duas ocasiões.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Com pequeníssimos furos de traça à cabeça, sem no entanto atingir a mancha tipográfica. Pelo interesse e raridade, a justificar trabalho de restauro e eventual encadernação.
Muito raro.
Com indubitável interesse histórico, estratégico e militar.
Peça de colecção.
Indisponível

14 dezembro, 2017

AZEVEDO, Antonio Soares d' - ODE PINDARICA, AO ILL.ᴹᴼ, E EX.ᴹᴼ SENHOR ARTHUR WELLESLEY, MARQUEZ DE WELLINGTON, E DE TORRES VEDRAS, DUQUE DE CIDADE RODRIGO, COMMANDANTE EM CHEFE DOS EXERCITOS ALLIADOS EM PORTUGAL, E HESPANHA, ETC. ETC. ETC. Por... Bacharel Formado em Canones pela Universidade de Coimbra. Porto, Na Typ. que foi de Antonio Alvarez Ribeiro, 1812. Com licença da Meza do Desembargo do Paço. In-8.º (19cm) de 18 p. ; B.
1.ª edição.
Curiosa composição poética dedicada a Arthur Wellesley, futuro Duque de Wellington.

"Das golpeadas hostes as veredas
                Marcaõ rios de sangue,
Que os outros rios a engrossar descendo,
Vaõ lacerados corpos revolvendo.
Sobranceiro insta o braço triunfante,
Que para d'hum só golpe alli puní-las
Sobre Fuentes d'Honor faz reuní-las:
E mil raios entaõ juntos vibrando,
Aos pés da Luzitania libertada
A Franceza altivez reduz ao nada.
"

(Antistrophe X.)

Bom exemplar. Páginas com picos de acidez.
Invulgar.
Indisponível