ANTÓNIO VARIAÇÕES. The Estate of António Variações | Auction. Song Lyrics, Photographs, Clothes, Posters and Personal Items. Lisboa 12 November 2009. P4 Live Auction : online bidding. Lisboa, Auction Services, 2009. In-4.º (29,5cm) de [112] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Catálogo bilíngue (português/inglês) do espólio de António Variações, leiloado em Lisboa, no CCB, a 12 de Novembro de 2009. Livro de grande esmero e apuro gráfico, impresso em papel de superior qualidade, pejado de fotografias a p.b. e a cores do artista, dos originais manuscritos das letras das suas canções e das suas roupas e objectos pessoais.
Capa: António Variações a cantar no programa "Berros e Bocas" (18/07/1982).
"António Variações é um dos ícones maiores da música Pop portuguesa; marcou e continua a marcar diversas gerações de artistas portugueses, pela genuinidade e emoção que emprestava às suas criações.
Nascido António Joaquim Rodrigues Ribeiro, de Dezembro de 1944, perto de Braga, sempre viveu com a música. Com 12 anos vai para Lisboa onde vive e trabalha durante alguns anos, até ir para Angola, em 1965. Em 1970, parte para Londres e conforme afirma mais tarde, não retira ainda deste contacto com outro país, o pleno proveito, ao contrário do que sucede em seguida, quando viaja, primeiro para Itália, em 1973 e depois, em 1974, para a Holanda.
Já nesta altura, António se dedicava a aprender e exercer a profissão de barbeiro, como fazia questão de marcar, porque o que lhe interessava mais era o corte e não o penteado. E é também o corte que marca a sua personalidade, o corte com os preconceitos, com o que é comum e consensual. Assim, abre a Barbearia "É pró Menino e prá Menina", onde a sua imagem é notada pelas roupas invulgares, associadas à aparente serenidade do barbeiro.
Sem perder o rumo que norteava as suas ambições mais profundas de ser músico, em 1978 assina finalmente contrato com a Editora Valentim de Carvalho, mas passam 4 anos, algumas viagens mais, vários concertos e apresentações, até gravar o primeiro disco. As letras das suas músicas, com raízes na sua terra natal, contam essa viagem, "entre Braga e NY", a sua vontade de mudança, num país a mudar devagar e as suas interrogações pessoais.. Entre 1982 e 1984, grava dois singles e dois LPs, tendo o último saído nos dias anteriores à sua morte, em 13 de Junho de 1984, dia de Santo António."
(Sofia P. Trindade, Biografia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico e biográfico.
Indisponível
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10 julho, 2019
18 dezembro, 2018
JOÃO DA SILVA. Exposição das suas obras de 24-IV a 15-VII de 1933 na Rua Nova de S.ᵀᴼ António, 75 (à igreja de S. Mamede). [Preâmbulo de Reynaldo dos Santos]. [S.l.], [s.n.], [1933]. In-8.º (16cm) de [16] p. (inc. capas) ; B.
1.ª edição.
Catálogo das obras de João da Silva (1880-1960) relativo à exposição efectuada em sua casa, após o regresso de Paris, onde residiu até 1932.
Livrinho impresso em papel de superior qualidade, ilustrado com fotogravuras de algumas peças expostas, na sua maioria, em página inteira.
Na capa: Medalha da Vitória, "medalha militar portuguesa criada em 15 de Julho de 1919. A criação desta medalha foi acordada pelos Aliados após a vitória na I Guerra Mundial, sendo a fita idêntica para todos os Países e ficando a cargo de cada País o desenho da insígnia".
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Inclui cartão/convite do artista.
Raro.
Sem registo na BNP, ou qualquer informação bibliográfica.
Peça de colecção.
Indisponível
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*SILVA (João da),
1ª E D I Ç Ã O,
1ª Guerra Mundial,
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Catálogos / Exposições,
Escultura,
Medalhística
10 junho, 2018
BIJOUX. JOHNNY BLACKWOOD; CHRISTOPHE BURGER; BERND MUNSTEINER; KURT NEUKOMM; WOLF-PETER SCHWARZ. Avec des textes de Karl Schollmayer, Regis Hueber, Dr. Robert L'Allier, Henri Marquis. Lausanne, Scriptar S.A., [1984]. In-fólio (30cm) de 88, [1] p. ; mto. il. ; E.
1.ª edição.
Edição limitada a 1.000 exemplares numerados. O presente leva o n.º 428.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
1.ª edição.
Edição limitada a 1.000 exemplares numerados. O presente leva o n.º 428.
Obra de grande esmero e apuro gráfico. Ilustrada com fotografias de alta definição de belíssimas peças de design assinadas e respectivas maquetes produzidas por 5 talentos da alta joalharia internacional.
Encadernação editorial revestida a tela de seda com ferros gravados a ouro e aplicação manual de gravura na pasta frontal.Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
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Suíça
04 janeiro, 2018
SOUSA LOPES. Exposição de homenagem à memória do mestre pintor Adriano de Sousa Lopes promovida pela Liga dos Combatentes sob o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian. Dezembro de 1962. [Prefácio de Reynaldo dos Santos]. In-4.º (24,5cm) de 69, [3] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Importante catálogo biográfico e retrospectivo da obra de Sousa Lopes, com especial incidência para a sua produção artística ao longo da Grande Guerra onde, com risco da própria vida, pintou telas inesquecíveis dos combates e do dia a dia dos soldados nas trincheiras.
Livro impresso em papel de superior qualidade, muito ilustrado a p.b. com reproduções da obra do Mestre (duas delas em página inteira), numa tiragem de apenas 1200 exemplares.
"Esta Exposição, cuja iniciativa se deve à Liga dos Combatentes da Grande Guerra, é um acto de justiça e gratidão à memória do pintor português que, pela sua obra na zona dos Exércitos, melhor evocou os sacrifícios e o heroísmo da nossa participação no passo histórico que marca o novo rumo da Europa e do Mundo na transfiguração, mais feliz na ciência que na moral, da vida de hoje.
Sousa Lopes, pelo seu nobre patriotismo e amor à França, à qual devia tantas sugestões renovadoras da sua Arte, era o pintor que com a força dos meios técnicos e expressivos próprios, melhor podia evocar os lances a cujas vicissitudes e tragédias assistiu.
Este aspecto de Sousa Lopes, um dos grandes pintores da Guerra europeia, representa uma força inspiradora e renovadora nos temas da sua obra de grande mestre, cuja visão plástica se exaltou no ambiente heróico em que viveu."
(Excerto do prefácio)
Adriano de Sousa Lopes (1879-1944). Pintor português. “Nasceu no lugar de Vidigal, freguesia de Pousos, concelho de Leiria, em 20 de Fevereiro de 1879. Matriculou-se na Escola de Belas Artes de Lisboa, em 1898, seguindo para Paris como pensionista do Legado Valmor, em 1903. […] Fez parte do C. E. P., na qualidade de capitão-graduado (1914-1918) durante a Grande Guerra, documentando a acção do exército português nas Batalhas da Flandres, de cujos trabalhos realizou grandes decorações no Museu de Artilharia e fez preciosa colecção de gravuras a água-forte. Expôs muitas vezes no «Salon» de Paris, e realizou exposições individuais em Portugal. […] Faleceu em Lisboa no dia 21 de Abril de 1944.”
(Fonte: SOUSA LOPES : Exposição (obras doadas ao Estado) – Academia Nacional de Belas Artes, 1945)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e artístico.
20€
1.ª edição.
Importante catálogo biográfico e retrospectivo da obra de Sousa Lopes, com especial incidência para a sua produção artística ao longo da Grande Guerra onde, com risco da própria vida, pintou telas inesquecíveis dos combates e do dia a dia dos soldados nas trincheiras.
Livro impresso em papel de superior qualidade, muito ilustrado a p.b. com reproduções da obra do Mestre (duas delas em página inteira), numa tiragem de apenas 1200 exemplares.
"Esta Exposição, cuja iniciativa se deve à Liga dos Combatentes da Grande Guerra, é um acto de justiça e gratidão à memória do pintor português que, pela sua obra na zona dos Exércitos, melhor evocou os sacrifícios e o heroísmo da nossa participação no passo histórico que marca o novo rumo da Europa e do Mundo na transfiguração, mais feliz na ciência que na moral, da vida de hoje.
Sousa Lopes, pelo seu nobre patriotismo e amor à França, à qual devia tantas sugestões renovadoras da sua Arte, era o pintor que com a força dos meios técnicos e expressivos próprios, melhor podia evocar os lances a cujas vicissitudes e tragédias assistiu.
Este aspecto de Sousa Lopes, um dos grandes pintores da Guerra europeia, representa uma força inspiradora e renovadora nos temas da sua obra de grande mestre, cuja visão plástica se exaltou no ambiente heróico em que viveu."
(Excerto do prefácio)
Adriano de Sousa Lopes (1879-1944). Pintor português. “Nasceu no lugar de Vidigal, freguesia de Pousos, concelho de Leiria, em 20 de Fevereiro de 1879. Matriculou-se na Escola de Belas Artes de Lisboa, em 1898, seguindo para Paris como pensionista do Legado Valmor, em 1903. […] Fez parte do C. E. P., na qualidade de capitão-graduado (1914-1918) durante a Grande Guerra, documentando a acção do exército português nas Batalhas da Flandres, de cujos trabalhos realizou grandes decorações no Museu de Artilharia e fez preciosa colecção de gravuras a água-forte. Expôs muitas vezes no «Salon» de Paris, e realizou exposições individuais em Portugal. […] Faleceu em Lisboa no dia 21 de Abril de 1944.”
(Fonte: SOUSA LOPES : Exposição (obras doadas ao Estado) – Academia Nacional de Belas Artes, 1945)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e artístico.
20€
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*LOPES (Sousa),
1ª E D I Ç Ã O,
1ª Guerra Mundial,
Arte,
Biografias,
Catálogos / Exposições,
Militaria,
Pintura
30 dezembro, 2017
PEREGRINAÇÃO AO TUMULO DO SOLDADO DESCONHECIDO. Catalogo das oferendas : tributo de homenagem dos peregrinos - Mosteiro da Batalha : Templo da Patria. [S.l.], [Comissão dos Padrões da Grande Guerra], [1924]. In-8.º (21cm) de 64 p. ; [3] f. il. ; B.1.ª edição.
Ilustrada com três fotogravuras, impressas sobre papel couché.
Inclui a lista das oferendas dos peregrinos aos Soldados Desconhecidos, em número de 355, com as respectivas descrições.
"No dia 9 de Abril de 1921 foram conduzidos para o Mosteiro da Batalha, Templo da Patria, os Dois Soldados Desconhecidos, vindos da Flandres Francesa, e da Africa Portuguesa (Angola e Moçambique) representando os Gloriosos Mortos das expedições enviadas aos referidos teatros das operações e simbolizando o sacrifício heroico do Povo Português.
Em cortejo de Apoteóse foram trazidos por numerosa Peregrinação presidida
pelo venerando Cidadão Doutor Antonio José de Almeida, Presidente da
República Portuguesa; Govêrno; Congresso; altos representantes da
Magistratura; Enviados Extraordinários e Missões Militares das Nações
Amigas e Aliadas, onde se encontravam os nomes prestigiosos do Marechal
Joffre, do Generalissimo Armando Diaz e do General Smith Dorrien;
Generais, Almirantes e mais oficiais de Portugal; Contingentes de
diferentes Unidades; Corporações Administrativas; Academias, Comércio,
Indústria e Agricultura.Todo o País se emocionou perante a solemnidade dêsse Cortejo, que do Palácio do Congresso da República foi à Estação do Rossio e depois de Leiria veio até à Batalha, voando sôbre o Mosteiro as nossas esquadrilhas de aeroplanos."
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Sem a capa de brochura frontal. Pelo interesse e raridade a justificar encadernação.
Raro e muito curioso.
20€
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1ª Guerra Mundial,
Catálogos / Exposições,
Comemorações,
Homenagem
17 dezembro, 2017
FRANCK MULLER : GENEVE. Master of complications. Lisboa, Company One, Lda., 2012. Oblongo (21,5x30,5cm) de 163, [13] p. ; todo il. ; E.
1.ª edição.
Catálogo de prestígio da Franck Muller (2012/2013), conhecida casa relojoeira Suiça, famosa pelos seus modelos exclusivos de alta-relojoaria. Tem ligações a Portugal, e ao desporto português, sobretudo através de contratos firmados com os três principais clubes nacionais - Benfica, Sporting e Porto -, e personalidades do mundo do futebol, como José Mourinho, para a produção de edições limitadas de relógios de pulso.
Produzido especialmente para Portugal, por certo com tiragem restrita, trata-se de um livro imponente, peça de design artístico e fotográfico impresso em papel de superior qualidade, muito ilustrado com fotografias de alta resolução a p.b. e a cores.
"A Franck Muller foi fundada em 1992 com o desiderato de reunir os valores mais tradicionais da relojoaria através de uma perspectiva contemporânea de criação relojoeira, inaugurando um novo conceito de alta-relojoaria que passava principalmente pela transposição das mais nobres complexidades mecânicas para a relojoaria de pulso."
(Excerto da apresentação)
Índice:
Estreias mundiais/Século XX. Complicações: - Giga Tourbillon. - Aeternitas. - Tourbillon Revolution 3. - Tourbillon Imperial. - Lady Tourbillon. - Tourbillon Crazy Hours. - Grande Sonnerie. - Perpetual Calendar Bi-Retro Chronograph. - Master Banker date. - Mariner. - Master Date. - Double Mistery. - Secret Hours. - Vegas. - Master Calendar Chronograph. - Crazy Hours. Colecção Franck Muller. Edições limitadas para Portugal [Retrospectiva e presente].
Belíssima encadernação editorial com lombada em cortiça e ferros gravados a seco e a ouro e negro nas pastas.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
30€
1.ª edição.
Catálogo de prestígio da Franck Muller (2012/2013), conhecida casa relojoeira Suiça, famosa pelos seus modelos exclusivos de alta-relojoaria. Tem ligações a Portugal, e ao desporto português, sobretudo através de contratos firmados com os três principais clubes nacionais - Benfica, Sporting e Porto -, e personalidades do mundo do futebol, como José Mourinho, para a produção de edições limitadas de relógios de pulso.
Produzido especialmente para Portugal, por certo com tiragem restrita, trata-se de um livro imponente, peça de design artístico e fotográfico impresso em papel de superior qualidade, muito ilustrado com fotografias de alta resolução a p.b. e a cores.
"A Franck Muller foi fundada em 1992 com o desiderato de reunir os valores mais tradicionais da relojoaria através de uma perspectiva contemporânea de criação relojoeira, inaugurando um novo conceito de alta-relojoaria que passava principalmente pela transposição das mais nobres complexidades mecânicas para a relojoaria de pulso."
(Excerto da apresentação)
Índice:
Estreias mundiais/Século XX. Complicações: - Giga Tourbillon. - Aeternitas. - Tourbillon Revolution 3. - Tourbillon Imperial. - Lady Tourbillon. - Tourbillon Crazy Hours. - Grande Sonnerie. - Perpetual Calendar Bi-Retro Chronograph. - Master Banker date. - Mariner. - Master Date. - Double Mistery. - Secret Hours. - Vegas. - Master Calendar Chronograph. - Crazy Hours. Colecção Franck Muller. Edições limitadas para Portugal [Retrospectiva e presente].
Belíssima encadernação editorial com lombada em cortiça e ferros gravados a seco e a ouro e negro nas pastas.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
30€
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1ª E D I Ç Ã O,
Arte,
Catálogos / Exposições,
Franck Muller,
Monografias,
Relojoaria,
Suiça
20 setembro, 2017
CATÁLOGO BIBLIOGRÁFICO DA AGÊNCIA GERAL DAS COLÓNIAS. Lisboa, Agência Geral das Colónias, MCMXLIII [1943]. In-8.º (22cm) de 302, [2] p. ; B.1.ª edição.
Catálogo
da Agência Geral das Colónias, importante fonte bibliográfica da actividade
editorial, cultural e propagandística do Estado Novo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
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1ª E D I Ç Ã O,
África/Ultramar,
Bibliografia,
Catálogos / Exposições,
Estado Novo,
Propaganda
08 setembro, 2017
BRUXARIA : objectos insólitos e criaturas fantásticas. Textos originais da exposição. Barcelona, El Frasco Mágico, [2002]. Oblongo (29,5x21cm) de 33 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Curioso catálogo de exposição sobre Bruxaria. Ilustrado no texto com reprodução de desenhos e fac-símiles.
"Decorreu no Museu Zoológico, situado no Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra, uma exposição itinerante que se referia a um tema controverso: a Bruxaria e as suas práticas. A colecção, pertença do neto do seu coleccionador original - Alessandro, nascido em Itália - foi constituída durante os anos trinta e quarenta do século XX. Este conjunto de objectos, que o neto retratou como um ‘pesadelo herdado’, foi restaurado e alugado por uma empresa sediada em Espanha, responsável pela sua actual divulgação e rentabilização."
(fonte: https://digitalis-dsp.uc.pt/jspui/bitstream/10316.2/41282/1/Exposicao%20Bruxaria.pdf)
"Diz-se que a razão é o que distingue o Homem dos outros seres vivos, mas o Homem é contraditório, porque sempre procurou evadir-se dos limites impostos pela sua própria razão. O sonho, a fantasia, a irracionalidade, são a essência da vida, para fugir da monotonia de uma realidade descarnada, a alternativa às privações de uma dura existência.
Nasce assim a bruxaria, como a arte de dominar a força da natureza e da vida, arte exercida pela mulher sábia, vulgarmente conhecida pelo nome de "bruxa".
A bruxa não era o horrível monstro que durante muito tempo nos fizeram crer, mas uma mulher normal, moderna para a sua época, já que possuía um grande conhecimento da natureza e do comportamento humano e uma conduta sexual sem inibições. Tudo isto levou-a a ocupar um lugar especial na sociedade.
Esta extravagante exposição pode ajudá-lo a compreender o enigmático mundo da bruxa."
(excerto da introdução)
Matérias:
O senhor Alessandro; Bruxaria: nasceu com o Homem, antes dos deuses; Venenos; Alucinogénios; Afrodisíacos; O vendedor ambulante de sonhos e coisas impossíveis; Os mitos do dragão e da serpente; Eleonor; Poções e feitiços; Gena; O maligno; Os símbolos; A perseguição; Compêndio de malefícios; Máquina consoladora; A ave do inferno; Ilusões, enganos e mistérios; Com frequência sucedem coisas estranhas.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
1.ª edição.
Curioso catálogo de exposição sobre Bruxaria. Ilustrado no texto com reprodução de desenhos e fac-símiles.
"Decorreu no Museu Zoológico, situado no Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra, uma exposição itinerante que se referia a um tema controverso: a Bruxaria e as suas práticas. A colecção, pertença do neto do seu coleccionador original - Alessandro, nascido em Itália - foi constituída durante os anos trinta e quarenta do século XX. Este conjunto de objectos, que o neto retratou como um ‘pesadelo herdado’, foi restaurado e alugado por uma empresa sediada em Espanha, responsável pela sua actual divulgação e rentabilização."
(fonte: https://digitalis-dsp.uc.pt/jspui/bitstream/10316.2/41282/1/Exposicao%20Bruxaria.pdf)
"Diz-se que a razão é o que distingue o Homem dos outros seres vivos, mas o Homem é contraditório, porque sempre procurou evadir-se dos limites impostos pela sua própria razão. O sonho, a fantasia, a irracionalidade, são a essência da vida, para fugir da monotonia de uma realidade descarnada, a alternativa às privações de uma dura existência.Nasce assim a bruxaria, como a arte de dominar a força da natureza e da vida, arte exercida pela mulher sábia, vulgarmente conhecida pelo nome de "bruxa".
A bruxa não era o horrível monstro que durante muito tempo nos fizeram crer, mas uma mulher normal, moderna para a sua época, já que possuía um grande conhecimento da natureza e do comportamento humano e uma conduta sexual sem inibições. Tudo isto levou-a a ocupar um lugar especial na sociedade.Esta extravagante exposição pode ajudá-lo a compreender o enigmático mundo da bruxa."
(excerto da introdução)
Matérias:
O senhor Alessandro; Bruxaria: nasceu com o Homem, antes dos deuses; Venenos; Alucinogénios; Afrodisíacos; O vendedor ambulante de sonhos e coisas impossíveis; Os mitos do dragão e da serpente; Eleonor; Poções e feitiços; Gena; O maligno; Os símbolos; A perseguição; Compêndio de malefícios; Máquina consoladora; A ave do inferno; Ilusões, enganos e mistérios; Com frequência sucedem coisas estranhas.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
19 abril, 2017
LOURES NO TEMPO E NA MODA. Exposição etnográfica : 17 de Julho a 16 de Novembro 1992. Realização dos textos do catálogo - Ana Paula Assunção, Francisco Sousa e Eugénia Correia. [Loures], Museu Municipal de Loures : Departamento Sócio-Cultural : Câmara Municipal de Loures, 1992. In-4.º (27x27cm) de 48 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Livro muito ilustrado com bonitos desenhos e fotogravuras.
"Fala-se da(s) moda(s) entre finais do século XIX (1870) e princípios do seguinte (1906), tendo presente todo o contexto de mudança que envolveu o indivíduo e a sociedade foi o pretexto para esta abordagem da Etnografia Local Saloia, pondo o acento no ritual da moda que embora apresentando traços próprios e tradicionais para os Saloios, não deixou, no entanto, de ser contaminada pelo contacto obrigatórios como o «outro» com quem se relacionou no espaço público ou privado, na oficina, no comércio, no campo, na cozinha, no salão ou teatro, ou na política. [...]
Para este tema - a procura da inovação é obrigatória - a História tinha de apresentar o diálogo da aproximação, o reflexo deste naquele, do laço na touca, do chapéu no barrete, do sapato na bota.
Espaços comuns mas também individuais e/ou privados.
Paralelamente, as Cidades vão-se afirmando; o município é o espaço onde o cidadão se identifica com o Poder; as estradas aproximam gentes e costumes, o comboio traz as notícias de Paris, a cultura, enfim, a moda."
(excerto de Considerações gerais)
Matérias:
I - Considerações gerais. II - A cidade e o campo - traços gerais de hábitos, memórias. Debaixo da Regeneração, a caminho do Capitalismo; A euforia da alta burguesia: uma história de hábitos; Memórias de Loures; O campo está na moda; A moda às mãos da modista, do alfaiate. III - Sobre o gosto e o trajar : os alfacinhas e os saloios. Fins do séc. XIX - Inícios do séc. XX. Sobre o trajo; Sobre a moda; Sobre a difusão dos gostos e da moda; Sobre os alfacinhas e os saloios - o seu trajar. IV - Modos de trajar na região saloia. Período de 1870 a 1906: Características gerais do trajo; Variações do trajo deste período; Descrição detalhada de alguns trajes: o testemunho da peça de vestuário e da fotografia.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
1.ª edição.
Livro muito ilustrado com bonitos desenhos e fotogravuras.
"Fala-se da(s) moda(s) entre finais do século XIX (1870) e princípios do seguinte (1906), tendo presente todo o contexto de mudança que envolveu o indivíduo e a sociedade foi o pretexto para esta abordagem da Etnografia Local Saloia, pondo o acento no ritual da moda que embora apresentando traços próprios e tradicionais para os Saloios, não deixou, no entanto, de ser contaminada pelo contacto obrigatórios como o «outro» com quem se relacionou no espaço público ou privado, na oficina, no comércio, no campo, na cozinha, no salão ou teatro, ou na política. [...]
Para este tema - a procura da inovação é obrigatória - a História tinha de apresentar o diálogo da aproximação, o reflexo deste naquele, do laço na touca, do chapéu no barrete, do sapato na bota.
Espaços comuns mas também individuais e/ou privados.
Paralelamente, as Cidades vão-se afirmando; o município é o espaço onde o cidadão se identifica com o Poder; as estradas aproximam gentes e costumes, o comboio traz as notícias de Paris, a cultura, enfim, a moda."
(excerto de Considerações gerais)
Matérias:
I - Considerações gerais. II - A cidade e o campo - traços gerais de hábitos, memórias. Debaixo da Regeneração, a caminho do Capitalismo; A euforia da alta burguesia: uma história de hábitos; Memórias de Loures; O campo está na moda; A moda às mãos da modista, do alfaiate. III - Sobre o gosto e o trajar : os alfacinhas e os saloios. Fins do séc. XIX - Inícios do séc. XX. Sobre o trajo; Sobre a moda; Sobre a difusão dos gostos e da moda; Sobre os alfacinhas e os saloios - o seu trajar. IV - Modos de trajar na região saloia. Período de 1870 a 1906: Características gerais do trajo; Variações do trajo deste período; Descrição detalhada de alguns trajes: o testemunho da peça de vestuário e da fotografia.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
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Loures,
Sociologia,
Usos e Costumes
04 novembro, 2016
JOÃO DOMINGOS BOMTEMPO : 1775-1842. Coordenação de João Pedro d'Alvarenga. Lisboa, Presidência do Conselho de Ministros : Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, 1993. In-4.º (24cm) de 271, [1] p. ; [40] p. il. ; [4] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Catálogo comemorativo do 150.º aniversário da morte do compositor português, organizado com material da secção de música da Biblioteca Nacional, com textos, catalogação e índices do coordenador da obra.
Ilustrado no texto e em separado com retratos do compositor e de portadas de algumas das suas obras impressas, autógrafos, fac-símiles de manuscritos, partituras, etc.
"O Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro não quis deixar passar a data dos 150 anos decorridos sobre a morte de João Domingos Bomtempo, talvez o mais importante compositor e pianista português do século XIX. [...]
Pouco conhecido do grande público, Bomtempo merece ser divulgado, para que não se verifique no nosso tempo aquilo que foi na verdade durante a sua vida: embora o seu valor fosse reconhecido em Portugal, pelas circunstâncias políticas, tanto no período que se seguiu às Invasões Francesas como durante as lutas liberais, foi sobretudo em Paris e Londres que o compositor se viu justamente aplaudido e também como intérprete."
(excerto da Apresentação)
Sumário:
Apresentação
João Domingos Bomtempo e o Conservatório de Lisboa, por Maria José de La Fuente.
Catálogo, por João Pedro d'Alvarenga
- Abreviaturas e sinais. - Siglas: 1. Bibliotecas, Arquivos e outras instituições. 2. Referências bibliográficas. - Introdução. - Cronologia de João Domingos Bomtempo. - Classificação das obras de João Domingos Bomtempo: I. Manuscritos: 1) Obras de João Domingos Bomtempo. 2) Obras espúrias e duvidosas. 3) Documentos. II. Impressos: A) Obras de João Domingos Bomtempo: A.1) Edições oitocentistas. A.2) Facsimiles. A.3) Edições modernas. 2) Libretos. 3) Bibliografia. III. Iconografia: 1) Gravuras. 2) Pinturas. IV. Discografia.
Índices:
1. Obras de João Domingos Bomtempo por títulos uniformes. 2. Marcas de posse. 3. Tipos de papel por filigranas encontradas nas partituras e nos materiais manuscritos.
Apêndice:
João Domingos Bomtempo: Estudo para piano em Dó Maior, B65 revisão e nota crítica por João Pedro d'Alvarenga.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Com pequenos defeitos no revestimento das capas. Anotação a tinta na 1.ª página do sumário.
Muito invulgar.
Indisponível
1.ª edição.
Catálogo comemorativo do 150.º aniversário da morte do compositor português, organizado com material da secção de música da Biblioteca Nacional, com textos, catalogação e índices do coordenador da obra.
Ilustrado no texto e em separado com retratos do compositor e de portadas de algumas das suas obras impressas, autógrafos, fac-símiles de manuscritos, partituras, etc.
"O Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro não quis deixar passar a data dos 150 anos decorridos sobre a morte de João Domingos Bomtempo, talvez o mais importante compositor e pianista português do século XIX. [...]
Pouco conhecido do grande público, Bomtempo merece ser divulgado, para que não se verifique no nosso tempo aquilo que foi na verdade durante a sua vida: embora o seu valor fosse reconhecido em Portugal, pelas circunstâncias políticas, tanto no período que se seguiu às Invasões Francesas como durante as lutas liberais, foi sobretudo em Paris e Londres que o compositor se viu justamente aplaudido e também como intérprete."
(excerto da Apresentação)
Sumário:
Apresentação
João Domingos Bomtempo e o Conservatório de Lisboa, por Maria José de La Fuente.
Catálogo, por João Pedro d'Alvarenga
- Abreviaturas e sinais. - Siglas: 1. Bibliotecas, Arquivos e outras instituições. 2. Referências bibliográficas. - Introdução. - Cronologia de João Domingos Bomtempo. - Classificação das obras de João Domingos Bomtempo: I. Manuscritos: 1) Obras de João Domingos Bomtempo. 2) Obras espúrias e duvidosas. 3) Documentos. II. Impressos: A) Obras de João Domingos Bomtempo: A.1) Edições oitocentistas. A.2) Facsimiles. A.3) Edições modernas. 2) Libretos. 3) Bibliografia. III. Iconografia: 1) Gravuras. 2) Pinturas. IV. Discografia.
Índices:
1. Obras de João Domingos Bomtempo por títulos uniformes. 2. Marcas de posse. 3. Tipos de papel por filigranas encontradas nas partituras e nos materiais manuscritos.
Apêndice:
João Domingos Bomtempo: Estudo para piano em Dó Maior, B65 revisão e nota crítica por João Pedro d'Alvarenga.
João Domingos Bomtempo (1775-1842). "Pianista
e compositor de música muito afamado, que se tornou conhecido no
estrangeiro, sendo calorosamente aplaudido em Paris e em Londres. Nasceu em Lisboa a 28 de dezembro de 1775, faleceu na mesma
cidade a 18 de agosto de 1842. Era filho de Francisco Saverio Buontempo, um dos
músicos italianos que vieram a Portugal para o serviço do rei D. José, e que a
exemplo de muitos dos seus patrícios aportuguesou o nome, passando a chamar-se
Francisco Xavier Bomtempo. Sua mãe chamava-se Mariana da Silva Bomtempo,
natural de Lisboa.
Dedicando-se à música desde a infância sob a direcção paterna, aprendeu a
tocar oboé, instrumento em que seu pai era especialista, sendo o
primeiro oboé da orquestra real; ao mesmo tempo estudava piano e
contraponto com os mestres do Seminário Patriarcal. Ainda não contava
catorze anos completos, quando foi admitido na irmandade de Santa
Cecília, a 9 de julho de 1789, classificado como cantor da Bemposta. Seu
pai faleceu em 1795, deixando numerosa família em más circunstâncias, e
João Domingos Bomtempo, que já tinha vinte anos, foi nomeado para o
lugar de seu pai na orquestra real, com o encargo de sustentar mãe e
irmãs, porque os irmãos todos encontraram colocação. Desejando
aperfeiçoar-se na arte a que se dedicara, resolveu ir estudar fora do
reino, influído com o exemplo de Marcos de Portugal, que estava então na
Itália. Em 1801, estando o país mais sossegado das agitações políticas
pelo tratado de paz assinado em Badajoz entre Portugal, Espanha e
França, saiu de Lisboa, em direcção a Paris, levando apenas consigo duas
peças de ouro e uma carta de recomendação escrita pelo barão de Sobral,
Geraldo Venceslau Braamcamp. Nessa época existia em Paris uma numerosa
colónia portuguesa em que se encontravam alguns emigrados políticos,
entre os quais se contava o poeta Francisco Manuel do Nascimento, Filinto Elísio.
Era justamente a época em que o consulado de Bonaparte sucedera ao
directório republicano, época de reconstituição social, favorável aos
artistas, que se viam festejados nos salões parisienses, onde se reuniam
aristocratas e burgueses, esquecendo passados ódios e entregues à
cultura do espírito. Com tais qualidades, um artista de natural vocação,
estudioso e hábil, dedilhando ao piano com facilidade, não podia deixar
de ser bem acolhido no meio social em que se encontrava. Em 1802 chegou
a Paris o criador da moderna escola de piano, Macio Clementi,
acompanhado do seu discípulo John Field. A impressão causada pelo novo
estilo daquele professor foi imensa, e Bomtempo decerto observou e
estudou com a maior atenção os processos desse estilo, porque se
identificou com ele adquirindo-o duma forma completa e perfeita. A
primeira composição que publicou, foi uma sonata dedicada a D. Carlota
Joaquina, mulher do príncipe regente D. João, depois D. João VI. Existe
na biblioteca da Ajuda, e tem o seguinte titulo: Grande Sonate pour le Piano Forte, composée et dediée à Son Altesse Royale Ia Princesas de Portugal, par J. D. Bomtempo."(fonte: http://www.arqnet.pt/dicionario/bomtempojd.html)Exemplar brochado em bom estado de conservação. Com pequenos defeitos no revestimento das capas. Anotação a tinta na 1.ª página do sumário.
Muito invulgar.
Indisponível
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*ALVARENGA (João Pedro d'),
*BOMTEMPO (João Domingos),
1ª E D I Ç Ã O,
Biografias,
Catálogos / Exposições,
História,
História de Portugal,
Música
02 setembro, 2016
EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA DE AFONSO LOPES VIEIRA. Originais do Poeta e Escritos sobre a sua Vida e Obra. Colecção de Júlio Eduardo dos Santos. Lisboa, Grupo «Amigos de Lisboa», Primavera de 1962. In-4.º (25,5cm) de 56, [4] p. ; [5] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante subsídio bibliográfico sobre a obra de Afonso Lopes Vieira.
Ilustrado em separado com diversos retratos do Poeta e um seu autógrafo em fac-símile.
"A falta de uma desenvolvida bibliografia do autor de «O Pão e as Rosas», completada pela das publicações concernentes à sua personalidade e labor literário, é deficiência que urge remediar, não obstante existir o valioso trabalho «Primeira Tentativa Bibliográfica de A. L. V.», integrado no opúsculo do Dr. Pedro Veiga «Afonso Lopes Vieira, Trovador d'El-Rei» (Porto, 1952). Por isso, há muito projectamos publicar um volume consagrado ao assunto, tendo assim o presente catálogo de ser considerado sòmente novo subsídio para completo esclarecimento de tão importante ponto da bibliografia literária portuguesa.
Os escritos de Lopes Vieira dispersos por revistas e outras publicações periódicas são numerosos, e o conhecimento de muitos deles de acentuado valor para se apreciar a evolução do seu pensamento. Consequentemente, a iniciativa de os reunir ou, pelo menos, de os relacionar, em conjunto com a parte fundamental da sua produção, reveste-se de particular significado e importância."
(excerto do preâmbulo)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
1.ª edição.
Importante subsídio bibliográfico sobre a obra de Afonso Lopes Vieira.
Ilustrado em separado com diversos retratos do Poeta e um seu autógrafo em fac-símile.
"A falta de uma desenvolvida bibliografia do autor de «O Pão e as Rosas», completada pela das publicações concernentes à sua personalidade e labor literário, é deficiência que urge remediar, não obstante existir o valioso trabalho «Primeira Tentativa Bibliográfica de A. L. V.», integrado no opúsculo do Dr. Pedro Veiga «Afonso Lopes Vieira, Trovador d'El-Rei» (Porto, 1952). Por isso, há muito projectamos publicar um volume consagrado ao assunto, tendo assim o presente catálogo de ser considerado sòmente novo subsídio para completo esclarecimento de tão importante ponto da bibliografia literária portuguesa.
Os escritos de Lopes Vieira dispersos por revistas e outras publicações periódicas são numerosos, e o conhecimento de muitos deles de acentuado valor para se apreciar a evolução do seu pensamento. Consequentemente, a iniciativa de os reunir ou, pelo menos, de os relacionar, em conjunto com a parte fundamental da sua produção, reveste-se de particular significado e importância."
(excerto do preâmbulo)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
12 março, 2016
EXPOSIÇÃO SOUSA-LOPES. Pintura a oleo, Desenho, Agua-forte. Catalogo com prefacios de José de Figueiredo e Affonso Lopes Vieira. Lisboa, Sociedade Nacional de Belas Artes, 1917. In-8.º (19cm) de [1], 45, [1] p. ; [1] f. il. ; B.
1.ª edição.
Ilustração extratexto: O Atelier do Artista, em Paris.
Primeira obra sobre Sousa Lopes, coincidindo com a primeira exposição do artista em Lisboa. Título de extrema raridade, desde logo por não se encontrar registado na BNP, e por ter sido publicado numa época em que o pintor não possuía o estatuto que viria a obter mais tarde.
Obra muito valorizada pelos apontamentos biográficos, inéditos, da autoria de José de Figueiredo e Afonso Lopes Vieira, ambos datados de 1917, e elaborados propositadamente para este catálogo.
Contém no final do livro o índice das obras expostas (telas; desenhos; águas-fortes; escultura) em número de 248, e em folha separada do livro (dobrada a meio), a lista dos preços.
"Adriano
de Sousa Lopes pertence a essa rara familia de artistas que, como o
velho mestre Giotto, nascem pintores tam naturalmente como nascem
homens, e que, ainda meninos, começam a desenhar expontaneamente e
extasiadamente tudo o que vêem. [...]
Adolescentes, penetram nas Escolas, onde professores e condiscipulos depressa os reconhecem como eleitos. E, depois, na idade em que tantos outros se procuram ainda a êles proprios, esses excepcionais artistas aparecem-nos com o prestigio de jovens mestres admiraveis, exprimindo e evocando com poesia a alma radiosa ou saudosa de suas patrias. É esta a linhagem de que o moço mestre Sousa Lopes descende, - e a sua actual exposição com eloquencia magnifica o testemunha. Pintor-poeta, compositor de ritmos musicais de côr, de expressões sonhadoras e misteriosas, amoroso dos hinos ao Sol e das mais reconditas penumbras, tudo exprimindo por meio de um tecnica prodigiosa, êle surge-nos, a seguir a Columbano, como um alto continuador da grande tradição portuguesa de Pintura..."
1.ª edição.
Ilustração extratexto: O Atelier do Artista, em Paris.
Primeira obra sobre Sousa Lopes, coincidindo com a primeira exposição do artista em Lisboa. Título de extrema raridade, desde logo por não se encontrar registado na BNP, e por ter sido publicado numa época em que o pintor não possuía o estatuto que viria a obter mais tarde.
Obra muito valorizada pelos apontamentos biográficos, inéditos, da autoria de José de Figueiredo e Afonso Lopes Vieira, ambos datados de 1917, e elaborados propositadamente para este catálogo.
Contém no final do livro o índice das obras expostas (telas; desenhos; águas-fortes; escultura) em número de 248, e em folha separada do livro (dobrada a meio), a lista dos preços.
"Adriano
de Sousa Lopes pertence a essa rara familia de artistas que, como o
velho mestre Giotto, nascem pintores tam naturalmente como nascem
homens, e que, ainda meninos, começam a desenhar expontaneamente e
extasiadamente tudo o que vêem. [...]Adolescentes, penetram nas Escolas, onde professores e condiscipulos depressa os reconhecem como eleitos. E, depois, na idade em que tantos outros se procuram ainda a êles proprios, esses excepcionais artistas aparecem-nos com o prestigio de jovens mestres admiraveis, exprimindo e evocando com poesia a alma radiosa ou saudosa de suas patrias. É esta a linhagem de que o moço mestre Sousa Lopes descende, - e a sua actual exposição com eloquencia magnifica o testemunha. Pintor-poeta, compositor de ritmos musicais de côr, de expressões sonhadoras e misteriosas, amoroso dos hinos ao Sol e das mais reconditas penumbras, tudo exprimindo por meio de um tecnica prodigiosa, êle surge-nos, a seguir a Columbano, como um alto continuador da grande tradição portuguesa de Pintura..."
(excerto do texto de Afonso Lopes Vieira, Duas palavras de um camarada)
Adriano de Sousa Lopes (1879-1944). Pintor português. “Nasceu no lugar de
Vidigal, freguesia de Pousos, concelho de Leiria, em 20 de Fevereiro de 1879.
Matriculou-se na Escola de Belas Artes de Lisboa, em 1898, seguindo para Paris
como pensionista do Legado Valmor, em 1903. […] Fez parte do C. E. P., na
qualidade de capitão-graduado (1914-1918) durante a Grande Guerra, documentando
a acção do exército português nas Batalhas da Flandres, de cujos trabalhos
realizou grandes decorações no Museu de Artilharia e fez preciosa colecção de
gravuras a água-forte. Expôs muitas vezes no «Salon» de Paris, e realizou
exposições individuais em Portugal. […] Faleceu em Lisboa no dia 21 de Abril de
1944.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Sem indicação de registo na BNP (Biblioteca Nacional).
Indisponível
Indisponível
04 março, 2016
CUF : 1865-1965 - 100 ANOS AO SERVIÇO DO PAÍS. [S.l.], [s.n. - imp. Bertrand (Irmãos), Lda.], [1965]. In-4.º (23,5cm) de 20 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Bonito catálogo publicado por ocasião do centenário da CUF - Companhia União Fabril, na qual são assinalados por ordem cronológica, os eventos de maior importância ao longo dos 100 anos de existência da empresa. Esta brochura foi utilizada para dar a conhecer as múltiplas áreas de investimento da CUF, e terá sido distribuída durante a Feira Internacional de Lisboa que decorreu nesse ano.
«... Suceda o que suceder, algo de grande, de nobre e de belo continuará vivendo sempre dentro da família CUF, a iluminar a nossa estrada de marcha, a animar-nos a trabalhar, a incitar-nos a progredir e a elevar-nos aos nossos próprios olhos:
- O orgulho de servirmos Portugal, a honra de sermos úteis à Nação».
D. Manuel de Mello
15 Março 1952
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas pouco limpas, com defeitos.
Raro.
Indisponível
1.ª edição.
Bonito catálogo publicado por ocasião do centenário da CUF - Companhia União Fabril, na qual são assinalados por ordem cronológica, os eventos de maior importância ao longo dos 100 anos de existência da empresa. Esta brochura foi utilizada para dar a conhecer as múltiplas áreas de investimento da CUF, e terá sido distribuída durante a Feira Internacional de Lisboa que decorreu nesse ano.
«... Suceda o que suceder, algo de grande, de nobre e de belo continuará vivendo sempre dentro da família CUF, a iluminar a nossa estrada de marcha, a animar-nos a trabalhar, a incitar-nos a progredir e a elevar-nos aos nossos próprios olhos:
- O orgulho de servirmos Portugal, a honra de sermos úteis à Nação».
D. Manuel de Mello
15 Março 1952
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas pouco limpas, com defeitos.
Raro.
Indisponível
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26 julho, 2015
EXPOSIÇÃO DE CRISTOS POPULARES - Comemorações do VII Centenário da Reconquista Cristã da Cidade de Évora. 15 de Maio - 15 de Junho de 1966. Évora - Palácio de D. Manuel. Évora, [s.n.], 1966. In-4º (23,5cm) de [20] p. ; [20] p. il. ; B.
1.ª edição.
Catálogo ilustrado com 20 estampas extratexto, representando outros tantos Cristos crucificados.
"Tempos houve, pelo menos cá no Alentejo, em que as noivas incluíam no mobiliário do seu lar em início o que chamavam a mesa do Senhor. Era uma pequena mesa simples, mais ou menos rústica, sobre a qual modestamente se entronizada um Cristo crucificado. Quem fazia estes Cristos? Um carpinteiro, um marceneiro, um curioso ou jeitoso qualquer da localidade, aliás já especializado em fazer Cristos. Os seus Cristos pareciam-se todos uns com os outros, marcados por certos pormenores ou a configuração geral.
Assim se multiplicaram os Cristos pelo Alentejo. Mas não só o Alentejo e sim Portugal inteiro se povoou de Cristos pela fé de outrora: Cristos em todos os estilos e de todas as matérias, desde os Cristos de marfim dos mais ricos oratórios de pau-santo aos Cristos de pinho ou castanho das mais humildes mesas do Senhor. Entre estes Cristos pobres - ousaremos dizer mais cristãos? - se encontram, sem dúvida, algumas das mais expressivas e originais peças da nossa escultura popular. Espalhados por todo o país, como já notamos, grande é a sua diversidade, e nem sempre será fácil reduzir o seu popularismo a caracteres perfeitamente definidos e rigorosos."
(excerto da introdução, Escultura popular de Cristo crucificado)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
1.ª edição.
Catálogo ilustrado com 20 estampas extratexto, representando outros tantos Cristos crucificados.
"Tempos houve, pelo menos cá no Alentejo, em que as noivas incluíam no mobiliário do seu lar em início o que chamavam a mesa do Senhor. Era uma pequena mesa simples, mais ou menos rústica, sobre a qual modestamente se entronizada um Cristo crucificado. Quem fazia estes Cristos? Um carpinteiro, um marceneiro, um curioso ou jeitoso qualquer da localidade, aliás já especializado em fazer Cristos. Os seus Cristos pareciam-se todos uns com os outros, marcados por certos pormenores ou a configuração geral.
Assim se multiplicaram os Cristos pelo Alentejo. Mas não só o Alentejo e sim Portugal inteiro se povoou de Cristos pela fé de outrora: Cristos em todos os estilos e de todas as matérias, desde os Cristos de marfim dos mais ricos oratórios de pau-santo aos Cristos de pinho ou castanho das mais humildes mesas do Senhor. Entre estes Cristos pobres - ousaremos dizer mais cristãos? - se encontram, sem dúvida, algumas das mais expressivas e originais peças da nossa escultura popular. Espalhados por todo o país, como já notamos, grande é a sua diversidade, e nem sempre será fácil reduzir o seu popularismo a caracteres perfeitamente definidos e rigorosos."
(excerto da introdução, Escultura popular de Cristo crucificado)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
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Arte,
Arte Popular,
Catálogos / Exposições,
Comemorações,
Cultura,
Escultura,
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História,
Religião
25 julho, 2015
CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO CARTOGRÁFICA E ICONOGRÁFICA COMEMORATIVA DO V CENTENÁRIO DA MORTE DO INFANTE D. HENRIQUE - Arquivo Histórico Ultramarino. [Prefácio de Alberto Iria]. Lisboa, Arquivo Histórico Ultramarino, 1960. In-4º (24cm) de 112 p. ; [18] p. il. ; [4] f. desd. il. ; B.
1.ª edição.
Importante catálogo, elaborado sob o ponto de vista da bibliografia cartográfica e iconográfica conhecidas do "Mundo Ultramarino Português".
Ilustrado em extratexto com estampas a p.b. e a cor, impressas sobre papel couché, reproduzindo mapas (alguns em folhas desdobráveis), retratos e gravuras antigas de cidades portuárias.
"No dia 13 de Novembro do ano em curso, completou-se exactamente meio milénio que o Infante D. Henrique faleceu na sua Vila de Sagres, no Algarve.
A melhor forma pela qual desde logo se me afigurou possível associar este Arquivo às Comemorações do V Centenário da Morte do insigne Príncipe do Mar foi a realização de uma Exposição cartográfica e iconográfica, relativa às Províncias Ultramarinas Portuguesas, com a publicação do respectivo Catálogo. [...]
Este Arquivo Histórico tem, para exposições temporárias, as duas maiores e mais ricas colecções, de cartografia e iconografia antigas, do Ministério do Ultramar. [...]
A consulta deste Catálogo é muito facilitada pelos exaustivos índices remissivos: antroponímico, toponímico e cronológico, além do índice-geral das matérias, que farão dele mais um instrumento de trabalho e de pesquisa histórica."
(excerto do prefácio)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
1.ª edição.
Importante catálogo, elaborado sob o ponto de vista da bibliografia cartográfica e iconográfica conhecidas do "Mundo Ultramarino Português".
Ilustrado em extratexto com estampas a p.b. e a cor, impressas sobre papel couché, reproduzindo mapas (alguns em folhas desdobráveis), retratos e gravuras antigas de cidades portuárias.
"No dia 13 de Novembro do ano em curso, completou-se exactamente meio milénio que o Infante D. Henrique faleceu na sua Vila de Sagres, no Algarve.
A melhor forma pela qual desde logo se me afigurou possível associar este Arquivo às Comemorações do V Centenário da Morte do insigne Príncipe do Mar foi a realização de uma Exposição cartográfica e iconográfica, relativa às Províncias Ultramarinas Portuguesas, com a publicação do respectivo Catálogo. [...]
Este Arquivo Histórico tem, para exposições temporárias, as duas maiores e mais ricas colecções, de cartografia e iconografia antigas, do Ministério do Ultramar. [...]
A consulta deste Catálogo é muito facilitada pelos exaustivos índices remissivos: antroponímico, toponímico e cronológico, além do índice-geral das matérias, que farão dele mais um instrumento de trabalho e de pesquisa histórica."
(excerto do prefácio)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
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*IRIA (Alberto),
1ª E D I Ç Ã O,
Bibliografia,
Cartografia,
Catálogos / Exposições,
Henriquina,
História,
História - Descobrimentos,
História de Portugal,
Iconografia,
Infante D. Henrique
25 junho, 2015
EXPOSIÇÃO : SOUSA LOPES. Lisboa, Sociedade Nacional de Belas Artes, 1927. In-4.º (24cm) de [8] p. ; [1] f. preços ; B.
1.ª edição.
Catálogo da exposição de Sousa Lopes realizada em Março de 1927, na SNBA. Trata-se de uma importante peça bibliográfica do conhecido pintor, pela extensa lista de pintura, águas-fortes e desenhos (croquis executados no «front» da Flandres) relacionadas com a Grande Guerra que integram a exposição. Acompanha o catálogo o respectivo preçário em folha separada.
A lista das obras expostas é precedida de um preâmbulo de José de Figueiredo, e de um breve elogio de Afonso Lopes Vieira.
"Segundo a concepção de Portugal, vasto império, a qual me honro de haver afirmado entre os primeiros, Sousa Lopes é um pintor lusíada, no sentido de que o seu valor é universal e o seu temperamento se manteve enraïzadamente português. O mundo culto há de admirar um dia o génio de êste lusíada da Arte. Basta que por em-quanto nos contente o orgulho de o possuir a Pátria."
(Afonso Lopes Vieira)
Adriano de Sousa Lopes (1879-1944). “Nasceu no lugar de Vidigal, freguesia de Pousos, concelho de Leiria, em 20 de Fevereiro de 1879. Matriculou-se na Escola de Belas Artes de Lisboa, em 1898, seguindo para Paris como pensionista do Legado Valmor, em 1903. […] Fez parte do C. E. P., na qualidade de capitão-graduado (1914-1918) durante a Grande Guerra, documentando a acção do exército português nas Batalhas da Flandres, de cujos trabalhos realizou grandes decorações no Museu de Artilharia e fez preciosa colecção de gravuras a água-forte. Expôs muitas vezes no «Salon» de Paris, e realizou exposições individuais em Portugal. […] Faleceu em Lisboa no dia 21 de Abril de 1944.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível
1.ª edição.
Catálogo da exposição de Sousa Lopes realizada em Março de 1927, na SNBA. Trata-se de uma importante peça bibliográfica do conhecido pintor, pela extensa lista de pintura, águas-fortes e desenhos (croquis executados no «front» da Flandres) relacionadas com a Grande Guerra que integram a exposição. Acompanha o catálogo o respectivo preçário em folha separada.
A lista das obras expostas é precedida de um preâmbulo de José de Figueiredo, e de um breve elogio de Afonso Lopes Vieira.
"Segundo a concepção de Portugal, vasto império, a qual me honro de haver afirmado entre os primeiros, Sousa Lopes é um pintor lusíada, no sentido de que o seu valor é universal e o seu temperamento se manteve enraïzadamente português. O mundo culto há de admirar um dia o génio de êste lusíada da Arte. Basta que por em-quanto nos contente o orgulho de o possuir a Pátria."
(Afonso Lopes Vieira)
Adriano de Sousa Lopes (1879-1944). “Nasceu no lugar de Vidigal, freguesia de Pousos, concelho de Leiria, em 20 de Fevereiro de 1879. Matriculou-se na Escola de Belas Artes de Lisboa, em 1898, seguindo para Paris como pensionista do Legado Valmor, em 1903. […] Fez parte do C. E. P., na qualidade de capitão-graduado (1914-1918) durante a Grande Guerra, documentando a acção do exército português nas Batalhas da Flandres, de cujos trabalhos realizou grandes decorações no Museu de Artilharia e fez preciosa colecção de gravuras a água-forte. Expôs muitas vezes no «Salon» de Paris, e realizou exposições individuais em Portugal. […] Faleceu em Lisboa no dia 21 de Abril de 1944.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
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*LOPES (Sousa),
*VIEIRA (Afonso Lopes),
1ª E D I Ç Ã O,
1ª Guerra Mundial,
Arte,
Bibliografia,
Catálogos / Exposições,
Pintura
30 julho, 2013
Catálogo da importante e já extinta Fábrica de Cerâmica do Carvalhinho. Edição impressa sobre papel de qualidade superior, toda ilustrada com modelos de azulejos fabricados pela Fábrica do Carvalhinho.
"Localizada em Vila Nova de Gaia, produzia notáveis peças de cerâmica
nacional como exemplo azulejos brancos ou de côres mas sobretudo famosos
e inconfundíveis azulejos estilo antigo, copiados nos Conventos,
Mosteiros e Casas Solarengas, dos séculos XVII e XVIII, por onde se
encontram espalhados exemplares valiosos."
"A centenária Fábrica Cerâmica do Carvalhinho, correspondendo à preferência do grande público pelo verdadeiro tipo do azulejo nacional, tem a honra de apresentar o seu novo catálogo de azulejos estilo antigo, no qual reuniu alguns dos mais notáveis padrões dos século XVII e XVIII recolhidos pelos seus artistas nos luggares onde se guardam essas verdadeiras preciosidades espalhadas por monumentos, museus, conventos e casas solarengas de Portugal de outras épocas.
Deste modo, a Direcção da Fábrica do Carvalhinho, de passo que ténicamente conseguiu elevar o seu fabrico a um extraordinário grau de perfeição, contribue para a revivescência de uma arte que corria o risco de perder-se."
(excerto da apresentação)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível
26 julho, 2013
CATÁLOGO DOS RESERVADOS DA BIBLIOTECA GERAL DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA. Coimbra, Por Ordem da Universidade [Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra], 1970. In-4º (27,5cm) de XVI, [2], 753, [7] p. ; il. ; B. Col. Acta Universitatis Conimbrigensis
Ilustrado com as portadas de diversos Reservados em separado.
"A noção de Reservado, expressa pelo núcleo de espécies bibliográficas que a seguir se descrevem, pode dizer-se que é uma noção de mara ordem topográfica, ou seja, o presente catálogo apenas regista as espécies que estão actualmente na Secção de Reservados da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. Quer isto dizer que são as que ali existem neste momento, pois a Biblioteca dispõe de muitas espécies impressas que constituem preciosos cimélios que na verdade se encontram noutras secções da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra."
(excerto da nota explicativa)
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
16 junho, 2013
LIGA DOS COMBATENTES DA GRANDE
GUERRA. Catálogo do Museu. Referido a 15 de Maio de 1958. 4ª edição. Lisboa, [s.n.
– Composto e Impresso na L. C. G. G.], 1958. In-8º (21cm) de XI, [1], 161, [3]
p. ; [2] f. il. ; B.
“Sendo a presente edição publicada
quarenta anos depois da batalha de La Lys e da assinatura do Armistício que pôs
termo à Grande Guerra, parece-nos oportuno ilustrá-la com algumas, muito breves
considerações, acerca daqueles dois acontecimentos da agitada história dos
nossos dias. […]
Importa esclarecer que, contra o
sector português, guarnecido apenas por uma Divisão
cansada e desfalcada em efectivos, simbolicamente reforçada por elementos de
uma outra, lançaram os alemães oito
Divisões convenientemente preparadas e frescas, com o apoio da poderosíssima
artilharia.
Que esse sucesso esteve aquem do
que seria de esperar, revela-o o seu próprio artífice, o insuspeito General
Ludendorff, em «Souvenirs de Guerre»,
ao referir-se à lentidão do avanço, especialmente depois das três primeiras
horas do ataque – porque, diz – mesmo na primeira posição, esmagada por uma
verdadeira tempestade de fogo, algumas resistências, embora fragmentárias,
retardaram a progressão alemã. […]
No dia 11 de Novembro – sete meses
depois do «9 de Abril» ou de «La Lys» - quando o Armistício foi
assinado na floresta de Compiègne, Soldados Portugueses de infantaria, de
artilharia e de outras armas e serviços, continuavam nos seus postos de
combate, nos campos de batalha da Europa, ombreando em valor, lealdade e mérito, com os seus camaradas presentes no Mar,
em Angola e em Moçambique.
Nesta edição, que é a quarta,
fizeram-se correcções e ajustes que facilitam um entendimento melhor do
significado de uma qualquer peça de maior valia histórica. Por vezes, até, da
referência curta, da fugitiva alusão a uma data, ou da citação dum nome, poderá
agora colher-se o fio que rapidamente nos conduzirá ao contacto com determinado
acontecimento, e nos levará, seguidamente a um melhor conhecimento dele, do
teatro em que se desenrolou, e dos homens que o ilustraram e lhe deram relevo destacando-o
dos múltiplos dramas que foram reservados à nossa geração.”
(excerto da introdução)
Exemplar brochado com
significativos sinais de humidade, sobretudo nas capas.
Invulgar.
Indisponível
19 maio, 2013
DOMINGOS ANTÓNIO DE SEQUEIRA : desenhos. [Prefácio de Maria Alice Mourisca Beaumont]. Lisboa, Museu Nacional de Arte Antiga, 1975. In-fólio (30,5cm) de [56] p. inum. ; mto il. ; B.
Catálogo que reproduz os desenhos de Domingos Sequeira em página inteira pertencentes ao Museu Nacional de Arte Antiga. Cada desenho vem acompanhado de uma breve explicação.
"O conhecimento da personalidade artística de Sequeira vem-se fazendo através de estudos sucessivos, muitas vezes deformados por perconceitos ou por mitos, Sobressai no entanto sempre a afirmação provada pelo exame das obras pintadas ou desenhadas da qualidade superior destas em relação àquelas.
[...]
Podemos, a partir do exame da obra desenhada tirar algumas conclusões como seja: o gosto pela variabilidade de processos e materiais (linha, mancha, modelados luminosos, desenhos precisos e esboços apenas sugestivos, lápis, carvão e giz, traços de pincel ou pena, a tinta, traços brancos sobre fundos de cor, etc.); interesse primordial pela figura humana e secundariamente por desenhos técnicos (baixela, barcos) e muito pouco pela paisagem; segurança de traço e procura de equilíbrio na composição..."
(excerto do prefácio)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
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*BEAUMONT (Maria Alice Mourisca),
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Domingos Sequeira,
Museu Nacional de Arte Antiga
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