REPUBLICA PORTUGUEZA. Historia da Revolução fielmente descripta : 5 d'Outubro 1910 = Preço 40 réis = [S.l.], [s.n. - Typ. Eduardo Roza, Lisboa], [1910]. In-8.º (21,5cm) de 16 p. ; B.
1.ª edição.
Interessante descrição da revolução republicana de 5 de Outubro de 1910. Relato genuíno dos acontecimentos que roça a ingenuidade.
Estes opúsculos, publicados poucos dias após a instauração da República, são muito raros e procurados.
Matérias:
Antecedentes da Revolução [inclui breve narrativa do golpe falhado de 28 de Janeiro de 1908 e do regicídio].
A Revolução. Primeiros momentos. Horas de angustia. A caminho da redempção!!! A de Outubro de 1910, uma e meia da madrugada.
Antes do triumpho. No quartel de marinheiros - Armando o povo - Sete municipaes que adherem. Fogo contra o palacio das Necessidades - O rei em automovel - Forças que ficam no caminho - As forças revolucionarias repellindo heroicamente as forças inimigas - A retirada d'estas - Os marinheiros embarcam - O plano - Ataque ás forças "fieis" no Rocio - Tiroteio - Do Tejo para terra - Convento incendiado - Esquadras assaltadas - Dois valentes - As forças republicanas engrossam - O "D. Carlos" em poder dos revoltosos - A orientação do movimento - Adhesões na provincia - Momento supremo - O movimento dos comboios foi suspenso.
Momentos decisivos. A victoria. As forças reublicanas destroçam os contingentes do exercito fieis ao regimen. A valente Marinha - Os revolucionarios apoderam-se do cruzador "D. Carlos" e ficam senhores do rio.
Fuga da Familia Real. A caminho do exilio.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas frágeis com defeitos e pequena falha de papel no canto inferior dto.
Raro.
Com interesse histórico.
Peça de colecção.
25€
Reservado
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28 outubro, 2017
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23 abril, 2017
BENSABAT, José Jacob - A VERDADE DOS FACTOS OCORRIDOS NA VILA DA ERICEIRA NA OCASIÃO DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA. Por... ex-Delegado Marítimo do Porto desta Vila. Prefácio de Professor Doutor Joaquim Veríssimo Serrão. [S.l.], Liga dos Amigos da Ericeira, [1990]. In-8.º (20cm) de VIII, 33, [5] p. ; [6] f. il. ; B.
Opúsculo publicado por ocasião do 80.º aniversário do embarque da Família Real na Praia dos Pescadores (Ericeira) rumo ao exílio; reproduz com fidelidade o texto editado originalmente em 1929.
Ilustrado com 6 fotogravuras extratexto.
"Umas vezes deturpada pelo facciosismo político e outras pela visão romântica do acontecimento, a partida do Rei D. Manuel II surge através de uma narrativa que procura ser fiel à verdade dos factos. Foi seu autor um dos personagens que teve um papel mais activo na preparação do embarque, por ser o delegado marítimo no porto da Ericeira. Funcionário adstricto ao Ministério da Marinha, coube a José Jacob Bensabat dar as instruções e executar as principais tarefas que se ligaram à condução da Família Real para bordo do iate D. Amélia. Mais do que uma testemunha verídica, ele foi a personagem central da complexa movimentação de que a Ericeira se tornou o cenário, com a partida para o desterro de um rei jovem e portador das maiores esperanças.
O opúsculo A Verdade dos Factos comprova uma série de factos que ao tempo foram postos em causa e que são da maior impirtância para compreender a atitude da Coroa face à revolução triunfante. Antes de mais, que D. Manuel II não pretendeu fugir às obrigações reinantes, ao contrário do que os seus adversários políticos então propalaram. Era intenção do Monarca dirigir-se à cidade do Porto, para ali arvorar o pendão da resistência à República nessa manhã aclamada nos Paços do Conselho da capital. O embarque da Ericeira não correspondeu, pois, a uma fuga às responsabilidades, porque traduzia uma forma de resistência que as circunstâncias posteriores, pela decisão do comandante do iate de seguir para Gibraltar, impediram de se concretizar. [...]
Muito haveria a referir sobre a importância da narrativa de José Jacob Bensabat que, no dizer de Jaime Lobo e Silva, autor dos Anais da Vila da Ericeira, «é o único relato verdadeiro do embarque da Família Real para o exílio». Em presença das muitas versões que então correram sobre o acontecimento, a maior parte delas sem qualquer veracidade, o antigo capitão do porto da Ericeira entendeu, em 1929, registar o seu testemunho de homem de consciência tranquila."
(excerto do prefácio)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
Opúsculo publicado por ocasião do 80.º aniversário do embarque da Família Real na Praia dos Pescadores (Ericeira) rumo ao exílio; reproduz com fidelidade o texto editado originalmente em 1929.
Ilustrado com 6 fotogravuras extratexto.
"Umas vezes deturpada pelo facciosismo político e outras pela visão romântica do acontecimento, a partida do Rei D. Manuel II surge através de uma narrativa que procura ser fiel à verdade dos factos. Foi seu autor um dos personagens que teve um papel mais activo na preparação do embarque, por ser o delegado marítimo no porto da Ericeira. Funcionário adstricto ao Ministério da Marinha, coube a José Jacob Bensabat dar as instruções e executar as principais tarefas que se ligaram à condução da Família Real para bordo do iate D. Amélia. Mais do que uma testemunha verídica, ele foi a personagem central da complexa movimentação de que a Ericeira se tornou o cenário, com a partida para o desterro de um rei jovem e portador das maiores esperanças.
O opúsculo A Verdade dos Factos comprova uma série de factos que ao tempo foram postos em causa e que são da maior impirtância para compreender a atitude da Coroa face à revolução triunfante. Antes de mais, que D. Manuel II não pretendeu fugir às obrigações reinantes, ao contrário do que os seus adversários políticos então propalaram. Era intenção do Monarca dirigir-se à cidade do Porto, para ali arvorar o pendão da resistência à República nessa manhã aclamada nos Paços do Conselho da capital. O embarque da Ericeira não correspondeu, pois, a uma fuga às responsabilidades, porque traduzia uma forma de resistência que as circunstâncias posteriores, pela decisão do comandante do iate de seguir para Gibraltar, impediram de se concretizar. [...]
Muito haveria a referir sobre a importância da narrativa de José Jacob Bensabat que, no dizer de Jaime Lobo e Silva, autor dos Anais da Vila da Ericeira, «é o único relato verdadeiro do embarque da Família Real para o exílio». Em presença das muitas versões que então correram sobre o acontecimento, a maior parte delas sem qualquer veracidade, o antigo capitão do porto da Ericeira entendeu, em 1929, registar o seu testemunho de homem de consciência tranquila."
(excerto do prefácio)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
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18 abril, 2016
VIEIRA, Alves - DE ARTILHARIA 1 A CAXIAS. Sentido protesto de uma victima que a demagogia tratou como réu. Guimarães, Edição do Auctor, 1918. In-8.º (19cm) de 185, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Relato dos acontecimentos - "agitados e tormentosos dias" que tiveram início a 5 de Outubro de 1910, com a implantação da República, - por um religioso jesuíta do Colégio de Campolide, prisioneiro dos revolucionários.
"Em 5 d'Outubro de 1910, Lisboa presenceiava a dentro de seus muros um espectaculo jámais visto, e que pela novidade fez pulsar de jubilo e esperança mais de uma alma de patriota. A cidade como despertada de longo e pesadissimo lethargo, movimentava-se numa ancia febril, e das mãos «callejadas» das creanças e.. dos que nada fazem, cahiam alfim as gargalheiras da ominosa escravidão. Podia-se respirar livremente, agora. Raiara na rainha do Tejo a aurora brilhante da Republica, que no seu cofre inexhaurivel trazia riqueza, amor e felicidades para todos... e para mais alguem.
E era bello de ver, logo nas primeiras horas da manhã, as creanças em pé de guerra, trauteando o hymno redemptor e fitando de lagrimas nos olhos (o caso era triste!) um farrapo verde e encarnado, emquanto que os cidadãos de pé descalço, pouco teres e muito pouca vergonha, de carabina a tiracollo, pistola ou espada á cinta, se aventuravam por casas religiosas e companhias da Guarda Municipal á cata da infallivel recompensa.
Foi um delirio, aquella triumphal jornada.
Havia porém nos heroes, quando a multidão da Travessa da Palha e alfurmas similares os acclamava delirante, uns longes de sombra que inquietavam as potencias todas de terra e mar. O seu triumpho não fôra completo; o seu gozo fôra cerceiado pelos abutres: nas horas pavorosas e negras, quando a fuzilaria recrudescia innocente e inoffensiva, em obediencia ao programma de comedia que era a «sangrenta» revolução, vós podereis ver, de batina arregaçada, de olhar furibundo e tragico, uma legião de Jesuitas encaminhando as hostes monarchicas. Fôram elles, os terriveis Jesuitas, que puzeram em fuga, na rua Ferreira Borges, os heroes de mar e terra, que até «por esquecimento» deixaram alli duas peças de artilharia; elles, que montaram no Pateo do Thorel a artilharia de Queluz e armaram o braço «ás armas feito», de Paiva Couceiro; elles, que tomaram em plena Rotunda, a 3 metros dos heroes, duas peças d'estes; elles, que teriam abortado o movimento, se nessa hora não vem ordem do Quartel General para cessar fogo."
Matérias:
- Anteloquio. - Servindo de prologo. - A desforra. - Uma pergunta. - No nosso Colegio. - Em Artilharia 1. - Os meus companheiros. - Os nossos guardas. Como passavamos o tempo. - O tigre. Noite tragica. - Porque não fomos fuzilados. - As meretrizes no quartel. Attentado nefando de um heroe. - Fctos e considerações. - Ordinario, marche! - Em Caxias. - Em Caxias (continuação). - Confrontando. - Favores do Céu. - Bons amigos e maus inimigos. - Eis-nos livres!. - Appendice.
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação. Mancha de humidade junto do corte inferior, visível nas primeiras folhas do livro.
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1.ª edição.
Relato dos acontecimentos - "agitados e tormentosos dias" que tiveram início a 5 de Outubro de 1910, com a implantação da República, - por um religioso jesuíta do Colégio de Campolide, prisioneiro dos revolucionários.
"Em 5 d'Outubro de 1910, Lisboa presenceiava a dentro de seus muros um espectaculo jámais visto, e que pela novidade fez pulsar de jubilo e esperança mais de uma alma de patriota. A cidade como despertada de longo e pesadissimo lethargo, movimentava-se numa ancia febril, e das mãos «callejadas» das creanças e.. dos que nada fazem, cahiam alfim as gargalheiras da ominosa escravidão. Podia-se respirar livremente, agora. Raiara na rainha do Tejo a aurora brilhante da Republica, que no seu cofre inexhaurivel trazia riqueza, amor e felicidades para todos... e para mais alguem.
E era bello de ver, logo nas primeiras horas da manhã, as creanças em pé de guerra, trauteando o hymno redemptor e fitando de lagrimas nos olhos (o caso era triste!) um farrapo verde e encarnado, emquanto que os cidadãos de pé descalço, pouco teres e muito pouca vergonha, de carabina a tiracollo, pistola ou espada á cinta, se aventuravam por casas religiosas e companhias da Guarda Municipal á cata da infallivel recompensa.
Foi um delirio, aquella triumphal jornada.
Havia porém nos heroes, quando a multidão da Travessa da Palha e alfurmas similares os acclamava delirante, uns longes de sombra que inquietavam as potencias todas de terra e mar. O seu triumpho não fôra completo; o seu gozo fôra cerceiado pelos abutres: nas horas pavorosas e negras, quando a fuzilaria recrudescia innocente e inoffensiva, em obediencia ao programma de comedia que era a «sangrenta» revolução, vós podereis ver, de batina arregaçada, de olhar furibundo e tragico, uma legião de Jesuitas encaminhando as hostes monarchicas. Fôram elles, os terriveis Jesuitas, que puzeram em fuga, na rua Ferreira Borges, os heroes de mar e terra, que até «por esquecimento» deixaram alli duas peças de artilharia; elles, que montaram no Pateo do Thorel a artilharia de Queluz e armaram o braço «ás armas feito», de Paiva Couceiro; elles, que tomaram em plena Rotunda, a 3 metros dos heroes, duas peças d'estes; elles, que teriam abortado o movimento, se nessa hora não vem ordem do Quartel General para cessar fogo."
Matérias:
- Anteloquio. - Servindo de prologo. - A desforra. - Uma pergunta. - No nosso Colegio. - Em Artilharia 1. - Os meus companheiros. - Os nossos guardas. Como passavamos o tempo. - O tigre. Noite tragica. - Porque não fomos fuzilados. - As meretrizes no quartel. Attentado nefando de um heroe. - Fctos e considerações. - Ordinario, marche! - Em Caxias. - Em Caxias (continuação). - Confrontando. - Favores do Céu. - Bons amigos e maus inimigos. - Eis-nos livres!. - Appendice.
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação. Mancha de humidade junto do corte inferior, visível nas primeiras folhas do livro.
Invulgar.
Indisponível
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*VIEIRA (Alves),
1ª E D I Ç Ã O,
5 de Outubro de 1910,
História,
História de Portugal,
Jesuítas / Companhia de Jesus,
Política,
Prisão / Penitenciária,
República
22 julho, 2015
ECCOS DA REVOLUÇÃO : 5 - Outubro - 1910. Lisboa, Typographia Almeida & Machado, 1910. In-8º (21,5cm) de 16 p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrada com os retratos de Machado dos Santos e Cândido dos Reis.
Narrativa, a par e passo, da revolução republicana de 5 de Outubro, e os seus antecedentes.
Raro e curioso opúsculo publicado em 1910 sob anonimato. Classificado como "raridade bibliográfica" pela Hemeroteca Digital da CML.
"A 31 de Janeiro, regressava a Lisboa, João Franco, portador do mesmo decreto [punitivo dos conspiradores de 28 Janeiro], assignado pelo rei. No dia seguinte desembarcava D. Carlos na estação do Terreiro do Paço, e tomando uma carruagem descoberta, como que provocando esse bando de ovelhas, como elle designava o nobre povo d'esta nação. [...]
Ao passarem, porem, á esquina do Terreiro do Paço e Rua do Arsenal, dois homens avançaram, puxando um d'uma carabina, e outro d'um revolver, dispararam alguns tiros sobre a carruagem regia, que feriram mortalmente o rei e o principe D. Luiz, e mui ligeiramente o infante D. Manuel."
(excerto de Precedentes da Revolução)
"Rompia a madrugada gloriosa. Lá em cima, nos pontos altos da cidade, a fuzilaria echoava, deixando no espirito de todos a dolorosa incerteza do que se ia passar.
Seis horas da manhã. Um grupo de amigos, resolveu partir para a Outra Banda, e assim levar ali o grito de revolta. [...]
De volta a Lisboa, pediram ao mestre do barco que passasse o mais proximo possivel do Adamastor, que talvez pudessem communicar assim com as praças que estavam a bordo. Transportava-os um vapor da carreira, e não puderam por isso parar junto do cruzador como era seu desejo. Mas alguem da amurada d'aquelle vaso de guerra, fazia signaes para que ali fossem sem demora. Era o tenente Cabeçadas, que facilmente reconheceram entre a marinhagem."
(excerto de A bordo do Adamastor e do S. Raphael)
Matérias:
Precedentes da Revolução
A Revolução
- Em Infanteria 16. - Em Artilheria 1. - A bordo do Adamastor e do S. Raphael. - Momentos decisivos.
A fuga da Família Real
- "Das Necessidades a Gibraltar".
Candido dos Reis [Homenagem]
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas frágeis, com manchas. Apresenta pequenas falhas de papel marginais na parte superior das primeiras páginas.
Raro.
Peça de colecção.
1.ª edição.
Ilustrada com os retratos de Machado dos Santos e Cândido dos Reis.
Narrativa, a par e passo, da revolução republicana de 5 de Outubro, e os seus antecedentes.
Raro e curioso opúsculo publicado em 1910 sob anonimato. Classificado como "raridade bibliográfica" pela Hemeroteca Digital da CML.
"A 31 de Janeiro, regressava a Lisboa, João Franco, portador do mesmo decreto [punitivo dos conspiradores de 28 Janeiro], assignado pelo rei. No dia seguinte desembarcava D. Carlos na estação do Terreiro do Paço, e tomando uma carruagem descoberta, como que provocando esse bando de ovelhas, como elle designava o nobre povo d'esta nação. [...]
Ao passarem, porem, á esquina do Terreiro do Paço e Rua do Arsenal, dois homens avançaram, puxando um d'uma carabina, e outro d'um revolver, dispararam alguns tiros sobre a carruagem regia, que feriram mortalmente o rei e o principe D. Luiz, e mui ligeiramente o infante D. Manuel."
(excerto de Precedentes da Revolução)
"Rompia a madrugada gloriosa. Lá em cima, nos pontos altos da cidade, a fuzilaria echoava, deixando no espirito de todos a dolorosa incerteza do que se ia passar.
Seis horas da manhã. Um grupo de amigos, resolveu partir para a Outra Banda, e assim levar ali o grito de revolta. [...]
De volta a Lisboa, pediram ao mestre do barco que passasse o mais proximo possivel do Adamastor, que talvez pudessem communicar assim com as praças que estavam a bordo. Transportava-os um vapor da carreira, e não puderam por isso parar junto do cruzador como era seu desejo. Mas alguem da amurada d'aquelle vaso de guerra, fazia signaes para que ali fossem sem demora. Era o tenente Cabeçadas, que facilmente reconheceram entre a marinhagem."
(excerto de A bordo do Adamastor e do S. Raphael)
Matérias:
Precedentes da Revolução
A Revolução
- Em Infanteria 16. - Em Artilheria 1. - A bordo do Adamastor e do S. Raphael. - Momentos decisivos.
A fuga da Família Real
- "Das Necessidades a Gibraltar".
Candido dos Reis [Homenagem]
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Raro.
Peça de colecção.
A BNP possui apenas um exemplar registado, da Biblioteca
João Paulo II (Universidade Católica).
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