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24 setembro, 2018

CAETANO, Dr. Marcelo - RELAÇÕES DAS COLÓNIAS DE ANGOLA E MOÇAMBIQUE COM OS TERRITÓRIOS ESTRANGEIROS VIZINHOS. Memorandum. Lisboa, Imprensa Nacional de Lisboa, 1946. In-4.º (25cm) de 113, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Relatório com carácter confidencial. Sobre a sua relevância no contexto sociopolítico e diplomático da época nas Colónias - imediatamente após o final da 2.ª Guerra Mundial - com a devida vénia a António Duarte Silva pelo excelente artigo publicado no blog "Malomil", reproduzimos um excerto do mesmo.
"No início de Janeiro de 1945, Marcelo Caetano informou Salazar que considerava necessária uma ida a África, embora esta só devesse ser anunciada quando oportuno. Além de pretender contactar com o pessoal de Administração Pública e com as populações, impunha-se – perante o final da guerra europeia e o previsível termo das hostilidades no Pacífico – proceder a um «balanço imediato da situação em África para se poderem tomar as medidas imperiosamente exigidas a curto prazo e preparar as previsíveis a médio e longo prazo».
A «transcendental viagem» iria durar quase seis meses (incluindo um mês de navegação) e, segundo Vasco Pulido Valente, transformou Marcelo Caetano de «imperialista teórico» num africanista, «ainda por cima num africanista sentimental». A visita, definida como de inspecção e planeamento, obedeceu a uma programação múltipla: inaugurações e comemorações, contacto com as realidades e as populações locais, estudo e resolução de problemas, projecção das reformas que o Ministério encetara, afirmação da presença, interesse e atenção portuguesas, apreciação da nova conjuntura internacional e africana após o fim da Segunda Guerra na Europa e no Pacífico. Foi-lhe dada grande projecção em todo o Império, decorrendo com elevada solenidade e ditirâmbica cobertura jornalística (incluindo os jornais sul-africanos). [...]
No regresso, Marcelo Caetano elaborou um “Memorandum” sobre as Relações das colónias de Angola e Moçambique com territórios estrangeiros vizinhos, com caráter confidencial e uma tiragem restrita, destinado exclusivamente a políticos e funcionários portugueses ligados aos assuntos versados. É um texto de difícil acesso[*]. Como se diz na prévia “Advertência”, não se tratava apenas de descrever os problemas de vizinhança referentes aos «territórios estrangeiros em relação aos quais houve ocasião durante a viagem de examinar e discutir tais problemas»; pretendia-se também «apurar as constantes da política seguida nessas relações e contribuir para definir as directrizes futuras».
O Memorandum, datado de Maio de 1946, é muito extenso, dividindo-se em dois capítulos, e contém quatro anexos.

O capítulo I, dedicado às “Relações das colónias de Angola e de Moçambique com a União da África do Sul”, aborda 19 temas, destacando-se: posição política da União Sul-Africana, relações de Portugal com a União, utilização do porto e do caminho-de-ferro de Lourenço Marques, evolução das várias convenções celebradas até ao Acordo de 1934 – a partir do qual passaram «a decorrer normalmente» –, emigração para o Rand e questão das águas do Cunene.
O capítulo II, dedicado ao estudo das “Relações das colónias de Angola e de Moçambique com os vizinhos territórios britânicos”, além de breves notas históricas, aprofunda os regimes da construção, concessão, resgate e nacionalização do porto e dos caminhos-de-ferro da Beira.
Embora não formuladas como tal pelo “Memorandum” podem enumerar-se as seguintes conclusões: 1)- não existia «um perigo imperialista imediato no Sul da África, mas seria uma imprudência negar-lhe existência potencial»;

2)- a história das relações entre Portugal e o Transvaal (ou a União) com respeito a Lourenço Marques abrangia três períodos: (i)- de 1875 até ao termo da guerra dos boers (1901); (ii)- de 1901 a 1928; (iii)- de 1928 em diante;
3)- a emigração dos indígenas para o Rand estava «longe de ter uma fácil solução», sendo indicadas cinco «medidas necessárias»;
4)- os principais problemas com os territórios britânicos confinantes com Angola e Moçambique eram três: i)- caminhos-de-ferro e porto da Beira; ii)- fronteiras com as Rodésias e a Niassalândia e emigração clandestina de indígenas; iii)- ligação da Rodésia do Norte com o porto do Lobito.
Segundo o próprio Marcelo Caetano este relatório – resultado do que escutara e tratara nos encontros com os dirigentes dos territórios estrangeiros vizinhos e abordando problemas da maior importância que não se encontravam devidamente instruídos e esclarecidos nos arquivos do Ministério – serviu para orientar as negociações sobre os assuntos versados e «continuou a ser útil aos que me sucederam»."
[*] Marcelo Caetano, Relações das colónias de Angola e Moçambique com territórios estrangeiros vizinhos: Memorandum, Lisboa, Imprensa Nacional, 1946. Não existe na Biblioteca Nacional nem acessível no Arquivo Marcello Caetano. O exemplar consultado encontra-se na Biblioteca Universitária João Paulo II (Universidade Católica).
(Fonte: http://malomil.blogspot.com/2018/04/marcelo-caetano-ministro-das-colonias-e_18.html)
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
Peça de colecção.
Com interesse histórico e colonial.
30€

16 setembro, 2018

LIMA, Alfredo Pereira de - OS MILHÕES DE KRUGER. Com um prefácio do Dr. Alexandre Lobato. Lourenço Marques, [s.n. - Tip. Minerva Central, Lourenço Marques], 1963. In-4.º (23cm) de 78, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Investigação levada a cabo pelo autor sobre o tesouro de Paul Kruger. Os "Milhões de Kgruger" é um tesouro de ouro que terá sido escondido na África do Sul por, ou em nome do, presidente Paul Kruger (1825-1904), para evitar que fosse capturado pelos britânicos durante a guerra dos Boer (1899-1902). De acordo com o mito, cerca de dois milhões de libras em ouro e diamantes foram enterrados na área do rio Blyde, na província de Mpumalanga. O seu valor nos dias de hoje ronda os US $ 500.000.000.
Livro integralmente impresso em papel couché, muito ilustrado com fotogravuras a preto e branco no texto.
Valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
"A razão que me levou a escrever este livro é simples. Nada ainda encontrei escrito na nossa língua sobre uma das mais apaixonantes histórias de tesouros em África - Os Milhões de Kruger.
Todas as fonte de informação são de origem inglesa ou sul-africana e falavam, até agora, apenas no Transval como palco do drama. [...]
Encontrei casualmente uma ligação de Moçambique com a história dos «Milhões de Kruger» e tanto bastou para que sobre o assunto me debruçasse.
Não sou caçador de tesouros, nem me move o intuito de poder vir a sê-lo um dia. O interesse histórico da questão é que me levou a ocupar-me dela e a apresentar ao leitor o resultado das minhas pesquisas. Tudo o que se vai ler é real, autêntico. Tudo isso aconteceu.
Apresento ainda como exemplo dos extremos a que pode chegar a ambição de enriquecer, essa de todas a mais ferina das paixões humanas. Já Eça dizia que onde aparece ouro, imediatamente os homens em redor se entreolham com rancor e levam as mãos às faca.
É ue não há histórias de tesouros em que não esteja envolvida essa louca ambição que a maior parte das vezes se suja com sangue e se afunda em lama.
Esta é uma delas.
"
(Excerto da introdução, Pórtico...)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas algo manchadas.
Raro.
20€

15 julho, 2016

CASTILHO, Augusto de - A QUESTÃO DO TRANSVAAL. Documentos colligidos, tradusidos e communicados á Sociedade de Geographia de Lisboa Em 24 de Fevereiro de 1881 por... Ex-governador de Lourenço Marques e socio correspondente da mesma Sociedade. Lisboa, Casa da Sociedade de Geographia, 1881. In-8.º (20,5cm) de 66 p.
1.ª edição.
Conjunto de documentos oficiais reproduzidos pelo autor sobre a questão do Transvaal, conflito que opôs a Inglaterra aos agricultores descendentes de franceses e holandeses que colonizaram o sul da África do Sul, a partir da colónia fundada junto ao Cabo da Boa Esperança. Estes documentos são demonstrativos do relacionamento entre as duas comunidades, entre 1856 e 1880. Posteriormente, este esforços diplomáticos resultariam infrutíferos, e viriam a dar origem ao primeiro conflito (1880-1881) e à Grande Guerra Anglo-Boer (1899-1902).
"Os commissarios por parte do Governo Britannico, garantem aos fazendeiros emigrantes de alem do rio Vaal, o direito de tratarem dos seus negocios, e de se governarem conforme leis suas, sem nenhuma intervenção por parte do governo Britannico; e que o dito Governo Britannico não praticará usurpações no territorio alem e ao norte do rio Vaal: assegurando-se tambem que o mais ardente desejo do Governo Britannico é promover a paz, o commercio livre, e as relações de amisade com os fazendeiros emigrantes que agora habitam, ou que de futuro venham a habitar aquelle paiz; tendo-se por entendido que este systema de não intervenção é obrigante para ambas as partes. [...]
Os commissarios de Sua Magestade rejeitam por esta forma toda a alliança com quaesquer nações de pretos ao norte do rio Vaal.
Fica ajustado que não será permittida em tempo algum aos emigrantes fazendeiros ao norte do rio Vaal, a posse de escravos."
(excerto da Convenção do Rio Sand, subscrita por lideres históricos do Transvaal, ente outros, A. W. J. Pretorius, W. F. Joubert e C. J. Kruger)
Summario:
I - Independencia do Transvaal reconhecida pelos inglezes - 1852. II - Annexação do Transvaal pelos inglezes - 1877. III - Protestos do Transvaal contra a annexação - 1877. IV - Esforços pacificos do Transvaal para rehaver a sua independencia - 1878. V - Restauração da independencia - 1880. 
Augusto Vidal de Castilho Barreto e Noronha (Lisboa, 1841-Lisboa, 1912). Filho do poeta e pedagogo António Feliciano de Castilho, e irmão do escritor e olisipógrafo Júlio de Castilho. “Foi um militar da Marinha Portuguesa. A sua carreira começou na Escola Naval, em 1859, tendo servido em Angola, no Estado Português da Índia, em Moçambique e no Brasil. Em Moçambique foi Governador-geral, de 1885 a 1889. Nessas funções, emitiu em 1886 uma Portaria Provincial regulando a cobrança do "mussoco" nos Prazos (que tinham sido "extintos", pela terceira vez, seis anos antes), que incluía a obrigatoriedade dos homens válidos pagarem aquele imposto, se não em produtos, então em trabalho; foi dessa forma que começaram a organizar-se as grandes plantações de coqueiros e, mais tarde, as de sisal e de cana sacarina na Zambézia. Foi ainda Governador civil do Distrito do Porto, Director-geral da Marinha e Ministro da Marinha e Ultramar, em 1908. Colaborou na revista A Imprensa (1885-1891) e dirigiu a revista Brasil-Portugal (1899-1914). Encerrou a sua carreira no posto de Major-general da Armada na altura da implantação da República." Em sua homenagem, foi rebatizado com o seu nome um arrastão de pesca a vapor, anteriormente denominado Elite, e que fora requisitado pelo Governo Português para serviço durante a Grande Guerra, classificado como patrulha de alto mar. Foi afundado por um submarino alemão, em 14 de Outubro de 1918, sob o comando do 1.º Tenente Carvalho Araújo.
(fonte principal: wikipédia)
Exemplar desencadernado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível

03 novembro, 2015

VIDEIRA, A. - "TALVEZ..." Quatro dias à sêde no deserto do Kalahari. [Luanda], Aero Club de Angola, 1938. In-8.º (19cm) de 189, [3] p. ; [6] f. il. ; [1] mapa desd. ; B.
1.ª edição.
Ilustrado com fotogravuras em folhas separadas do texto. Contém mapa desdobrável do percurso do avião do autor - Lisboa-Moçâmedes-"acidente" (escala 1: 3.000.000).
Capa: A. Casinhas
Relato de sobrevivência após dois desastres aéreos: um sofrido pelo autor e um seu companheiro no monomotor «Talvez...» quando regressavam de Moçâmedes a Luanda, e o outro, pelo avião que procedia ao seu resgate. Os três homens vaguearam durante 4 dias pelo Kalahari, um dos mais áridos e severos desertos do planeta. Apesar da situação extrema, o autor relata a sua experiência com algum humor e ironia.
                        ..........................................................
"«Talvez...» lhe chamei eu. E parece que esta incerteza, esta desconfiança o magoa. O meu pobre avião (nosso, que meu e do meu amigo Amaral é) fala e entende. Conversa com êle o mecânico que o trata e alimenta. E, se lhe não faz uma festa, antes de o pôr em marcha, se lhe não segreda não sei que graça ou brèjeiriçe, amua e só pega depois de o ralar. De resto, é obediente e de tal passividade que doi fazê-lo aborrecer. [...]
Aos 48 anos, fatigado de trabalho e de desilusões, má vista, torrado pelo sol inclemente dos trópicos de duas longas e deprimentes décadas, rico, apenas, de encargos e dissabores, porquê esta serôdia, diria ridícula e gágá mania da aviação?
Sei lá!
Uns entram nisto por espírito de elegante aventura; outros, por natural tendência e habilidade; outros por conveniência ou profissão; outros pela volúpia do risco; outros, muitos, por simples desporto ou presunção de endinheirados.
Eu? - Sei, lá! Por desgosto, talvez; por enfado; por aborrecimento."
(excerto do Cap. I, Ida)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Com sinais de humidade na parte inferior do livro.
Muito invulgar.
Indisponível

21 agosto, 2014

PARECER DA SUB-COMISSÃO ÁCERCA DA SITUAÇÃO ACTUAL DE MOÇAMBIQUE : Exposição entregue ao Governo em 3 de Março de 1917 - Sociedade de Geografia de Lisboa : Comissão de Estudo e Propaganda de Moçambique. [Lisboa], Sociedade de Geografia de Lisboa, 1917. In-4.º (23cm) de 48 p.
1.ª edição.
Estudo que reflete, sobretudo, a preocupação das autoridade portuguesas com as pretensões sul-africanas à colónia de Moçambique nas previsíveis negociações do pós-guerra.
"A Comissão de Estudo e Propaganda de Moçambique da Sociedade de Geografia de Lisboa encarregou uma Sub-comissão do estudo da situação de Moçambique, sob o ponto de vista da influencia que nessa situação possam ter, em futuro mais ou menos proximo, as circunstancias derivadas da guerra da Europa e dos seus reflexos na Africa do Sul e Oriental."
NB - Este Parecer foi aprovado pela Comissão de Estado e Propaganda de Moçambique, em sua sessão de 7 de Novembro de 1917.
Subscrevem o Parecer: Joaquim José Machado; Thomaz Antonio Garcia Rosado; Eduardo Augusto Marques; Albano Augusto Portugal Durão; Ernesto de Vasconcellos.
Exemplar sem capas (de origem?), por aparar, em bom estado de conservação. Ligeiramente oxidado na 1.ª e última folha.
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
15€

16 janeiro, 2014

DOYLE, A. Conan – A GUERRA DA AFRICA DO SUL : suas causas e seguimento. Por… (Traducção do Inglez). Lisboa, Imprensa Moderna, 1902. In-8.º (22cm) de 152, [4] p. ; B.
1.ª edição portuguesa (publicada no mesmo ano que a edição original, em inglês).
Visão pessoal do autor sobre a Guerra Anglo-Boer (1899-1902).
“Por motivos que tanto podem derivar da apathia como da arrogancia, a Inglaterra não tem até agora vindo dar razão de si perante o mundo. Que me conste, os fundamentos de nosso proceder e os methodos que temos posto em acção, só têem vindo a lume n’algum Livro Azul, ou em discursos ou em folhetos, mas jamais foram colligidos e publicados em volume. Corre-nos, portanto, o dever, imposto pela honra da nossa patria, de tornar publicos os factos, a fim de resgatar das calumnias que lhes têem sido assacadas, os nossos soldados e os nossos homens publicos.”
(excerto do prefácio)
“Não se póde apreciar o problema sul-africano, nem as causas que originaram a guerra actual entre o imperio britanico e as republicas boers, sem se conhecer, muito embora superficialmente, a historia da Africa do Sul. A exposição d’essa historia exige o regresso ao principio, porque jamais n’ella houve soluções de continuidade e cada periodo dependeu sempre do que o precedeu. Quem não conhecer o passado do boer, não o poderá apreciar devidamente; porque elle é apenas o producto d’esse passado. Foi quando Cromwell estava no apogeu, - em 1652, para usar de exactidão pedantesca, - que os hollandezes vieram estabelecer-se no Cabo da Boa Esperança pela primeira vez. É certo que os portuguezes já lá haviam estado primeiro; mas, corridos pelo mau tempo e levados pelo que ouviam acerca do ouro, largaram-se para o norte e estabeleceram-se ao longo da costa oriental. Os hollandezes, no emtanto, iam prosperando no Cabo e robustecendo-se auxiliados por um clima sadio. Não penetraram muito para o interior, não só por serem poucos, senão que desejavam estar sempre unidos e promptos; mas foram edificando as suas proprias habitações, fornecendo á Companhia hollandeza da India Oriental agua e comida, fazendo gradualmente borbotar pequenas povoações, como Wynberg, Stellenboch e outras; e dilatando-se pelas vertentes que vão até ao grande planalto central que se estende, por cêrca de 1:500 milhas, das margens do Karoo até ao valle do Zambeze.”
(excerto do texto)
Arthur Conan Doyle (1859-1930). Conhecido escritor e médico escocês, mundialmente famoso, sobretudo pela autoria de dezenas de best-sellers da literatura policial e da “paternidade” do personagem de ficção, também mundialmente famoso, o detective Sherlock Holmes. A título de curiosidade, registe-se que o presente estudo histórico foi publicado no mesmo ano que um dos seus grandes best-sellers – O Cão dos Barkervilles.
Matérias:
I – O povo bóer. II – A causa da questão. III – As negociações. IV – Exame d’alguns pontos. V – As negociações para a paz. VI – O incendio dos casaes. VII – Os campos de concentração. VIII – O soldado inglez na Africa do Sul. IX – Mais accusações contra as tropas inglezas. X – O outro lado da questão. XI – Conclusões.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Falha de papel de algum relevo, atinge a capa e a f. anterrosto; ausência da capa posterior.
Raro.
35€

14 maio, 2013

KOCK, W. J. de - HISTORIA DA ÁFRICA DO SUL. Pretória, Edição do Ministério da Informação, 1972. In-4.º (26cm) de 64 p. ; mto il. ; B.
A História da África do Sul por W. J. de Kock, produzida em pleno apartheid. Obra impressa em Pretória para a Imprensa Nacional em Abr. 1972.
"A parte mais meridional do continente africano, que o mundo de hoje conhece por República da África do Sul, é a pátria de mais de vinte e um milhões de pessoas de diversas raças, falando línguas europeias e vivendo pacíficamente num país enorme cujo clima varia de região para região, indo do semidesértico ao subtropical.
A África do Sul de hoje cobre uma superfície maior do que a Alemanha, França Itália e Portugal em conjunto; cinco vezes o tamanho da Gra--Bretanha; quarenta vezes maior que a Holanda, donde, ao princípio, proveio a maioria dos antepassados da sua população branca." (introdução)
Matérias:
- Os portugueses e o Cabo da Boa Esperança. - Os holandeses fundam uma feitoria. - A pista para o interior. - O fim da dominação da Companhia. - A presença brtânica no Cabo. - A expansão pelo norte. - Colónias britânicas e repúblicas "boers". - Imperialismo. - O recurso à guerra (1899-1902). - Reconstrução e União. - O começo da União. - Hertzog funda um partido. - Os anos difíceis de Louis Botha. - A política e a primeira Guerra Mundial. - Smuts na chefia (1919-1924). - Hertzog e o Governo de Paacto. - Independência dentro do Império. - Da depressão à coligação. - Fusão: as suas realizações e os seus fracassos. - O colapso da Fusão (1938-1939). - Smuts vai para a guerra. - Os "afrikaners" em estado de confusão. - Progresso no pós-guerra. - Smuts: o fim da estrada. - Malan mete ombros à missão. - Comunismo e problemas raciais. - Planeamento ao serviço dos povos mestiço e banto. - Riqueza mineira. - O ano de 1960. - A proclamação da República da África do Sul. - Autodeterminação para o Transkei. - A luta pelo Sudoeste Africano. - O futuro. - Depois de Verwoerd. - A África do Sul em perspectiva.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€