FONSECA, F. Belard da - NOSSA SENHORA DA ATALAIA, Padroeira das Alfândegas e NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, Protectora da Alfândega das Sete Casas. Subsídios para a História das Alfândegas. I. Lisboa, [s.n. - imp. Scarpa, Lda.], 1944. In-8.º (21,5cm) de 16 p. ; [2] f. il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrada com 2 gravuras extratexto impressas sobre papel couché.
Valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
Tiragem: 500 exemplares.
"Perde-se na noite dos tempos o culto prestado à Virgem Maria com o título da Atalaia, na sua ermida do termo de Aldeia Galega do Ribatejo [Montijo].
A imagem que na mesma se encontra foi sempre considerada como milagrosa e prodigiosa em sua origem, desconhecendo-se, no entanto, a data do seu aparecimento."
(excerto de Nossa Senhora da Atalaia, Protectora das Alfândegas)
"Paralelamente ao que acontecia na Alfândega Grande, que tinha por padroeira N. S. da Atalaia, celebrava a Alfândega das Sete Casas a festividade de N. S. da Conceição.
Em 1832, por aviso da Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda, com data de 2 de Maio, ordenou-se que se continuasse a celebrar na Sala grande do edifício da Alfândega das Sete Casas a festa de N. S. da Conceição, como padroeira do Reino e protectora dos Tribunais e Casas Fiscais."
(excerto de Nossa Senhora da Conceição, Protectora da Alfândega das Sete Casas)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Indisponível
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20 agosto, 2015
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24 março, 2015
LENCASTRE, Francisco de - TRATADO DAS ALFANDEGAS EM PORTUGAL CONSIDERADAS Á LUZ DA HISTORIA, DO DIREITO, DA ECONOMIA POLITICA E DA ESTATISTICA. Por... Parte Primeira - Historia. Tomo I. Lisboa, Imprensa Nacional, 1886. In-8.º (22cm) de [10], 246 p. ; E.
1.ª edição.
Muito valorizada pela dedicatória manuscrita do autor na capa do livro.
O plano da obra arquitectado pelo autor considerava 4 partes: História, Legislação, Economia Política e Estatística. Apenas o Tomo I (História) viria a ser publicado.
"As alfandegas são estancias onde se arrecadam os tributos estabelecidos sobre as mercadorias que entram ou sáem de um paiz.
Em alguns foraes dos primeiros annos da fundação da monarchia portugueza, como por exemplo no de Setubal (1249), escriptos em latim barbaro, encontrámos já a palavra alfandega. Dizem-nos Santa Rosa de Viterbo, no seu Elucidario, e o auctor do Portugal antigo e moderno, que a etymologia está na palavra arabe alfandaq, hospicio publico ou albergaria do oriente, onde os mercadores se alojavam ou hospedavam, e onde tambem pagavam os tributos relativos ás mercadorias que traziam consigo.
Estamos pois inclinados a acreditar que as primeiras alfandegas em Portugal fossem tambem hospicios, onde o albergueiro recolhia os mercadores de fóra das cidades ou villas, e onde o mesmo albergueiro, sendo porventura a pessoa que trouxesse arrendado o tributo de entrada das mercadorias, o cobrava, ficando com uma parte para si e outra parte para o rei ou para os senhores das terras."
(excerto do Cap. I, Desde a fundação da monarchia até 1437)
Matérias: Cap. I - Desde a fundação da monarchia até 1437. Cap. II - Desde o reinado de D. Afonso V até 1494. Cap. III - Desde o reinado de D. Manuel até 1581.
Encadernação em meia de percalina com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capa de brochura frontal.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
25€
1.ª edição.
Muito valorizada pela dedicatória manuscrita do autor na capa do livro.
O plano da obra arquitectado pelo autor considerava 4 partes: História, Legislação, Economia Política e Estatística. Apenas o Tomo I (História) viria a ser publicado.
"As alfandegas são estancias onde se arrecadam os tributos estabelecidos sobre as mercadorias que entram ou sáem de um paiz.
Em alguns foraes dos primeiros annos da fundação da monarchia portugueza, como por exemplo no de Setubal (1249), escriptos em latim barbaro, encontrámos já a palavra alfandega. Dizem-nos Santa Rosa de Viterbo, no seu Elucidario, e o auctor do Portugal antigo e moderno, que a etymologia está na palavra arabe alfandaq, hospicio publico ou albergaria do oriente, onde os mercadores se alojavam ou hospedavam, e onde tambem pagavam os tributos relativos ás mercadorias que traziam consigo.
Estamos pois inclinados a acreditar que as primeiras alfandegas em Portugal fossem tambem hospicios, onde o albergueiro recolhia os mercadores de fóra das cidades ou villas, e onde o mesmo albergueiro, sendo porventura a pessoa que trouxesse arrendado o tributo de entrada das mercadorias, o cobrava, ficando com uma parte para si e outra parte para o rei ou para os senhores das terras."
(excerto do Cap. I, Desde a fundação da monarchia até 1437)
Matérias: Cap. I - Desde a fundação da monarchia até 1437. Cap. II - Desde o reinado de D. Afonso V até 1494. Cap. III - Desde o reinado de D. Manuel até 1581.
Encadernação em meia de percalina com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capa de brochura frontal.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
25€
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