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05 abril, 2019

LOURENÇO, Manuel - PÁSSARO PARADÍPSICO. [Ilustrações de Mário Cesariny]. Lisboa, Perspectivas & Realidades, 1979. In-4.º (23,5cm) de 167, [5] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Obra de poesia surrealista.
Ilustrada com três bonitas estampas (colagens) de Cesariny - A noite; A manhã; A tarde.
"M. S. Lourenço nasceu em Sintra com o Sol no Touro, a Lua no Aquário e Virgem no Ascendente, no ano de 1936. Escreveu diversos livros absurdos de Poesia até que morreu no dia 15 de Janeiro de 1973 em Dorchester, Oxfordshire, Inglaterra, ao tomar um banho quente. O seu corpo, durante o banho, revelou para a posteridade o segredo da sua natureza genética: M. S. Lourenço era uma truta. As suas escamas caíram uma a uma e foram finalmente engolidas pelos esgotos do condado.
Jaz no estrume de Dorchester com a esperança de se tonar num cacto."
(Retirado da contracapa, Um obituário afectivo)
Manuel António dos Santos Lourenço (1936-2009). Conhecido por M. S. Lourenço, foi um filósofo, tradutor e escritor português, e professor catedrático jubilado de Lógica e Filosofia da Matemática no Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas algo sujas e manchadas.
Invulgar.
Indisponível

07 setembro, 2016

AVILA, Artur Lobo d' - ESMALTES ARTÍSTICOS E INDUSTRIAIS. Por... Premiado em exposições d'arte aplicada da Sociedade Nacional de Belas Artes, Medalha d'ouro da Exposição Ibero-Americana de Sevilha por esmaltes artísticos. Lisboa, Parceria António Maria Pereira, 1935. In-8.º (16,5cm) de 159, [1] p. ; [1] f. il. ; il. ; B. Biblioteca de Ensino Técnico (sem professor), 12
1.ª edição.
Interessante manual sobre o esmalte e a arte de o trabalhar.
Obra percursora, escrita em português, que sobre este assunto se publicou entre nós. Ilustrada nas páginas do texto com bonitos desenhos e em separado com um retrato esmaltado do Dr. António de Oliveira Salazar (Limoges), e no verso, com uma reprodução da Taça de Ouro da Península, ambas, peças executadas pelo autor.
"Tanto os esmaltes artísticos como os industriais, são produzidos em larga escala, nas principais cidades da Europa. Genebra, Paris, Viena, Milão, pricipalmente, são exímias em esmaltes de arte. [...]
Entre nós caminha-se na estrada do Progresso, embora seguindo sempre o velho rifão: de vagar se vai ao longe. [...]
Se ao fim de mais de quarenta anos de trabalho, quási diário, em esmalte de arte ou indústria, me resolvi a aceitar o convite, de há muito feito pela acreditada casa editora António Maria Pereira, para escrever êste livro, foi por estar convencido de que o nosso país se encontra, providencialmente, numa época de renascimento, seguramente propícia ao desenvolvimento do trabalho nacional, para o qual todos os portugueses devem dar o contingente que lhe fôr possível.
E assim, faço votos para que todos aqueles a quem a arte de esmaltar sôbre metais interesse, profissionais, amadores ou industriais, encontrem nêle indicações práticas que lhe sejam úteis, e que damos, sem pretensões a mestre, em matéria sôbre a qual não existe ainda, que o saibamos, uma publicação em português."
(excerto da Advertência)
Matérias:
Advertência. Prefácio. Primeira Parte. I - Esmaltes incrustados; Não incrustados. II - Materiais para esmaltar; Materiais pobres. III - Esmalte e suas variedades. IV - Outros materiais e ingredientes. V - Instalação. VI - Utensílios, ferramentas, instrumentos e pincéis, etc., etc. VII - Trabalhos práticos para execução de esmaltes artísticos. Segunda Parte. VIII - Esmaltes industriais.
Artur Eugénio Lobo de Ávila (Lisboa, 1855 - Lisboa, 1945). "Notabilizou-se como dramaturgo, jornalista e historiador. A sua carreira decorreu na administração pública, tendo chegado a director da Alfândega de Lisboa. Ingressou no Curso Superior de Letras e era tido como aluno brilhante, porém não terá concluído os estudos. Escreveu comédias, mas alcançou maior sucesso como autor de folhetins e romances históricos. Jornalista apreciado, publicou Nos bastidores do jornalismo (1946). Postumamente saiu o volume Memórias (1946)."
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Falha de papel no terço inferior da lombada, e no canto inferior esq da contracapa.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível

10 setembro, 2014

CAMILO CASTELO BRANCO (grande escritor português) - Dactilografia Artística : 1927. [S.l.], [s.n.], 1927.
1 estampa : verde ; 24,5x16 cm
Capa (brochada) : carmim ; 25x17 cm
Estampa foto-mecânica - protegida por f. papel vegetal - incluída em capa original de cartolina.
"Êste retrato, feito para a capa do livro «A Linguagem de Camilo», do Dr. Cláudio Basto, foi desenhado exclusivamente à máquina de escrever por Ildefonso Rosa, Mestre de Caligrafia, Estenografia e Dactilografia na Escola Industrial e Comercial de Viana-do-Castelo."
O verso do retrato encontra-se assinado pelo autor, com o n.º 26 manuscrito, exemplar de uma tiragem indefinida, seguramente reduzida.
Valorizado ainda pela dedicatória autógrafa do autor, no verso da capa, a Alfredo Assumpção Santos.
Raro.
A Biblioteca Nacional possui 2 exemplares.
Peça de colecção.
Com interesse camiliano.
Indisponivel

06 agosto, 2014

CENÁRIOS DO TEATRO DE S. CARLOS. Publicação do Ministério da Educação Nacional, preparada pelo Comissariado do Govêrno junto do Teatro Nacional de S. Carlos e subsidiada pelo Instituto para a Alta Cultura. [Introdução de João Pereira Dias]. Lisboa, Ministério da Educação Nacional, 1940. In-4º grd. (29cm) de [4], 51, [7], [3], [4] p. ; [50] p. il. ; B.
Bonita edição impressa em papel de qualidade superior. Ilustrada com 59 estampas a p.b., em 50 p. extratexto impressas sobre papel couché.
Valorizada pela dedicatória manuscrita do introdutor, acompanhada do seu cartão pessoal, ao distinto professor e escritor Agostinho de Campos.
História dos cenários e apontamento biográficos dos mestres que neles trabalharam, ao longo da história do Teatro de S. Carlos.
"Dispunha Lisboa de três teatro públicos acanhados e de aspecto miserável quando, em 1792, o grupo de negociantes e capitalistas Joaquim Pedro Quintela, Anselmo José da Cruz Sobral, Jacinto Fernandes Bandeira, António Francisco Machado, João Pereira Caldas e António José Ferreira Sola decidiu edificar um teatro lírico com a grandeza e dignidade correspondentes à gloriosa tradição do meio do século. [...]
"Procuram as páginas dêste volume mostrar a grande altura a que pairou a cenografia entre nós por mais de século e meio; mas cabe-lhes também a ingrata missão de apontar a descida brusca dos últimos quarenta anos."
(excertos da introdução)
Matérias:
Introdução
1 - Origem e objecto da presente publicação. 2 - Resenha histórica da cenografia. 3 - A cenografia em Portugal antes da abertura do Real Teatro de S. Carlos. 4 - A cenografia no Teatro de S. Carlos. 5 - Conclusões.
Catálogo dos Cenários do teatro de S. Carlos
Bibliografia
Estampas
I Parte - Alguns cenários arquivados no Teatro Nacional de S. Carlos.
II Parte - Documentos vários.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Manchado na parte inferior da capa. Carimbo da Sociedade de Língua Portuguesa nas primeiras folhas do livro, incluindo a f. rosto.
Invulgar.
20€

12 agosto, 2013

RODRIGUES, Urbano Tavares - A FLOR DA UTOPIA. Com quinze ilustrações de Rogério Ribeiro. Direcção gráfica de Armando Alves. Porto, Edições Asa, 2003. In-fólio de 87, [7] p. ; il. ; E.
"Retrato de Urbano Tavares Rodrigues por Maria Judite de Carvalho"
1ª edição.
Valorizado pela extensa dedicatória autógrafa do autor ao Dr. Luís Manuel Monteiro Baptista [antigo médico de Álvaro Cunhal].
«A Flor da Utopia». Obra que revela o talento e a mestria deste grande escritor, e que foi editada em 2003 - ano em que o autor comemorou 80 primaveras.
Descrições que são o registo de uma imaginação plena de audácia dão corpo a esta obra. Na verdade, trata-se de um álbum onde as palavras de Urbano Tavares Rodrigues casam com quinze ilustrações de Rogério Ribeiro.
O escritor evoca numa prosa admirável, tantas vezes poética, três momentos revolucionários da História de França, de certo modo fundadores de todas as grandes transformações a que assistiu o século XX e que se prolongam nos nossos dias: 1848, a Comuna, maio de 1968. «A Queda das Estátuas», «A Hera Chorando Sangue» e «A Flor da Utopia» intitulam esses três momentos.
Propositadamente para esta obra, Urbano Tavares Rodrigues escreveu um texto autobiográfico, «A Estrada Que Ficou Para Trás» - um testemunho de vida. Palavras na primeira pessoa para revelar um percurso exímio. Impossível ignorar uma frase tão rica: "Uma vida, como um rio, faz-se também de outras vidas, que com ela confluem e lhe trazem alimento, alegria, luz, consciência da realidade" – diz o autor.
Urbano Tavares Rodrigues (1923-2013). Jornalista, professor e escritor português. Garantiu uma produção literária notável. A sua extensa obra, que abarca vários géneros, foi contemplada com distintos prémios e está traduzida em diversas línguas.
Edição cuidada de grande esmero e apuro gráfico, belissimamente ilustrada, sob a direcção de mestre Armando Alves.
Encadernação editorial em tela com sobrecapa policromada plastificada. 
Excelente exemplar, como novo.
Invulgar.
35€

30 julho, 2013

CATÁLOGO DE AZULEJOS ESTILO SÉCULOS XVII E XVIII - FÁBRICA CERÂMICA DO CARVALHINHO, LIMITADA. Arco do Prado : Vila Nova de Gaia - Portugal. [S.l.], [s.n.] - Lito. União - Gaia, [194-]. In-8º (18cm) de [2] p. ; [24] f. il. ; B.
Catálogo da importante e já extinta Fábrica de Cerâmica do Carvalhinho. Edição impressa sobre papel de qualidade superior, toda ilustrada com modelos de azulejos fabricados pela Fábrica do Carvalhinho.
"Localizada em Vila Nova de Gaia, produzia notáveis peças de cerâmica nacional como exemplo azulejos brancos ou de côres mas sobretudo famosos e inconfundíveis azulejos estilo antigo, copiados nos Conventos, Mosteiros e Casas Solarengas, dos séculos XVII e XVIII, por onde se encontram espalhados exemplares valiosos."
 
"A centenária Fábrica Cerâmica do Carvalhinho, correspondendo à preferência do grande público pelo verdadeiro tipo do azulejo nacional, tem a honra de apresentar o seu novo catálogo de azulejos estilo antigo, no qual reuniu alguns dos mais notáveis padrões dos século XVII e XVIII recolhidos pelos seus artistas nos luggares onde se guardam essas verdadeiras preciosidades espalhadas por monumentos, museus, conventos e casas solarengas de Portugal de outras épocas.
Deste modo, a Direcção da Fábrica do Carvalhinho, de passo que ténicamente conseguiu elevar o seu fabrico a um extraordinário grau de perfeição, contribue para a revivescência de uma arte que corria o risco de perder-se."
(excerto da apresentação)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível

18 junho, 2013

1911-1999 : O ENSINO MÉDICO EM LISBOA NO INÍCIO DO SÉCULO. Sete artistas contemporâneos evocam a geração médica de 1911. Seven contemporary artists evoke the generation of 1911. Direcção de M. Valente Alves. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1999. In-4.º (23,5cm) de 691 p. ; il. ; E.
1.ª edição.
Edição luxuosa de grande qualidade estética e gráfica impressa em papel de qualidade superior. Contém com ilustrações de página inteira a p.b. e a cores.
Assessoria científica: António Barbosa
Consultoria científica: João Lobo Antunes, Luiz da Silveira Botelho, Jaime Celestino da Costa, João Gomes-Pedro e Artur Torres Pereira.
Textos: Manuel da Costa Cabral, João Gomes Pedro, João Martins e Silva, Manuel Valente Alves, Jaime Celestino da Costa, Luís Rebelo, João Lobo Antunes, Artur Torres Pereira, João Ribeiro da Silva, Maria Helena de Freitas, José Guilherme Jordão, A. Pereira Coelho, Carlos Ribeiro, Madalena Botelho, A. Dinis da Gama, João Fernandes e Fernandes, João Frada, Maria de Lourdes Levy, Manuel Machado Macedo, Henrique Bicha Castelo, António Barbosa, Lesseps dos Reis, Francisco Antunes, J. M. Pereira Miguel, Nuno Félix da Costa, Cristina Sampaio, José Cortês Pimentel, Francisco Pinto, Luiz da Silveira Botelho, Paulo Costa, João Lima Pinharanda, Isabel Carlos, Mario Bertoni, João Fernandes, Miguel Von Hafe Pérez, Óscar Faria, António Cabrita.
Instalações artísticas:Helena Almeida, José Barrías, José Pedro Croft, Ângela Ferreira, Cristina Mateus, Miguel Palma e Noé Sendas
Design gráfico:Victor Diniz
"A 'Geração Médica de 1911' refere-se a um grupo de médicos que reformaram a medicina portuguesa, criando os primeiros institutos de investigação médica universitários, que eram instituições técnico-científicas especializadas, dotadas de autonomia administrativa que transformaram o ensino livresco das antigas escolas médico-cirúrgicas num verdadeiro ensino prático, baseado na experiência laboratorial. O presente livro, editado por ocasião da exposição '1911-1999", está dividido em duas partes: uma relativa à exposição - "Sete Artistas contemporâneos evocam a geração médica de 1911" -, e a outra parte dedicada à história da Faculdade de Medicina de Lisboa - "O ensino médico em Lisboa no início do século XX".
Na exposição, realizada no edifício-sede da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, sete artistas contemporâneos - Helena Almeida, José Barrías, José Pedro Croft, Ângela Ferreira, Cristina Mateus, Miguel Palma e Noé Sendas - interpretam, aravés de instalações originais, a vida e a obra de sete dos médicos mais representativos da 'Geração de 1911' - Augusto Celestino da Costa, Henrique Vilhena, Azevedo Neves, Aníbal Bettencourt, Sílvio Rebello, Francisco Gentil e Marck Athias.O livro integra, além da apresentação do projecto e imagens das instalações, textos relativos a a cada um dos artistas expostas da autoria de críticos de arte e historiadores, catálogo e biografias dos artistas.
A parte 'O ensino médico em Lisboa no início do século XX' inclui textos de algumas das mais destacadas personalidades médicas actuais da faculdade de Medicina de Lisboa, que  caracterizam além da 'Geração de 1911', outros médicos relevantes que ajudaram a fundar a medicina científica da época - Sousa Martins, Egas Moniz, Câmara Pestana, Gama Pinto, Reynaldo dos Santos, Pulido Valente - e os vinte lentes representados nas quatro telas que Columbano Bordalo Pinheiro pintou para o edifício da Escola Médico-Cirúrgica, e que são actualmente pertença da Faculdade de Medicina.
O livro integra também textos de dois especialistas em História da Arte sobre os referidos retratos de Columbano Bordalo Pinheiro e de um historiador da política sobre a década que viu nascer a República em Portugal e uma cronologia dos principais acontecimentos políticos desse período, com o objectivo de contextualizar a 'Geração de 1911', além de sínteses biográficas das personalidades médicas referenciadas."
Encadernação editorial cartonada com sobrecapa policromada.
Excelente exemplar.
Invulgar.
30€

23 outubro, 2012

SAMPAYO, Diogo de Carvalho e – TRATADO DAS CORES. QUE CONSTA DE TRES PARTES: ANALYTICA, SYNTHETICA, HERMENEUTICA. OFFERECIDO aos amadores das sciencias naturaes, e a os dilectantes, e artistas, que começaõ a ocupar-se de todo o género de trabalho colorido : por… Cavalheiro da Ordem de Malta. Reprodução fac-simile do exemplar da Biblioteca Pública Municipal do Porto. Precedido pela apresentação de um beve ensaio bio-bibliográfico: Diogo de Carvalho e Sampayo e os seus escritos sobre a cor, por Rui Graça de Castro Feijó, Professor da Universidade do Porto. Lisboa, Lisboa, Chaves Ferreira – Publicações, S.A., 2001. In-4º (28,5cm) de XVI p., [12] f., [4] p. ; XIV, 153 p. ; [18] f. il. ; E.
Edição facsimilada segundo o exemplar de 1787 existente na Biblioteca Pública Municipal do Porto.
“Este breve Tratado naõ he outra cousa mais, que huma clara exposiçaõ das minhas ideas, a respeito das Cores, na mesma ordem, com que ellas se me presentáraõ.
Illuminando alguns planos, me apercebi dos diversos effeitos, que resultavaõ da mixtura de differentes Cores. Fiz experiencias mais methodicas, e me pareceo, que sobre os seus resultados, se poderiaõ estabelecer alguns Principios. Estes Principios, nascidos da experiencia, os achei conformes ás analogias da Natureza; e assim os tive por verdadeiros.” (excerto de prefácio do original)
Edição de luxo. O acabamento foi processado manualmente pela Imprensa Portuguesa, utilizando uma encadernação em tela de seda, com ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura, com assinatura de Mestre Domingos Silva. A gravura da capa reproduz um retrato de Diogo de Carvalho e Sampayo, existente no Paço de Gominhães, em Vizela.
Desta edição foi feita uma tiragem de 2250  exemplares. Todos os exemplares foram numerados e assinados com a chancela do editor. A este exemplar corresponde o nº 1479.
Exemplar em bom estado de conservação.
Indisponível

23 junho, 2012

VITERBO, Sousa - ARTES E ARTISTAS EM PORTUGAL. Contribuições para a Historia das Artes e Industrias Portuguezas. (2ª edição correcta e augmentada). Lisboa, Livraria Ferin-Editora : Torres & C.ta, 1920. In-4º (25,5cm) de 331 p. ; B.
Importante estudo histórico.
Contém um índice de artistas citados na obra (150).
Matérias:
I - Pintura. II - Relojoaria. III - Fontes de bronze. IV - Tapeçarias. V - Bordadores e colchoeiros. VI - Ourivesaria. VII - Construcções navaes. VIII - Armarias e arsenaes no seculo XVI. IX - Musica. X - Danças. XI - Armadores e Cerieiros. XII - Mestre Goterres - Poeta e illuminador. XIII - A Porta do Sol em Coimbra. XIV - Additamentos e correcções. Opinião da imprensa.
Francisco Marques de Sousa Viterbo. "Personalidade multifacetada, foi poeta, arqueólogo, historiador e jornalista. Nasceu em 1845, no Porto, e morreu em 1910, em Lisboa. De rígida educação religiosa, frequentou o seminário do Porto durante a sua adolescência. Formou-se depois em Medicina pela Escola Médico-Cirúrgica, mas logo abandonou o exercício daquela ciência para se dedicar a trabalhos históricos e arqueológicos, com os quais tanto se notabilizaria dentro e fora do país. Toda a sua obra revela-nos um historiógrafo defensor dos valores maiores da cultura portuguesa. De entre os títulos publicados, destacam-se Arte e Artistas em Portugal e Contribuição para a História das Artes e Indústrias Portuguesas. Graças ao seu labor incansável, muitos dados biográficos de personalidades como Damião de Góis e Gil Vicente vieram à luz. Sousa Viterbo foi ainda fundador da Associação de Jornalistas e Escritores Portugueses."
(in infopedia.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Aparado à cabeça.
Invulgar, com interesse histórico.
40€

23 maio, 2012

POMAR, Júlio & TAMEN, Pedro – CARACÓIS. Lisboa, Quetzal Editores /Cerâmicas Ratton, 1993. In-8º (19,5x19,5cm) de 70, [2] p. ; mto. il. ; E.
As imagens deste livro foram retiradas de um caderno de viagem, datado de 1983, e todas elas colhidas do natural em Cabanas de Tavira.
Os texto de Pedro Tamen, escritos em 1992 por sugestão do autor dos desenhos, integram também, autograficamente, a colecção de azulejos de figura avulsa editada em 1993 em Lisboa, por Cerâmicas Ratton.
Este livro foi editado em paralelo com uma edição de 34 azulejos de Júlio Pomar e 17 poemas de Pedro Tamen.
Belíssima encadernação cartonada forrada a tela de seda.
Invulgar.
Excelente exemplar.
Indisponível

01 maio, 2012

O ESCAPARATE DE TODAS AS ARTES OU GIL VICENTE VISTO POR ALMADA NEGREIROS. Exposição Comemorativa do Centenário do Nascimento de Almada Negreiros no Museu Nacional do Teatro. Texto de Vítor Pavão dos Santos. Fotografias e reproduções de João Luís Moura. Lisboa, Museu Nacional do Teatro: Secretaria de Estado da Cultura : Instituto Português de Museus, 1993. In-8º (21x22cm) de 67, [15] p. ; mto il. ; B.
Tiragem: 2.000 exemplares.
Belíssimo catálogo impresso em papel de qualidade, profusamente ilustrado com fotografias e inúmeros desenhos e esboços de Almada, a p.b. e a cores.
Excelente exemplar.
Invulgar.
10€

30 março, 2012

MATOS, Ernesto – MESMO POR BAIXO DOS MEUS PÉS. Uma Viagem pela Calçada Portuguesa. Lisboa – Aveiro – Guimarães – Setúbal – Barcelos – Santarém – Caldas da Rainha – Covilhã – Vila do Conde – Vila Nova de Gaia – Cascais – Vila Real – Esposende – Viana do Castelo – Torres Novas – Braga – Montijo – Porto – Coimbra. [Lisboa], Edição do Autor, 1999. In-8.º (20cm) de 167, [1] p. ; todo il. ; B.
1.ª edição.
Livro valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
“Há 500 anos, D. Manuel I recebeu Vasco da Gama nas docas de Lisboa, atapetadas de pequeno calhau rolado, retirado das margens das praias circundantes à urbe. A calçada que “trouxe nobreza à cidade, proveito geral a todos e melhor maneio da mercadoria”, era obra sua. Quase 250 anos após o grande terramoto, alguns proprietários mais afoitos perpetuaram talismãs nos chãos de acesso às suas portas, com uma ou outra estrela a basalto, não vá a tragédia repetir-se, e nada melhor que uma boa estrelinha sempre à mão! […] A tradição é longa, mas já a herança romana prova que os nossos colonizadores embelezavam os seus pavimentos nas “villas”, com magníficos trabalhos rendilhados a tesselas…”
(Excerto da introdução)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Esgotado.
20€
Reservado

18 fevereiro, 2012

ÉMILE-BAYARD - LE STYLE MODERNE. Ouvrage orné de 170 gravures. Paris, Librairie Garnier, Fréres, [192-]. In-8º (19cm) de 374, [1] p. ; il. ; B. Col. L'Art de Reconnaître les Styles.
"Le Style Moderne" ou "Art Nouveau", bonita edição em francês (no original) ilustrada com 170 gravuras a p.b..
"A Arte Nova foi um estilo estético essencialmente de design e arquitectura que também influenciou o mundo das artes plásticas. Era relacionado com o movimento arts & crafts e que teve grande destaque durante a Belle Époque, nas últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX. Relaciona-se especialmente com a 2ª Revolução Industrial em curso na Europa com a exploração de novos materiais (como o ferro e o vidro, principais elementos dos edifícios que passaram a ser construídos segundo a nova estética) e os avanços tecnológicos na área gráfica, como a técnica da litografia colorida que teve grande influência nos cartazes. Devido à forte presença do estilo naquele período, este também recebeu o apelido de modern style (do inglês, estilo moderno). O nome surgiu de uma loja parisiense (capital internacional do movimento), chamada justamente "Art Nouveau" e que vendia mobiliário seguindo o estilo. Caracteriza-se pelas formas orgânicas, escapismo para a Natureza, valorização do trabalho artesanal, entre outros. O movimento simbolista também influenciou o art nouveau. Recebeu nomes diversos dependendo do país em que se encontrava: Flower artna Inglaterra, "Modern Style", "Liberty" ou "stilo Floreale" na Itália. Os alemães criam sua própria vertente de Art Nouveau chamada Jugendstil." (pt.wikipedia.com)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
20€

11 maio, 2011

ARTE DE ONTEM E DE HOJE. Lisboa, Edições R.E.S., 1948. In-fólio (32,5cm) de [216] p. ; [6] est. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Esta obra foi organizada e dirigida por Ricardo R. de Espírito Santo Silva e pelo pintor Eduardo Malta.
A edição é numerada e rubricada pelos organizadores. O presente exemplar leva o Nº 708.
Colectânea de artigos organizada pelos autores com a distinta colaboração de Reinaldo dos Santos, Diogo de Macedo, Varela Aldemira, Fernando de Pamplona, Raul Lino, entre outros, versando várias temáticas de arte, desde a escultura e pintura, passando pela arquitectura e artes decorativas, até ao bailado moderno.
Belíssima edição, impressa em papel couché, profusamente ilustrada no texto a preto e branco, e em separado a cores.
Invulgar.
Indisponível