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07 outubro, 2012

HENRIQUES, Renano / HENRIQUES, Tito - A COMPANHIA DAS LEZÍRIAS : Mito ou Realidade? Contribuição para o estudo de um dos mais ignorados processos da história portuguesa. Perspectivas de desenvolvimento pecuário. Lisboa, Companhia das lezírias, 1979. In-8º (21cm) de 298, [14] p. ; [1] mapa desdob. ; B.
Contém desdobrável com fac-símile de planta topográfica da Companhia as Lezírias de 1907. 
"Não subestimamos nem sobrevalorizamos os condicionalismos que impedem o inteiro desabrochar da Lezíria de Vila Franca. Encará-lo-emos tal como são, com espírito pragmático e sentido crítico naquilo que se nos afigure que mereça censura, seja ela dirigida à Companhia das Lezírias, seja ao próprio Governo, porque talvez a ambos caiba a responsabilidade no que está por fazer na campina ribatejana para a transformar naquilo que para muitos devia ser a maior horta e estábulo rurais do Ribatejo e muito particularmente da Grande Lisboa."
Matérias:
I Parte
Evolução Histórica
I - A constituição de Companhia das Lezírias do Tejo e do Sado
II - O Período Inicial (1836-1900)
III - O Período Intermédio (1900-1975)
IV - O Período Final (Nacionalização da Companhia das Lezírias)
Resumo e conclusões da I Parte
II Parte
Perspectivas de Desenvolvimento Pecuário
Introdução
I - Referência sumária à situação anterior
II - Potencialidades
III - Condicionalismos
IV - Perspectivas
Resumo e conclusões da II Parte
Posfácio
Bibliografia
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Esgotado.
Com interesse histórico, económico e social.
20€
Reservado

23 maio, 2012

COMPANHIA DAS LEZIRIAS DO TEJO E DO SADO. ASSEMBLEIA GERAL em 10 de Oitubro de 1837. Lisboa, Na Typ. Patriotica de C. J. da Silva e C.a, 1837. In-8º (21cm) de 112 p. ; E. 
Contém diversas tabelas. 
“Citando Renano Henriques no seu livro “Companhia das Lezírias... mito ou realidade?”: “é em face dessa má situação financeira [do país, provocada pelas Invasões Francesas e pela Guerra Civil que se seguiu, entre Absolutistas e Liberais] que a Coroa determina a supressão das Ordens Religiosas (Decreto de 28 de Maio de 1834) e publica o Decreto de venda dos bens nacionais, também de 1834 (18 de Junho). Decreto este que se deve ao Ministro da Fazenda, Silva Carvalho, que justificou esta medida declarando-a necessária para suprir o défice do Estado e que punha em hasta pública os bens de mão morta acumulados sob o regime feudal - conventos, capelas, comendadorias, bens da Coroa, da Patriarcal, da Casadas Rainhas, e do Infantado. Com esse fundamento, a Rainha D. Maria II, com base na Carta de Lei de 16 de Março de 1836, autoriza a venda das propriedades de que se compôem as «Lezírias» do Tejo e Sado, as quais foram arrematadas perante a Comissão Interina da Junta de Crédito Público, no dia 25 de Junho do referido ano, pela Companhia expressamente constituída com esse objectivo sob a denominação de Companhia das Lezírias do Tejo e do Sado. No acto foram seus representantes Domingos José de Almeida Lima, José Bento de Araújo e Joaquim José Rollin e a venda foi efectuada pela quantia de dois mil contos de réis.” (www.cl.pt)
Encadernação recente, cartonada, com ferros a ouro na lombada. 
Exemplar em bom estado de conservação. Apresenta restauros marginais na f. rosto.  
Raro, com interesse histórico e regional.  
Sem indicação de registo na BNP (Biblioteca Nacional).  
40€