AMEAL, João - SETÚBAL : sete séculos de história. [Setúbal], Edição da Câmara Municipal de Setúbal, 1950. In-4.º (24cm) de 59, [5] p. ; B.
1.ª edição.
Conferência pronunciada no salão nobre da Câmara Municipal de Setúbal durante a sessão solene de 27 de Março de 1949, que abriu o ciclo comemorativo do 7.º centenário da concessão do primeiro foral áquela cidade, no reinado de D. Afonso III.
"São os Freires de Palmela que concedem foral a Setúbal. O foral é, como se sabe, o diploma que define e pormenoriza os direitos, as regalias e os deveres dos habitantes de cada concelho. Emana dos Reis ou dos Prelados, dos Senhores, dos Mestres e Graduados das várias ordens - geralmente autorizados ou confirmados por decisão régia. Pròpriamente o foral nem sempre cria o concelho. Muitas vezes apenas lhe reconhece a existência legal e lhe organiza as relações e obrigações fiscais, jurídicas, agrícolas, militares.
O facto de ser dado foral a Setúbal em 1249 faz presumir que se trate já de núcleo de certa importância, e com nítidas probabilidades de desenvolvimento. E a adopção do modelo do foral de Palmela só reforça a presunção - já que Palmela é como que a capital da região dirigida pelos espadários.
Eis como surge Setúbal - no limiar da História. Só pode orgulhar-se desse primeiro passo, em que a apadrinha uma das Ordens mais beneméritas do período da fundação e consolidação de Portugal. Sob os sinais conjugados da Cruz e da Espada (a Espada ao serviço da Cruz), é que Setúbal nasce. Nasce, portanto, tal como a própria Nação!"
(excerto do Cap. I, Setúbal nasce para a História)
Índice:
1 - Setúbal nasce para a História. 2 - Entre os séculos XIII e XV. 3 - Do Renascimento a D. Pedro V. 4 - Expoentes da Fé, da Guerra, do Descobrimento e da Cultura. 5 - Ao encontro do Futuro.
João Ameal (1902-1982). João Francisco de Barbosa Azevedo de Sande Aires de Campos, foi um jornalista e escritor politico, e historiador português. Foi 2.º visconde e 3.º conde do Ameal e adoptou como escritor e
jornalista o pseudónimo literário 'João Ameal'. Licenciou-se em Direito pela
Universidade Clássica de Lisboa. Monárquico, foi deputado à Assembleia
Nacional (de 1942 a 1957) e procurador à Câmara Corporativa como
representante dos escritores portugueses, pertenceu ao directório da
Acção Realista Portuguesa (muito próximo da orientação do Integralismo Lusitano)
e foi membro da Junta Central da Legião Portuguesa. Foi sócio
correspondente da Academia Portuguesa da História, membro do Instituto
de Coimbra e da direcção da Associação dos Escritores Católicos
Portugueses. Colaborou em inúmeros jornais e revistas, entre os quais se
podem citar o Diário da Manhã, Noite, Diário de Notícias, bem como na
Emissora Nacional e na Rádio Televisão Portuguesa. Dirigiu as
publicações Ilustração Portuguesa e Acção Realista. Em 1934 obteve o
"Prémio Ramalho Ortigão", com o volume de ensaios No Limiar da Idade
Nova e, em 1941, o "Prémio Alexandre Herculano", com a sua História de
Portugal. Tanto nos seus ensaios como nas suas obras de história,
revelou-se um pensador próximo dos ideais conservadores, fiel aos
valores considerados tradicionais, a que não faltava porém uma
dialéctica esclarecedora e uma argumentação forte. Escreveu também
novelas e crónicas.
(fonte: metapedia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
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07 julho, 2017
30 agosto, 2011
AMEAL, João - HISTÓRIA DE PORTUGAL. Pôrto, Livraria Tavares Martins, 1940. In-8º (20,5cm) de XVI, 867 p. ; il. ; B.
Contém desdobráveis e ilustrações em extratexto.
1ª Edição.
"Historiador, escritor e político, João Francisco de Sande Barbosa de Azevedo e Bourbon Aires de Campos (2.º Visconde e 3.º Conde do Ameal), mais conhecido pelo pseudónimo literário de João Ameal, nasceu a 23 de agosto de 1902, em Coimbra. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, João Ameal consagrou-se como historiador, escritor e político. Nesta última faceta, cedo se revelou como um militante monárquico tradicionalista juntando-se, em 1923, ao chamado "Grupo dos Cinco" que, não seguindo a rutura do Integralismo com D. Manuel II, criou a Ação Realista Portuguesa. [...] A partir da década de 40 dedica-se sobretudo ao ensino universitário, à Literatura e à investigação nos domínios da Filosofia e da História, onde legou obra assinalável. Em 1941 obteve o Prémio Alexandre Herculano pela sua História de Portugal, compilação em que o autor revela a sua conceção da História como ética e arte [...] (infopedia.pt)Bom exemplar.
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Obras de Referência
04 janeiro, 2011
FÁTIMA : Altar do Mundo. Dir. Lit. Dr. João Ameal. Dir. Art. Luís Reis-Santos. Real. e Prop. Augusto Dias Arnaut e Gabriel Ferreira Marques. Porto, Ocidental Editora, 1953-1955. 3 vols In-4.º grd. (22x28) de 416 p. (I), 549 p. (II), 325 [13] p. (III) ; il. ; E.
1.ª edição.
Ilustrações: desenhos de Manuel Lapa; gravuras de Marques Abreu.
Papel fabricado especialmente pela Companhia do Papel do Prado.
Belíssima edição de grande esmero e apuro gráfico, profusamente ilustrada.
Obra de referência do tema Mariano em edição monumental de 3 grossos volumes.
Encadernação editorial inteira de tela com ferros a seco e a ouro nas pastas e na lombada.
Bons exemplares.
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1.ª edição.
Ilustrações: desenhos de Manuel Lapa; gravuras de Marques Abreu.
Papel fabricado especialmente pela Companhia do Papel do Prado.
Belíssima edição de grande esmero e apuro gráfico, profusamente ilustrada.
Obra de referência do tema Mariano em edição monumental de 3 grossos volumes.
Encadernação editorial inteira de tela com ferros a seco e a ouro nas pastas e na lombada.
Bons exemplares.
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