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26 maio, 2019

O VOSSO CÃO : tudo o que sôbre êle deve saber. [GUIA ACTUALIZADO SOBRE QUESTÕES CANINAS]. Dedicado a todos aqueles verdadeiramente amigos dos seus cães. Este folheto é propriedade «copyright» de Karswood, Adelphi, Salford, Manchester - E. Griffiths, Ltd : Estabelecida 1758. Lisboa, Distribuidores exclusivos: João Machado da Conceição & Cia., Ltda, [194-]. In-8.º (18cm) de 104 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Guia canino publicado entre nós nos anos 40 do século passado. Muito ilustrado ao longo do texto com desenhos e reproduções fotográficas de exemplares de várias raças.
"Toda a vida tenho lidado com cães e observado a evolução do público em geral na maneira dos tratar. A maior parte das pessoas tem realmente vontade de tratar bem os seus cães, alimentá-los convenientemente e cuidar da sua saúde dentro dos limites em que não é necessária a intervenção do veterinário. Contudo, a maioria, não sabe a melhor forma de proceder e só conhece rudimentarmente tudo quanto se refere à raça daquele que possui. Os Senhores Karswood prestam, portanto, um grande serviço pondo ao alcance de todos um tão útil sumário sobre o que se relaciona com o cão. É uma prova de inteligência adquirir êste livro, guia autorizado cujos conselhos verificareis serem da maior conveniência."
(Introdução de Charles Cruft, Fundador e organizador da mais importante e famosa Exposição Canina de Inglaterra)
Invulgar.
Indisponível

09 maio, 2019

TORRES, José Pinto Machado - O CÃO : nas suas relações com o homem. Breves considerações sobre a transmissibilidade d'algumas doenças e a sua prophylaxia. Dissertação inaugural apresentada á Escola Medico-Cirurgica do Porto. Porto, Imprensa Nacional de Jayme Vasconcellos & Irmão, 1907. In-8.º (21cm) de 71, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Interessante tese académica sobre as principais doenças que acometem os cães, e os cuidados a ter para evitar o contágio humano.
"A raiva é uma doença virulenta, de natureza microbiana, cujo germen, ainda desconhecido, parece atacar de preferencia os centros nervosos.
Alguns auctores já teem descripto para esta doença um microbio; no emtanto as suas affirmações não teem sido confirmadas. Dizemos, todavia, que esta doença é de natureza microbiana, porque a sua marcha, o seu modo de propagação, a attenuação do virus rabico faz-nos admittir essa hypothese, apesar do micro-organismo ser ainda desconhecido.
A raiva póde observar-se n'um grande numero de animaes - lobo, gato, boi, cavallo, porco, e sobretudo no cão - e transmitte-se ordinariamente pela mordedura d'esses animaes raivosos.
A raiva no homem é quasi sempre transmittida pelo cão; parece-nos, pois, conveniente conhecer os symptomas da doença n'este animal."
(Excerto de Raiva)
Matérias:
[Preâmbulo]. - Taenias. - Sarna. - Tinhas. - Actinomycose. - Tuberculose. - Raiva. - Doenças diversas. - Proposições.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa apresenta risco a lápis de cor azul.
Raro.
Sem registo na Bibiloteca Nacional.
Indisponível

26 abril, 2019

MOREIRA, Rafael - ALGUNS DOS MELHORES E MAIS BELOS CÃES DO PORTO. Álbum organizado pelo médico-veterinário... [S.l.], [Composto e impresso na Tipografia Rocha & Irmão, Suc. - Vila Nova de Gaia], 1958. Oblongo (21x27,5cm) de [4], 40 p. il. ; B.
1.ª edição.
Bonita edição de prestígio, impressa em papel de superior qualidade, por certo com tiragem reduzida, para oferta a clientes e amigos da clínica veterinária do autor. Álbum profusamente ilustrado com fotografias de belíssimos exemplares das mais variadas raças caninas - nacionais (sobretudo Serras da Estrela, Podengos e Perdigueiros) e estrangeiras -, nas palavras do autor, "os mais belos cães do Porto", ou pelo menos, aqueles cujos donos frequentaram a sua clínica.
Livro valorizado pela dedicatória autógrafa de Rafael Moreira.
"Na nossa cidade do Porto tem-se desenvolvido nestes últimos anos o gosto pelos cães de boa raça, sendo já bastante frequente verem-se muitos exemplares com categoria até mesmo para figurarem nas exposições caninas.
Casas há onde temos encontrado belíssimos cães e riquíssimas cadelas, tudo da mesma raça. E está bem, é assim mesmo que se deve fazer, para se obterem boas ninhadas de puro sangue.
Mas também há casas que preferem ter cães e cadelas de várias raças, e então é preciso haver muito cuidado para evitar o acasalamento de animais de raças diferentes, tornando-se indispensável isolar rigorosamente as cadelas durante os períodos de cio, ou então permitindo-lhes nessas épocas apenas a companhia de um cão da mesma raça."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas algo sujas. contracapa apresenta pequena falha de papel no canto superior esquerdo.
Raro e muito curioso.
Peça de colecção.
Indisponível

12 março, 2019

A VIDA DOS ANIMAES. OS CÃES : amigos e defensores dos homens. Lisboa, Alfredo David : Encadernador, [19--]. In-8.º de 196, [4] p. ; il. ; E. Bibliotheca da Infancia, Collecção Illustrada de Leituras Educativas, Sob a direcção litteraria de Victor Ribeiro Da Academia das Sciencias, VIII.
1.ª edição.
Interessante monografia sobre os cães dirigida ao público infanto-juvenil.
Ilustrada com bonitas fotogravuras ao longo do livro.
Encadernação inteira de percalina azul com gravações a seco e a ouro na pasta anterior e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

29 agosto, 2018

COSTA, Moisés do Nascimento - ENSINO DO CÃO PERDIGUEIRO. Porto, Porto Editora, 1984. In-8.º (20,5cm) de 95, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante trabalho sobre o ensino do cão de caça Perdigueiro Português.
Ilustrado com um desenho no final - «nomenclatura do cão», e com 16 fotografias a cores distribuídas por oito páginas de texto impressas sobre papel couché.
"Este pequeno livro não tem qualquer pretensão literária. É um trabalho modesto e simples. Poderia mesmo dizer, plagiando um antigo reclame da televisão, que é um livro para todo o caçador que saiba ler, mesmo que saiba ler pouco.
A tentativa deste trabalho fundamenta-se em razões muito simples: primeiro, a natural paixão que sinto pelo cão perdigueiro; depois, devido ao considerável número de pessoas que regularmente se me vêm dirigindo: uns para comprar cães já caçados, outros para disso me encarregarem, e ainda outros pedindo esclarecimentos ou literatura emprestada. Por outro lado, também não é raro saírem do meu canil cachorros cuja sorte e destino me deixam triste e preocupado."
(Excerto da Introdução)
Índice: Introdução. Aquisição do cachorro: - Afectividade; - Alimentação; Alojamento. O cachorro come terra. Os vermes. A desmama. Trazer à mão: - 1.ª fase; - 2.ª fase: O lançamento do objectivo; Imobilização. - Advertência. Ensinar o cachorro a caçar. A paragem. O «fica». A busca: larga ou curta? Cães de ventos ou peugueiros. Os castigos. O caçador e o cão. O dente doce. Características e aptidões dos perdigueiros mais conhecidos e usados no nosso país. Nomenclatura do cão. Conclusão.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito procurado.
Indisponível

13 setembro, 2017

PARRA, Joaquim - CÃES DA SERRA DA ESTRELA / MAGALHÃES, Cruz - HERMINIO E  SEUS DESCENDENTES. Produto liquido da venda para a Cruz Vermelha e Estrela Vermelha. Lisboa, Livraria Ferin, 1916. In-4.º (24,5cm) de 32 p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Importante e curiosíssima monografia, porventura a primeira que entre nós se publicou sobre a raça canina Serra da Estrela. Belíssima edição, totalmente impressa sobre papel couché, muito ilustrada com exemplares da raça - cães e cachorros -, incluindo o 'Herminio', "soberbo animal, e um magestoso tipo de cão Serra da Estela", todos propriedade de Cruz Magalhães.
Tiragem: 300 exemplares, numerados e rubricados pelos autores, ao preço de 50 centavos.
O presente exemplar (n.º 167) ostenta uma dedicatória manuscrita dos autores a António José de Almeida, o sexto Presidente da República.
Cruz Magalhães foi talvez o primeiro criador desta raça, com excepção dos pastores da serra. De assinalar que, ao longo dos anos, Cruz Magalhães foi oferecendo para "leilão" ao jornal O Século, preciosos animais, descendentes do Herminio, revertendo as receitas, elevadas para a época, para o plano de assistência aos feridos da Grande Guerra.
"Pertenço ao numero daqueles, felizmente muitos, que não se envergonham de terem nascido nesta linda Terra Portuguesa.
Ha alguns individuos, poucos, para honra nossa e vergonha deles, que lamentam não serem oriundos doutra Patria; snobs, imbecis, sem meritos que os recomendem, mas blasonando de desiludidos, dando-se ares de pessoas de cerebro acima do vulgar, que nada fazem bem, e que choramingam, com gritinhos de donzelas histericas, por não terem nascido noutro País, por terem vergonha de serem Portuguêses, como se qualquer outro País os suportasse, ou se honrasse em possuir  semelhantes exemplares!
Pois por não ser dêsses é que me vejo metidos nestes trabalhos, o que muito me honra, e devido sobretudo, á bôa amizade do meu particular amigo Cruz Magalhães, que muito já tem feito, havendo muito ainda a esperar da sua tenaz bôa vontade em favor na nossa querida Patria... pois, como ia dizendo, a ele principalmente devo o ver-me obrigado a escrever a respeito de um progresso, para que tem concorrido a sua persistencia e bôa vontade: não só a propaganda do cão da Serra da Estrela, mas a sua aclimatação em regiões tão temperadas como a cidade de Lisboa e seus arredores.
Cruz Magalhães conseguiu, á custa de uma insistente vontade, a aquisição de um lindo exemplar: o Herminio, um soberbo animal e um magestoso tipo de cão Serra da Estrela. [...]
Cruz Magalhães não é um comerciante, nada faz com fins lucrativos, e apenas com um intento patriotico: mostrar que temos cá muita coisa que bem cuidada não só supre como excede muiyas que vamos buscar lá fóra. [...]
Pois com perseverança, cuidados higienicos e criteriosa bôa vontade, Cruz Magalhães conseguiu o seu desiderato, mostrar com orgulho de Português amante da sua Patria, que o cão Serra da Estrela se aclimata em toda a parte, desde que com ele se tenham os cuidados, que a bôa higiene aconselha. Não se imagine que os exemplares que para a subscrição da guerra - aberta pelo jornal O Seculo - foram expostos no «Salão do Sport» da Rua do Ouro, terem sido alvo de excessivos cuidados no que diz respeito a essa especie de exageros doentios, que muitos donos, e principalmente donas, dão aos seus animais, e que tanto os prejudicam, não, Cruz Magalhães dá-lhes bom ar, bôa alimentação, muita liberdade, e nada mais!"
(excerto do prólogo de Joaquim Parra)
Exemplar  brochado em bom estado de conservação. Capas com manchas.
Muito raro.
A Biblioteca Nacional possui apenas um exemplar no seu acervo.
Indisponível

29 julho, 2017

MARQUES, Manuel Fernandes - O CÃO DA SERRA DA ESTRÊLA : estalão da raça. Separata da «Revista de Medicina Veterinária» (N.º 268). Subsídios para o estudo das raças caninas nacionais. Lisboa, Tip. Henrique Torres, 1934. In-8.º (22cm) de 37, [1] p. ; [2] f. il. ; [2] desd. ; il. ; B.
1.ª edição independente.
Trata-se da primeira monografia dedicada ao estalão da raça do Cão da Serra da Estrela, publicada após a fundação do L. O. P., em 1932.
Ilustrado no texto com esboços, tabelas e fichas de classificação, e em separado, com 2 desdobráveis contendo desenhos do animal e desenhos esquemáticos, e 2 folhas impressas sobre papel couché contendo fotogravuras de exemplares da raça.
"Como fizéssemos parte da Comissão Técnica do L. P. O., e a necessidade da organização dos estalões se fizésse sentir, visto os produtores precisarem de se orientar na criação selectiva das raças, foi-nos dada a incumbência de, como relator, apresentar o estalão do «Serra da Estrêla».
Não é coisa fácil organizar um documento de tal natureza, dadas as dificuldades que surgem ao procurar-se a necessária bibliografia para conveniente documentação.
É muito escasso o que se tem escrito sôbre o Cão da Serra da Estrêla, e de tal fórma deficiente, que é quási inaproveitável para o fim que nos propuzemos.
Necessário se tornava, por conseguinte, para darmos um carácter de seriedade ao nosso trabalho, irmos junto do solar da raça observar de perto alguns exemplares no seu meio natural onde, sob os cuidados dos pastores, nascem, crescem, se multiplicam e morrem.
De facto, assim fizémos; e em peregrinação cinotécnica percorremos vários pontos do país e, em especial, a Serra da Estrêla e suas imediações, detendo-nos em todos os sítios que nos mereceram interêsse, alguns bem longe e de escabroso acesso, a-pezar-de os dizerem pertolinho, colhendo directamente preciosos elementos que nos levaram a organizar o estalão adeante indicado."
(Excerto da introdução)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível

29 fevereiro, 2012

CÃES PORTUGUESES : ESTALÕES DAS SUAS RAÇAS. Chiens Portugais : Standards des Races. Coordenação e notas de António Cabral. Lisboa, Clube dos Caçadores Portugueses : Secção de Canicultura, 1955. In-8.º (21,5cm) de 150, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrado em extratexto com fotografias a p. b.
“Com a publicação dos estalões dos cães portugueses, a Secção de Canicultura cumpre uma das suas atribuições de maior projecção no fomento da canicultura nacional, penitencia-se de só agora o fazer, se o tempo lhe perdoar, e homenageia os criadores e proprietários de cães, que, sem uma orientação facilmente disponível ou de todo vazia, conseguiram, com pouca desordenada variação, manter nas raças caninas indígenas características étnicas, permitindo actualizar ou elaborar os seus indispensáveis estalões. 
Não abrange esta publicação a totalidade dos cães das raças portuguesas que muitos pensam existir, mas o quase desaparecimento de algumas – Fila da Terceira – e o seu cruzamento dominante com raças semelhantes, que outras extinguiram – galgo anglo-luso, galgo indígena e barbaças – resumem este livro à publicação apenas dos estalões do Cão de água, do Cão da Serra de Aires, do Cão de Castro Laboreiro, do Cão da Serra da Estrela, do Rafeiro do Alentejo, do Podengo Português e do Perdigueiro Português” (Excerto do prefácio)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível