RIA DE AVEIRO: Que futuro? Painel realizado no IV Encontro Nacional de Saneamento Básico (Universidade de Aveiro, 25 a 28 de Junho de 1990). [Organização de: Carlos Borrego, Marco Ré, Mª Manuel Cruz, Mª Rafaela Matos, Mª de Cielo Adrian]. [S.l.], Comissão de Coordenação da Região Centro (CCRC), 1991. In-4.º (24cm) de 239, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Importante obra de teor ambiental com interesse para a bibliografia da Ria de Aveiro.
Muito ilustrada ao longo do texto com quadros, gráficos, tabelas, plantas e mapas da região.
Tiragem: 600 exemplares.
"Assume o risco de incorrer no pecadilho de sublinhar a afirmação de lugares comuns, quem se proponha assinalar as naturezas interdisciplinares e intersectorial de que se revestem as problemáticas do desenvolvimento de uma área territorial. [...]
São múltiplas as motivações que nos animaram a fazê-lo e que nos suscitaram aquelas considerações preambulares.
Sendo insofismável o relevo marcante da Ria na caracterização e na estruturação da sua área envolvente, em termos das actividades desenvolvidas, da organização espacial e da própria identidade histórico-cultural das populações e das comunidades, é também um facto que constitui um exemplo paradigmático de um sistema em que surge com particular acuidade a necessidade de promover a integração sobre que discorremos.
Inserida em áreas onde se situam centros de grande dinamismo económico, a Ria sofre os efeitos inerentes a esse enquadramento geográfico, em termos dos impactos gerados pelo volume e pela índole dos efluentes urbanos e industriais que daí decorrem. [...]
Pela importância determinante que a Ria de Aveiro assume na Região Centro, pelos efeitos colhidos de abordar estes problemas perante um auditório tão qualificado nas temáticas do âmbito dos recursos hídricos e em particular do saneamento básico, pelo facto de na sua origem se encontrarem unidades tão conhecedoras do meio e dos seus problemas como o são a Universidade de Aveiro e o Gabinete da Ria de Aveiro, afigura-se-nos oportuno e do maior interesse publicar a presente documentação."
(Excerto do Preâmbulo)
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
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24 julho, 2019
03 março, 2019
I. CONGRESSO DAS ACTIVIDADES DO DISTRITO DE LEIRIA : 23 a 26 de Setembro de 1943. [S.l.], [s.n. - Composto e impresso na Tipografia e Encadernação Mendes Barata, Leiria], 1943. In-8.º (20,5cm) de [28] p ; [4] f. il. ; [1] f. solta ; B.
1.ª edição.
Programa das actividades a realizar em cada um dos quatro dias do congresso. Impresso em papel de superior qualidade, com excelente execução gráfica.
Ilustrado com 4 bonitas estampas à parte.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível
1.ª edição.
Programa das actividades a realizar em cada um dos quatro dias do congresso. Impresso em papel de superior qualidade, com excelente execução gráfica.
Ilustrado com 4 bonitas estampas à parte.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível
17 fevereiro, 2019
SOUSA, Joaquim Ferreira de - CASTELO BRANCO, COVILHÃ E FUNDÃO. Suas riquezas e aspirações em melhoramentos. Tese apresentada por... Da Comissão Executiva Distrital do VII Congresso Beirão. Castelo Branco, [s.n. - Tipografia Semedo, Castelo Branco], 1940. In-8.º (21cm) de 14, [2] p. ; B.
1.ª edição.
"Não será demasiado insistir e por o julgar oportuno apresentar a este Congresso, no que há de interesse e possível de realizar, no tocante a melhoramentos destinados a desenvolver as riquezas agrícolas e industriais da província da Beira Alta, movimentadas através das suas principais fontes, que são: Castelo Branco, Covilhã e Fundão, esta vila, situada no meio daquelas duas cidades. [...]
Covilhã:
Cidade com 15 mil habitantes, que na indústria de lanifícios marca uma posição de grande relêvo, rivalizando em parte com a indústria estrangeira dêste género, regista uma produção calculada por ano em 5.000.000 de metros no valor de Esc. 175.000.000$00. [...]
Cidade cheia de vida e animação, pela sua situação comercial e industrial, procura ampliar em melhoramentos a sua posição actual, para conseguir que a indústria de turismo possa marcar na sua finança o lugar que todos os covilhanenses ambicionam."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
1.ª edição.
"Não será demasiado insistir e por o julgar oportuno apresentar a este Congresso, no que há de interesse e possível de realizar, no tocante a melhoramentos destinados a desenvolver as riquezas agrícolas e industriais da província da Beira Alta, movimentadas através das suas principais fontes, que são: Castelo Branco, Covilhã e Fundão, esta vila, situada no meio daquelas duas cidades. [...]
Covilhã:
Cidade com 15 mil habitantes, que na indústria de lanifícios marca uma posição de grande relêvo, rivalizando em parte com a indústria estrangeira dêste género, regista uma produção calculada por ano em 5.000.000 de metros no valor de Esc. 175.000.000$00. [...]
Cidade cheia de vida e animação, pela sua situação comercial e industrial, procura ampliar em melhoramentos a sua posição actual, para conseguir que a indústria de turismo possa marcar na sua finança o lugar que todos os covilhanenses ambicionam."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
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29 outubro, 2018
MONTEIRO, Rafael - ALGUNS MAREANTES DESCONHECIDOS DA TERRA DE SESIMBRA. (Comunicação apresentada ao Congresso Internacional de História dos Descobrimentos - Lisboa, 1960). Sesimbra, [Edição do Autor - Composto e impresso na Neogravura, Lda., Lisboa], 1962 [na capa, 1961]. In-4.º (25cm) de 37, [3] p. , [1] f. il. ; B.
1.ª edição.
Livro valorizado pela dedicatória autógrafa de Rafael Monteiro ao "Boletim da Descendência Portuguesa de Ex-Libris.
Ilustrado com uma fotogravura do "Velho Arrais de Sesimbra", impressa sobre papel couché.
Edição de 300 exemplares não destinados à venda.
"Animou-nos, neste estudo, o desejo de, no ano da evocação do Infante, associar Sesimbra à obra daqueles que, como cantou o poeta, andaram mar inteiro / sem achar mar que bastasse! Infelizmente a memória deles não mereceu então (nem mereceu ainda!) ao Município de Sesimbra a glorificação que ajudasse a despertar a consciência da Terra e da Raça a que pertencemos, nos ensinasse a continuar."
(Excerto da introdução)
"Ao estudo objectivo da história - compilando datas, discutindo a hora de determinado acontecimento, corre paralelo o estudo subjectivo - montrando-nos as raízes últimas, profundas do caso histórico: tudo, afinal, quanto importa conhecer. Só assim poderemos encontrar a «linha de rumo» [...]
O que de Sesimbra conhecemos, o já conhecido, mostra-nos essa linha, a profanos oculta: «linha de fé, usando a terminologia singular e simbólica dos nossos navegadores.
Não há hoje sombra de dúvida de que o povo sesimbrense foi - muito antes da nacionalidade - povo de navegadores: homens fortes e livres, ùnicamente sujeitos a Deus - a quem serviam, e ao Mar - que submetiam. Desse povo nasceram os mareantes dos descobrimentos; deles descendem, sem quebra de linha varonil, os velhos «arraizes» de hoje - caso particular no agregado português, que em outras regiões encontra paralelo, mas não identidade."
(Excerto do preâmbulo)
Matérias:
- Preâmbulo. - Espaço e tempo. - Portugalidade. - Universalidade. - Mareantes do século XV. - Mareantes do século XVI. - Mareantes do século XVII. - Conclusão. - Anotações.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico e regional.
25€
1.ª edição.
Livro valorizado pela dedicatória autógrafa de Rafael Monteiro ao "Boletim da Descendência Portuguesa de Ex-Libris.
Ilustrado com uma fotogravura do "Velho Arrais de Sesimbra", impressa sobre papel couché.
Edição de 300 exemplares não destinados à venda.
"Animou-nos, neste estudo, o desejo de, no ano da evocação do Infante, associar Sesimbra à obra daqueles que, como cantou o poeta, andaram mar inteiro / sem achar mar que bastasse! Infelizmente a memória deles não mereceu então (nem mereceu ainda!) ao Município de Sesimbra a glorificação que ajudasse a despertar a consciência da Terra e da Raça a que pertencemos, nos ensinasse a continuar."
(Excerto da introdução)
"Ao estudo objectivo da história - compilando datas, discutindo a hora de determinado acontecimento, corre paralelo o estudo subjectivo - montrando-nos as raízes últimas, profundas do caso histórico: tudo, afinal, quanto importa conhecer. Só assim poderemos encontrar a «linha de rumo» [...]
O que de Sesimbra conhecemos, o já conhecido, mostra-nos essa linha, a profanos oculta: «linha de fé, usando a terminologia singular e simbólica dos nossos navegadores.
Não há hoje sombra de dúvida de que o povo sesimbrense foi - muito antes da nacionalidade - povo de navegadores: homens fortes e livres, ùnicamente sujeitos a Deus - a quem serviam, e ao Mar - que submetiam. Desse povo nasceram os mareantes dos descobrimentos; deles descendem, sem quebra de linha varonil, os velhos «arraizes» de hoje - caso particular no agregado português, que em outras regiões encontra paralelo, mas não identidade."
(Excerto do preâmbulo)
Matérias:
- Preâmbulo. - Espaço e tempo. - Portugalidade. - Universalidade. - Mareantes do século XV. - Mareantes do século XVI. - Mareantes do século XVII. - Conclusão. - Anotações.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
Com interesse histórico e regional.
25€
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§ AUTÓGRAFOS,
*MONTEIRO (Rafael),
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Estudos históricos,
História,
História - Descobrimentos,
História de Portugal,
Sesimbra
12 abril, 2017
NUNO ÁLVARES PEREIRA : Herói e Santo. Colóquio realizado no encerramento do jubileu da Igreja de Santo Condestável em Lisboa. Lisboa, Paróquia de Santo Condestável, 2009. In-4.º (23,5cm) de 77, [3] p. ; B.
1.ª edição.
"Para concluir o ano de celebrações jubilares dos 50 anos da inauguração da igreja, realizou-se um colóquio em torno da figura do nosso padroeiro Santo Condestável. São as comunicações aí proferidas que agora se reúnem e se dão à estampa neste pequeno volume."
Índice:
I - Apresentação - nos 50 anos da Igreja de Santo Condestável, por Padre José Filipe Agostinho. II - Condestável, Herói e Santo n'Os Lusíadas, por Justino Mendes de Almeida. III - Valor militar e espiritualidade no Santo Condestável, por Carlos Bessa. IV - D. Nuno Álvares Pereira passou por Fátima, por Luciano Cristino. V - Nun'Álvares - um santo Carmelita, por Fernando Guedes. VI - Um santo para o nosso tempo, por Henrique Barrilaro Ruas. VII - Comentário ao poema «Nun'Álvares Pereira» de Fernando Pessoa, por Aires A. Nascimento.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
1.ª edição.
"Para concluir o ano de celebrações jubilares dos 50 anos da inauguração da igreja, realizou-se um colóquio em torno da figura do nosso padroeiro Santo Condestável. São as comunicações aí proferidas que agora se reúnem e se dão à estampa neste pequeno volume."
Índice:
I - Apresentação - nos 50 anos da Igreja de Santo Condestável, por Padre José Filipe Agostinho. II - Condestável, Herói e Santo n'Os Lusíadas, por Justino Mendes de Almeida. III - Valor militar e espiritualidade no Santo Condestável, por Carlos Bessa. IV - D. Nuno Álvares Pereira passou por Fátima, por Luciano Cristino. V - Nun'Álvares - um santo Carmelita, por Fernando Guedes. VI - Um santo para o nosso tempo, por Henrique Barrilaro Ruas. VII - Comentário ao poema «Nun'Álvares Pereira» de Fernando Pessoa, por Aires A. Nascimento.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
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Comemorações,
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D. Nuno Álvares Pereira,
História,
História de Portugal,
Religião
02 novembro, 2015
ROCHA, Gilberta - OS AÇORES NA VIRAGEM DO SÉCULO (1860-1930): Características da sua Evolução Demográfica. [Funchal], Região Autónoma da Madeira : Secretaria Regional do Turismo, Cultura e Emigração : Centro de Estudos de História do Atlântico, [1990]. In-4.º (25cm) de [15], [1] p. (849-863 pp) ; il. ; B. Colecção Separatas, 53
Separata das Actas do II Colóquio Internacional de História da Madeira, 53
1.ª edição independente.
Ilustrada com 14 quadros estatísticos nas páginas do texto:
I - Evolução do crescimento populacional, nos anos de 1864 e 1930, nas ilhas dos Açores. II - Evolução das densidades populacionais, nos anos de 1864 a 1930, nas ilhas dos Açores. III - Evolução da importância relativa dos jovens, nos anos de 1890 e 1930, nas várias ilhas dos Açores. IV - Evolução da importância relativa dos velhos, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. V - Evolução da importância relativa dos activos, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. VI - Evolução de masculinidade global, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. VII - Evolução da relação de masculinidade dos jovens, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. VIII - Evolução da relação de masculinidade dos velhos, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. IX - Evolução da relação de masculinidade dos activos, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. X - Evolução da relação da TBM nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores (%o). XI - Evolução da relação da TBN nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores (%o). XII - Evolução da relação da TFG nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. XIII - Evolução do celibato definitivo, por sexos, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores (%o). XIV - Evolução da emigração, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores (%o).
......................................
"Pretende-se com este trabalho observar as linhas gerais da evolução demográfica do arquipélago dos Açores, particularmente em cada uma das suas ilhas que, como sabemos, apresentam características bastante diversificadas. [...]
Assim e dado que o primeiro recenseamento português respeita ao ano de 1864, é nesta data que iniciaremos a análise da evolução macrodemográfica, ou seja, o volume e a estrutura da população."
(excerto do texto)
......................................
Gilberta Margarida de Medeiros Pavão Nunes Rocha. "Professora Catedrática da Universidade dos Açores, é doutorada em Ciências Sociais, especialidade de Demografia,tem trabalhos publicados a nível nacional e internacional nas áreas da Dinâmica Demográfica, Migrações, Envelhecimento Populacional, Família e Género. Autora de cerca de duas centenas de títulos nacionais e internacionais."
(Fonte: www.ces-ua.uac.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico e regional.
10€
Separata das Actas do II Colóquio Internacional de História da Madeira, 53
1.ª edição independente.
Ilustrada com 14 quadros estatísticos nas páginas do texto:
I - Evolução do crescimento populacional, nos anos de 1864 e 1930, nas ilhas dos Açores. II - Evolução das densidades populacionais, nos anos de 1864 a 1930, nas ilhas dos Açores. III - Evolução da importância relativa dos jovens, nos anos de 1890 e 1930, nas várias ilhas dos Açores. IV - Evolução da importância relativa dos velhos, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. V - Evolução da importância relativa dos activos, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. VI - Evolução de masculinidade global, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. VII - Evolução da relação de masculinidade dos jovens, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. VIII - Evolução da relação de masculinidade dos velhos, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. IX - Evolução da relação de masculinidade dos activos, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. X - Evolução da relação da TBM nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores (%o). XI - Evolução da relação da TBN nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores (%o). XII - Evolução da relação da TFG nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores. XIII - Evolução do celibato definitivo, por sexos, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores (%o). XIV - Evolução da emigração, nos anos de 1890 a 1930, nas ilhas dos Açores (%o).
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"Pretende-se com este trabalho observar as linhas gerais da evolução demográfica do arquipélago dos Açores, particularmente em cada uma das suas ilhas que, como sabemos, apresentam características bastante diversificadas. [...]
Assim e dado que o primeiro recenseamento português respeita ao ano de 1864, é nesta data que iniciaremos a análise da evolução macrodemográfica, ou seja, o volume e a estrutura da população."
(excerto do texto)
......................................
Gilberta Margarida de Medeiros Pavão Nunes Rocha. "Professora Catedrática da Universidade dos Açores, é doutorada em Ciências Sociais, especialidade de Demografia,tem trabalhos publicados a nível nacional e internacional nas áreas da Dinâmica Demográfica, Migrações, Envelhecimento Populacional, Família e Género. Autora de cerca de duas centenas de títulos nacionais e internacionais."
(Fonte: www.ces-ua.uac.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico e regional.
10€
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*ROCHA (Gilberta),
1ª E D I Ç Ã O,
Açores,
Congressos / Colóquios / Seminários,
Demografia,
Estudos estatísticos,
Estudos históricos,
História,
Sociologia
17 outubro, 2015
«PORTUGAL MILITAR. Da Regeneração à Paz de Versalhes». XII Colóquio de História Militar : Actas - COMISSÃO PORTUGUESA DE HISTÓRIA MILITAR. Lisboa, Comissão Portuguesa de História Militar, 2004. In-4.º (24cm) de 557, [3] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrada nas páginas do texto com fotografias a p.b. e a cores, gráficos, tabelas e desenhos esquemáticos.
Tiragem: 300 exemplares.
Capa: Gravura de Sousa Lopes - Marcha para a primeira linha (frente), Museu Militar, primeira sala da Grande Guerra.
"Em 1885 ocorreu o Congresso de Berlim, que fez desencadear a corrida a África e, ao definir novos critérios de posse, obrigou Portugal a um ingente esforço por ver denegados os seus direitos históricos. O Ultimato inglês relaciona-se com esta viragem e provocou efeitos contraditórios internos: a revolta de 31 de Janeiro no Porto, iniciando e incentivando movimentos políticos de tendências republicanas, contestando a figura e a acção do Rei D. Carlos, com o seu clímax no Regícidio; e a reacção patriótica de um grupo de notáveis militares, que pelo seu valor sacrificado e, dada a escassez de recursos do País, permitiram resultados notáveis em prol de Portugal nas Campanhas de Ocupação da Guiné, Angola, Moçambique, na Índia e em Timor.
Depois veio a implantação da República, devido a um golpe militar influenciado pela Maçonaria e pela Carbonária e dando origem a profundas reformas militares e à continuação das Campanhas de Ocupação. Outro acontecimento da maior relevância foi a Grande Guerra de 1914-18 na Flandres e no Ultramar e o aceso debate interno a que deu origem sobre a neutralidade ou a intervenção. O esforço militar desenvolvido e a apreciação dos respectivos méritos e deméritos nos aspectos políticos, organizacionais, operacionais e logísticos constituem mais um motivo de interesse, bem como as deliberações da Conferência de Versalhes que ainda hoje alimentam debates não consensuais sobre a participação portuguesa no conflito e seus resultados."
(excerto da nota prévia do Coronel Carlos Gomes Bessa)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
20€
1.ª edição.
Ilustrada nas páginas do texto com fotografias a p.b. e a cores, gráficos, tabelas e desenhos esquemáticos.
Tiragem: 300 exemplares.
Capa: Gravura de Sousa Lopes - Marcha para a primeira linha (frente), Museu Militar, primeira sala da Grande Guerra.
"Em 1885 ocorreu o Congresso de Berlim, que fez desencadear a corrida a África e, ao definir novos critérios de posse, obrigou Portugal a um ingente esforço por ver denegados os seus direitos históricos. O Ultimato inglês relaciona-se com esta viragem e provocou efeitos contraditórios internos: a revolta de 31 de Janeiro no Porto, iniciando e incentivando movimentos políticos de tendências republicanas, contestando a figura e a acção do Rei D. Carlos, com o seu clímax no Regícidio; e a reacção patriótica de um grupo de notáveis militares, que pelo seu valor sacrificado e, dada a escassez de recursos do País, permitiram resultados notáveis em prol de Portugal nas Campanhas de Ocupação da Guiné, Angola, Moçambique, na Índia e em Timor.
Depois veio a implantação da República, devido a um golpe militar influenciado pela Maçonaria e pela Carbonária e dando origem a profundas reformas militares e à continuação das Campanhas de Ocupação. Outro acontecimento da maior relevância foi a Grande Guerra de 1914-18 na Flandres e no Ultramar e o aceso debate interno a que deu origem sobre a neutralidade ou a intervenção. O esforço militar desenvolvido e a apreciação dos respectivos méritos e deméritos nos aspectos políticos, organizacionais, operacionais e logísticos constituem mais um motivo de interesse, bem como as deliberações da Conferência de Versalhes que ainda hoje alimentam debates não consensuais sobre a participação portuguesa no conflito e seus resultados."
(excerto da nota prévia do Coronel Carlos Gomes Bessa)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
20€
Etiquetas:
1ª E D I Ç Ã O,
África/Ultramar,
Congressos / Colóquios / Seminários,
Estudos militares,
História,
História de Portugal,
Militaria,
Política,
Portugal,
República
28 setembro, 2015
LIMA, Manuela - O CONTRIBUTO DA DEMOGRAFIA HISTÓRICA PARA OS ESTUDOS EM ANTROPOLOGIA GENÉTICA. Ponta Delgada, Separata da Revista "Insvlana", 1999. In-8º (21cm) de 14 p. ; il. ; B.
Comunicação preparada pela Professora Doutora Manuela Lima para o colóquio realizado na Ilha das Flores, a 3 de Setembro de 1999, no âmbito do Projecto "Aspectos da História e da Biodemografia da Ilha das Flores". Insvlana, LV-1999, pp. 201 a 210.
..............................
"Para além de todos os aspectos de natureza iminentemente histórica e cultural que podem ser estudados a partir da base de dadaos da ilha das Flores, ela irá permitir a análise de aspectos ligados à estrutura genética desta população. Com efeito, o marcado isolamento geográfico, e o tamanho previsto para a população florentina inicial, fazem da ilha das Flores um campo de estudo extremamente apelativo em Genética Populacional Humana."
(excerto de O Projecto "Demografia Histórica e Dinâmica Bio-Cultural da Ilha das Flores")
Matérias:
- Os Dados da Demografia Histórica e a Antropologia Genética. - As Bases de Dados Populacionais. - O Projecto "Demografia Histórica e Dinâmica Bio-Cultural da Ilha das Flores".
Exemplar brochado em bom estado conservação.
Invulgar.
Com interesse regional.
10€
Comunicação preparada pela Professora Doutora Manuela Lima para o colóquio realizado na Ilha das Flores, a 3 de Setembro de 1999, no âmbito do Projecto "Aspectos da História e da Biodemografia da Ilha das Flores". Insvlana, LV-1999, pp. 201 a 210.
..............................
"Para além de todos os aspectos de natureza iminentemente histórica e cultural que podem ser estudados a partir da base de dadaos da ilha das Flores, ela irá permitir a análise de aspectos ligados à estrutura genética desta população. Com efeito, o marcado isolamento geográfico, e o tamanho previsto para a população florentina inicial, fazem da ilha das Flores um campo de estudo extremamente apelativo em Genética Populacional Humana."
(excerto de O Projecto "Demografia Histórica e Dinâmica Bio-Cultural da Ilha das Flores")
Matérias:
- Os Dados da Demografia Histórica e a Antropologia Genética. - As Bases de Dados Populacionais. - O Projecto "Demografia Histórica e Dinâmica Bio-Cultural da Ilha das Flores".
Exemplar brochado em bom estado conservação.
Invulgar.
Com interesse regional.
10€
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*LIMA (Prof. Manuela),
Açores,
Antropologia,
Congressos / Colóquios / Seminários,
Demografia,
Estudos estatísticos,
Ilha das Flores
27 abril, 2015
60 ANOS DE RÁDIO EM PORTUGAL : 1925-1985 - RDP : Radiodifusão Portuguesa E. P. Lisboa, Vega, 1986. In-4º (24cm) de 306, [2] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Importante contributo para a história da Rádio em Portugal. Edição totalmente impressa sobre papel couché, ilustrada com gráficos, mapas e fotografias a pto e a cor, assinalando algumas ocasiões históricas da RDP.
"Não foi indiferente à preparação deste trabalho, e não o será eventualmente à sua discussão, a situação sócio-política de Portugal nesta Primavera de 1985. Sem poder ser exaustivo, direi que a situação nacional se caracteriza por uma palavra: confusão. Confusão que uns criam, voluntária ou involuntariamente; e de que outros aproveitam, sempre voluntariamente. Confusão de valores, de sinais, de pessoas, de competências, de experiências, de políticas, de estratégias, de lideranças, de cenários... Confunde-se, por exemplo, a crítica com a hostilidade; o diálogo com a barafunda; a verticalidade com o mau feitio; a lealdade com a idiotice; a competência profissional com o emblema partidário; a seriedade com a parvoíce; a cultura com o bla-bla atrevido; o sol da verdade com o manobrismo sombrio; a luta do dia a dia com o salve-se quem puder. É o tempo da ambiguidade do pragmatismo - ou do pragmatismo da ambiguidade...
Andam também confundidas a rádio velha e a rádio nova. [...] O que deveria ser a coexistência natural, pacífica, é de facto a surdina conflitual. O que deveria ter sido a passagem de um testemunho, foi e é ainda uma certa guerra fria..."
(excerto da comunicação Rádio Velha / Rádio Nova)
Encadernação inteira de percalina com ferros gravados a seco e a ouro nas pastas e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
1.ª edição.
Importante contributo para a história da Rádio em Portugal. Edição totalmente impressa sobre papel couché, ilustrada com gráficos, mapas e fotografias a pto e a cor, assinalando algumas ocasiões históricas da RDP.
“A Radiodifusão Portuguesa foi constituída em dezembro de
1975 com o nome de Empresa Pública de Radiodifusão e agrupava a Emissora
Nacional de Radiodifusão - que transmitia para o país e para os territórios
ultramarinos -, os Emissores Associados de Lisboa - grupo de estações privadas
que transmitiam em Onda Média -, as empresa J. Ferreira & C.ª Lda. e
Alfabeta - Rádio e Publicidade, e uma série de postos emissores e
retransmissores de radiodifusão, entre os quais o Rádio Clube Português.
Em 1976, um decreto governamental determinou que a Empresa Pública de Radiodifusão adotasse em definitivo a designação Radiodifusão Portuguesa, mais conhecida por RDP. […]
Em 1976, um decreto governamental determinou que a Empresa Pública de Radiodifusão adotasse em definitivo a designação Radiodifusão Portuguesa, mais conhecida por RDP. […]
A RDP é herdeira da Emissora Nacional de Radiodifusão que
tinha sido criada a 4 de agosto de 1935. As primeiras emissões experimentais, a
partir dos estúdios de Barcarena, já se tinham realizado em 1932 em Onda Média,
sendo que a Onda Curta foi testada dois anos mais tarde. A onda curta assumiu,
a partir de 1937, uma grande importância no seio da Emissora nacional porque
permitia o acesso às comunidades emigrantes e aos pescadores da frota de
bacalhoeiros. Nessa altura, destacava-se o programa "Hora da
Saudade". Essa tradição mantém-se hoje em dia com a RDP - Internacional.
Nos anos 50, por iniciativa da Emissora Nacional, surgiram as orquestras Sinfónica, Típica e Ligeira, o Centro de Formação de Artistas da Rádio e o teatro radiofónico. Este estilo manteve-se até à revolução do 25 de abril de 1974, altura em que a Emissora Nacional foi ocupada pelo militares. Em 1976, deu então lugar à RDP.”
(in http://www.infopedia.pt/$rdp-radiodifusao-portuguesa)Nos anos 50, por iniciativa da Emissora Nacional, surgiram as orquestras Sinfónica, Típica e Ligeira, o Centro de Formação de Artistas da Rádio e o teatro radiofónico. Este estilo manteve-se até à revolução do 25 de abril de 1974, altura em que a Emissora Nacional foi ocupada pelo militares. Em 1976, deu então lugar à RDP.”
"Não foi indiferente à preparação deste trabalho, e não o será eventualmente à sua discussão, a situação sócio-política de Portugal nesta Primavera de 1985. Sem poder ser exaustivo, direi que a situação nacional se caracteriza por uma palavra: confusão. Confusão que uns criam, voluntária ou involuntariamente; e de que outros aproveitam, sempre voluntariamente. Confusão de valores, de sinais, de pessoas, de competências, de experiências, de políticas, de estratégias, de lideranças, de cenários... Confunde-se, por exemplo, a crítica com a hostilidade; o diálogo com a barafunda; a verticalidade com o mau feitio; a lealdade com a idiotice; a competência profissional com o emblema partidário; a seriedade com a parvoíce; a cultura com o bla-bla atrevido; o sol da verdade com o manobrismo sombrio; a luta do dia a dia com o salve-se quem puder. É o tempo da ambiguidade do pragmatismo - ou do pragmatismo da ambiguidade...Andam também confundidas a rádio velha e a rádio nova. [...] O que deveria ser a coexistência natural, pacífica, é de facto a surdina conflitual. O que deveria ter sido a passagem de um testemunho, foi e é ainda uma certa guerra fria..."
(excerto da comunicação Rádio Velha / Rádio Nova)
Encadernação inteira de percalina com ferros gravados a seco e a ouro nas pastas e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
04 dezembro, 2014
TAUROMAQUIAS POPULARES E OUTROS ESTUDOS - MEDITERRÂNEO.
Revista de Estudos Pluridisciplinares sobre as Sociedades Mediterrânicas.
Semestral, N.os 5/6 - 1994/1995. [Director: Moisés Espírito Santo].
Lisboa, Instituto Mediterrânico : Universidade Nova de Lisboa,[1995]. In-4º (24cm) de 313, [17] p. ; [2] f. il. ; il. ; B.
Ilustrado com fotografias e desenhos no texto, e 2 folhas em separado.
Capa: Carlos Miguel.
Gravura: Touro. Desenho de Luis Badosa e Juan C. García Alonso.
Duplo número da Revista Mediterrâneo, especialmente dedicada à Tauromaquia na sua vertente mais popular. Contém as Actas do Seminário Internacional Tauromaquias Populares.
"Não é raro os aspectos mais salientes e emblemáticos de uma cultura permanecerem fora do campo de visão das ciências que, por vocação, deveriam dispender os seus esforços exactamente a compreendê-la e a conhecê-la. Tal ocorre por razões de familiaridade, mas também por preconceito. [...]
Tal fenómeno de ocultação tem ocorrido a respeito das culturas tauromáquicas, cuja presença na sociedade portuguesa é completamente desproporcionada, por excesso, em relação à atenção que lhes têm dedicado as Ciências Sociais. [...]
Não admira assim que a produção intelectual a respeito da festa de toiros tenha ficado reduzida ou a incursões muito pontuais de etnógrafos do passado, como Ernesto Veiga de Oliveira, ou a obras resultantes da boa vontade de autodidatas, ou, ainda, ao conjunto dos cronistas e críticos taurinos que vão produzindo literatura e factos pertencentes ao campo da tauromaquia profissional.
Recentemente , porém, alguns investigadores descobriram nos jogos de toiros um campo fértil e estimulante de análise. Entre as corridas de toiros formais e institucionais e os festejos taurinos de carácter popular, têm-se inclinado para esta segunda vertente.
Para romper o isolamento do tema no tratamento do tema e para confrontar procedimentos de pesquisa, teorias, perspectivas e resultados com outros investigadores, o Instituto de Sociologia e Etnologia das Religiões da Universidade Nova de Lisboa e o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE, organizaram o Seminário Internacional Tauromaquias Populares.
Reuniram-se assim durante três dias sociólogos, antropólogos, psicólogos e outros investigadores oriundos daquelas Universidades portuguesas e ainda das Universidades de Madrid, Sevilha, País Basco, Barcelona e Montpellier."
(excerto do editorial)
Matérias: Lisboa, Instituto Mediterrânico : Universidade Nova de Lisboa,[1995]. In-4º (24cm) de 313, [17] p. ; [2] f. il. ; il. ; B.
Ilustrado com fotografias e desenhos no texto, e 2 folhas em separado.
Capa: Carlos Miguel.
Gravura: Touro. Desenho de Luis Badosa e Juan C. García Alonso.
Duplo número da Revista Mediterrâneo, especialmente dedicada à Tauromaquia na sua vertente mais popular. Contém as Actas do Seminário Internacional Tauromaquias Populares.
"Não é raro os aspectos mais salientes e emblemáticos de uma cultura permanecerem fora do campo de visão das ciências que, por vocação, deveriam dispender os seus esforços exactamente a compreendê-la e a conhecê-la. Tal ocorre por razões de familiaridade, mas também por preconceito. [...]
Tal fenómeno de ocultação tem ocorrido a respeito das culturas tauromáquicas, cuja presença na sociedade portuguesa é completamente desproporcionada, por excesso, em relação à atenção que lhes têm dedicado as Ciências Sociais. [...]
Não admira assim que a produção intelectual a respeito da festa de toiros tenha ficado reduzida ou a incursões muito pontuais de etnógrafos do passado, como Ernesto Veiga de Oliveira, ou a obras resultantes da boa vontade de autodidatas, ou, ainda, ao conjunto dos cronistas e críticos taurinos que vão produzindo literatura e factos pertencentes ao campo da tauromaquia profissional.
Recentemente , porém, alguns investigadores descobriram nos jogos de toiros um campo fértil e estimulante de análise. Entre as corridas de toiros formais e institucionais e os festejos taurinos de carácter popular, têm-se inclinado para esta segunda vertente.
Para romper o isolamento do tema no tratamento do tema e para confrontar procedimentos de pesquisa, teorias, perspectivas e resultados com outros investigadores, o Instituto de Sociologia e Etnologia das Religiões da Universidade Nova de Lisboa e o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE, organizaram o Seminário Internacional Tauromaquias Populares.
Reuniram-se assim durante três dias sociólogos, antropólogos, psicólogos e outros investigadores oriundos daquelas Universidades portuguesas e ainda das Universidades de Madrid, Sevilha, País Basco, Barcelona e Montpellier."
(excerto do editorial)
TAUROMAQUIAS POPULARES
- O touro na Bíblia : símbolo de Deus e vítima sacrificial - Moisés Espírito Santo.
- A corrida do forcão - Fernando Teixeira.
- O espelho quebrado : versus e reversus nas tauromaquias populares - Luís M. Antunes Capucha.
- A corrida à corda - tradição centenária - António Manuel
Morais.
- Simbología cromática en la tauromaquia popular - Luis Badosa Conill.
- Tener o no tener - Los bueyes en la festa del pi en Centelles, Cataluña - Manuel Delgado Ruiz.
- Un delirio popular y aristocratico - Fernando Claramunt López.
- Deux formes d'opposition à la corrida espagnole : les courses portugaise et camarguaise - Frédéric Saumade.
- La dimension sacrificial de la tauromaquia popular - Pedro Romero de Solís.
OUTROS ESTUDOS
[...]
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
- Simbología cromática en la tauromaquia popular - Luis Badosa Conill.
- Tener o no tener - Los bueyes en la festa del pi en Centelles, Cataluña - Manuel Delgado Ruiz.
- Un delirio popular y aristocratico - Fernando Claramunt López.
- Deux formes d'opposition à la corrida espagnole : les courses portugaise et camarguaise - Frédéric Saumade.
- La dimension sacrificial de la tauromaquia popular - Pedro Romero de Solís.
OUTROS ESTUDOS
[...]
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
13 novembro, 2014
VILLAS, Gaspar do Couto Ribeiro - AS TROPAS COLONIAIS NA VIDA INTERNACIONAL. Por... Coronel do Corpo de Estado Maior. Lisboa, Composto e Impresso Tip. A Nacional, 1924. In-4º (23cm) de [4], 90, [2] p. ; B.
As tropas Coloniais elemento valorizador de Portugal e suas Colónias no Concerto Internacional - Memória presente ao II Congresso Colonial, (Lisboa - 1924).
1.ª edição.
Contém capítulos dedicados à Grande Guerra.
Matérias:
As Tropas Coloniais na Vida Internacional.
I. Política Nacional.
- Portugal na História. - Portugal no Mundo. - Situação Internacional. - A Política das Nações.
II. Exército de Portugal.
- Considerações. - Tropas Europeias. - Tropas Coloniais: - Generalidades - Particularizando.
III. Concluindo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas apresentam falhas de papel na margem inferior.
Invulgar.
Com interesse histórico.
15€
As tropas Coloniais elemento valorizador de Portugal e suas Colónias no Concerto Internacional - Memória presente ao II Congresso Colonial, (Lisboa - 1924).
1.ª edição.
Contém capítulos dedicados à Grande Guerra.
Matérias:
As Tropas Coloniais na Vida Internacional.
I. Política Nacional.
- Portugal na História. - Portugal no Mundo. - Situação Internacional. - A Política das Nações.
II. Exército de Portugal.
- Considerações. - Tropas Europeias. - Tropas Coloniais: - Generalidades - Particularizando.
III. Concluindo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas apresentam falhas de papel na margem inferior.
Invulgar.
Com interesse histórico.
15€
Etiquetas:
*VILAS (Gaspar do Couto Ribeiro),
1ª E D I Ç Ã O,
Colonização,
Congressos / Colóquios / Seminários,
História,
História de Portugal,
Militaria,
Política,
República
19 agosto, 2014
SENA, Maria Tereza - A FAMÍLIA DO MARQUÊS DE POMBAL E O SANTO OFÍCIO. (Amostragem da importância do cargo Familiar na sociedade portuguesa setecentista e oitocentista). Lisboa, Editorial Estampa, [198-]. In-8º (21cm) de [50] p. (339-385 pp) ; B.
O texto desta separata constituiu uma comunicação apresentada em Dezembro de 1982 ao Colóquio Internacional organizado pela Comissão das Comemorações do 2.º Centenário da Morte do Marquês de Pombal.
"No gérmen desta comunicação está a confluência de dois temas a que nos vimos dedicando - o Marquês de Pombal, por um lado, a Inquisição, por outro. Quando pretendemos analisar quais os trâmites dos processos de habilitação para oficiais do Santo Ofício, fizemo-lo a partir do futuro Marquês de Pombal, datado de 1738, de que já se tinha falado no início do século, mas que nunca fora integralmente transcrito. Sê-lo-á agora.
Com a evolução do estudo do referido processo, e tendo seguido uma velha metodologia que sempre adoptámos no estudo dos processos-crime, ou seja, a elaboração da lista das pessoas referidas no processo e verificação das suas «relações» com a Inquisição, concluímos que os ascendentes do futuro Marquês de Pombal (incluindo os da sua primeira mulher, D. Teresa de Noronha) estavam quase todos ligados ao Santo Ofício, principalmente na qualidade de seus Familiares."
(excerto do Cap. I, Metodologia e objectivos)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse óbvio para a temática pombalina.
10€
Reservado
O texto desta separata constituiu uma comunicação apresentada em Dezembro de 1982 ao Colóquio Internacional organizado pela Comissão das Comemorações do 2.º Centenário da Morte do Marquês de Pombal.
"No gérmen desta comunicação está a confluência de dois temas a que nos vimos dedicando - o Marquês de Pombal, por um lado, a Inquisição, por outro. Quando pretendemos analisar quais os trâmites dos processos de habilitação para oficiais do Santo Ofício, fizemo-lo a partir do futuro Marquês de Pombal, datado de 1738, de que já se tinha falado no início do século, mas que nunca fora integralmente transcrito. Sê-lo-á agora.
Com a evolução do estudo do referido processo, e tendo seguido uma velha metodologia que sempre adoptámos no estudo dos processos-crime, ou seja, a elaboração da lista das pessoas referidas no processo e verificação das suas «relações» com a Inquisição, concluímos que os ascendentes do futuro Marquês de Pombal (incluindo os da sua primeira mulher, D. Teresa de Noronha) estavam quase todos ligados ao Santo Ofício, principalmente na qualidade de seus Familiares."
(excerto do Cap. I, Metodologia e objectivos)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse óbvio para a temática pombalina.
10€
Reservado
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*SENA (Maria Tereza),
Congressos / Colóquios / Seminários,
História,
História de Portugal,
Inquisição,
Marquês de Pombal,
Pombalina
08 setembro, 2013
I CONGRESSO NACIONAL DA MARINHA MERCANTE. Volume I. Actas [e
Volumes II e III. Teses e Comunicações]. Organizado pela Junta Nacional da
Marinha Mercante e pelo Grémio dos Armadores da Marinha Mercante. Lisboa, Junta
Nacional da Marinha Mercante, MCMLI (1951). 3 vol. in-4º (26cm) de 344, [2] p.
; [3] f. il., 543, [1] p. ; [3] f. il. ;
[3] desdob. e 415, [1] p. ; il. ; B.
Obra completa (3 vol.)
Contém em extratexto, sobre papel couché, os retratos de Sua Excelência o Presidente da República,
General Francisco Higino Craveiro Lopes, do Professor Doutor António de Oliveira Salazar, Presidente do Conselho de
Ministros e do Contra-Almirante
Américo Deus Rodrigues Tomaz, Ministro da Marinha.
“O Congresso tem por objectivo estudar todos os problemas
relativos à indústria dos transportes por mar, aos tripulantes dos navios da
Marinha Mercante e ao comércio marítimo, pondo em contacto as entidades
interessadas com o fim de se obterem soluções construtivas para melhor
satisfação do interesse nacional.”
(artigo 2.º do Regulamento do Congresso)
Exemplares brochados em bom estado de conservação.
Invulgar.
30€
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Congressos / Colóquios / Seminários,
Estado Novo,
Marinha
16 julho, 2013
ACTAS DO COLÓQUIO “A CASA LITERÁRIA DO ARCO DO CEGO” :
Lisboa MM-MMI – Universidade Autónoma de Lisboa. Lisboa, EDIUAL –
Universidade Autónoma Editora, S. A., 2001. In-4.º (24cm) de 244 p. ; il. ; B.
Anais : Série Histórica, Volume VII/VIII
1.ª edição.
1.ª edição.
Ilustrações no texto reproduzindo gravuras produzidas na oficina da Tipografia do Arco do Cego.
Actas do colóquio realizado na Universidade Autónoma de
Lisboa, comemorativo do bicentenário do projecto ambicioso e visionário, mas também
muito efémero, que foi a Casa Literária do Arco do Cego. Contém as
comunicações que sobre o assunto apresentaram reputados especialistas e
historiadores.
Matérias:
- O legado imarcescível da Casa Literária do Arco do Cego : Justino Mendes de Almeida. - Lisboa, 1800 : José-Augusto França. - Casa Literária do Arco do Cego, exemplo singular na
História de Edição Ilustrada em Portugal. Apontamentos para uma biografia : Miguel Figueira de Faria. - Bocage, Tradutor para a Casa Literária do Arco do Cego : Justino Mendes de Almeida. - Racionalidade Iluminista e idealização do espaço dos
mortos : Fernando Catroga. - Matéria Médica e Farmácia em Portugal nos finais do século
XVIII : José Rui Pita. - Percursos do Poder e do Saber nos finais do século XVIII :
o papel da Impressão Régia e da Casa Literária do Arco do Cego : Fernanda Maria Campos e Margarida Ortigão Ramos Paes Leme. - Plano Editorial e Economia da Edição : Manuela D. Domingos. - Nas margens da actividade tipográfica : a figura do “Novelista”
enquanto agente de divulgação In Actu : José Augusto dos Santos Alves. - D. Rodrigo de Souza Coutinho, a Casa Literária do Arco do
Cego e a difusão técnica e científica em Portugal : José Luís Cardoso. - “O Botânico Fr. José Mariano da Conceição Veloso e sua
expedição na Capitania do Rio de Janeiro” : Maria Beatriz Nizza da Silva. - Museologia e História Natural em finais de Setecentos – o caso
do Real Museu e Jardim Botânico da Ajuda (1777-1808) : João Carlos Brigola.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
45€Reservado
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1ª E D I Ç Ã O,
Casa Literária do Arco do Cego,
Comemorações,
Congressos / Colóquios / Seminários,
História de Portugal,
Imprensa/Edição/Tipografia
26 junho, 2013
DIPLOMACIA & GUERRA. Política Externa e Política de Defesa em Portugal do final da Monarquia ao Marcelismo. Actas do I Ciclo de Conferências. Fernando Martins (Ed.). Lisboa, Edições Colibri : Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora, 2001. In-8º grd. (23cm) de 282, [2] p. ; [16] p. ; B. Colecção: Biblioteca-Estudos & Colóquios, 1
Tiragem: 1 000 exemplares.
Ilustrada em separado com fotografias a p.b. de alguns momentos históricos da Nação.
"... Convém começar por dizer que o conjunto de textos que dá forma a este livro, ao procurar tratar aquilo que poderíamos designar como o papel dos militares e dos diplomatas na história portuguesa num intervalo cronológico que se estendo do Ultimato à queda do governo e do regime chefiados por Marcelo Caetano, reconhece que, tanto sob o ponto de vista português como internacional, foram as guerras - internas ou externas - e a diplomacia os factores essenciais no exercício do poder. Reconhece-se, por outo lado, ter sido o Estado-Nação a uniadade privilegiada para a análise e síntese históricas."
(excerto da apresentação)
Matérias:
- Apresentação (Fernando Martins). - Os Militares e a Política entre o Ultimato e a República (José Miguel Sardica). - A Política Externa: do Ultimato à República (Fernando Costa). - A Política Externa e a Política de Defesa: do 5 de Outubro ao Sidonismo (Alice Samara). - Política Externa e Política de Defesa: do Sidonismo à Ditadura Militar (Luís Farinha). Do Reconhecimento Internacional da Ditadura Militar ao Estado Novo - pontos de reflexão para o estudo da Política Externa de 1926 a 1933 (Susana Martins). - A Política Concordatária de Pio XI e Pio XII: As Concordatas Italianas, Portuguesa e Espanhola (Rita Almeida de Carvalho). - Uma Revolução Tranquila? Da Política Externa da Guerra Civil de Espanha ao Pacto do Atlântico (Fernando Martins). - Do Plano Marshall ao Acordo com a CEE (Francisco Castro). - A 'Solidão' na Política Externa Portuguesa no Início da Década de 60: O Caso dos Estados Unidos (Luís Nuno Rodrigues). - Os Militares e a Política no Estado Novo (Telmo Faria). - A Política Externa do Marcelismo: A Questão Africana (Pedro Oliveira). - Resumos. - Abstracts. - Biografias.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico.
20€
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1ª Guerra Mundial,
2ª Guerra Mundial,
Congressos / Colóquios / Seminários,
Diplomacia,
Ditadura Militar,
Estado Novo,
História,
História de Portugal,
Monarquia constitucional,
República
03 novembro, 2012
O TEMPO DE MANUEL DE ARRIAGA. Actas do Colóquio organizado
pelo Centro de História da Universidade de Lisboa e pela Associação dos Antigos
Alunos do Liceu da Horta, 24 a 26 de setembro de 2003 : coordenação de Sérgio Campos
Matos. Lisboa, Centro de História da Universidade de Lisboa e Associação dos
Antigos Alunos do Liceu da Horta, 2004. In-4º (24cm) de 350 p., [24] p. il. ;
il. ; B.
Matérias:
Manuel de Arriaga e a
Geração de 70 - António M. Machado Pires
O Estado e a Igreja no
tempo de Manuel de Arriaga - Manuel Clemente
Manuel de Arriaga. «O Rei
Lear da República» - João Medina
Economia e sociedade
açorianas em meados do Século XIX - Maria Isabel João
Nacionalismo e cultura
política nos Açores de finais de Oitocentos a I Guerra Mundial - Carlos
Cordeiro
O campo político dos
partidos republicanos (1910-1915) - Ernesto Castro Leal
Do Cabralismo a I República:
a sociedade portuguesa em tempo de mudança - José Manuel Tengarrinha
Memória e esquecimento
do primeiro Presidente da República - Sérgio Campos Matos
Os últimos vínculos Arriaga
Brum da Silveira e o herdeiro Manuel de Arriaga - Natália Correia Guedes
Iconografia da
República / "Imagem” de Manuel de Arriaga - António Pedro Vicente
Educação e ensino na
acção política de Manuel de Arriaga - Áurea Adão
Manuel de Arriaga
jurista - Mónica Velosa Ferreira
O positivismo comteano
em Manuel de Arriaga (do ponto de vista da dinâmica social) - Norberto
Ferreira da Cunha
Filosofia e
religiosidade na obra de Manuel de Arriaga - José Luís Brandão da Luz
O lugar do Homem na
reflexão de Manuel de Arriaga - Manuel Cândido Pimentel
Ecos do pensamento
europeu no ideário social e político de Manuel de Arriaga - Joana Gaspar de
Freitas
Manuel de Arriaga,
deputado pelo Funchal (1882-1884) - Nelson Veríssimo
Manuel de Arriaga na
propaganda republicana. A revitalização do Partido Republicano após o 31 de
Janeiro de 1891 - António Ventura
Manuel de Arriaga como
Presidente da República ou a missão impossível - José Reis Leite
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Esgotado.
10€
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Esgotado.
10€
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