31 dezembro, 2011

ESTEVAM, José - A RESTAURAÇÃO DA IGREJA MATRIZ DE ALCOCHETE. Análise ao Boletim n.º 33 da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. Lisboa, Couto Martins, 1948. In-8.º (19cm) de 112, [1] p. ; il. ; E.
1.ª edição.
Interessante monografia sobre a Igreja de São João Baptista, também conhecida por Igreja Matriz de Alcochete.
Matérias:

I - A bibliografia e a saudade alcochetana; II - O Senhor da Barroca de Alva e a tradição da terra; III - Usurpações e despotismos de Jácome Ratton; IV - O Senhor da Barroca continua a prejudicar os alcochetanos; V - O «patriotismo» do riquíssimo francês Ratton; VI - Ratton industrial, comerciante e «bom português»; VII - A Senhora Aparecida e os mantimentos do Clero de Alcochete; VIII - O Rei Venturoso e a decadência de Alcochete; IX - Um parênteses sobre o Vice-rei de Portugal e Domínios; X - Alguns senões das obras da igreja matriz; XI - Palavras significativas e uma lembrança no fecho da análise.
José Estevam
 será, aparentemente, pseudónimo de alguém cujo verdadeiro nome se desconhece, nascido algures em 1877 e falecido, em Lisboa, a 28 de Dezembro de 1960. Escreveu imensos artigos no extinto jornal local «A Voz de Alcochete» e vários livros sobre as gentes de Alcochete, alguns dos quais fruto de significativa investigação histórica, tendo colaborado na revista municipal de Lisboa até muito perto da data do seu falecimento." (Fonseca Bastos in praiadosmoinhos. blogspot.com)
Encadernação em meia de pele com ferros a ouro na lombada; conserva as capas de brochura.
Excelente exemplar; assinatura de posse no rosto.
Muito invulgar.
Indisponível

30 dezembro, 2011

GUIA OFICIAL DA EXPOSIÇÃO PORTUGUESA EM SEVILHA. Lisboa, Comissariado Geral da Exposição Portuguesa em Sevilha, 1929. In-8º grd. (24cm) de 195, [1] p. ; mto il. ; B.
Livro profusamente ilustrado com desenhos e fotografias.
Sumário: A Exposição Ibero-Americana - Sua organização e fins - A representação portuguesa; Lisboa - Caes da Europa - O porto de Lisboa; Lisboa - Cintra - Cascaes - Triangulo de Turismo; Lisboa - Sevilha; Portugal na Exposição de Sevilha; As grandes zonas turísticas de Portugal; Guia geral de Expositores; Facilidades concedidas aos visitantes da Exposição.
"Portugal entra na Exposição de Sevilha como a sua primeira demonstração de que se organiza para a vida moderna, compreendendo a função que lhe cabe, em plena consciência dos seus avantajados recursos, como primeira afirmação da sua vida disciplinada, dirigida para o aproveitamento completo das suas riquezas e do esfôrço dos seus filhos. [...] Nasce em Sevilha um Portugal novo, no qual depositam toda a esperança as gerações portuguesas de hoje, e que tem direito a reclamar a confiança dos povos e dos outros Estados." (excerto da apresentação)
Exemplar em bom estado de conservação; lombada cansada.
Invulgar. 
Indisponível
LISBOA, Frei Cristóvão de - HISTÓRIA DOS ANIMAIS E ÁRVORES DO MARANHÃO. Estudo e notas do Dr. Jaime Walter ; prefácio de Alberto Iria. Lisboa, Publicação do Arquivo Histórico Ultramarino e Centro de Estudos Históricos Ultramarinos, 1967. In-fólio (31cm) de XII, 158, [186] p. ; il. ; B.
Exemplar valorizado com extensa dedicatória autógrafa do prefaciador ao "Dr. Clemente Rogeiro, eminente Director Geral de Informação, no dia da posse deste seu alto cargo...".
Tabuada: Prefácio; I - Explicação; II - Estudo; III - Leituras e comentários; IV - Reprodução fac-similada do códice; V - Índice dos peixes do Maranhão e do Pará, plantas, árvores e pássaros.
"Na secção de «Reservados» da biblioteca do Arquivo Histórico Ultramarino existe um códice que mede 0,30 cm X 0,22 cm, com encadernação inteira de pergaminho grosso, já amarelo-carregado, tendo na lombada, em caracteres do século XVII, escritos com tinta castanho-escura, a indicação Animaes do Maranhão. Contém esse livro cento e noventa e oito folhas de papel, todas em bom estado, com uma marca de água que não conseguimos identificar. A folha do frontispício dá-nos a indicação de se tratar da História dos animaes, e arvores do/Maranhão/Pelo muito Reverendo Padre Fr. Chris-/tovão de Lisboa Calificador do Santo/Officio, e fundador da Custodia do/Maranhão da Recolecção de/Santo António de/Lisboa. Anno... não indicando, como se verifica, além da palavra ano, a data em que foi escrita ou se fizera a sua compilação. As três primeiras folhas, a seguir, sem numeração, são ocupadas por um índice alfabético dos nomes das espécies contidas no códice. As cento e sessenta e quatro folhas seguintes, todas numeradas, contêm desenhos variados, feitos a lápis e cobertos a tinta, com um ou outro esboço ainda a lápis, apresentando-se em branco as fols. 29, 30, 31, 61 e 70, e havendo vestígios de ter sido arrancada a fol. 35. As trinta folhas restantes são as que contêm um texto escrito, relacionado com as espécies desenhadas, estando igualmente em branco a fol. 171." (excerto do estudo)
Frei Cristóvão de Lisboa (1583-1652) foi um missionário português. "Escreveu A História dos Animais e Árvores do Maranhão, presumivelmente, entre 1624 e 1627, mas foi impressa apenas em 1967. Frei Cristóvão soube, durante o seu trabalho de evangelização, captar e valorizar informações sobre os habitantes e a natureza maranhenses. Realçe na obra, para os desenhos e a acuidade da caracterização descritiva e dos comentários feitos pelo franciscano português. A interpretação sonora e a transcrição do nome pelo qual era conhecida a espécie pelos habitantes locais, bem como a citação do modo de tratar e usar como alimento as suas sementes, como feitos por Frei Cristóvão, trazem à tona uma pequena fracção do saber sobre a natureza que as populações autóctones detinham antes da chegada dos europeus ao território brasileiro e de como este conhecimento pode ser captado e valorizado."
Exemplar brochado com as capas plastificadas reproduzindo a encadernação original inteira de pergaminho.
Excelente exemplar.
Invulgar, com interesse histórico.
Indisponível

29 dezembro, 2011

MAIA, Berta - AS MINHAS ENTREVISTAS COM ABEL OLIMPIO "O DENTE DE OURO" : Paginas para a historia da morte vil de Carlos da Maia, republicano - combatente de 5 de Outubro. Lisboa, [s.n. - comp. e imp Ottosgrafica], 1928. In-8º grd (23cm) de 64 p. ; B.
1ª edição.
"Porque escrevi este livro: Tu, meu filhinho, ficaste órfão aos seis mezes, toda a tragedia se desenrolou á tua vista e tu sorrias, sorrias sempre! Deus Meu! Pensei que um dia a tua alma estimaria lêr estas páginas, escritas por tua Mãe, sem odios, sem gritos de vingança, e então uma lágrima rolaria pela tua face, serena, sem revoltas, amparado á cruz de Cristo, forte, altivo na tua dôr, orgulhoso de teu Pae!" (excerto da introdução)
"Berta Maia, viúva de Carlos da Maia – uma das vítimas do 19 de Outubro – empenhou-se corajosamente na busca de quem tinham sido os mandantes dos assassinos. Conseguiu mesmo entrevistar na prisão «o Dente de Ouro», responsável pela morte do seu marido."
Bom exemplar; lombada cansada.
Invulgar, de grande interesse histórico.
35€

28 dezembro, 2011

LOBO, F. M. da Costa - O MARECHAL DUQUE DE SALDANHA. Lisboa, Livraria Bertrand, [1939]. In-8.º (19,5cm) de 299, [9] p. ; [6] f. il. ; B.
1.ª edição.
Biografia do Duque de Saldanha. Ilustrada com 6 gravuras em extra texto, incluindo o seu retrato.
"Publicar um estudo sôbre o homem notável que pelo seu carácter, pelo seu esfôrco, pela sua tenacidade, pelo seu génio, pela sua bondade se elevou de nono filho de uma casa, sem dúvida nobre, de pais possuídores de distintas qualidades de carácter, mas vinculada, à mais elevada posição que o regime monárquico admitia, de duque e parente da Família Real, é uma obrigação que convém cumprir sempre que as cincunstâncias permitam relembrar a excepcional personalidade do duque de Saldanha, nascido João Carlos da Saldanha de Oliveira e Daun, no solar dos Morgados de Oliveira, tornados Condes e Marqueses de Rio Maior."
(Excerto do prólogo)
Encadernação em brochura reproduzindo as capas originais.
Exemplar em bom estado de conservação. Assinatura de posse na f. anterrosto.
Invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível

26 dezembro, 2011

VOLTAIRE, M. de - ZAIRA : Tragedia : de... Traduzida e offerecida AO ILL.mo Sr. Doutor FRANCISCO DE SOUSA LOUREIRO. Lente de Medicina na Universidade de Coimbra : por MANOEL FERREIRA DE SEABRA, Bacharel Formado em Canones, e Oppositor aos Lugares de Letras. LISBOA, NA IMPRESSÃO REGIA. 1815. Com Licença. In-8º de 145, [1] p. ; E.
Considerada por muitos a melhor obra dramática de Voltaire, foi escrita com o objectivo inconfesso de crítica à intolerância religiosa.
De registar, a título de curiosidade, no final do livro, o "Catalogo dos Senhores Subscriptores" (129-145 p.), que identifica as personalidades que contribuíram para a publicação da obra, subscrevendo-a.
Encadernação cartonada com ferros gravados a ouro na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
35€
QUINTERO, Alejandro Pizarroso – HISTÓRIA DA PROPAGANDA : notas para um estudo da propaganda política e de guerra. Lisboa, Planeta Editora, 1993. In-4.º (23cm) de IX, 447 p. ; B.
1.ª edição.
Prefácio à edição portuguesa de Isabel Alarcão e Silva.
Capa: José Ralha.
“O leitor tem entre mãos um livro importante, talvez um livro excepcional. Trata-se do primeiro estudo da história da propaganda, onde esta é considerada no marco geral da evolução dos povos, do ponto de vista político e no da sua utilização programada para os conflitos bélicos. A novidade do livro é absoluta, já que não existe um estudo parecido em qualquer língua. Há alguns estudos sobre esta matéria mas nenhum integra a síntese que o autor conseguiu nesta obra, na qual as relações e mútuas influências entre propaganda e política, e entre comunicação e propaganda nos oferecem uma visão extraordinariamente sugestiva do poder e eficácia das técnicas propagandísticas ao serviço das mais variadas ideologias e dos mais diversos governos e regimes políticos. A História da Propaganda é parte do que podemos denominar como História da Comunicação Social. Este livro faz o rastreio do fenómeno da propaganda desde a Antiguidade ao século XX, século onde o mundo da propaganda política e de guerra atingiram um desenvolvimento importante com o estudo sobre a propaganda de guerra de 1914 a 1918, a propaganda leninista, a fascista, a hitleriana, a guerra propagandística em Espanha de 1936 a 1939, a propaganda durante a Segunda Guerra Mundial, as revoluções do pós-guerra, a propaganda da Guerra Fria, a propaganda política eleitoral nos regimes democráticos, etc.”
(Excerto da apresentação do editor)
Bom exemplar, como novo.
Esgotado.
Indisponível

25 dezembro, 2011

QUEIROZ, Eça de – A CORRESPONDENCIA DE FRADIQUE MENDES (memorias e notas). Porto, Livraria Chardron De Lello & Irmão, editores, 1900. In-8º (19cm) de [4], 244 p. ; E.
Com um retrato de Eça de Queiroz e fac-símile da sua assinatura em extra texto.
1ª edição.
Fradique é um verdadeiro heterónimo de Eça, sendo óbvias as semelhanças ideológicas com o seu criador, é um documento da própria trajectória existencial e psicológica de Eça. Em rigor, Fradique Mendes pode ser considerado 3 personagens: a primeira é um heterónimo colectivo criado entre 1868 e 1869, por Jaime Batalha Reis, Antero de Quental e Eça, no tempo do Cenáculo de Lisboa. A segunda, surge episodicamente em O Mistério da Estrada de Sintra, em 1870, e finalmente a que Eça retoma individualmente com a publicação de A Correspondência de Fradique Mendes, em 1888-1900.
A correspondência de Fradique Mendes compõe-se de duas partes distintas: uma narrativa e outra epistolar (cartas). A primeira parte, à guisa de “Notas e Memórias”, faz a apresentação biográfica de um suposto intelectual português Fradique Mendes. Um narrador, que se presume ser Eça de Queirós, conta como, quando e onde conheceu “esse homem admirável”, com quem partilhou momentos de intimidade e por quem nutria a mais viva admiração. A segunda parte consta do epistolário (cartas) atribuído a Fradique, o qual se correspondia com vários amigos e eminentes intelectuais da época. Entre estes, pessoas leais (como Antero de Quental, Oliveira Martins, etc.) e personagens fictícias. Como ensaiado na primeira parte, realidade e fantasia se alternam e misturam, figurando o jogo entre o real e o irreal, jogo esse contido, pois, também na pretensa Correspondência.
A Correspondência de Fradique Mendes encerra um projecto metaliterário de singular importância para o entendimento do fenómeno da produção de textos e, mais significativo ainda, para a recepção da obra queirosiana, sobretudo a partir de Os Maias. As colocações e alusões contidas na primeira parte (à guisa de "Memórias e Notas”) mais a teorização literária, explícita e implícita nas Cartas de Fradique, produzidas já na maturidade de Eça, representam uma exposição sintética e crítica das teorias vigentes, questionadas ou nascentes, a partir da segunda metade do Século XIX.” (Lara Regina Franco Rodrigues in passeiweb.com)
Encadernação do editor inteira de percalina com dourados gravados a seco e a ouro na capa e lombada.
Exemplar em bom estado de conservação; capas com defeitos; carimbo de livraria no verso da f. guarda; discreta assinatura de posse no anterrosto, à cabeça; reflexão poética manuscrita no verso do retrato de Eça; páginas oxidadas.
Muito invulgar
Indisponível
RAVIGNAN, R.vo P.e – IDÉA DA EXISTENCIA DO INSTITUTO DOS JESUITAS : pelo… da Companhia de Jesus : vertida para portuguez por Antonio Ozorio de Campos e Silva. Lisboa : Na Imprensa Nacional. 1845. In-8º peq. (14,5cm) de [2], XVI, 157 p. ; E.
“A prudência tem suas leis, e tem seus lemites. Há na vida circunstancias, em que as mais preciosas e motivadas explicações, são para o homem uma obrigação sagrada. Devo confessa-lo. Desde que o podêr da falsidade e do engano tornou a usurpar entre nós um império que parecia estar já abolido, desde que os antigos rancores e os odiosos vocabulos vieram de novo a corromper a sinceridade da lingoagem, e a transtornar os direitos da justiça, eu sinto em mim a necessidade de declara-lo:  sou Jesuita, isto é, Religioso da Companhia de Jesus. Esta declaração solemne é em mim um devêr sagrado.” (excerto do prólogo do autor)
Gustave-François-Xavier de La Croix de Ravignan (Baiona, 1795-Paris, 1858) foi um jesuíta francês. Orador notável, de grande carisma, pregou na Catedral de Notre Dame, em Paris, Bélgica e Roma.
Meia encadernação coeva de pele com defeitos; s/ guardas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
20€

24 dezembro, 2011

SANTOS, Manuel dos (Bandarilheiro) - ELE AÍ ESTÁ!... : Memórias do antigo toureiro e director de corridas. Prefácio, notas e arranjo de Belo Redondo. Posfácio de «Pepe Luiz». Lisboa, Emprêsa Nacional de Publicidade, 1946. In-8º (20,5cm) de 181, [3] p. ; il. ; B.
Capa de Calderon Dinis.
Contém ilustrações extra texto.
"Esta obra não é título de candidatura à Academia. Manuel dos Santos não quer competir, com os literatos portugueses e deseja apenas que o seu livro de memórias seja lido com simpatia, documento de um homem e de uma época para a indulgência dos amigos e dos admiradores. Este dobrar de saudades é o seu derradeiro adeus. Isso se perceberá aqui e além, onde um travo de amargura esmaltar este amargo conciliábulo do artista com a sua sombra, na evocação da juventude e glória. Manuel dos Santos escolheu para título do seu livro o grito triunfal que, à força de repetido, se tornou famoso, com que, à saída do touril, acolhia o inimigo: - «Ele aí está!»."
(excerto do prefácio)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação; apresenta falha de papel no topo da lombada e ausência da capa posterior.
Invulgar e muito apreciado.
15€

23 dezembro, 2011

PRAÇA DE LISBOA : Livro de Ouro do Comércio e Indústria da Capital. Organizado por Carlos Bastos com o Alto Patrocínio da Associação Comercial de Lisboa e Associação Industrial Portuguesa. Porto, Edição do Organizador [imp. Of. Portugália, 1946], 1945. In-fólio (31cm) de XVI, 504 p. ; mto. il. ; E.
Obra monumental, "bíblia"/roteiro do comérico e indústria da capital em meados do século XX. A história de mais de meio milhar de empresas e seus fundadores - pejada de fotografias a p.b. de estabelecimentos, empresários, proprietários, sócios, etc. -, muitas delas ainda em actividade.
Encadernação editorial cartonada com ferros a ouro e a seco na lombada e na pasta anterior.
Excelente exemplar.
Muito invulgar.
Indisponível
MERCADO DO FORNO DO TIJOLO : número único de distribuição gratuita. Lisboa, 10 de Janeiro de 1956. Lisboa, Ed. de Eduardo Faria, 1956. In-fólio (32cm) de 16 p. inum. ; mto il. ; B.
Capa de Eduardo Faria

Direcção e edição de Eduardo Faria
Composição e impressão "Gazeta dos Caminhos de Ferro"

Sumário
"Saudação à Câmara Municipal de Lisboa"
"Mercado do Forno do Tijolo - Por Dr. José Salles Gomes"
"Os Mercados de Lisboa" - Por Artur Portela"
"O que é o Mercado do Forno do Tijolo - Entrevista com o arquitecto José de Magalhães"
"A obra de um grande construtor - António Veiga"
"Fora do Mercado..."
"Em face das actividades económicas"

Exemplar brochado em bom estado geral de conservação; capa algo manchada, com vestígios de etiqueta no canto sup. esq.
Invulgar, com interesse olisiponense. 
Indisponível
FOTOGRAFIA a p.b. de S. M. A RAINHA ISABEL II E O PRESIDENTE DO CONSELHO DR. ANTÓNIO OLIVEIRA SALAZAR, por ocasião da visita da Rainha Isabel II a Portugal em 1957. 

Dim: 16,5x23cm

Detalhe do verso da fotografia - 3 carimbos com as seguintes inscrições
"ISMAEL E BEATRIZ * FOTOGRAFOS DA IMPRENSA * LISBOA-PORTUGAL (TELEL.22428)"
"REPRODUÇÃO PROIBIDA"
"O SECULO : Secretaria Geral"

"Ainda hoje se diz nos meios diplomáticos portugueses que foi "a visita do século". Tirou-se o bergantim real do Museu da Marinha, ofereceram-se presentes caríssimos à família real, requisitou-se a baixela Germain, fez-se um desfile de barcos no Tejo, cortejo pela cidade com coche do século XVIII, arranjos no Palácio de Queluz e Mosteiro da Alcobaça..." (Leonor Figueiredo in DN, 17 Fev. 2007)


Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

22 dezembro, 2011

SALAZAR, Oliveira (Prime Minister of Portugal) - THE ROAD FOR THE FUTURE. Lisboa, S. N. I., 1963. In-8º grd. (25cm) de VII, 244, [4] p. ; B.
Com um retrato de António Oliveira Salazar extra texto em papel couché.
Publicação em língua inglesa. Compilação de depoimentos políticos - exposições e discursos - do Presidente do Conselho, Dr. A. Oliveira Salazar, entre 1928 e 1962 - editado e publicado pelo Secretariado Nacional de Informação -, que revela a posição doutrinal do Estado Novo.
Importante documento exemplificativo da estratégia de propaganda internacional do Estado Novo. 
Bom exemplar.
Invulgar, com interesse histórico.
25€
A BOLA : JORNAL DE TODOS OS DESPORTOS. Fundadores: Cândido de Oliveira, Ribeiro dos Reis e Vicente de Melo ; Director: Vítor Serpa ; Director-Adjunto: M. Margarida Ribeiro dos Reis. In-fólio (40x56cm) de 20 p. ; il. ; B.
 
DOMINGO, 15 de Maio de 1994 : ANO L - Nº 7603.

Manchete: "Céus! 6-3 em Alavade! : BENFICA Aterrador! Empolgante! Sublime"

 

Título secundário: "A nota máxima que «A Bola» nunca atribuíra : JOÃO PINTO - A Perfeição"

Um jogo histórico, que valeu um título aos encarnados - o jogo da vida de João Vieira Pinto.

Exemplar em bom estado de conservação.
Raro - peça de colecção.
50€

21 dezembro, 2011

TREMAYNE, Sydney (Ex-sargento A. R. Cooper) - DOZE ANOS NA LEGIÃO ESTRANGEIRA. Tradução de Frederico de Carvalho. 3ª edição, revista. Lisboa, Livraria Clássica Editora, 1960. In-8º (19cm) de 330, [2] p. ; B. Colecção Viagens e Aventuras, 7
"Resolvi-me a escrever este livro porque até hoje ninguém falou da Legião Estrangeira com verdade e sinceridade. [...] Estou convencido que se tem uma falsa ideia da Legião, da sua razão de ser, da vida que se passa nas suas fileiras e da maneira como são tratados os legionários. [...] Escrevi este livro, depois de servir doze anos na Legião. Quando me alistei, pela primeira vez, tinha quinze anos e meio. Fui, sucessivamente, soldado de 1ª classe, cabo e sargento. Passei quinze meses na Companhia Disciplinar. Confesso que me dou por feliz por lá ter estado, porque se sai dali completamente transformado; antes disso era um rebelde incorrigível. Finalmente, pertenci ao serviço secreto da Legião. Conservo a minha caderneta militar, que menciona a minha folha de serviços, as minhas campanhas, os combates em que tomei parte, os meus ferimentos, as minhas condecorações e os meus castigos. Não há coisa alguma na Legião que eu ignore, e nada há, igualmente, que eu não possa dizer. Falarei do que é bom e do que é mau, do lado cómico e do lado trágico da vida que lá se leva..." (excerto do prefácio do autor)
Bom exemplar.
10€

20 dezembro, 2011

CAMÕES. Colecção de 124 cromos. 4ª edição. [Lisboa], Agência Portuguesa de Revistas, 1966. 
Caderneta (22x22cm) de 35, [1] pp, preenchida com cromos (completa).
Apreciada colecção de cromos da Agência Portuguesa de Revistas - que na segunda metade do século passado fizeram as delícias de milhares de portugueses -, sobre a vida aventurosa de Camões. 
"A biografia por imagens do maior poeta português, com todos os principais passos da sua atribulada existência de moço trovador, espadachim, guerreiro e genial autor das inspiradas estrofes de "OS LUSÍADAS"."
Exemplar em bom estado geral de conservação. Capas vincadas, com rasgão (sem perda de papel) na lombada; páginas algo oxidadas.
Muito invulgar.
40€

19 dezembro, 2011

BRANDÃO, Júlio - POETAS E PROSADORES (à margem dos livros). 1ª série. Braga-Pôrto, Livraria Cruz, [1923]. In-8º (19cm) de 258 p. ; B.
Interessante conjunto de crónicas de crítica literária, aborda nalguns capítulos da obra figuras de relevo da literatura nacional como: Camões, Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, etc.
"O momento actual é, em tudo, de velocidade e de vertigem. Dir-se-ia que o planeta gira mais apressado. A vida está cheia de ambições insofridas e de fumarada asfixiante? Tanto pior para os poetas e artistas, que precisam ainda, como os vélhos astrólogos, de contemplar longamente as estrêlas..." (excerto do preâmbulo do autor)
"Júlio de Sousa Brandão (1869-1947) foi um escritor e poeta português. Poeta simbolista, o autor respeita as regras desta estética literária, nomeadamente no que respeita à "liberdade do ritmo", ao recurso ao verso alexandrino (12 sílabas métricas), à diversidade estrófica, às aliterações, à rima rica, à diversidade e riqueza vocabular, refletindo a sua produção poética preocupações estéticas e formais, próprias da geração literária em que se enquadra. Prestigiado no meio literário, Júlio Brandão teve uma participação importante nos periódicos veiculadores da estética simbolista." (infopedia.pt)
Bom exemplar; capas oxidadas.
10€

18 dezembro, 2011

MARTIN, Charles-Noël - A BOMBA H : Príncipio ou Fim? : Com uma mensagem de Albert Einstein. Tradução de José Júlio Andrade dos Santos. Lisboa, Livros do Brasil, [1956]. In-8º (21cm) de 237, [3] p. ; il. ; E. Colecção Vida e Cultura
Ilustrado em extra texto com fotografias de explosões atómicas e suas consequências físicas nos seres humanos.
Título do original em francês: L'HEURE H : a-telle sonné pour le monde?
"[...] A potência desencadeada pelo átomo tudo modificou, salvo a nossa maneira de pensar e, deste modo, somos arrastados para uma catástrofe sem precedente. Para que a humanidade possa sobreviver, é indispensável uma nova maneira de pensar. Desviar esta ameaça, eis o problema mais urgente do nosso tempo." (excerto do prefácio/mensagem de Albert Einstein)
Encadernação inteira de pele com ferros a ouro na lombada e cercadura dourada nas pastas; carminado à cabeça; conserva as capas de brochura.
Bom exemplar; assinatura de posse no anterrosto.
Invulgar, de interesse histórico e científico.
20€