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17 junho, 2013

NORONHA, Eduardo de - O CONDE DE FARROBO : memórias da sua vida e do seu tempo. Lisboa, Romano Tôrres, 1945. In-8º (19cm) de [1], 249, [7] p. ; [6] f. il.; B.
Ilustrado com retratos do Conde de Farrobo e sua mulher e de D. Fernando II e sua 2ª mulher.
Biografia de Joaquim Pedro Quintela, 2.º Barão de Quintela e 1.º Conde de Farrobo.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. As gravuras apresentam mancha de humidade junto ao festo.
Invulgar.
Indisponível

14 fevereiro, 2012

NORONHA, Eduardo de - A SOCIEDADE DO DELIRIO : continuação do romance O Conde de Farrobo e a sua Epoca. Lisboa, João Romano Torres & C.ª, [1921]. In-8º (19cm) de 315, [5] p. ; il. ; B.
Muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação; capas algo cansadas.
Invulgar e muito apreciado.
35€

14 maio, 2011


NORONHA, Eduardo de - [O Conde de Farrobo]
4 volumes - série completa
O CONDE DE FARROBO E A SUA EPOCA. Lisboa, João Romano Torres & C.a, [S.d.]. In-8.º de 373, [3] p. ; il. ; B.
MILIONARIO ARTISTA : ROMANCE HISTORICO. Lisboa, João Romano Torres & C.a, [S.d.]. In-8.º de 263, [1] p. ; il. ; B.
A SOCIEDADE DO DELIRIO : CONTINUAÇÃO DO ROMANCE O CONDE DE FARROBO E A SUA EPOCA. Lisboa, João Romano Torres & C.a, [1921]. In-8.º de 315, [1] p. ; il. ; B.
ESTROINAS E ESTROINICES : RUINA E MORTE DO CONDE DE FARROBO. Lisboa, João Romano Torres & C.a, 1922. In-8.º de 315, [1] p. ; il. ; B.

1.ª edição.
Série histórica em 4 volumes dedicada ao Conde de Farrobo, conhecido filantropo português do século XIX.
"Joaquim Pedro Quintela (Conde de Farrobo) (1801-1869), não foi uma figura banal do seu tempo e não pode separar-se da história da sumptuosa propriedade que lhe engrandeceu a sua personalidade de artista.
O palácio Farrobo* recebeu de si a divisa «OTIA TUTA», isto é «Toda Prazeres», os prazeres colhidos das manifestações artísticas. Aqui o repouso era absoluto, e as preocupações terrenas diluíam-se no ambiente celestial da arte. Rodeou-se de imensa grandiosidade e organizou sumptuosos festejos, de um viver opulento que deram origem à expressão popular «farrobodó», derivada do seu título nobre. Na sua época foi considerado um grande mecenas sobretudo da arte musical portuguesa e a quem todas as fantasias musicais eram permitidas. Cantor e excelente executante de orquestra, perito em trompa, Farrobo foi ainda presidente da Academia de Música e segundo empresário do Teatro Nacional de S. Carlos, em 1838. A sua gerência tornou-se principalmente notável pelos artistas célebres que contratou, entre os quais se contavam os de maior renome de então. Quando faleceu em 1869, estava à beira da ruína. Perdera uma importante demanda comercial, e nos últimos dias vivia duma pensão do Estado, tendo renunciado ao título.
O empobrecimento do conde de Farrobo determinou a venda dos seus bens em hasta pública."

(Fonte: www.mctes.pt)
*O palácio Farrobo, mais conhecido por palácio das Laranjeiras, está edificado na Quinta com o mesmo nome, em Lisboa, onde se instalou, em 1905, o Jardim Zoológico. É uma construção seiscentista, restaurada e embelezada na primeira metade do século XIX.
Exemplares brochados em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com defeitos.
Invulgar.
Indisponível