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06 maio, 2019

RICO, João - ASTROLOGIA. Lisboa, [s.n. - Imprensa Beleza, Lisboa], 1947. In-8.º (19cm) de 46, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Curioso trabalho sobre Astrologia.
Ilustrado no texto com tabelas, e o mapa astral com os signos do zodíaco.
"A Ciência Astrológica não pode estar sujeita a humorismos, visto que são os Astros que comandam os homens e não os homens que comandam os Astros, a admitir o contrário, seria uma loucura dos homens.
A Psíquica do homem existe realmente em relação a Deus (Criador de Si Mesmo e dos Astros e de Tudo), mas os Astros são o suporte da Grande Inteligência e alimentam a vida do Ser.
A Psíquica está em relacionar a Energia da Matéria com o Espírito Dominador.
Tirar a conclusão de equilíbrio dá um bom resultado. Os Astros andam no Universo com a Lei bem regulada e o Ser pertence a esses Astros.
Estudar os Astros é matéria indispensável, e ligar essa matéria ao Espírito indispensável é também. Para constituir um horoscopo, é necessário contar com os Signos, Astros, meses, dias e horas, as estações do ano podem ser dispensadas nos meus cálculos, porque os tenho incluídos nos movimentos do Tempo. [...]
A vida é uma Viagem, e vê o teu itinerário, escolhendo a função que te compete, que os Signos e Astros não falham, aproveita-os."
(Excerto da Introdução)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
A BNP dispõe de apenas um exemplar no seu acervo.
15€

28 janeiro, 2015

ARAGÃO, A. C. Teixeira de – DIABRURAS, SANTIDADES E PROPHECIAS. Por... Socio Effectivo da Academia Real das Sciencias de Lisboa. Lisboa, Por Ordem e na Typographia da Academia Real das Sciencias, 1894. In-4º grd. (24cm) de XII, 150, [2] p. ; il. ; E.
Ilustrado com fac-símiles de assinaturas no texto.
1ª edição.
“Haverá dez anos, revendo um maço de papelada, que havíamos escripto sobre vários assumptos em diversas epochas, condemnámos a um auto de fé a maior parte, escapando apenas das chammas este opusculo que, sem pretensões, oferecemos ao benevolo leitor. Não é romance: são esbocetos troncados, ou scenas de costumes, crenças e visões, devidas a embustes, a fraquezas de espirito e á educação fanática, que produzem de ordinario o embrutecimento moral. [...] Os nevropatas são espiritos ignorantes e fracos que se levam pela crendice da goécia. É a reacção mystica supplantando o materialismo pelo fanatismo da fé religiosa, e que na sua cegueira acceita todos os phenomenos por mais disparatados, como o pacto com o diabo, etc. [...] As superstições da gente ignorante ou pouco illustrada fluctuam entre o espirito de Deus e o do diabo. Na sua phantasia não ha personalidades definidas; do pequeno fazem grande, do sagrado profano; e a imaginação exaltada pinta-lhes ao mesmo tempo maravilhas e terrores. Os  cerebros encandecidos criam encantos surpreendentes, julgando sentir, ver e ouvir as bruxas com os seus sortilégios… [...] As abusões e praticas supersticiosas vem de tempos imemoráveis… [...] As superstições de um povo são o barometro por onde melhor podemos apreciar o grau da sua civilisação, tendo, sobretudo, em attenção que estes prejuizos não pertencem só ás classes rudes. Na sciencia temos a busca da pedra philosophal; e a astrologia judiciaria, com a consulta dos corpos celestes para conhecer o futuro, sevia de guia até ao fim do seculo XVII a alguns monarchas e pontifices.” (excerto da introdução)
Matérias:
Diabruras, o autor trata de Satanás, das Fadas, Feiticeiras e Bruxas e dos Lobisomem e Asininohomem.
Santidades, dos Bruxos Santos, Conventos e Mosteiros e O Santo Tribunal.
Profecias, refere dois falsos profetas famosos do século XVI.
Augusto Carlos Teixeira de Aragão (1823-1903). “Foi um militar, médico, numismata, arqueólogo e historiador português. Foi secretário geral do govêrno da Índia, aonde acompanhou o infante D. Augusto, e desde 1867 director do gabinete numismático do Rei D. Luiz I. Foi socio efectivo da Academia das Sciencias de Lisboa; da Sociedade de Geographia de Lisboa, da Sociedade de Sciencias Médicas, da Associação dos Arquitectos e Arqueólogos Portugueses; membro do Instituto Politécnico Português; do Instituto Vasco da Gama, do Instituto Geografico Argentino, da Academia Hungara de Paris, da Sociedade Numismatica Belga da Academia de Roma; do Instituto de Coimbra, da Academia Real de La Historia, de Madrid; do Instituto Historico e Geographico Brazileiro; e sócio honorário do Instituto Historico de S. Paulo. Como oficial do Exército Português, reformou-se no posto de general. É considerado um dos "pais" da numismática portuguesa.”
Encadernação em meia de pele com dourados na lombada. Conserva as capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
invulgar e muito curioso.
45€

04 agosto, 2012

CORTEZ, Jerónimo -  O NON PLUS ULTRA // DO LUNARIO, // E PRONOSTICO PERPETUO, // geral, e particular para todos os Reynos, // e Provincias, // COMPOSTO POR // JERONYMO CORTEZ, // VALENCIANO. // Emendado confórme o Expurgatorio da Santa Inquisiçaõ, // por ANTONIO DA SYLVA DE BRITO. // Novamente acrescentado nesta ultima impressaõ. // Com a Agulha de mariar, e sua Esfera armilar para governo dos // Navegantes e huma invenção curiosa de huns apontamentos, // e regras, para que se saibaõ fazer ponosticos: e discursos // annuaes sobre a falta, ou abundancia do anno; e // hum memorial de remedios universaes // para varias enfermidades. // LISBOA: MDCCLXVIII. // Na Officina de FRANCISCO BORGES DE SOUSA. // Com todas as licenças necessárias. In-8º (15cm) de [6], 318 p. ; il. ; E.
Muito ilustrado no texto com bonitas xilogravuras, dos signos do zodíaco e outras, vinhetas, capitulares, etc.
Contém inúmeras tabelas: lunares, dos eclipses solares, dos “dias caniculares”, de previsões astrológicas, etc., etc.
Curioso e famoso tratado astrológico e de medicina popular. Trata-se de um almanaque que reúne e versa sobre diversos assuntos como astrologia, alquimia, agricultura, medicina, previsão do tempo, etc.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Encadernação sólida, mas totalmente desprovida do revestimento em pele das pastas e da lombada; apresenta marcas de insecto, sobretudo na primeira parte da obra, afectando o texto numas poucas.
Muito invulgar.
75€