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28 abril, 2016

CABRAL, Luís & MEIRELES, Maria Adelaide - TESOUROS DA BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL DO PORTO. [Lisboa], Inapa, 1998. In-fólio (32cm) de [6], 197, [3] p. ; mto il. ; E. Colecção «Tesouros das Bibliotecas e Arquivos de Portugal»
1.ª edição.
Obra belíssima, impressa em papel de qualidade superior, profusamente ilustrada a cores reproduzindo alguns tesouros da nossa história - livros e manuscritos, autógrafos, mapas, etc. – zelosamente guardados na BPMP que é uma das três principais bibliotecas portuguesas.
“A estrutura do livro patenteia claramente as tipologias formal, temática e cronológica das nossas colecções: começando pelos Manuscritos (desde os pergaminhos de Santa Cruz de Coimbra aos Históricos…, passando pelos Ultramarinos até aos Legados e Doações e aos Autógrafos e Espólios, prossegue pela Cartografia até aos Impressos dos séculos XV a XIX). Vai o trabalho precedido por um texto sobre a História da BPMP…”
(excerto da introdução)
Encadernação editorial em tela verde com título e autores a seco na pasta anterior e sobrecapa policromada.
Exemplar em bom estado de conservação. 
Invulgar.
25€

06 junho, 2014

FIGUEIREDO, Fidelino - COMO DIRIGI A BIBLIOTHECA NACIONAL. (Fevereiro de 1918 a Fevereiro de 1919). Lisboa, Livraria Clássica Editora, A. M. Teixeira, 1919. In-8º (22,5cm) de 125, [3] p. ; B.
Muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
"Escrevo estas breves linhas de introducção ao relatorio da minha direcção da Bibliotheca Nacional no dia em que, pela dissolução do Parlamento, de que fazia parte, se fecha o periodo da minha vida aberto pela revolução de Dezembro, chefiada por Sidonio Paes. [...] Como me desempenhei do cargo de bibliothecario, que o Presidente Sidonio Paes e o Ministro da Instrucção me confiaram, digo-o no presente relatorio, cujo conteúdo esteve para ser exposto na Camara dos Deputados sob a forma mais viva de interpellação a um ministro. Para que essa interpellação se não fizesse, envidaram-se diligencias activas que não excluíram ameaças. O golpe de Estado facilitou a realização do designio dos adversarios da justiça e dos que põem as rivalidades pessoaes e as solidariedades partidarias acimas dos altos interesses o paiz."
(excerto da introdução)
Fidelino de Figueiredo (1889-1967). "Notabilizou-se como professor, historiador e crítico literário, tal como na faceta de ensaísta e de intelectual cosmopolita. Licenciou-se em Ciências Histórico-Geográficas na Faculdade de Letras, em 1910, iniciando a sua vida profissional por se dedicar ao ensino e à vida política nos conturbados tempos que se seguiram à implantação da República. Exerceu vários cargos públicos: funções no Ministério da Educação, director da Biblioteca Nacional e deputado. Fundou e dirigiu a Sociedade Portuguesa de Estudos Históricos e a Revista de História (1912-1928). Exilando-se em Madrid em finais da década de 20, por razões políticas, é contratado como professor de Literatura pela Universidade Central. Já na década de 30, depois de regressado a Portugal, celebrizou-se nas actividades de conferencista e professor convidado de Literatura em várias universidades europeias e americanas. Contratado pela recém-criada Universidade de S. Paulo (1938-1951), funda aí e, lodo de seguida, também na Faculdade Nacional de Filosofia do Rio de Janeiro, os Estudos de Literatura Portuguesa, de cujo magistério nasce um dinâmico grupo de discípulos, de entre os quais se contam prestigiados docentes e investigadores (António Soares Amora, Cleonice Berardinelli, Segismundo Spina, Carlos de Assis Pereira, Massaud Moisés, etc.). Além dos vários cursos de graduação e pós-gradução, dirigiu e colaborou activamente na revista de Letras (1938-1954), publicação da referida Univ. de São Paulo. Atingido por incurável e progressiva doença, deixou as funções docentes em S. Paulo, regressando definitivamente a Portugal, à sua casa de Alvalade.
Na área dos Estudos Literários, deixou uma vasta, fecunda e influente obra, nos campos da Crítica Literária e do Ensaio, da História e da Literatura Comparada, bem como da Teoría Literária. O seu grande contributo reside no propósito de contribuir para a profunda modernização teórico-metodológica das disciplinas que integram esta área de conhecimento. Neste domínio, criticou frontalmente os pressupostos teoréticos e os resultados da historiografia de Teófilo Braga, de matriz romântico-positivista. Neste esforço renovador, entre as suas grandes matrizes teóricas, destacam-se três: 1ª) a crítica "científica" francesa de finais do séc. XIX e inícios do séc. XX; 2ª) o influente pensamento hispanista de Miguel de Unamuno e M. Menéndez y Pelayo); 3ª) a filosofia estética do italiano Benedetto Croce. Foi ainda pioneiro na nova área da Literatura Comparada em Portugal, quer no domínio da sua conceptualização teórica, quer na elaboração de sugestivos estudos de crítica comparativista. Ao mesmo tempo, patenteando um agudo sentido cívico e manifestas preocupações existenciais, dedicou-se a uma contínua reflexão ensaística, de natureza cultural e filosófica, mais acentuada no final da sua vida."
(in http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/fidelino.htm)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
25€

06 janeiro, 2014

AZEVEDO, Pedro A. de & BAIÃO, Antonio – O ARCHIVO DA TORRE DO TOMBO. Sua historia, corpos que o compõem e organização. Por… Conservadores do mesmo archivo. Lisboa, [Imprensa Commercial], 1905. In-4º (23cm) de [4], 222, [2] p. ; [5] f. il. ; B. Annaes da Academia de Estudos Livres
1.ª edição.
Ilustrada com 5 estampas em extratexto.
“A mais antiga fortificação de Lisboa, está hoje representada só pelo vetusto castello de S. Jorge, nome que é relativamente moderno e que veio substitui a simples designação de Castello de Lisboa, que out’rora se empregava. […]
O castello era o que hoje chamam o castello dos mouros os ali residentes; e a torre principal, a torre de menagem, a torre mais forte e elevada, o ultimo reducto dos defensores era o cubello que depois se chamou a Torre do Tombo.”
(excerto do texto)
Matérias:
I. Historia
I – Edificio. II – Mobiliario. III – Organização.
II. Corpos
I – Documentos e livros da antiga Casa da Coroa. II – As Chacellarias, Inquirições, ect. III – Registo das Mercês. IV – Rapida vista do augmento dos corpos. V – Inventario e Catalogos. VI – Bibliotheca. VII – Sellos, quadros, moedas, etc. VIII – Documentos e livros dos jesuitas. IX – Collecções de copias. X – Collecções de negociações diplomaticas. XI – Manuscritos da Casa dos Tratados. XII – Archivo Militar. XIII – Cartorios do Santo Officio. XIV – Codices Illuminados. XV – Tratados e convenções de Portugal com as nações estrangeiras. XVI – Tratados de casamento. XVII – Diplomas fundamentaes do nosso Systema Constitucional. XVIII – Bullas aureas. XIX – Ordens Militares. XX – Intendencia geral da Policia. XXI – Archivo do Desembargo do Paço. XII – Mesa da Consciencia e Ordens. XXIII – Conselho da Fazenda. XXIV – Mesa Censoria. XXV – Provedorias. XXVI – Archivo do Ministerio do Reino. XXVII – Junta do Commercio. XXVIII – Maços de Leis. XXIX – Casa do Infantado e das Rainhas.
III. Organização
Appendice
As aulas de diplomacia e de paleographia.
Listas dos Guarda mores e dos Escrivães.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Lombada restaurada, sem o papel original.
Invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível

19 outubro, 2012

TESOUROS DA BIBLIOTECA PÚBLICA DE ÉVORA. Bicentenário, 1805-2005. Coordenação: João Ruas. Textos: José António Calixto, Isabel Vilares Cepeda, Maria Valentina C. A. Sul Mendes, João Ruas, Inácio Guerreiro, David Cranmer, Lúcia Mariano Veloso. [Prefácio de Isabel Pires de Lima, Ministra da Cultura]. Lisboa, Inapa, 2005. In-fólio (32cm) de 135, [1] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Obra belíssima, impressa em papel de superior qualidade e muito ilustrada com fotografias a cores de portadas de livros antigos, códices iluminados, plantas e mapas, etc.
“Não seria por certo previsível por Frei Manuel do Cenáculo, há dois séculos, que o exercício de dedicação e generosidade, ao criar a actual Biblioteca Pública de Évora, pudesse originar uma tal escala de grandeza que em muito ultrapassa o mero âmbito local, mesmo nacional, e que ombreia com as mais ricas bibliotecas europeias.” (excerto do prefácio)
Encadernação editorial em carmim com título a seco na pasta anterior e sobrecapa policromada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Esgotado.
Indisponível

02 setembro, 2011

CATÁLOGO DE LIVRO ANTIGO, SÉC. XVI-XVIII : Colecções de antigas instituições de ensino do Porto (Escola Normal e institutos Industrial e Comercial). Organização e coordenação: Maria Otília Chaves. Porto, Instituto Politécnico do Porto, Serviços de Documentação e Publicações, Biblioteca Central, 2004.
Tiragem: 500 exemplares.
"Dá-se notícia dos três núcleos documentais existentes nas instituições de ensino superior do Instituto Politécnico Porto, faz-se uma breve referência aos seus prestigiados percursos históricos e apresentam-se os respectivos indíces cumulativos (de autores e de obras anónimas, de títulos, de locais de impressão, impressores, editores e livreiros, assinaturas autógrafas e marcas de posse, cronológico e de língua de publicação)." (da apresentação)
Esmerada edição de fino recorte gráfico profusamente ilustrada com reproduções a cores de frontispícios e respectivas encadernações.
Excelente exemplar.
Curioso e muito invulgar, dada a exiguidade da tiragem.
Indisponível