PAÇO, Afonso do - CASTELO DE ARRAIOLOS. Separata do «Boletim da Junta Distrital de Évora» - N.º 6. Évora, [s.n. - Comp. e imp. na Gráfica Eborense, Évora], 1967. In-4.º (24,5cm) de 5, [3] p. ; [1] f. il. ; B.
1.ª edição independente.
Interessante monografia sobre o castelo de Arraiolos e os vestígios arqueológicos nele encontrados.
Ilustrada em extratexto com 1 folha (papel couché) contendo os desenhos das peças descobertas.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
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10€
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27 agosto, 2018
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15 dezembro, 2016
ATHAYDE, Alfredo - OSSADAS ROMANAS E VISIGÓTICAS. Por... Naturalista do Instituto de Antropologia da Universidade do Porto. Porto, Imprensa Portuguesa, 1948. In-4.º (23cm) de 19, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Trabalho ilustrado com fotogravuras no texto, que descreve com pormenor cinco ossadas humanas recolhidas em escavações arqueológicas efectuadas no distrito de Beja.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
1.ª edição.
Trabalho ilustrado com fotogravuras no texto, que descreve com pormenor cinco ossadas humanas recolhidas em escavações arqueológicas efectuadas no distrito de Beja.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
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30 janeiro, 2016
SILVA, Joaquim Possidonio Narciso da - NOÇÕES ELEMENTARES DE ARCHEOLOGIA. Obra illustrada com 324 gravuras e uma introducção do Sr. I. de Vilhena Barbosa, Socio Effectivo da Academia Real das Sciencias. Dedicada á memoria do illustre archeologo Mr. A. de Caumont. Por... Architecto da Casa Real, Socio correspondente do Instituto de França, Honorario do Instituto Real dos Architectos Britannicos, da Sociedade Franceza de Archeologia, da Sociedade Central dos Architectos de Paris, correspondente da Academia Real de S. Fernando, fundador do Museu de Archeologia em Lisboa, etc. etc. etc. Lisboa, Lallemant Fréres, 1878. In-4.º (23,5cm) de [22], V, [1], 314, [4] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Obra de referência dos primórdios do estudo da arqueologia em Portugal.
"N'este seculo, em que a civilisação tem caminhado progressivamente nas principaes nações, não podia esquecer por mais tempo um estudo que consiste em investigar o modo como começára a existência da raça humana desde o berço até o seu simultaneo desenvolvimento, não só dos objectos necessarios para a defeza exterior, como em relação aos usos domesticos e habitações: conseguindo-se por este curioso estudo formar juizo seguro ácerca da existencia interior do viver e dos costumes dos primitivos habitantes da terra."
(excerto do prólogo)
1.ª edição.
Obra de referência dos primórdios do estudo da arqueologia em Portugal.
"N'este seculo, em que a civilisação tem caminhado progressivamente nas principaes nações, não podia esquecer por mais tempo um estudo que consiste em investigar o modo como começára a existência da raça humana desde o berço até o seu simultaneo desenvolvimento, não só dos objectos necessarios para a defeza exterior, como em relação aos usos domesticos e habitações: conseguindo-se por este curioso estudo formar juizo seguro ácerca da existencia interior do viver e dos costumes dos primitivos habitantes da terra."
(excerto do prólogo)
Joaquim Possidónio Narciso da Silva (1806-1896). “Filho de
Reinaldo José da Silva e de Maria Luísa Narcisa da Silva, nasceu em Lisboa, em
7 de Maio de 1806, e faleceu na mesma cidade, em 3 de Março de 1896. Foi para o
Rio de Janeiro (Brasil), em 1807, acompanhando o pai, que tinha o cargo de
Mestre Geral dos Paços Reais. Regressou ao Reino em 1821, tendo estudado em
Lisboa com Domingos António de Sequeira, Maurício José do Carmo Sendim e
Germano Xavier de Magalhães. Em 1824 foi para Paris, onde frequentou a Escola de
Belas Artes. Entre 1828 e 1830 estudou em Roma, voltando posteriormente a
Paris, onde esteve ligado a trabalhos como os do Palais Royal e das Tulherias. Regressou
a Portugal em 1833, sendo encarregue de adaptar o Convento de São Bento a
Parlamento. Ainda nesse ano, publicou um trabalho sobre o ensino da
arquitectura no estrangeiro: O que foi e é a architectura, e o que aprendem os
architectos fora de Portugal. Lisboa: Imp. Silviana, 1833. Foi autor do
projecto do Palácio da Ajuda (1834, publicado em 1866); e do projecto de uns
banhos públicos na zona do Passeio Público (1835). Nenhum deles, no entanto,
chegou a ser concretizado. Enquanto arquitecto da Casa Real, projectou a
remodelação do Paço das Necessidades (1844-1846) e o Paço do Alfeite (anteriormente
a 1857). Foi autor de muitos estabelecimentos comerciais, cuja construção se
iniciava na Baixa de Lisboa. Trabalhou também na remodelação do Teatro de São
Carlos e do Palácio do Manteigueiro. Acabou por se dedicar a tempo inteiro à
arqueologia, tendo sido encarregado, por D. Pedro V, em 1858, de proceder a um
estudo técnico de monumentos nacionais. Foi um dos fundadores, em 1863, da
antiga Real Associação dos Arquitectos Civis e Arqueólogos Portugueses,
posteriormente Associação dos Arqueólogos Portugueses. A Associação foi a
responsável, em 1866, pela criação de um museu arqueológico, depois instalado
nas ruínas do Convento do Carmo, bem como de um boletim, a partir de 1865. Publicou,
em 1869 e 1873, trabalhos sobre a história da arquitectura, e em 1879 e 1887,
trabalhos sobre arqueologia. Foi membro de diversas comissões de estudo e
classificação de património construído, bem como de diferentes academias e
sociedades nacionais e estrangeiras.”
(fonte: digitarq.arquivos.pt)
Encadernação em meia de pele carmim com cantos, e ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Encadernação em meia de pele carmim com cantos, e ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Assinatura de posse na f. rosto. Penúltima página da introdução apresenta alguma (poucas) palavras sublinhadas a caneta.
Raro.
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17 abril, 2015
CAPEANS, Rosa - RESUMO DO ESTUDO ARQUEOLÓGICO DAS VIAGENS DE LISBOA A ANGOLA E DE LISBOA À ILHA DE SANTA HELENA, EM NAVIOS DE VELA, BASEADO NA RELATIONE DEL REAME DI CONGO ET DELLE CIRCONVICINE CONTRADE DE DUARTE LOPEZ & FILIPPO PIGAFETTA. Por... Do Instituto Português de Arqueologia, História e Etnologia, Preparadora do Museu Etnológico do Dr. Leite de Vasconcelos. Lisboa, [s.n. - comp. e impresso na Sociedade Nacional de Tipografia, Lisboa], 1938. In-4º (24,5cm) de 9, [3] p. ; [1] mapa desd. ; B.
I Congresso da História da Expansão Portuguesa no Mundo : 1.ª Secção
1.ª edição.
Ilustrada com um mapa desdobrável (23x30cm) da costa ocidental de África. Trata-se da reprodução fotográfica do Mapa e da «Derrota» (Diário de Bordo), que os Irmãos Bertrand, da travessa da Condessa do Rio, em Lisboa, magistralmente gravaram.
"A Relatione del Reame di Congo prova:
1.º - Que no século XVI os Portugueses tinham um perfeito conhecimento de todos os fenómenos do Atlântico do Capricórnio: ventos, calmas, correntes, etc.
2.º - Que até 1578 na viagem de Lisboa a Angola era apenas utilizada a navegação pela costa de África.
3.º - Que em 1578 um piloto português fez a primeira viagem de Lisboa a Angola pelo largo e simultaneamente a viagem de Lisboa à ilha de Santa Helena «por fora» (pelo largo)."
(conclusões do estudo)
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação. Capas sujas, Contracapa manchada de humidade.
Invulgar.
Indisponível
I Congresso da História da Expansão Portuguesa no Mundo : 1.ª Secção
1.ª edição.
Ilustrada com um mapa desdobrável (23x30cm) da costa ocidental de África. Trata-se da reprodução fotográfica do Mapa e da «Derrota» (Diário de Bordo), que os Irmãos Bertrand, da travessa da Condessa do Rio, em Lisboa, magistralmente gravaram.
"A Relatione del Reame di Congo prova:
1.º - Que no século XVI os Portugueses tinham um perfeito conhecimento de todos os fenómenos do Atlântico do Capricórnio: ventos, calmas, correntes, etc.
2.º - Que até 1578 na viagem de Lisboa a Angola era apenas utilizada a navegação pela costa de África.
3.º - Que em 1578 um piloto português fez a primeira viagem de Lisboa a Angola pelo largo e simultaneamente a viagem de Lisboa à ilha de Santa Helena «por fora» (pelo largo)."
(conclusões do estudo)
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação. Capas sujas, Contracapa manchada de humidade.
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07 janeiro, 2015
ANDRADE, Anselmo d' - SCIENCIA PREHISTORICA. Primeira parte. Paleontologia Humana : as populações lacustres. Lisboa, Typographia do Commercio, 1882. In-4º (27,5cm) de 127, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Estudos de paleontologia humana. Esta primeira parte referente às populações lacustres é tudo quanto foi publicado. Estaria previsto pelo autor e pelo editor publicar, na mesma colecção, em outros tantos volumes, estudos relativos às populações paleolíticas, neolíticas e da era do bronze, algo que nunca viria a acontecer.
"É facto sabido e incontestavel, que varias populações viveram, durante muitos seculos, nos lagos, nos rios ou nos pantanos, precavendo-se assim contra os perigos terrestres. A maior ou menor distancia da terra firme, encravavam-se estacas no chão mais ou menos lodoso, e vastos tablados se estendiam sobre ellas. Era ahi que as diversas familias da tribu lacustre construiam as suas moradas-. A cidade edificava-se assim sobre as aguas ou sobre os pantanos. Quando a familia crescia, e o numero das habitações tinha d'augmentar, a cidade então alargava-se, estendia-se mais n'um outro tablado adjacente, alevantado sobre novas estacas."
(excerto da introdução)
Matérias:
I - Habitações. II - Ethnographia. II - Chronologia. IV - Religião. V - Sociologia.
Anselmo José Franco de Assis de Andrade (1844-1928). "Foi um economista, grande proprietário agrícola, investigador, escritor, jornalista e político português. Foi ministro dos Negócios da fazenda de Portugal, no governo de Hintze Ribeiro (1900) e no último governo da Monarquia, presidido por António Teixeira de Sousa (1910).
Anselmo de Andrade formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Iniciou a sua actividade como escritor em 1866 com a obra Epopeias da História. Paralelamente, trabalhou com Eça de Queirós num projecto jornalístico que daría origem a As Farpas, publicações mensais feitas por Ramalho Ortigão e Eça. Anselmo de Andrade fez parte da Geração de 70, juntamente com Antero de Quental, Eça de Queirós, de Oliveira Martins e outros outros intelectuais que pretendiam revolucionar várias dimensões da cultura portuguesa, da política à literatura. Em 1875, mudou-se para Beja, onde abriu um escritório de advocacia e administrou as vastas propriedades herdadas dos seus tios. Exerceu o cargo de presidente da Câmara Municipal de Beja. Seguindo paralelamente uma carreira de escritor e investigador, elaborou extensa obra dedicada à paleontologia e publicou Populações Lacustres (1882). Ainda em Beja, publicou Viagens na Espanha, obra em que recolhe as impressões de viagens no país vizinho.
Implantada a República, abandonou a política, mas ainda foi vice-presidente da Cruzada Nun'Álvares. O seu trabalho na área económico-financeira, irá ter, nos anos seguintes, grande influência no meio académico, nomeadamente em António Oliveira Salazar, com quem se relacionou e por quem tinha elevado apreço."
(in Wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Carimbo de biblioteca na f. anterrosto. Lombada apresenta defeitos. Páginas algo oxidadas.
Invulgar.
10€
1.ª edição.
Estudos de paleontologia humana. Esta primeira parte referente às populações lacustres é tudo quanto foi publicado. Estaria previsto pelo autor e pelo editor publicar, na mesma colecção, em outros tantos volumes, estudos relativos às populações paleolíticas, neolíticas e da era do bronze, algo que nunca viria a acontecer.
"É facto sabido e incontestavel, que varias populações viveram, durante muitos seculos, nos lagos, nos rios ou nos pantanos, precavendo-se assim contra os perigos terrestres. A maior ou menor distancia da terra firme, encravavam-se estacas no chão mais ou menos lodoso, e vastos tablados se estendiam sobre ellas. Era ahi que as diversas familias da tribu lacustre construiam as suas moradas-. A cidade edificava-se assim sobre as aguas ou sobre os pantanos. Quando a familia crescia, e o numero das habitações tinha d'augmentar, a cidade então alargava-se, estendia-se mais n'um outro tablado adjacente, alevantado sobre novas estacas."
(excerto da introdução)
Matérias:
I - Habitações. II - Ethnographia. II - Chronologia. IV - Religião. V - Sociologia.
Anselmo José Franco de Assis de Andrade (1844-1928). "Foi um economista, grande proprietário agrícola, investigador, escritor, jornalista e político português. Foi ministro dos Negócios da fazenda de Portugal, no governo de Hintze Ribeiro (1900) e no último governo da Monarquia, presidido por António Teixeira de Sousa (1910).
Anselmo de Andrade formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Iniciou a sua actividade como escritor em 1866 com a obra Epopeias da História. Paralelamente, trabalhou com Eça de Queirós num projecto jornalístico que daría origem a As Farpas, publicações mensais feitas por Ramalho Ortigão e Eça. Anselmo de Andrade fez parte da Geração de 70, juntamente com Antero de Quental, Eça de Queirós, de Oliveira Martins e outros outros intelectuais que pretendiam revolucionar várias dimensões da cultura portuguesa, da política à literatura. Em 1875, mudou-se para Beja, onde abriu um escritório de advocacia e administrou as vastas propriedades herdadas dos seus tios. Exerceu o cargo de presidente da Câmara Municipal de Beja. Seguindo paralelamente uma carreira de escritor e investigador, elaborou extensa obra dedicada à paleontologia e publicou Populações Lacustres (1882). Ainda em Beja, publicou Viagens na Espanha, obra em que recolhe as impressões de viagens no país vizinho.
Implantada a República, abandonou a política, mas ainda foi vice-presidente da Cruzada Nun'Álvares. O seu trabalho na área económico-financeira, irá ter, nos anos seguintes, grande influência no meio académico, nomeadamente em António Oliveira Salazar, com quem se relacionou e por quem tinha elevado apreço."
(in Wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Carimbo de biblioteca na f. anterrosto. Lombada apresenta defeitos. Páginas algo oxidadas.
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10 abril, 2013
SANTOS, Reynaldo dos – A TORRE DE BELEM : 1514-1520. Estudo histórico
e arqueológico. Desenhos de Maria de Lourdes. Coimbra, Imprensa da
Universidade, 1922. In-4º (27cm) 131, [3] p. ; [2] f. il. ; il. ; B.
Ilustrado no texto e em separado.
“A tôrre, construída a partir de 1514, estava certamente
terminada cêrca de 1519, mas só em 1521, D. Manuel, nomeou o seu primeiro
alcaide e capitão-mór – Gaspar de Paiva – irmão do amo do príncipe, herói da
Índia sob Afonso de Albuquerque e mais tarde de Mamora, em Marrocos, de cujo
desastre conseguiu sair coroado de glória! E é a partir desta nomeação, que o
baluarte do Restelo passa a ser designado – Tôrre de S. Vicente a par de Belêm.
Mas não é apenas a época da sua construção e a biografia do
mestre que a dirigiu, o que através dos documentos procuraremos precisar; o
problema da filiação artística da Tôrre, põe-nos diante dum dos aspectos mais
interessantes da arte manuelina – o das suas reminiscências orientais.”
(excerto do antelóquio)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação.
Sobrecapa apresenta falha de papel, junto ao canto inferior direito.
Dedicatória (não do autor) a lápis na folha de guarda. Assinatura de posse na
f. anterrosto.
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História,
História - Descobrimentos,
História de Portugal,
Monografias,
Monumentos,
Rio Tejo
23 maio, 2012
CORRÊA,
Eugénio / MONTEZ, Paulino - VALORES DE PORTUGAL : Registo de Imóveis de
Interesse Histórico, Artístico ou Pitoresco e de Obras Naturais. CONCELHO DE
VISEU : Massa de Rochas e Penedos [e Estradas, Pontes e outras Obras atribuídas
aos Romanos]. Lisboa, Ministério das Obras Públicas, [196-]. 2 vol. in-fólio
(32x42) de 226, [9] p. e 182, [11] p. ; mto il. ; B.
Obra luxuosa de dimensões generosas, impressa em papel
couché, profusamente ilustrada com fotografias a p.b. e cores.
É tudo quanto foi publicado, de 8 vol. inicialmente
previstos.
“Registam-se, nesta publicação, e noutras similares, os mais
diversos valores encontrados no País, em zonas urbanas e rurais. São obras de
interesse histórico, de interesse artístico ou de interesse pitoresco; obras de
carácter popular ou erudito, […] antigas estradas, pontes e poldras; e obras
naturais (penedos ou massas rochosas, notáveis pelo seu aspecto e volume,
árvores de grande porte e trechos de paisagem).” (excerto da introdução, comum
aos 2 vol.) Exemplares brochados em bom estado de conservação.
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60€
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Viseu
28 abril, 2012
FONTES, Joaquim - O HOMEM FÓSSIL EM PORTUGAL : por... Assistente da Universidade de Lisboa. Lisboa, Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional, 1923. In-8º (20,5cm) de [4], 91, [1] p. ; [1] f. desdob. ; il. ; B. Colecção NATURA.
Extraído do Jornal de Sciências Naturais, Volume II, 1922.
Ilustrado no texto com desenhos de utensílios pré-históricos.
Contém f. desdobrável assinalando disposição de esqueletos postos a descoberto em escavação arqueológica.
"Ainda hoje se não sabe quando apareceu o Homem, ou o seu imediato antecessor, à superfície do globo. Arqueólogos bem notáveis teem recuado essa origem até o período terciário., sem que os documentos recolhidos possam todavia autenticar tão longínqua antiguidade. Essa questão tem dado origem a múltiplas discussões, e a sua bibliografia é já hoje extenssíssima. [...] O nosso objectivo visa só o estudo do Homem fóssil português." (excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
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15€
11 fevereiro, 2012

ALFAMA : Relatório da Comissão Executiva da valorização e conservação do carácter tradicional e secular do bairro de Alfama de 1963. Lisboa, [s.n.], 1964. In4º (27,5cm) de 15 p. ; il. ; B.Edição ilustrada com desenhos e fotografias a p.b., totalmente impressa em papel couché.
"Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa: Ao apresentarmos a V. Ex.a o relatório dos trabalhos realizados durante o ano de 1963, no bairro de Alfama, no prosseguimento da tarefa que nos impusemos de o valorizar nos seus aspectos perspécticos, panorâmicos, salubres e arquitectónicos, não podemos esquecer, de que se trata de uma bairro duramente atingido pelo terramoto de 1755..." (excerto do texto)
Bom exemplar.
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25 setembro, 2011
BONANÇA, João - HISTORIA DA LUZITANIA E DA IBERIA : Desde os Tempos Primitivos ao Estabeleciemnto Definitivo do Dominio Romano : Parte Fundada em Documentos atá ao Presente Indecifraveis : Obra illustrada de muitas gravuras de plantas e animaes das eras geologicas dos primeiros productos da industria humana e das primitivas moedas hispanicas; dos duzentos caracteres do alphabeto luziberico e de um amplo mappa geographico da Hispanha antiga contendo consideravel numero de povoações mais do que as inscriptas nos mappas até agora publicados e do que as mencionadas pelos antigos escriptores : por... Volume I [e único]. Lisboa, Imprensa Nacional [na capa] ; Empresa da Historia da Luzitania e da Iberia, 1891 [na capa] [no verso do rosto vem assinalado 1887]. In-4º (28cm) de 900, [5] p. il. ; il. ; E.
"João Bonança (1836-1924), foi um jornalista, escritor e político. Personagem controverso, foi padre, mas afastou-se da Igreja em 1870. Tornou-se jornalista e entrou na política. Participou em vários movimentos nacionais, entre eles na corrente para abolir a pena de morte e para a introdução do código civil. Escreveu sobre religião e sobre mudanças sociais. Ajudou a fundar o jornal “O Trabalho”. Era amigo de Antero de Quental e de Teófilo Braga, entre outros nomes da geração de 70. Em 1911, forma o partido político "Integridade Republicana", tendo-se candidatado à Presidência da Repúnlica, embora sem resultado."
Belíssima encadernação contemporânea inteira de pele com cercadura a ouro nas pastas e dourados na lombada; conserva as capas originais; a assinalar um pequeno restauro de amador no pé da capa anterior e uma assinatura de posse no anterrosto, em tudo o mais, estamos em presença de um excelente exemplar.
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30 julho, 2011
1.ª edição.
Documento antigo, de grande significado histórico, onde o autor contraria a tese de Alexandre Herculano, propondo-se esclarecer a atribuição do foral a Penela por Fernando Magno no século XI - seria a «Penela» do distrito de Viseu ou do distrito de Coimbra?...
1.º (e único) número publicado.
Exemplar em bom estado de conservação, apresenta no entanto, alguns sinais de antiguidade; a assinalar, uma mancha de humidade no pé da página do lado direito do opúsculo que acompanha toda a obra, sem contudo afectar o texto.
Encadernado com capas flexíveis com relevo entrançado a branco e a ouro; conserva as guardas originais.
Invulgar.
Com grande interesse histórico e regional.
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*REIS (Ricardo Simões dos),
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