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15 março, 2015

BOTTO, Antonio - CIUME : canções. Lisboa : Rio de Janeiro, Edições Momento, [1934]. In-8.º (18cm) de [112] p. ; B.
Marginália com dois ensaios críticos:
Antonio Botto e o problema da sinceridade, por João Gaspar Simões;
Palavras, de José Régio
1.ª edição.
Muito valorizada pela dedicatória autógrafa do poeta, datada de 1934, ao seu "ilustríssimo camarada Eugénio Navarro".
Apreciado livro de poesias de António Botto.

"Não mintas dessa maneira.

Vê-se -
Muito claramente,
Que é mentira quanto dizes,
E a mentira, muitas vezes,
- Quando não tem convicção
Em ves de afirmar, destroi
Toda a ilusão.

Mente com outro sorriso, -
Mas mente!,
Porque mentir
Infelizmente é preciso."

(poema 8)

António Tomás Botto (1897-1959). "Nasceu em Concavada, Abrantes, no dia 17 de Agosto de 1897, e morreu atropelado no Rio de Janeiro a 16 de Março de 1959. Foi muito novo para Lisboa na companhia dos pais. Trabalhou numa livraria, indo depois para África como funcionário público. Em 1947 partiu para o Brasil. A sua obra poética, admirada por Fernando Pessoa e pelo grupo da Presença, é vasta. No entanto, a sua obra mais conhecida é Canções, publicada em 1921 e desde logo causa de escândalo nos meios intelectuais portugueses por ser uma obra explicitamente pederasta.
Obras: Poesia – Trovas (1917); Cantigas de Saudade (1918); Cantares (1919); Canções (diversas edições, acrescentadas e revistas pelo autor, publicadas entre 1921 e 1932); Canções do Sul; Motivos de Beleza (1923); Curiosidades Estéticas (1924); Pequenas Esculturas (1925); Olimpíadas (1927); Dandismo (1928); Ciúme (1934); Baionetas da Morte (1936); A Vida Que te Dei (1938); Sonetos (1938); O Livro do Povo (1944); Ódio e Amor (1947); Fátima - Poema do Mundo (1955); Ainda Não se Escreveu (1959). Ficção – António (1933); Isto Sucedeu Assim (1940); Os Contos de António Botto (literatura infantil, 1942); Ele Que Diga Se Eu Minto (1945). Teatro – Alfama (1933)."
(in http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/botto.htm)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Corte lateral das folhas do livro, incluindo as capas, apresenta vestígios de humidade.
Invulgar.
35€

23 agosto, 2012

BOTTO, António - ISTO SUCEDEU ASSIM... Lisboa, Argo, 1940. In-8.º (19cm) de 36, [12] p. ; B.
1.ª edição.
Manuel:
Fui eu que a matei. Fui eu! E sinto a necessidade de confiar a alguém êste segredo.
Estou a ver a tua cara, estou a ver-te surpreendido, meu grande e querido amigo! Sim: Tudo está dentro de nós.
Mas, espera, tem paciência, e lê todo êste relato, esta dramática história em que eu sou o principal protagonista, - o desgraçado protagonista!

(Excerto da 1.ª parte do texto)
António Botto. Poeta, ficcionista e autor dramático português nascido a 17 de agosto de 1897, em Casal da Concavada (Abrantes), e falecido a 17 de março de 1959, no Rio de Janeiro. Começou por ser empregado numa livraria de Lisboa e, depois de uma curta estadia em Angola, foi funcionário público, até, em 1942, ser expulso do cargo que ocupava e optar por um exílio voluntário no Brasil. O seu nome encontra-se associado ao modernismo português, tendo recebido de elementos do Orpheu palavras de encarecimento, nomeadamente de Fernando Pessoa - que traduziria para inglês as Canções - e Raul Leal, admiração que transitaria para o segundo modernismo em estudos de Régio e Casais Monteiro. Projetado como caso público, após a apreensão do segundo volume de Canções (1922), o confessionalismo amoroso dessas composições, colocado ao serviço de uma homossexualidade assumida, gerou uma acérrima polémica de teor essencialmente moral em torno da sua postura literária. […] António Botto possui ainda uma faceta menos considerada como autor dramático, com melodramas de inspiração populista e naturalista. […] É ainda autor de obras de literatura infantil, tendo redigido pequenas narrativas exemplares para crianças nas quais predominam a fantasia, um tom ingénuo e coloquial.”
(Fonte: infopedia.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível

11 junho, 2011

BOTTO, António - HISTÓRIAS DO ARCO DA VELHAAntologia de contos infantis organizada por... Lisboa, Editorial Minerva, [1953]. In-8.º de 174, [1] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Excelente antologia organizada por António Botto, com belíssimas ilustrações em página inteira da autoria de Zéco (José Correia).
Exemplar razoável com as capas e lombada algo cansadas; dedicatória manuscrita no anterrosto.
Invulgar.
Indisponível
BOTO, António - FATIMA : Poema do Mundo. Aprovado por Sua Eminencia o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa D. Manuel Cerejeira. Rio de Janeiro, [s.n. - imp. Of. Graficas do Jornal do Brasil], 1955. In-4.º (24cm) de 62, [2] p. ; B.
1.ª edição.
"Primeira edição extraordinaria de quarenta mil volumes numerada e assinada pelo autor afim de solenizar a entrega de uma copia da imagem de Nossa Senhora do Rosário ás autoridades eclesiasticas do Rio de Janeiro por ocasião do Trigéssimo Congresso Eucaristico internacional, e com a aprovação, imprimatur, de Sua Eminencia o Senhor Cardial Patriarca de Lisboa Dom Manuel Gonçalves Cerejeira."
Primeira edição de quarenta mil exemplares numerada e assinada [chancela] pelo autor. Este é o numero: 9800.
Ilustrado com uma gravura de N. S. de Fátima.
Exemplar em bom estado de conservação, na sua quase totalidade por abrir; capa com pequenas manchas de humidade, e algo suja.
Invulgar.
Indisponível

11 dezembro, 2010

RÉGIO, José - ANTÓNIO BOTTO E O AMOR. Lisboa, Livraria Progredior, 1937. In-8º 188, [3] p. ; B. Col. Estudos de José Régio, 1.
1ª edição.
Bom exemplar, por abrir.
Invulgar.
50€