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27 abril, 2017

CALLIXTO, Vasco - UM MONUMENTO AOS PIONEIROS DA AVIAÇÃO. [Amadora], Câmara Municipal da Amadora, 1980. In-8.º (20,5cm) de 53, [3] p. , il. ; B.
1.ª edição.
Conferência proferida pelo autor na CMA a 8 de Abril de 1980, por ocasião do 44.º aniversário da conclusão da última grande viagem aérea dos tempos heróicos da «velha» Aviação Portuguesa.
Ilustrada no texto com reproduções de fotografias e portadas de jornais de época.
"A primeira manifestação aeronáutica realizada na Amadora, teve lugar a 7 de Julho de 1912, um domingo, «nos terrenos do Casal do Borel», como referiu a imprensa da época. Devo esclarecer que este casal ainda existe, entre a estrada dos Quatro Caminhos (a estrada de acesso à Amadora) e a estrada de Sintra, e veio a ser nas vizinhanças do Casal do Borel que mais tarde se instalou o aeródromo da Amadora, onde hoje está a Academia Militar. E a primeira manifestação aeronáutica realizada na Amadora, há 67 anos, como ia dizendo, foi um muito concorrido «Concurso de Papagaios». [...]
Seis meses depois desta festa, um avião voou na Amadora! Agora, sim, era a autêntica aviação que chegava à «irrequieta» povoação. Fora o avião do já citado aviador francês Alexandre Sallés."
(excerto de Um «Concurso de Papagaios»...)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Alguns sublinhados (poucos) ao longo do livro.
Invulgar.
10€
Reservado

06 março, 2016

CONTOS POLICIAIS - «A última Noite» de Maria Madalena Rolim Patriarca : «A Mentira» de Maria Manuela da Graça Elias : «O Sinecura» de Agostinho Rodrigues». Amadora, Câmara Municipal da Amadora/Serviços Municipais de Turismo, 1992. In-8.º (21cm) de 76, [4] p. ; B.
1.ª edição.
Capa: Ludgero Rôlo
Os contos policiais que constam deste livro são os três primeiros classificados do concurso organizado pela CMA, em colaboração com a Associação Policiária Portuguesa, com a premissa da acção do conto decorrer na cidade da Amadora.
"Durante muitos anos, Ávila Gaspar fora cabo numa aldeia da Beira. Apesar de já lá irem quase trinta anos, ainda o espantava a frieza da sua própria voz quando, numa manhã de Março, comunicara a um pobre homem o assassínio do filho menor.
'Á facada', respondera laconicamente, quando o velho lhe perguntara ansioso: 'Como é que foi, senhor guarda?'.
Durante muito tempo, o homem permanecera em silêncio. Que sentiria? Depois agarrara numa enxada, pusera-a aos ombros e saíra, explicando que tinha de amanhar a fazenda antes que chovesse.
'Antes que o vissem chorar', pensara Ávila na altura."
(excerto de A Última Noite)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Pouco vulgar.
10€