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30 janeiro, 2019

BANCO PORTUGUÊS DO ATLÂNTICO : 1919/1969. Direcção Literária e Iconográfica de Agustina Bessa-Luís. Direcção Artística e Arranjo Gráfico de Armando Alves. Porto, Edição do Banco Português do Atlântico, 1969. In-4.º grd. (28cm) 247, [6] p. ; mto. il. ; E.
1.ª edição.
Belíssima edição comemorativa dos 50 anos do BPA, de grande esmero e apuro gráfico, profusamente ilustrada a negro e a cores no texto e em separado.
Encadernação editorial com ferros gravados a ouro na lombada.
Exemplar em bom estado conservação.
Invulgar.
30€

27 agosto, 2017

AMZALAK, Moses Bensabat - O BANCO DE LISBOA. Lisboa, Instituto Superior de Comércio de Lisboa : Museu Comercial - Oficinas da secção de publicidade, 1919. In-8.º (22,5cm) de 58, [2] p. ; [2] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Monografia histórica sobre o Banco de Lisboa, primeira instituição bancária em Portugal, que daria origem ao Banco de Portugal.
Impressa em papel de superior qualidade, e ilustrada no texto com tabelas e quadros, e em separado, com duas folhas desdobráveis.
Livro muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
"O Banco de Lisboa (1821-1846) foi instituído por Carta de Lei de 31 de Dezembro de 1821, como banco comercial e banco emissor, gozando do privilégio de exclusividade, durante 20 anos, da faculdade de emissão de notas. Este privilégio foi confirmado por Carta de Lei de 7 de Junho de 1824. Estava autorizado a fazer as seguintes operações: descontar letras de câmbio e outros papéis de crédito; emprestar sobre penhores e hipotecas; comprar e vender papel-moeda, outros papéis de crédito, ouro e prata; aceitar depósitos, à ordem ou a prazo, de dinheiro de particulares.
Durante o ano de 1822 foram publicados o Regulamento do Banco de Lisboa (25 de Junho) e o regulamento interno (21 de Dezembro).

Nas suas funções emissoras de papel-moeda, o Banco de Lisboa produziu algumas das primeiras notas que circularam em Portugal. As notas, de grande valor estético, foram desenhadas pelo pintor Domingos Sequeira, que era accionista do Banco, e impressas em papel fornecido pela Fábrica de Alenquer, passando depois a ser comprado em Inglaterra.
No ano de 1825 foi aberta uma filial na cidade do Porto.
Por Decreto de 19 de Novembro de 1846 a Companhia Confiança Nacional foi integrada no Banco de Lisboa, passando este a designar-se Banco de Portugal."

(fonte: www.aatt.org)
Índice:
I - Os antecedentes. II - A fundação do Banco. III - A sua organização. IV - 1822-1840. V - Bibliografia.
Moses Bensabat Amzalak (1892-1978). "Professor de Economia e Reitor da Universidade Técnica de Lisboa. Publicou mais de trezentos trabalhos. Presidente da Academia das Ciências de Lisboa e da Associação Comercial de Lisboa. Administrador do jornal O Século e da SACOR. Presidente da Comunidade Israelita de Lisboa (1927-78). Recebeu a Legião de Honra francesa e também a Ordem do Império Britânico."
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas escurecidas.
Raro.
Indisponível

20 abril, 2017

MACHADO, Herlander Alves - DESPEDIMENTO SEM INDEMNIZAÇÃO OU COMPENSAÇÃO DE UM TRABALHADOR DO BANCO NACIONAL ULTRAMARINO EM 27.11.74 COM 25 ANOS DE SERVIÇO. Documentos. [S.l.], [Edição do Autor - imp nas Oficinas Gráficas Manuel A. Pacheco, Lda., Lisboa], [1974]. In-4.º (23cm) de 74, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Processo contra o autor - funcionário superior do B.N.U. durante 25 anos - que culminaria com o seu despedimento/saneamento sem qualquer compensação ou indemnização. Importante peça jurídica para a compreensão das relações laborais durante o período conturbado que se seguiu ao 25 de Abril de 1974.
Herlander Alves Machado (n. 1927). Ingressou nos quadros do pessoal do Banco Nacional Ultramarino em 1 de Agosto de 1949. Licenciou-se em Letras (História e Filosofia) em 1955, completando em seguida o Curso de Ciências Pedagógicas de 1959. Foi professor do Ensino Técnico Oficial durante 12 anos.
Trabalhou, desde 1949, na Contabilidade, no Contencioso, na Inspecção do Continente e Ilhas, no Serviço de Estudos Económicos, na Secretaria Geral e no Serviço de Pessoal (onde permaneceu desde 8-1-68 até 7-6-74, apesar de ter formulado sucessivos pedidos para ser transferido para outras funções). Tendo obtido aprovação em todos os concursos internos, percorreu a escala hierárquica estabelecida até atingir o posto de Director de Serviços.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas levemente manchadas por acção da luz.
Raro.
Com interesse histórico.
15€

14 novembro, 2014

RELATORIO ESPECIAL APRESENTADO PELA DIRECÇÃO DO BANCO DE PORTUGAL Á ASSEMBLÊA GERAL DOS ACCIONISTAS NA SESSÃO ANNUAL EM 20 DE JANEIRO DE 1862 SOBRE A EXTINCÇÃO DA AGENCIA DO BANCO NO RIO DE JANEIRO. Lisboa, Imprensa Nacional, 1863. In-8.º (21cm) de [1], 15, [3] p. ; B.
1.ª edição.
Relatório que daria origem a um processo infindável entre Tomás Maria Bessone, sócio da Bessone Basto & C.ª, sob cuja firma funcionava a agencia do Banco de Portugal no Rio de Janeiro e o Banco de Portugal. Opúsculo que trata das desinteligências financeiras insanáveis que culminariam com o encerramento da agência no Rio de Janeiro. Fundado com o estatuto de sociedade anónima, em 1846, até à sua nacionalização, em 1974, o Banco de Portugal era maioritariamente privado.
"Senhores Accionistas:
A agencia na praça do Rio de Janeiro, que funccionava desde junho de 1861 sob a firma social solidaria de Bessone Basto & C.ª, continuou as suas operações, e em julho d'aquelle anno já se havia tratado de pessoa idonea para substituir, em caso de ausencia, o socio sr. Francisco Teixeira Basto, residente no Rio de Janeiro; mas diversas circumstancias fizeram adiar essa substituição, até que a agencia participou que o socio Basto viria á Europa munido de esclarecimentos, para offerecer á direcção algumas reflexões sobre o andamento futuro da agencia, de accordo com o seu chefe residente em Lisboa.
A direcção convidou, portanto, o sr. Thomás Maria Bessone a uma conferencia em 10 de fevereiro proximo passado, para poder ser elucidada por elle pessoalmente ácerca d'esta viagem e de algumas idéas suggeridas pela agencia, bem como de propostas de alterações no seu regulamento..."
(parágrafos iniciais do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro e muito curioso.
Sem indicação de registo na BNP ou em qualquer outra fonte bibliográfica.
Indisponível

28 abril, 2012

A MUNDIAL – Companhia de Seguros, Sociedade Anonima de Responsabilidade Limitada. Capital 1.500:000$00 Esc. – inteiramente realizado. TITULO DE 5 ACÇÕES – N.os 10141 a 10145 – do valor nominal de 500$ escudos, em nome de D. Guilhermina Julia Pereira..
Lisboa, 3/6/ 1925.
In-fólio (23,5x34cm) de [2] f.
Em 1913 surge a “Mundial” tendo ao longo das suas quase nove décadas de vida, incorporado outras seguradoras, sendo as mais importantes “A Pátria-Sociedade Alentejana de Seguros”, fundada em 1915 e a “A Confiança, Companhia Aveirense de Seguros”, fundada em 1940.Uma portaria ministerial de 24 de Outubro, publicada no Diário do Governo nº 252, autorizou a criação da “A Mundial – Companhia de Seguros”, Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada, com um capital de esc: 500.000$00, com sede em Lisboa, no Largo do Chiado, nº 8, então denominado Largo das duas Igrejas. A Companhia inicia a sua actividade muito ligada aos Acidentes de Trabalho, tendo sido a primeira Seguradora a tirar partido da nova legislação deste Ramo, publicada por Lei em 24 de Julho de 1913.
Bom estado de conservação. 
Invulgar.
Indisponível

27 março, 2012

BANCO ECONOMIA PORTUGUÊSA, Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada. Capital Social = Esc. 2:000.000$00, dividido em 20.000 acções de 100$ cada uma. TITULO DE CINCO ACÇÕES = Esc. 500$, ao Portador. 
Lisboa, 15/06/1918.
Tip.: E. Barrault - Lisboa.
In-fólio (26,5x39cm) de [2] f. 
Bom estado de conservação. 
Invulgar.  
Indisponível