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14 fevereiro, 2018

ANDRADE, Eugénio de & BARROS, Jorge - O COMUM DA TERRA. [Porto], Edições Asa, 1992. In-fólio (30cm) de 103, [3] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
A poesia de Eugénio de Andrade, complementada pelas fotografias de Jorge Barros, deram corpo e alma a este belíssimo album de apurado sentido estético.
Edição especial, belissimamente ilustrada, impressa em papel Phoenix de 170 gramas.
O Comum da  Terra é a única obra do Poeta publicada com texto manuscrito.
Eugénio de Andrade (1923-2005). "Desenvolve a parte mais importante da sua obra no Porto, para onde foi viver relativamente jovem por razões profissionais. Recebeu diversas distinções e prémios nacionais e internacionais. Nasceu José Fontinhas, mas adotou o nome artístico de Eugénio de Andrade, nome pelo qual ficará conhecido. A sua vida começa no Fundão. Segue depois para Lisboa e Coimbra, antes de se fixar no Porto, como inspetor administrativo do Ministério da Saúde. O seu primeiro livro, “Adolescente“ foi editado em 1942, mas é “As mãos e os Frutos”, em 1948, que lhe dá grande visibilidade. Escreveu sempre ao longo da sua vida e publicou dezenas de livros, participando ainda em diversas antologias. Foi também autor de livros infantis e tradutor. Entre os autores que traduziu encontra-se Garcia Lorca. É também um dos poetas portugueses mais traduzidos. Entre outros foi-lhe atribuído o grau de Grande Oficial da Ordem de Sant’Iago da Espada e a Grã-Cruz da Ordem de Mérito, o Prémio da Associação Internacional dos Críticos Literários, O Prémio Europeu de Poesia da Comunidade de Varchatz (da ex-Jugoslávia), o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e o Prémio Camões."
(Fonte: http://ensina.rtp.pt/artigo/um-biografia-de-eugenio-de-andrade/)
E
ncadernação editorial em tela com ferros gravados a seco e a cinza, e com aplicação manual de gravura na pasta frontal.
Invulgar e muito apreciado.
Exemplar em bom estado de conservação.
20€

10 fevereiro, 2018

ANDRADE, Eugénio de - PEQUENO CADERNO DO ORIENTE : NOTEBOOK OF THE ORIENT. Desenhos - Illustration: Carlos Marreiros. Macau, Instituto Camões, Instituto Cultural da R. A. E. de Macau, Instituto Português do Oriente, 2002. In-fólio (30cm) de [8], 106], [2] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição independente. Primeiramente publicado no n.º 18, II Série, 1.º trimestre de 1994, na Revista de Cultura (Macau).
Tiragem: 1000 exemplares.
As poesias, apontamentos e prosas poéticas deste "Pequeno Caderno do Oriente" foram escritos em Macau pelo poeta Eugénio de Andrade, durante uma visita de alguns dias a Macau e à China, em Outubro de 1990.
Carlos Marreiros fez as ilustrações para a edição deste "Caderno" especial da RC, em Novembro de 1993.
Bonita edição trilíngue (português/inglês/mandarim), impressa em papel de qualidade extra, e superiormente ilustrada a sépia ao longo das páginas do texto.
Sumário:
- Camilo Pessanha, o Mestre. - Ofício de Paciência. - Jardim de Lou Lim leoc. - As Pedras. - Pedro Profunda. - As Montanhas Verdes. - Templo da Barra. - Canto Solar. - Balança. - Em Defesa de Camões. - Aproximação de Coloane. - O Nome na Água.
"Sempre tive Camilo Pessanha como exemplo da mais alta ascese poética; digamos, um homem da raça de Baudelaire, ou de Kavafis. Pessoa, Pessanha, Cesário, Camões - e agrada-me citá-los assim a contrapelo - foram sempre para mim os nomes supremos da poesia de língua portuguesa. [...] Mas de todos eles, creio que só a Camilo Pessanha amei em segredo como mestre."
(excerto de Camilo Pessanha, o Mestre)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
20€

26 setembro, 2012

ANDRADE, Eugénio de – ANTOLOGIA PESSOAL DA POESIA PORTUGUESA. Porto, Campo das Letras, 1999. In-8º (21cm) de 499, [21] p. ; E. Colecção Campo da Poesia, 22
Desenho da capa: Le Bouquet, Pablo Picasso, 1958 
Rara 1ª edição esgotada em poucos dias após a sua publicação em Nov. 1999. 
Muito valorizada pela dedicatória autógrafa do autor a Eduardo Prado Coelho.
“«Esta é a poesia portuguesa que, após mais de quarenta anos de lê-la , a memória me traz à tona. Às vezes é só um verso (Floriram por engano as rosas bravas..., E cercarom-mi as ondas, que grandes som...) outras é todo o poema (Aquela triste e leda madrugada/ Cheia toda de mágoa e de piedade..., Dá a surpresa de ser,/ é alta, de um louro escuro...) que me procuram e insistem  em acompanhar. São estas cintilações da memória que, depois de tanto tempo de convívio, ainda amo, e em grande parte à sombra das quais a minha própria poesia cresceu, que resolvi partilhar com os outros. É só isto, esta antologia: uma escolha pessoalíssima, portanto, a estimular outras, igualmente pessoais, que os leitores não deixarão de fazer em diálogo comigo
É assim que começa a introdução do poeta Eugénio de Andrade à "sua antologia pessoal da poesia portuguesa", "a mais nobre expressão do génio" nacional, um volume de 500 páginas, com poemas de 58 autores, dos trovadores medievais até Ruy Belo.” 
Eugénio de Andrade (pseudónimo de José Fontinhas) (1923-2005). “A sua infância foi passada com a mãe, na sua aldeia natal [em Póvoa de Atalaia, Fundão]. Mais tarde, prosseguindo os estudos, foi para Castelo Branco, Lisboa e Coimbra, onde residiu entre 1939 e 1945. Em 1947 entrou para a Inspecção Administrativa dos Serviços Médico-Sociais, em Lisboa. Em 1950 foi transferido para o Porto, onde fixou residência. Abandonou a ideia de um curso de Filosofia para se dedicar à poesia e à escrita, actividades pelas quais demonstrou desde cedo profundo interesse, a partir da descoberta de trabalhos de Guerra Junqueiro e António Botto. Camilo Pessanha constituiu outra forte influência do jovem poeta Eugénio de Andrade. Embora não se integre em nenhum dos movimentos literários que lhe são contemporâneos, não os ignorou, mostrando-se solidário com as suas propostas teóricas e colaborando nas revistas a eles ligadas, como Cadernos de Poesia; Vértice; Seara Nova; Sísifo; Gazeta Musical e de Todas as Artes; Colóquio, Revista de Artes e Letras; O Tempo e o Modo e Cadernos de Literatura, entre outras.”
Encadernação editorial com sobrecapa policromada.
Excelente exemplar. 
Invulgar.
Indisponível