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13 julho, 2018

COUTO, João - OS PAINEIS FLAMENGOS DA ILHA DA MADEIRA. Seu merecimentos, valorização e conservação. (Conferência realizada no Liceu Nacional do Funchal em 4 de Janeiro de 1955). [Por]... Director do Museu Nacional de Arte Antiga. Funchal, Edição da Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal, 1955. In-8.º (21,5cm) de 32, [2] p. ; [6] p. il. ; B.
1.ª edição.
Capa: Paineis de um políptico português, expostos na Capela-mor da Igreja de Santa Cruz.
Livro ilustrado em extratexto com 9 fotografias a p.b., impressas sobre papel couché.
"O facto do Dr. Manuel Cayola Zagalo ter um dia trazido ao conhecimento do público a série de painéis flamengos existentes em várias igrejas da Ilha da Madeira constituiu um acontecimento deveras notável e com largas repercussões, não só no estudo das artes dos Países Baixos, mas também no da arte nacional.
Portugal ficou singularmente enriquecido com esta contribuição e o sucesso que o exame das tábuas despertou em toda a parte e entre os especialistas que acorreram ao 16.º Congresso da História de Arte e à 5.ª conferência do Restauro, ambas realizadas em Lisboa, foi clamoroso e definitivo."
(Excerto da conferência)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

02 outubro, 2016

VASCONCÉLLOZ, Prof. Dr. António de - REAL CAPELLA DA UNIVERSIDADE (Alguns apontamentos e notas para a sua história). Coimbra, Imprensa da Universidade, 1908. In-4.º (24cm) de 263, [1] p. ; [3] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Edição de prestígio sobre a capela da Universidade de Coimbra, totalmente impressa sobre papel couché. Ilustrada no texto com bonitas capitulares, desenhos em várias cores e fotogravuras, e com três estampas em separado.
Muito valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
"O presente opúsculo não foi escrito com pretensões literárias, nem tampouco houve o intuito de nelle se produzir um trabalho histórico definitivo. Nada disso.
No desempenho do seu cargo de director do archivo de Universidade, o obscuro autor destas linhas tem ali encontrado bastantes referências e documentos desconhecidos, relativos à real capella universitária. Encarregado por outro lado, ha seis annos, da direcção da mesma real capella, tem tomado conhecimento dos serviços, do pessoal e do material deste estabelecimento, e ao mesmo tempo tem recolhido interessantes tradições, prestes a perderem-se."
(excerto do preâmbulo)
"Remonta aos inícios da nacionalidade portuguêsa a fundação da capella real de S. Miguel nos paços da Alcáçova em Coímbra. Assentando nesta cidade a sua residéncia habitual, el-rei D. Affonso Henríquez erigiu no seu próprio palácio uma capella, onde quotidianamente se celebrasse o Sacrifício eucarístico, e se recitassem privadamente as horas canónicas, para satisfação da piedade de el-rei e da régia família."
(excerto da Cap. I, A capella real de S. Miguel em Coimbra)
Matérias:
I - A capella real de S. Miguel de Coimbra. II - Edifício e objectos de culto. III - Actos do culto. IV - Pessoal e seus vencimentos.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas e lombada frágeis, com defeitos. Apresenta mancha de humidade antiga, na parte inferior do livro (sem afectar a mancha tipográfica), transversal a toda a obra.
Raro.
Indisponível

09 outubro, 2015

BARREIROS, Cónego Manuel de Aguiar - DUAS OBRAS INCOMPARÁVEIS DE ESCULTURA RELIGIOSA. Braga, [s.n. - imp. Oficinas Gráficas «Pz», Braga], 1946. In-4º (24,5cm) de 14, [2] p. ; [2] f. il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrada em separado com duas gravuras alusivas ao tema, impressas sobre papel couché.
"Em «A Alma da Alma do Sameiro» ficou dito que as esculturas do altar e retábulo de Nossa Senhora do Sameiro têm a autoria do extraordinário quanto modesto escultor Américo Gomes. A elas se fez, então, referência, se não pormenorizada, ao menos assás persuasiva da sua grande beleza. Isso, todavia, não impece que a duas delas - o delicioso baixo relevo do frontal do altar e o majestoso grupo da Trindade que, no entablamento do retábulo, se ostenta abrangido pelo ático - não houvera de as acompanhar um estudo especial; que assim o exigem a concepção e execução maravilhosas destes trabalhos de arte, a bem dizer, espiritualizada, numa perfeita aliança da beleza da forma com a beleza da ideia."
(excerto da introdução)
Matérias:
- O baixo relevo da Natividade de Jesus.
- O grupo escultórico da Trindade.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Ausência da f. anterrosto.
Manuel Aguiar Barreiros (1874-1961). “Fundador do Tesouro-Museu Professor de Arqueologia e Arte no Seminário Conciliar de Braga, Manuel Aguiar Barreiros nasceu na freguesia de Santa Maria Maior, na cidade de Viana do Castelo, em 28 de Junho de 1874, vindo a falecer a 31 de Agosto de 1961, com 87 anos de idade. Ficou sepultado, em Braga, no cemitério de Monte d'Arcos. Foi o principal colaborador do Arcebispo D. Manuel Vieira de Matos (1922-1932) no processo de reconhecimento oficial do Estado da criação do «Tesoiro de Arte Sacra, que ficará a cargo do Cabido da Sé, a fim de ser evitada dispersão dos objectos daquele género de considerável valor artístico ali existentes», como se lê no Decreto de 25.03.1956. Como seu primeiro organizador e director, inventariou e organizou o que existia disperso pela Catedral. Adquiriu várias peças. Algumas, como a Cruz da primeira Missa no Brasil, são oferta sua. Restaurou o que era urgente conservar. Todas foram estudadas, com dedicação e profundidade, e referenciadas, depois, no seu "Catálogo e Guia do Tesouro Museu da Sé Primaz" (1954). Durante vários anos, "A Catedral" (título de uma obra sua) nos seus estilos e pormenores foi objecto de aturado e refinado carinho."
(in http://www.diariodominho.pt)
Invulgar.
Indisponível

05 setembro, 2015

BARREIROS, P.e Manuel d'Aguiar - A CAPELLA DOS "COIMBRAS". Dedicada a Nossa Senhora da Conceição da Guia em Braga. Porto, Marques Abreu, 1922. In4º (25cm) de 15, [1] p. ; [12] p. il. ; B.
1.ª edição.
Muito ilustrada com fotografias e desenhos esquemáticos da Capela em folhas separadas do texto.
"Como é sabido, o denominado estylo Manuelino resultou da combinação do estylo ogival florido, ou flamejante, e da Renascença. Foi assim que, em identidade de circumstancias, se constituiram, nos fins do seculo XV e principios do seculo XVI, o Primitivo, na Italia; o de Francisco I, na França; o da Rainha Izabel, na Inglaterra; o Plateresco, na Hespanha.
Distinctos entre si pela feição especial de cada um, não obstante a communidade do ideal acariciado por este periodo de transição, d'entre elles é, sem duvida, para nós e, somos tentados a dizel-o, para todos quantos o teem estudado, o Manuelino o mais interessante. [...]
Do lindo palacete dos Coimbras, demolido, não vae ha muito tempo, pela inesthetica rasoura dos alargamentos camararios, nada remanesce, a não ser as cantarias de algumas suggestivas portas e janellas e o vistoso alfarge do salão nobre, guardados á espera de uma futura reconstrucção, desde logo intentada pelo culto e illustre representante actual da nobre familia, o Ex.mo Snr. D. José de Lencastre.
De pé ficou sómente a capella, a qual, felizmente, as bandeirolas do municipio não abrangeram; e, se é certo já ter desmerecido, que parte, do primitivo donaire, por abafada, no principio do seculo XVIII, pela construcção da capella de Santo Antonio o Esquecido, arrimada, no alto, ao flanco oriental, e, mais ainda, pelo accrescentamento da Egreja parochial de S. João do Souto, que lhe escondeu inteiramente a face do norte, nem por isso ella deixa de  impôr-se á consideração de todos, pelo marcado destaque e peregrina belleza que a caracterisa, sem rival, no paiz."
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas sujas, levemente oxidadas.
Invulgar.
Indisponível

03 setembro, 2015

ALMEIDA, Rodrigo Vicente de - A CRUZ DE VILA VIÇOSA. Monografia histórica, redigida à vista de documentos inéditos existentes na Biblioteca Real da Ajuda, pelo oficial da mesma biblioteca... Comentário em guisa de Prefácio pelo Dr. João Couto, Director do Museu Nacional de Arte Antiga. 2.ª edição dada à estampa pela Fundação Casa de Bragança. Lisboa, Fundação da Casa de Bragança, 1957. In-4º (25,5cm) de 48, [12] p. ; [3] f. il. ; B.
Bonita monografia adornada com três estampas: um retrato do autor e duas representações da cruz-relicário, vista pelas faces, anterior e posterior.
                              ...............................................
"Rodrigo Vicente de Almeida conseguiu decobrir o nome do autor da peça de Vila Viçosa - Francisco de Vellejo -, oriundo de Castela, mas servidor da Casa de Bragança ao qual foi confiado «o desempenho do valioso artefacto confiado à sua habilidade e honradez».
Principiada em 1656-1657 o artista trabalhou depois na cruz para o Santíssimo Lenho da sereníssima Casa de Bragança e fê-lo com toda a competência e aplicação de que era capaz.
O autor da monografia, seguindo os documentos trocados com António de Cavide, escrivão da puridade do rei D. João IV, dá-nos a história da fabricação, dos gastos feitos com a obra e da forma como a encomenda se liquidou." 
(excerto do prefácio)
"A ilustre Casa de Bragança era já, antes de subir ao trono, uma das mais poderosas da Europa, rivalizando em magnificência com algumas cortes, como escreveram historiadores desse tempo, entre os quais os estrangeiros Filippe Cluverio e João Brotero, que a reputavam senhora da terça parte de Portugal, e o seu chefe o mais rico vassalo de toda a Europa. [...]
Entre os objectos de culto possuía a capela do paço ducal de Vila Viçosa inúmeras relíquias, tornando-se sobre todas notável um grande Santo Lenho, no qual o duque D. Teodósio II, conforme no-lo conta o autor da História Genealógica, institui um morgado que intitulou: Morgado da Cruz.
É a história da notável relíquia e da preciosa cruz que a encerra que hoje intentamos narrar, apoiado nos documentos originais existentes entre os Mss. da Biblioteca Real da Ajuda..."
(excerto da introdução, O Morgado da Cruz)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Pouco vulgar.
10€

31 agosto, 2015

GONÇALVES, J. Cardoso - UMA JÓIA DA ILUMINURA PORTUGUESA : o Missal Pontifical de Estevão Gonçalves Neto. Por... Da Associação dos Arqueólogos Portugueses. Estudos-Nacionais sob a égide do Instituto de Coimbra : colecção louvada pela Junta de Educação Nacional. Gaia, Edições Pátria, 1931. In-4º (25,5cm) de 64, [4] p. ; [1] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Monografia ilustrada com belíssimas estampas coloridas e a p.b., de diversos tamanhos, em separado, e coladas nas páginas de texto ao longo do livro.
"Temos sôbre a mesa a reprodução do Missal Pontifical de Estevão Gonçalves Neto, notável códice iluminado do século XVII. [...]
A data de 1610 é considerada, de há muito, como a do início da composição do Missal. A rubrica diz que o artista foi abade de Sereijo, e não de Serêm como até há pouco se acreditava. A data de 1610 não tem todavia correspondencia com a do exercício daquelas funções eclesiásticas, porque está hoje averiguado que E. Gonçalves tomou posse da sua abadia em 3 de maio de 1613. [...]
O Missal Pontifical de Estevão Gonçalves Neto é uma obra prima da arte portuguesa.
Ao aparecer na época em que se manifestava já a decadência do Renascimento, o Missal é um prodígio do génio. Levado a exposições internacionais, a França e Inglaterra, a critica unanimemente o sagrou como jóia do mais alto valor. Merece por isso um estudo carinhoso, que ponha em relêvo as suas belezas extraordinárias e incomparáveis."
(excerto do texto)
Exemplar brochado, totalmente por abrir, em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

24 dezembro, 2012

RÉGIO, José - O NATAL NA ARTE PORTUGUESA. Lisboa, Artis, 1965. In-4.º (25cm) de 18, [2], VI, [2] p. ; [40] f. il. ; E.
1.ª edição.
Edição de luxo de grande esmero e apuro gráfico, impressa em papel encorpado, belíssimamente ilustrada com 40 estampas a p.b. e a cores que reproduzem quadros de várias gerações de pintores portugueses.
Estampas em heliogravura tiradas na Neogravura sobre fotografias de Mários Novaes, Castelo Branco, Teófilo Rego, Abreu Nunes, e outras cedidas pelo Museu Nacional de Arte Antiga.
"Se a arte não é senão uma certa forma de expressão do homem, na arte portuguesa hevia de repercurtir o encanto, o mistério e a alegria do Natal. Através da música, através da poesia, através da dança, através da escultura, através da pintura, através do teatro, - e quer nas suas manifestações populares quer nas cultas - foi e é comemorado o Natal pela gente portuguesa." (excerto do texto)
Encadernação editorial com acabamento em tela, ferros gravados a prata e aplicação manual de uma gravura.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Defeito junto à extremidade superior da lombada.
Invulgar.
30€

01 junho, 2012

CARDOSO, Carlos Lopes - SANTO ANTÓNIO E AS ALMINHAS POPULARES. Lisboa, [s.n. - Comp. e imp. por Ramos, Afonso &Moita, Lda.], 1981. In-4.º (26cm) de 19 p. ; [12] p. il. ; il. ; B. Separata do Boletim Cultural da Assembleia Distrital de Lisboa, III Série - N.º 87 - 1.º tomo - 1981.
"Além do seu culto religioso, as alminhas interessam como documentos da arte popular. Na ingenuidade do desenho, na policromia viva das tintas, na repetição de certas características iconográficas..."
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

20 fevereiro, 2012

NA ROTA DE SÃO BENTO POR TERRAS DE PORTUGAL. [Apresentação de D. Carlos Azevedo]. Lisboa, APCD-Associação Portuguesa de Cultura e Desenvolvimento, 2010. In-4.º grd. (29cm) de 96, [5] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Belíssima livro, impresso em papel de qualidade superior, profusamente ilustrado com fotografias a cores de alguns exemplos da arquitectura beneditina, onde se incluem retábulos, tectos, frescos, etc. - alguns, em pormenor.
Tiragem muito restrita – edição fora do mercado.
“Por ocasião da visita do Santo Padre Bento XVI a Portugal, nos dias 11 a 14 de Maio de 2010, entendeu a APCD presentear o Santo Padre com esta publicação, dando a conhecer, de forma breve e sumária, alguns aspectos da influência de São Bento e da Ordem Beneditina na cultura portuguesa.”
(justificação da publicação)
“DE SÃO BENTO A BENTO XVI. Ao escolher o nome de Bento XVI, para o seu pontificado, o Cardeal Joseph Ratzinger apelava para o pai do monarquismo ocidental e patrono da Europa, São Bento de Núrsia (480-547). Uma forma de verificar o impacto deste monge é folhear este livro e deparar com as marcas históricas e artísticas que deixou por Portugal fora…”
(excerto da apresentação)
Encadernação cartonada do editor.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
Sem registo na Biblioteca Nacional.
Indisponível

14 dezembro, 2011

RIPANSO // OU // OFFICIO // DA SEMANA SANTA // EM PORTUGUEZ, // Com Oraçoéns para a Confissão, // e Sagrada Communhão, vezitas // das Igrejas em Quinta feira Santa, // e novena das Almas. // LISBOA, // Com Licença da Meza do Dezembargo do Passo. // Vendese na Loja do Matos Livreiro aos Martires N.º 30. In-8º peq. (13cm) de [2], 496 p. ; il. ; E.
Ilustrado em separado com 5 gravuras de passagens da Paixão de Cristo. 
Belo e apreciado exemplar setecentista do famoso Ripanso, onde sobressai o magnífico frontispício aberto a talhe-doce.
Inocêncio não menciona esta obra.
Encadernação artística da época inteira de marroquim verde, finamente lavrada com belos ferros a ouro nas pastas e lombada; a cercadura nas pastas decorada com motivos vegetalistas, trabalhadas por roda dupla dourada e florões na lombada. Corte dourado por folhas e decorado a buril.
Exemplar em bom estado de conservação; desgaste próprio do tempo e do manuseio.
Muito invulgar - peça de colecção.
Indisponível

14 novembro, 2011

REIS-SANTOS, Luís - PAINÉIS DE METSYS EM PORTUGAL ANTERIORES AO RETÁBULO DE LOVAINA. Separata de Belas Artes N.º 12. Lisboa, [s.n. - imp. Tipografia da Empresa Nacional de Publicidade], 1958. In-4º (28,5cm) de 15, [1] p. ; [15] p. il. : E.
Belíssima edição ilustrada com 26 reproduções a p.b. de trabalhos da oficina de Quentin Metsys.
Tiragem especial de 250 exemplares assinada pelo autor (N.º 184).
"Se a ascendência e a biografia de Quentin Metsys foram iluminadas por novas luzes [...], parte considerável da obra do genial pintor flamengo do século XVI, especialmente anteriore à execução dos famosos retábulos de Bruxelas e de Antuérpia, está ainda por divulgar, sendo até desconhecida..."
(excerto do texto)
Quentin Matsys (1466-1530). "Foi um pintor flamengo, fundador da Escola de Antuérpia. A sua pintura caracteriza-se por um grande sentimento religioso misturado com um realismo que roçava o grotesco. Em 1491, Matsys partiu para Antuérpia onde realizou os seus mais famosos trabalhos. Muitos dos seus trabalhos enfatizam a caricatura: a expressão melancólica dos santos, os gestos brutais dos executores, a avareza dos banqueiros. Contudo, as suas obras mais famosas são as religiosas, e os retratos."
Bonita encadernação cartonada com dourados na pasta anterior; conserva as guardas originais.
Excelente exemplar.
Invulgar.
15€

22 abril, 2011

PINTO, Henrique Pinto, O.F.M. - SANTO ANTÓNIO DE LISBOA : ex-votos. Coordenação de Jorge Ramos. Lisboa, Quetzal, 2003. In-8.º de 79 p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Quadro, pintura, placa com inscrição ou figura esculpida, um ex-voto é sobretudo uma forma de pagamento de uma promessa ou agradecimento de uma graça concedida. Esta publicação de Henrique Pinto Rema reúne os mais diversos, todos dedicados a Santo António, esse santo douto e bom, padroeiro popular dos amores e milagreiro dos objectos perdidos.
Encadernação cartonada do editor com ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura na pasta frontal.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível