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07 setembro, 2016

AVILA, Artur Lobo d' - ESMALTES ARTÍSTICOS E INDUSTRIAIS. Por... Premiado em exposições d'arte aplicada da Sociedade Nacional de Belas Artes, Medalha d'ouro da Exposição Ibero-Americana de Sevilha por esmaltes artísticos. Lisboa, Parceria António Maria Pereira, 1935. In-8.º (16,5cm) de 159, [1] p. ; [1] f. il. ; il. ; B. Biblioteca de Ensino Técnico (sem professor), 12
1.ª edição.
Interessante manual sobre o esmalte e a arte de o trabalhar.
Obra percursora, escrita em português, que sobre este assunto se publicou entre nós. Ilustrada nas páginas do texto com bonitos desenhos e em separado com um retrato esmaltado do Dr. António de Oliveira Salazar (Limoges), e no verso, com uma reprodução da Taça de Ouro da Península, ambas, peças executadas pelo autor.
"Tanto os esmaltes artísticos como os industriais, são produzidos em larga escala, nas principais cidades da Europa. Genebra, Paris, Viena, Milão, pricipalmente, são exímias em esmaltes de arte. [...]
Entre nós caminha-se na estrada do Progresso, embora seguindo sempre o velho rifão: de vagar se vai ao longe. [...]
Se ao fim de mais de quarenta anos de trabalho, quási diário, em esmalte de arte ou indústria, me resolvi a aceitar o convite, de há muito feito pela acreditada casa editora António Maria Pereira, para escrever êste livro, foi por estar convencido de que o nosso país se encontra, providencialmente, numa época de renascimento, seguramente propícia ao desenvolvimento do trabalho nacional, para o qual todos os portugueses devem dar o contingente que lhe fôr possível.
E assim, faço votos para que todos aqueles a quem a arte de esmaltar sôbre metais interesse, profissionais, amadores ou industriais, encontrem nêle indicações práticas que lhe sejam úteis, e que damos, sem pretensões a mestre, em matéria sôbre a qual não existe ainda, que o saibamos, uma publicação em português."
(excerto da Advertência)
Matérias:
Advertência. Prefácio. Primeira Parte. I - Esmaltes incrustados; Não incrustados. II - Materiais para esmaltar; Materiais pobres. III - Esmalte e suas variedades. IV - Outros materiais e ingredientes. V - Instalação. VI - Utensílios, ferramentas, instrumentos e pincéis, etc., etc. VII - Trabalhos práticos para execução de esmaltes artísticos. Segunda Parte. VIII - Esmaltes industriais.
Artur Eugénio Lobo de Ávila (Lisboa, 1855 - Lisboa, 1945). "Notabilizou-se como dramaturgo, jornalista e historiador. A sua carreira decorreu na administração pública, tendo chegado a director da Alfândega de Lisboa. Ingressou no Curso Superior de Letras e era tido como aluno brilhante, porém não terá concluído os estudos. Escreveu comédias, mas alcançou maior sucesso como autor de folhetins e romances históricos. Jornalista apreciado, publicou Nos bastidores do jornalismo (1946). Postumamente saiu o volume Memórias (1946)."
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Falha de papel no terço inferior da lombada, e no canto inferior esq da contracapa.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível

17 novembro, 2014

AVILA, A. E. Lobo d' - MEMORIAS DO PADRE VICENTE. Lisboa, Editores: Lisboa & C.ª, 1878. In-8.º (18cm) de VIII, 261, [3] p. ; E.
1.ª edição.
Com uma carta de Tomás Ribeiro.
Primeira obra do autor, desconhecida do grande público, raramente citada na sua bibliografia. A BNP possui apenas um exemplar.
"Poucas leguas distante de Lisboa demora uma pequena aldeia, que por sua belleza parece filha predilecta da natureza, tantos e tão variados são os dons preciosos que ella lhe dispensou. [...]
No extremo norte d'aldeia eleva-se o presbyterio, singela e risonha morada, singela como o berço do nosso Redemptor, risonha como a esperança da nossa religião.
Ao tempo em que se deram os successos que narramos, estava o presbyterio confiado ao padre Vicente, sacerdote que no pastorar do seu rebanho punha em pratica todas as virtudes que ornavam o seu caracter."
(excerto do Cap. I)
Artur Eugénio Lobo de Ávila (Lisboa, 1855 - Lisboa, 1945). "Filho do general Francisco de Paula Lobo de Ávila, nasceu em Lisboa em 1855. Notabilizou-se como dramaturgo, jornalista e historiador. A sua carreira decorreu na administração pública, tendo chegado a director da Alfândega de Lisboa. Ingressou no Curso Superior de Letras e era tido como aluno brilhante, porém não terá concluído os estudos. Estreou-se com as comédias Uma noiva no prego (1879) e Empenho político (1880). Depois destas, optou pelo teatro de reconstituição histórica sem grande sucesso (apenas as peças Malhados [1902] e O coração de Bocage [1905] foram à cena). Alcançou maior sucesso como autor de folhetins e romances históricos, alguns dos quais publicados na Romano Torres, como veremos. Embora só tenha três obras na editora, ganham especial relevância por terem sido publicadas num período inicial, na passagem do século XIX para o século XX, e por se integrarem num subgénero literário muito prestigiado em Portugal, o romance histórico. Pode mesmo dizer-se que esta aposta já demonstrava as directrizes editoriais de divulgação histórica que a casa assumiria durante toda a sua existência. A primeira obra publicada pela Romano Torres (A descoberta e conquista da Índia pelos portugueses: romance histórico, 1898) saiu por ocasião do 4º centenário da descoberta da Índia. Ainda no século XIX, publicou Os amores do príncipe perfeito: romance histórico. Embora não tenhamos data definitiva para esta obra, sabemos que saiu na última década desse século. Seguiu-se, por fim, Os caramurus: romance histórico da descoberta e independência do Brasil [1900], também na senda do ciclo comemorativo dos descobrimentos de fin-de-siècle. Cessou a sua colaboração com a Romano Torres, mas prosseguiu a carreira literária com O rei magnífico (1911), Nos bastidores do jornalismo (1946), entre outros. Postumamente saiu o volume Memórias (1946)."

(Afonso Reis Cabral, in http://fcsh.unl.pt/chc/romanotorres)
Encadernação coeva inteira de carneira, com rótulo e dourados gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível

27 novembro, 2013

AVILA, Artur Lobo d’ & FERREIRA, Saul Santos – DUPLO CENTENÁRIO. O Renascimento de Portugal. Três Comemorações : 1140 – 1640 – 1940. 1.ª edição. Lisboa, Roberto S. Canuto, 1939. In-4.º (23cm) de 156, [4] p. ; [4] f. il. ; B.
Obra ilustrada em extratexto.
“Foi sem dúvida uma providencial inspiração patriótica, aquela de que brotou a ideia de celebrar os centenários da Fundação e da Restauração da Nacionalidade Portuguesa.
[…]
A Bem da Nação, as Comemorações Centenárias evidenciarão ao Mundo que Portugal Renascido segue cumprindo elevadamente a missão que a Providência no Mundo lhe destinou. Porque entre as duas fases gloriosas, a da Fundação e a da Restauração, o período que media foi gloriosíssimo, pela culminância das navegações e descobrimentos além-mar, heróicas empresas cantadas por Camões nos Luziadas…”
(excerto da introdução)
Matérias:
Parte I – A Fundação da Nacionalidade. D. Afonso Henriques – 1140.
Parte II – A Restauração. D. João IV – 1640.
Parte III – O Renascimento de Portugal. Estado Novo – 1926-1940.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€

27 janeiro, 2011

           
AVILA, Arthur Lobo d' - O REINADO VENTUROSO. Romance historico portuguez da epocha manuelina. Lisboa, Empreza Litteraria Fluminense de Santos Vieira & Commandita, [s.d.]. 2 vols In-4.º de 367 p. (I) e 366 p. (II) ; il. ; E. num único tomo.
1.ª edição.
Edição belíssimamente ilustrada com gravuras de página inteira.
Encadernação meia-inglesa com lombada em pele castanha, título, autor e nervos falsos a ouro.
Bom exemplar; falha no revestimento da capa no canto superior direito; páginas ligeiramente amarelecidas com alguns picos de oxidação.
Invulgar.
35€