CAMACHO, Brito - MOÇAMBIQUE : problemas coloniais. Lisboa, Livraria Editora Guimarães & C.ª, [1926]. In-8.º (18,5cm) de 256, [2] p. ; E.
1.ª edição.
Preciosa monografia sobre Moçambique, fruto das observações e reflexões do autor ao longo dos dois anos (1921-1923) em que desempenhou o cargo de Alto Comissário na colonia.
"Possuimos colonias ha seculos; temos colonias espalhadas por todo o mundo, e se nem todas teem o mesmo alto valor intrinseco, não há uma só que não tenha um apreciavel valor de posição, para nos servirmos duma linguagem emprestada. [...]
Para que o paiz se interesse, a valer, pelas colonias, é condição indispensavel... conhecel-as. Vagamente ele sabe que possuimos terras, imensas terras, na Africa, na Asia, na Oceania, tendo perdido ha bons cem anos as que possuiamos na America e constituem hoje um Estado independente, uma das mais florescentes republicas do Novo Mundo. [...]
Se o futuro de Portugal está nas colonias, é necessario que o Paiz as conheça, saiba o que elas valem, como centro produtor de materias indispensaveis á actividade industrial da Metropole, sendo ao mesmo tempo centro de consumo de quanto a Metropole lhes pode fornecer, e elas são incapazes de produzir."
(excerto do prefácio)
Índice:
- Prefácio. - Aptidões culturaes do Solo. - O assucar. - Um contrato. - A fisionomia da terra. - Madeira e lenha. - Os minerais. - Gados. - A população. - A assistencia aos indigenas. - A preguiça indigena. - Trabalhadores e salario. - Poligamia.
Encadernação editorial inteira de percalina com ferros gravados a seco e a ouro na pasta frontal e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
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19 março, 2017
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26 julho, 2012
CAMACHO, Brito – A REACÇÃO. Lisboa, Emprêsa Editora Luz, Ltd.ª, 1932. In-8º (19cm) de 48 p. ; B.
Escrito com uma grande carga irónica, este opúsculo é ilustrativo do pensamento anticlerical do autor.
“Qualquer pode abdicar voluntariamente da sua vontade; pode renunciar por completo aos seus haveres; pode guardar intransigentemente a sua castidade, pondo-lhe leões à porta. A lei nunca poderá obrigar um homem a deliberar por si , se êle apenas quiser ser mandado; nunca poderá obrigá-lo a ter alguma coisa de seu, se êle quizer desfazer-se do que possui, quer se trate de bens adquiridos pelo seu esforço próprio, quer se trate de bens adquiridos por herança, ou qualquer outra forma legítima de acquisição; nunca poderá obriga-lo a constituir família se êle teimosamente quizer fugir ao cumprimentos dêsse dever social, resistindo às naturais impulsões da sua sexualidade. Mas uma coisa é o que a lei não pode proibir, e outa coisa o que ela não deve sancionar…” (in Frades e freiras)
Matérias:
I. Frades e freiras
II. As irmãs de caridade
III. As missões
IV. A escola laica
III. As missões
IV. A escola laica
Manuel de Brito Camacho. "Médico, jornalista, governador ultramarino e escritor, Brito Camacho nasceu em 1862, em Aljustrel, e morreu em 1934, em Lisboa. Foi uma das personalidades de maior relevo da política republicana. Em 1906 fundou e dirigiu A Luta, diário que exerceu significativa influência na sociedade portuguesa e que em contribuiu, pela sua orientação ideológica, para a implantação da República. O papel de Brito Camacho no movimento que implantou a República foi da maior importância, graças às suas relações com o chefe militar Cândido dos Reis e às suas amizades entre a classe dos oficiais do exército e da armada. Depois de proclamado o novo regime, assumiu, em novembro de 1910, a pasta do Fomento do Governo provisório. Após a cisão do Partido Republicano, Brito Camacho fundou e chefiou a União Republicana. Durante a Primeira Guerra Mundial, manteve-se afastado dos governos da União Sagrada, defendendo a ideia de que a participação de Portugal deveria dar-se nas colónias africanas e não em França. Nos finais de 1921, Brito Camacho foi nomeado alto comissário da República na colónia de Moçambique. Mais tarde, o estadista veio a abandonar a política, dedicando-se à literatura.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
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07 maio, 2011
21 fevereiro, 2011
CAMACHO, Brito - LONGE DA VISTA. Lisboa, Guimarães, 1918. In-8º 226 p. ; B.
1ª edição.
Bom exemplar.
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17 janeiro, 2011
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Exemplar razoável. Ex-Libris anterior proprietário no verso da capa.
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16 janeiro, 2011
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Exemplar razoável.
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Exemplar duplamente valorizado pela dedicatória autógrafa de Aquilino e Ferreira de Mira.
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