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12 fevereiro, 2016

KARLSSON, Elis - MOTHER SEA. [Foreword by Alan Villiers]. London : New York : Toronto, Oxford University Press, 1964. In-8.º (22,5cm) de xiii, [1], 264, [2] p. ; [10] p. il. ; E.
Livro de memórias do autor, um verdadeiro "lobo do mar".
Muito valorizado pelo seu autógrafo na f. rosto.
O prefácio é da autoria de Alan Villiers, comandante da marinha e conhecido jornalista australiano, cronista do The National Geographic, que em Portugal ficou associado a um dos best-sellers da nossa bibliografia marinha - A Campanha do Argus, onde A. Villiers narra as peripécias dos pescadores de bacalhau portugueses nos Bancos da Terra Nova.
Edição ilustrada com fotografias a p.b., sobretudo de veleiros, em folhas intercaladas no texto, impressas sobre papel couché.
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"This book is different. At last an Áland Island Finn, a careerman in sail, has put pen to paper. Elis Karlsson is an Áland Islander of the true school, who started at sea in small Baltic ships as a lad, graduated from from there to deep water and big square-riggers. He served in the famous Herzogin Cecilie as able seaman and as mate. He was mate in that fine ship when she drifted up on Bolt Head and was lost. He was mate of the big barque Penang, a vessel noted as hard on her officers. He was in steam, too, for a while, and was mate of the North Sea steamer Bodia when a gale flung her on the coast of Norway. He was not a dogwatch in these ships: he was in theme for years, voyage after voyage. The stuff of their voyagings and the fabric of their being became his life - for month after month, year after year, almost his whole life. He cared for the ships as a good mate should: he served them as seaman and as officer: he served under good masters (than whom none better ever commanded a bib Cape Horner than is brother-in-law, the late Captain Ruben de Cloux) and suffered under bad. There were some who were extremely bad, for there were always more good and faithful ships than good masters. The strain of the master's life in such ships was severe and unending: some broke under it. A few took to drink."
(excerto do prefácio)
Elis Karlsson (1905-1989). Natural das Ilhas Áland, arquipélago finlandês com cerca de 6.500 ilhas e ilhotas situadas à entrada do Golfo de Bótnia. Iniciou cedo a sua carreira de marinheiro, em 1919, na escuna de 3 mastros Näsborg. Depois de fazer carreira na marinha mercante no Baltico e no Mar do Norte, Elis Karlsson graduou-se em "deepsea sailing-ships", presumimos que, em Portugal, corresponda à Carta de Patrão de Alto Mar. Em 1947 foi viver para a Rodésia do Sul (actual Zimbabué) onde montou um estaleiro. Em 1964 publicou "Sea Mother", que relata a sua infância nas Ilhas Áland e sua experiência de velejador. Publicou outros três livros sobre viagens marítimas em que tomou parte. Faleceu no Zimbabué a 8 de Fevereiro de 1989.
Encadernação editorial em tela, revestida por sobrecapa protectora.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
30€

24 junho, 2012

VILLIERS, Alan – THE INDIAN OCEAN. London, Museum Press Limited 1952. In-8º grd. (23cm) de 255 p. ; [33] p. il. ; E.
Ilustrado no texto e em separado com fotografias e mapas.
Edição original.
Matérias:
I – The Indian Ocean
II – The Fabulous Island
III – The Arms of the Ocean
IV – The Dawn of Sailing
V – The Argosies from Incense-Land
VI – In the Indian Ocean Dhow
VII – Kuwait, Porto of Swift Booms
VIII – The Indians, and the Chinese
IX – The Portuguese Pioneers
X – Vasco da Gama
XI – The Struggle FOR THE Indian Ocean
XII – The Hollanders
XIII – John Company
XIV – The Ships and Men
XV – The Oldest Profession
XVI – Slavers: Pearlers: Whalers
XVII – Shipswrecks and Adevnture
XVIII – The Two World Wars
XIX – Until To-day
Encadernação inteira de percalina com dourados na lombada.
Bom exemplar.
Invulgar.
25€

27 maio, 2012

VILLIERS, Alan – THE WAR WITH CAPE HORN. Illustrated with photographs by the author and drawings by Adrian Small. London, Pan Books Ltd, 1973. In-8º (18cm) de 380, [4] p. ; [16] p. il. ; B.
Ilustrado no texto e em separado com desenhos de mapas, e fotografias a p.b. de veleiros, e de momentos do quotidiano a bordo dos navios.
Matérias: - Off the Pitch of the Horn. - As Recorded in the Log. - On the Beach. - Missing! - Masters most Vulnerable. - The Harsh Facts of Economics. - “Treated as per Medical Guide”. - Evidence for the Logs. - Penny-pinching to Mutiny. - Case of the Bark Craigmullen. - Four Masters. - The Thorough Germans. - Five Days, Fouteen Hours. - Five-master Captain. - Safely in from Sea. - That Other Cape Horn.
Alan Villiers (1903-1982). "Foi um escritor e jornalista australiano, para além de fotógrafo exímio, que dedicou toda a sua vida ao mar e se tornou no mais activo divulgador da pesca do bacalhau nos mares da Gronelândia e S. Jones. Sobre os pescadores portugueses escreveu, para além de outros trabalhos, o emblemático livro “A Campanha do Argus”, tema do qual também realizou um filme.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
25€

17 agosto, 2011

VILLIERS, Alan - THE CUTTY SARK. Last of a glorious era. With an Introduction by H. R. H. The Duke of Edinburgh. London, Transworld Publishers, [1955]. In-8º (16cm) de 96 p. ; il. ; B.
Capa de John Richards.
Ilustrado com fotografias a p.b. intercaladas no texto.
Cutty Sark é um clipper britânico, da classe "extreme clipper", e é a última das embarcações de transporte de chá, preservada como símbolo de uma era.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa vincada. Assinatura de posse na f. rosto.
Invulgar.
15€

03 fevereiro, 2011

VILLIERS, Alan - A CAMPANHA DO ARGUS. UMA VIAGEM AOS BANCOS DA TERRA NOVA E À GROENLÂNDIA. Tradução de José da Natividade Gaspar ; Ilustrado com fotografias do autor. Lisboa, Livraria Clássica Editora, [1951]. In-4º 373, [2] p. ; [16] p. il. ; il. ; E.
Título original: The Quest of the Schooner Argus.
1ª edição.
"A Campanha do Argus, de Alan Villiers, é um clássico da literatura marítima mundial. Numa escrita límpida e envolvente, este oficial da Armada australiana, presença assídua nas páginas do National Geographic Magazine do segundo pós-guerra como repórter das “coisas do mar”, escreveu uma narrativa de viagem de um dos mais belos veleiros da frota bacalhoeira portuguesa, o Argus. A convite de Pedro Teotónio Pereira, embaixador português em Washington, na Primavera de 1950 Villiers embarcou com os pescadores portugueses. Durante cinco longos meses, viu e registou a dureza da “faina maior” com o sentido de a documentar. Naquele tempo, a pesca do bacalhau por “homens de ferro em navios de madeira”, a mítica “frota branca”, era a última grande actividade económica que fazia uso da navegação à vela para viagens transoceânicas."
(Álvaro Garrido)
Encadernação inteira de percalina, com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capas de brochura.
Excelente exemplar.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível