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11 abril, 2018

ARNOSO, Conde d' - SUAVE MILAGRE : mysterio em 4 actos e 6 quadros. Extrahido de um conto de Eça de Queiroz com versos de Alberto d'Oliveira e musica de Oscar da Silva. Lisboa, Livraria Ferin, 1902. In-4.º (23cm) de 119, [5] p. ; [2] f. il. ; il. + Partitura 8 p.; E.
1.ª edição.
Ilustrada nas páginas do texto com fotogravuras referentes à representação da peça no Teatro D. Maria, e em duas folhas separadas impressas sobre papel couché: a primeira, no início do livro, inclui os retratos de Eça, Conde de Arnoso, Alberto de Oliveira, Óscar da Silva e Manini, e a segunda, no final, com a reprodução de uma aguarela do rei D. Carlos, oferecida ao Conde de Arnoso no dia da 15.ª representação da peça.
Contém ainda um destacável com a indicação: "a apresentação d'esta senha dá direito a um exemplar da musica d'este Mysterio", seguido do encarte da dita música - «Musica do Suave Milagre» -, por Óscar da Silva, que raramente acompanha a obra.
Bernardo Pinheiro Correia de Melo, Conde de Arnoso (1855-1911). Fidalgo da Casa Real, secretário particular do rei D. Carlos, "homem de finíssimo trato, tendo aprendido o culto das belas letras no convívio paterno, dedicou alguns dos seus ócios à literatura tendo publicado vários trabalhos." Amigo de Eça de Queiroz, integrava como ele o "grupo jantante" Vencidos da Vida.
Encadernação inteira de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar conjunto.
45€

09 fevereiro, 2014

ARNOSO, Conde d’ – JUSTIÇA! Sessão parlamentar de 1909. Lisboa, [s.n. – Comp. e imp. Na Typographia «A Editora»], 1909. In-4.º (24,5cm) de 42, [2] p. ; B.
Opúsculo impresso em papel de qualidade superior, e um dos três publicados sob este título «Justiça!», no qual o autor exige a punição dos implicados no regícidio.
Muito valorizado pela dedicatória autógrafa do Conde de Arnoso "ao seu querido amigo Agostinho de Campos.
“É preciso, é absolutamente indispensavel, que os partidos d’esta nossa tão querida e tão mal afortunada Patria, que tão depressa se alliam uns com os outros, confundindo os programmas mais oppostos, como feroz e cruamente se degladiam entre si, cobrindo-se dos maiores improperios, por uma vez se convençam que, como povo e como nação, não podemos readquirir o respeito e a consideração de nenhum dos outros povos – base essencial para o restabelecimento do nosso credito, e, portanto, para uma mais salutar e efficaz acção governativa – sem primeiro, e com a mais escrupulosa, inflexivel e inquebrantavel justiça se apurar tudo que diz respeito ao criminoso, vil e infame attentado do dia 1 de fevereiro do anno passado.
Cada dia de demora é mais uma suspeita de cumplicidade a pesar sobre todos os Governos.
Ninguem acreedita, ninguem pode acreditar que um attentado, perpetrado em pleno dia, no centro de uma capital, possa conservar-se tão mysterioso como se porventura tivesse sido commetido de noite, a horas mortas e no mais longinquo descampado!”
(excerto do texto)
Bernardo Pinheiro Corrêa de Mello (1855-1911). “1.º Conde de Arnoso, foi oficial de Engenharia e secretário particular do rei D. Carlos, lugar privilegiado de observação e participação dos eventos políticos e sociais que marcaram a passagem do século XIX para o XX. Contemporâneo e amigo de alguns dos principais vultos da Geração de 70, integrou o grupo dos Vencidos da Vida. Monárquico convicto e membro da Câmara dos Pares intervém contra o regicídio. Esses discursos foram reunidos sob o título Justiça!"
(fonte: www.purl.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Selo na lombada e carimbo de biblioteca nas f. de rosto e anterrosto.
Muito invulgar.
30€

03 setembro, 2012

A EÇA DE QUEIROZ : Na inauguração do seu monumento, realisada em Lisboa a 9 de Novembro de 1903. DISCURSOS do Conde d'Arnoso, Marquez d'Avila, Ramalho Ortigão, Luiz de Magalhães, Annibal Soares, Antonio Candido, Conde de Rezende. POESIA de Alberto de Oliveira. Porto, Livraria Chardron De Lello & Irmão, Editores, 1904. In-8.º (19cm) de [4], 90, [2] p. ; [1] f. il. ; E.
Ilustração extratexto do "monumento a Eça de Queiroz, obra do eminente esculptor Teixeira Lopes"

"Nessa estatua se lê, em clara linguagem,
Na divina expressão da sua formusura,
Do grande Artista morto a longinqua viagem,
A heroica aventura.
[...]
Olhos cheios de luz, para a ousada conquista,
Um dia, eil-o que parte:
Nesse busto de crente, eil-o o amoroso Artista!
Nessa estatua de Deusa, eil-a a divina Arte!"

(excerto da poesia de Alberto de Oliveira à memória de Eça de Queirós)

Belíssima encadernação em meia de pele com nervuras e ferros a ouro na lombada.
Conserva as capas originais. 
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

20 junho, 2012

ARNOSO, Conde d' - JUSTIÇA! Discursos proferidos na Camara dos Dignos Pares do Reino em 1908, 1909 e 1910. Lisboa, Typographia Editora José Bastos, 1913. In-4.º (24,5cm) de 109, [1] p. ; B.
Edição póstuma publicada por ocasião do 2.º aniversário do falecimento do Conde de Arnoso.
Ilustrada com um retrato do Conde de Arnoso em extratexto.
“Reunindo aqui em volume, e revistos, os discursos proferidos por meu Pae na antiga Camara dos Pares, um unico intuito me move: prestar homenagem á sua saudosa e nobilíssima memoria, fazendo resaltar esse período doloroso em que, de tudo e de todos isolado, sem um só desfalecimento, corajosamente defendeu e levantou, até ao desmoronar do regímen, a memoria do Amigo morto, que elle lealmente servira e delicadamente amàra.” (excerto da introdução)
Bernardo Pinheiro Corrêa de Mello (1855-1911), “1º Conde de Arnoso, foi oficial de Engenharia e secretário particular do rei D. Carlos, lugar privilegiado de observação e participação dos eventos políticos e sociais que marcaram a passagem do século XIX para o XX. Contemporâneo e amigo de alguns dos principais vultos da Geração de 70, integrou o grupo dos Vencidos da Vida. Monárquico convicto e membro da Câmara dos Pares intervém contra o regicídio. Esses discursos foram reunidos sob o título Justiça!"
(fonte: www.purl.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

13 dezembro, 2011

PINHEIRO, PINDELLA, Bernardo [Conde de Arnoso] - AZULEJOS. Com um prefácio de Eça de Queiroz. Porto, Livraria Central de Campos & Godinho-Editores, 1886. In-8º (19cm) de XXXVII, [5], 173, [3] p. ; B.
1ª edição.
Bernardo Pinheiro Correia de Melo (1855-1911), agraciado por El-Rei D. Carlos pelo decreto de 28 de Setembro de 1895 com o título de Conde de Arnoso. Até então assinava-se sempre Bernardo Pindela em todos os seus trabalhos literários. O primeiro livro que publicou teve por titulo Azulejos.
No extenso - histórico e polémico - prefácio de Azulejos, Eça emite a sua opinião sobre o conto: "No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos lábios e traz todo o ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida." 
Mas vai mais longe, abandona o foco de recomendação da obra que prefaciava para tecer considerações sobre as fragilidades do movimento literário do romantismo, chega mesmo a insinuar que houve uma debandada de muitos românticos oportunistas, que ao verem seus livros sendo preteridos pela nova onda literária, começaram a escrever sob os moldes realistas: "Sim, amigo, este homens puros, vestidos de linho puro, que tão indignamente nos arguiram de chafurdarmos num lameiro, vêm agora pé ante pé lambuzar-se com nossa lama! Depois, erguendo bem alto as capas de seus livros, onde escreveram em grossas letras este letreiro – romance realista, – parecem dizerem ao Público, com um sorriso triste na face mascarada: – ‘ Olhem também para nós, leiamnos também a nós ... Acreditem que também somos muitíssimo grosseiros, e que também somos muitíssimo sujos."
Exemplar brochado com as capas e lombada cansadas; páginas com sinais de humidade marginais, sobretudo nas primeiras páginas do livro.
Muito invulgar e apreciado.
65€

26 outubro, 2011

GUIMARÃES, Luís de Oliveira - O CONDE DE ARNOSO. Lisboa, Fundação da Casa de Bragança, 1958. In-8º grd. (26cm) de 25, [9] p. ; B.
Com um retrato do Conde de Arnoso, reprodução de um óleo da autoria de El-Rei D. Carlos I.
Conferência pronunciada no Paço Ducal de Vila Viçosa na tarde de 14 de Julho de 1956.
"Bernardo Pinheiro Correia de Melo (1855-1911), 1º Conde de Arnoso, foi oficial de Engenharia e secretário particular do rei D. Carlos, lugar privilegiado de observação e participação dos eventos políticos e sociais que marcaram a passagem do século XIX para o XX. Contemporâneo e amigo de alguns dos principais vultos da Geração de 70, integrou o grupo dos Vencidos da Vida."
Bom exemplar.
Invulgar.
Indisponível

16 outubro, 2011

ARNOSO, Conde d' - JUSTIÇA!. Coimbra, França Amado - Editor, 1908. In-4.º (25cm) de 64, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Muito valorizada pela dedicatória autógrafa do Conde de Arnoso (assina Bernardo) a D. Maria Amália Vaz de Carvalho, com data de 27 Nov. 1908.
"Bernardo Pinheiro Corrêa de Mello, 1.º Conde de Arnoso, foi oficial de Engenharia e secretário particular do rei D. Carlos, lugar privilegiado de observação e participação dos eventos políticos e sociais que marcaram a passagem do século XIX para o XX. Contemporâneo e amigo de alguns dos principais vultos da Geração de 70, integrou o grupo dos Vencidos da Vida. Monárquico convicto e membro da Câmara dos Pares intervém contra o regicídio. Esses discursos foram reunidos sob o título Justiça!"
(fonte: www.purl.pt)
Bom exemplar.
Muito invulgar.
Indisponível

30 janeiro, 2011

ARNOSO, Conde d' - AZULEJOS. Com um prefácio de Eça de Queiroz. Lisboa, Portugal-Brasil, [s.d.]. In-8.º (19cm) de 228 p. ; B.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Indisponível