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30 agosto, 2017

BRANDÃO, Raúl - O AVEJÃO : episódio dramático. Lisboa, Edição da Seara Nova, 1929. In-8.º (19cm) de 32 p. ; B.
1.ª edição.
Edição original de uma das mais apreciadas peças da curta obra dramatúrgica do autor. 
Sinopse: "Uma moribunda é confrontada com a inutilidade da sua vida, presa por valores que a própria acaba por pensar serem falsos. O Avejão saído da sombra (é afinal a voz que no seu íntimo sufocou) mostra-lhe a inutilidade da sua existência, que já não é possível emendar ou repetir."Eu não vivi!" grita ela, na sua terível agonia."
Raúl Brandão (1867-1930). "Nasceu na Foz do Douro em 12 de Março de 1867. Celebram-se este ano os seus 150 anos. Militar, jornalista, prosador, historiador, é autor de extensa obra literária e jornalística. reinventor do Romance com a obra-prima Húmus, publicada em 1917, é também um grande nome na renovação da Historiagrafia (com El-Rei Junot) e na diarística. Dedicou desde novo muita atenção ao teatro quer como crítico quer como autor, sendo autor de O Gebo e a Sombra (1923), O Doido e a Morte (1921), Jesus Cristo em Lisboa (1927) e alguns actos únicos. O Avejão (1929) é a sua derradeira obra teatral, e foi publicado na "Seara Nova".
(fonte: www.rtp.pt/antena2)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Assinatura de posse rasurada na f. anterrosto.
Raro.
25€

19 abril, 2016

VASCONCELOS, João Teixeira de - MEMÓRIAS DE UM CAÇADOR DE ELEFANTES (com 32 fotogravuras). [Prefácio de Raul Brandão]. Porto, Edição de Maranus, 1924. In-8.º (19cm) de 190, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Abrilhantada pelo prefácio de Raul Brandão e ilustrada com 32 fotogravuras nas paginas do texto.
Conjunto de narrativas aventureiras produzidas pelo autor, irmão do poeta Teixeira de Pascoaes, fruto da sua experiência como caçador de animais de grande porte, em África.
"A primeira vez que vi êste homem extraordinário foi numa fotografia ao pé dum enorme bicho caído por terra com uma bala na cabeça. Era um colosso formidável, informe como um saco de carvão donde saíam dois dentes brancos e agudos.Mas muito mais formidável ainda se me afigurou desde logo, o homem esfarrapado e minúsculo, de espingarda na mão, que se atrevêra a bater-se com a fera gigantesca. Que tipo só acção e nervos e que serenidade no olhar, na fisionomia, na figura!..."
(excerto do prefácio)
"Seduziu-me sempre a vida aventureira, as longas divagações através da selva africana, onde o perigo e o imprevisto exercem sôbre nós uma fôrça de atracção à qual se não resiste. Não há nada como a caça para se poder viver em África uma vida de grandes sensações, - vida que me dominou durante uns dez anos e da qual conservei inolvidáveis recordações. Na verdade, um caçador não se aborrece, está sempre alerta, tem sempre novos projectos a realizar, tem diante de si uma imensidade de terras misteriosas e é-lhe completamente desconhecido o spleen, o tédio e a hipocondria que afligem na Europa os europeus. O caçador não descansa e é raro pernoitar no mesmo sítio e cada sol que nasce lhe alumia novos horizontes. Païsagens desconhecidas aparecem constantemente, diante dos nossos olhos, e sentimos sempre um desejo violento de as percorrer, a fim de vermos o que existe para àlém delas. Isto e o encontro comovente com os grande animais selvagens, como o elefante, o búfalo, o rinoceronte, constituem, para temperamentos idênticos ao meu, um interêsse extraordinário."
(excerto do Cap. II, A vida de um caçador nas selvas)
Matérias:
Um caçador de elefantes [Prefácio].
I - O meu primeiro elefante. II - A vida de um caçador nas selvas. III - No Planalto de Mazenquele. IV - Os búfalos. V - Cinco elefantes. VI - Exploração do Cuílo. VII - Costumes indígenas. VIII - Morte do Giatiça. IX - O Macuta. X - A última caçada no Pombo.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas frágeis, com defeitos.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível

21 janeiro, 2015

PEREIRA, Consiglieri Sá - A NOITE SANGRENTA. Carta-prefácio de Raul Brandão. Paris-Lisboa, Livraria Aillaud e Bertrand ; Porto, Livraria Chardron ; Rio de Janeiro, Livraria Francisco Alves, 1924. In-8º (19cm) de [14], 187 p. ; B.
Narrativa dos acontecimentos trágicos ocorridos na noite de 19 de Outubro de 1921: o assassinato de alguns vultos da vida pública e política portuguesa - António Granjo, Machado Santos, Carlos da Maia, o Comandante Freitas da Silva e o Coronel Botelho de Vasconcelos – numa página trágica e ignóbil da nossa história, prenunciando o fim da I República.
"Meu amigo: Não é fácil de fazer um prefácio para o seu livro. Explicar o que ha de subterraneo no 19 de Outubro e a creação do fantasma que encheu a noite pavor, não é caso para algumas linhas nem mesmo para um largo prefácio.
Porque o nó da tragédia não está nas personagens visíveis, nos actores, marinheiros ou soldados, nos bonifrates que se agitaram no palco, mas na figura invisível e tremenda que sentimos por trás deles todos. Dessa é que não podemos desviar o olhar; do negrume é que não podemos desviar o olhar…"
(excerto do prefácio)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Sem capa posterior; falha de papel na lombada.
Raro.
Com interesse histórico.
Indisponível

23 janeiro, 2014

BRANDÃO, Raul – A FARÇA. Lisboa, Ferreira & Oliveira – Editores : Livraria Ferreira, [1903]. In-8º (19,5cm) de [2], 222, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Capa de Julião Machado.
Edição original de uma das mais apreciadas obras do autor.
Raúl Germano Brandão (1867-1930). “Prosador, ficcionista, dramaturgo e pintor, oriundo da Foz do Douro, no Porto, nasceu a 12 de março de 1867, mas viveu parte da sua vida em Lisboa, onde veio a falecer a 5 de dezembro de 1930. Descendente de homens do mar, a sua infância foi marcada pela paisagem física e humana da zona piscatória da Foz do Douro. Ainda no Porto, conviveu com os jovens escritores António de Oliveira, António Nobre e Justino de Montalvão com quem, em 1892, subscreveu o manifesto Nefelibatas. Iniciou a sua carreira literária em 1890 com Impressões e Paisagens. Frequentou o curso superior de Letras, mas ingressou na carreira militar. Colocado em Guimarães, retirou-se para a Casa do Alto, quinta próxima de Guimarães, local de produção da maior parte da sua obra literária, alternando o isolamento nortenho com estadias em Lisboa, onde desenvolveu paralelamente uma atividade jornalística, tendo colaborado em publicações como o Imparcial, Correio da Noite, Correio da Manhã e O Dia. Nestes últimos, é constante o seu debruçar sobre o terrível drama da condição humana, perpassado pelo sofrimento, a angústia, o mistério e a morte. São também constantes as referências aos ofendidos e humilhados, face visível da expressão humana que é um dos motivos mais regulares na sua obra.” (in infopedia.pt)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Miolo em bom estado. Capas com defeitos. Sem lombada; cadernos seguros com fita gomada. Carimbo de biblioteca nas páginas iniciais, incluindo as f. rosto, anterrosto, e nas páginas finais. Pelo interesse e raridade a justificar encadernação.
Raro.
Indisponível

26 fevereiro, 2012

BRANDÃO, Raul – O POBRE DE PEDIR. Lisboa, [s.n. . Comp. Imp. Tip. da Seara Nova], 1931. In-8º (19cm) de [2], 193, [5] p. ; B.
1ª edição.
O Pobre de Pedir, o último livro de Raul Brandão, redigido alguns meses antes da sua morte e publicado postumamente, deixando transparecer, na angústia de redenção do protagonista, certa premonição do seu fim próximo, é, a par de outras obras do autor como A Farsa, Os Pobres, ou Húmus, um dos romances formal e tematicamente mais inquietantes da novelística portuguesa da primeira metade do século XX.”
(in infopedia.pt)
Bom exemplar; discreta falha de papel na capa, no canto superior esquerdo, junto à lombada.
Invulgar. 
Indisponível

09 fevereiro, 2012

BRANDÃO, Raul - A MORTE DO PALHAÇO E O MISTÉRIO DA ÁRVORE. (Ilustrações de Martinho da Fonseca). Lisboa, Seara Nova, MDMXXVI. In-8º de 287, [5] p. ; il. ; B.
1ª edição.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

22 abril, 2011

BRANDÃO, Raul - EL-REI JUNOT. Lisboa, Livraria Brazileira, [1912]. In-8º (23,5cm) de 344, [4] p. ; il. ; E.
1ª edição.
Excelente edição totalmente impressa sobre papel couché e ornada de fotogravuras. 
Encadernação em meia de pele com ferros a ouro na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação, apresenta, no entanto, falhas no revestimento na lombada e vincos nos cantos das pastas; conserva a guarda anterior original; carimbos de posse na capa e na f. de guarda anterior; assinatura de posse no rosto; miolo excelente, páginas frescas e limpas. 
Invulgar.
Indisponível

11 dezembro, 2010

BRANDÃO, Raul - A MORTE DO PALHAÇO E O MISTÉRIO DA ÁRVORE. Il. Martinho da Fonseca. Lisboa, Seara Nova, 1926. In-8.º 287, [5] p. ; il. ; E.
1ª edição.
Edição original de uma das mais aprecidas obras de Raul Brandão.
Belíssima encadernação executada por mestre Frederico d'Almeida em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Conserva as capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível