LUCAS, Prof. João de Almeida - POETAS LÍRICOS DO SÉCULO XVI. Sá de Miranda; Bernardim Ribeiro; Cristovão Falcão; Luís de Camões; António Ferreira; Diogo Bernardes. Prefácio, compilação e notas do... Vice-Reitor do Liceu de D. João de Castro. Lisboa, Livraria Popular de Francisco Franco, 1960. In-8.º (21cm) de 375, [1] p. ; il. ; E.
1.ª edição.
Antologia de composições líricas dos nossos principais poetas quinhentistas, que inclui uma breve biografia de cada um em jeito de apresentação. Ilustrada no texto com bonitos retratos desenhados dos biografados.
Livro valorizado pela dedicatória autógrafa do autor.
"O presente volume que agora se edita pela primeira vez destina-se principalmente ao ensino da Literatura Portuguesa nos nossos liceus. Consiste ele na compilação muito cuidada não só dos textos que os programas expressamente indicam para o estudo de parta da matéria do 6.º ano, mas também de outras composições que nos pareceram necessárias a um mais amplo e melhor conhecimento do fenómeno literário na nossa lírica quinhentista.
Cremos não trazer novidade alguma com a afirmação de que uma literatura deverá ser estudada quase sòmente, se não exclusivamente, pela leitura e pela análise crítica pormenorizada dos textos. Tudo o que assim não seja representará um lamentável falseamento de finalidades. [...]
Foi dentro deste espírito que lançámos mão à tarefa de organizar e anotar esta nossa antologia. Tarefa melindrosa que exigiu um rigor extremo na fixação e na modernização sempre delicada, dos textos, e no cuidado posto nas anotações, que deverão dar ao aluno um conhecimento seguro dos significados mais correctos e apropriados de vocábulos e expressões do século XVI, tantas vezes controversos."
(Excerto do Prefácio)
Encadernação editorial com ferros gravados a seco e a ouro na pasta anterior e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
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30 junho, 2019
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§ AUTÓGRAFOS,
*LUCAS (Prof. João de Almeida),
1ª E D I Ç Ã O,
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Estudos literários,
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História de Portugal,
Poesia
10 junho, 2019
GALLIS, J. Alfredo - SYNOPSE DOS HOMENS CELEBRES DE PORTUGAL DESDE A FUNDAÇÃO DA MONARCHIA. Por... Lisboa, Typographia de J. C. de d'Ascensão Almeida, 1883. In-8.º (16cm) de 149, [1], VII, [1] p. ; [4] f. il. ; E.
1.ª edição.
Edição original daquela que terá sido a primeira obra do autor, publicada com apenas 23/24 anos. Trata-se de uma síntese histórica preenchida com os apontamentos biográficos das mais relevantes personalidades da História de Portugal - de Egas Moniz a D. Pedro de Souza Holstein (1781-1850). No final do livro os editores incluíram o Juizo da imprensa onde se encontram reproduzidas as opiniões sobre a obra veiculadas nos principais jornais da época.
O livro divide-se em quatros secções: - Armas; - Descobridores; - Poetas e eruditos; - Factos diversos.
Contém 4 gravuras abertas em metal hors-texte, de Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões e do Marquês de Pombal. O retrato de Camões é da autoria de Pastor; os restantes não foi possível determinar.
"Antes de se lerem as modestas paginas d'esta simplicissima obra, é necessario avisar o leitor, que não deve phantasiar ideaes quanto á essencia do que aqui vae encontrar. Ao ser encarregado de fazer o livro em questão, observei que elle não poderia deixar de ser um modestissimo resumo, em que apenas a escolha dos biographados, e a verdade dos factos lhe dessem algum valor, visto não ser necessario uma vasta intelligencia para a conformação d'estas obras especiaes. No genero, conheço como completo e de grande valor o Diccionario bibliographico do fallecido bibliographo Innocencio da Silva.
É preciso notas que Innocencio escreveu a sua obra em sete grossos volumes, nos quaes cada biographia é uma synthese muito perfeita e completa.
Não pretendo, nem jamais pretendi, escrever um livro biographico de indiscutivel merecimento, mas sim collocal-o ao alcance de todas as bolsas e de todas as intelligencias.
A nossa historia em geral pouco sabida, contem vultos de enorme importancia em todos os ramos do saber humano, vultos que seria um incrivel desleixo, não ir pouco a pouco fazendo sahir da obscuridade em que jazem para os menos versados em leitura.
N'este intuito segui o systema de biographar resumidamente cada um dos homens mais notaveis de Portugal, certo de que os que lerem estas biographias sentirão o desejo de mais desenvolvidamente conhecerem o heroe do seu agrado."
(Excerto da introdução, Ao leitor)
Joaquim Alfredo Gallis (1859-1910). "Mais conhecido por Alfredo Gallis, foi um jornalista e romancista muito afamado nos anos finais do século XIX, que exerceu o cargo de escrivão da Corporação dos Pilotos da Barra e o de administrador do concelho do Barreiro (1901-1905). Usou múltiplos pseudónimos, entre os quais 'Anthony', 'Rabelais', 'Condessa do Til' e 'Katisako Aragwisa'. Desde muito jovem redigiu artigos e folhetins em jornais e revistas, entre os quais a Universal, a Illustração Portugueza, o Jornal do Comércio, a Ecos da Avenida e o Diário Popular (onde usou o pseudónimo Anthony). Como romancista conquistou grande popularidade, especializando-se em textos impregnados de sensualismo exaltado que viviam das «fraquezas e aberrações de que eram possuídas, eram desenvolvidas entre costumes libertinos e explorando o escândalo». Escreveu cerca de três dezenas de romances, por vezes publicados com o pseudónimo 'Rabelais'. Alguns dos seus romances têm títulos sugestivos da sensualidade que exploram, nomeadamente Mulheres perdidas, Sáficas, Mulheres honestas, A amante de Jesus, O marido virgem, As mártires da virgindade, Devassidão de Pompeia e O abortador. É autor dos dois volumes da História de Portugal, apensos à História, de Pinheiro Chagas, referentes ao reinado do rei D. Carlos I de Portugal.”
Encadernação coeva em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Manuseado; pastas cansadas com desgaste marginal.
Raro.
45€
Reservado
1.ª edição.
Edição original daquela que terá sido a primeira obra do autor, publicada com apenas 23/24 anos. Trata-se de uma síntese histórica preenchida com os apontamentos biográficos das mais relevantes personalidades da História de Portugal - de Egas Moniz a D. Pedro de Souza Holstein (1781-1850). No final do livro os editores incluíram o Juizo da imprensa onde se encontram reproduzidas as opiniões sobre a obra veiculadas nos principais jornais da época.
O livro divide-se em quatros secções: - Armas; - Descobridores; - Poetas e eruditos; - Factos diversos.
Contém 4 gravuras abertas em metal hors-texte, de Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões e do Marquês de Pombal. O retrato de Camões é da autoria de Pastor; os restantes não foi possível determinar.
"Antes de se lerem as modestas paginas d'esta simplicissima obra, é necessario avisar o leitor, que não deve phantasiar ideaes quanto á essencia do que aqui vae encontrar. Ao ser encarregado de fazer o livro em questão, observei que elle não poderia deixar de ser um modestissimo resumo, em que apenas a escolha dos biographados, e a verdade dos factos lhe dessem algum valor, visto não ser necessario uma vasta intelligencia para a conformação d'estas obras especiaes. No genero, conheço como completo e de grande valor o Diccionario bibliographico do fallecido bibliographo Innocencio da Silva.
É preciso notas que Innocencio escreveu a sua obra em sete grossos volumes, nos quaes cada biographia é uma synthese muito perfeita e completa.
Não pretendo, nem jamais pretendi, escrever um livro biographico de indiscutivel merecimento, mas sim collocal-o ao alcance de todas as bolsas e de todas as intelligencias.
A nossa historia em geral pouco sabida, contem vultos de enorme importancia em todos os ramos do saber humano, vultos que seria um incrivel desleixo, não ir pouco a pouco fazendo sahir da obscuridade em que jazem para os menos versados em leitura.
N'este intuito segui o systema de biographar resumidamente cada um dos homens mais notaveis de Portugal, certo de que os que lerem estas biographias sentirão o desejo de mais desenvolvidamente conhecerem o heroe do seu agrado."
(Excerto da introdução, Ao leitor)
Joaquim Alfredo Gallis (1859-1910). "Mais conhecido por Alfredo Gallis, foi um jornalista e romancista muito afamado nos anos finais do século XIX, que exerceu o cargo de escrivão da Corporação dos Pilotos da Barra e o de administrador do concelho do Barreiro (1901-1905). Usou múltiplos pseudónimos, entre os quais 'Anthony', 'Rabelais', 'Condessa do Til' e 'Katisako Aragwisa'. Desde muito jovem redigiu artigos e folhetins em jornais e revistas, entre os quais a Universal, a Illustração Portugueza, o Jornal do Comércio, a Ecos da Avenida e o Diário Popular (onde usou o pseudónimo Anthony). Como romancista conquistou grande popularidade, especializando-se em textos impregnados de sensualismo exaltado que viviam das «fraquezas e aberrações de que eram possuídas, eram desenvolvidas entre costumes libertinos e explorando o escândalo». Escreveu cerca de três dezenas de romances, por vezes publicados com o pseudónimo 'Rabelais'. Alguns dos seus romances têm títulos sugestivos da sensualidade que exploram, nomeadamente Mulheres perdidas, Sáficas, Mulheres honestas, A amante de Jesus, O marido virgem, As mártires da virgindade, Devassidão de Pompeia e O abortador. É autor dos dois volumes da História de Portugal, apensos à História, de Pinheiro Chagas, referentes ao reinado do rei D. Carlos I de Portugal.”
Encadernação coeva em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Manuseado; pastas cansadas com desgaste marginal.
Raro.
45€
Reservado
26 março, 2019
ANDRADE, Eugénio de - DAQUI HOUVE NOME PORTUGAL. Antologia de Verso e Prosa sobre o Porto, organizada e prefaciada por... Selecção artística e arranjo gráfico de Armando Alves. [Porto], Editorial Inova Limitada, [1968]. In-4.º (28cm) de 391, [11] p. il. ; E.1.ª edição.
Desta Antologia de Verso e Prosa - Homenagem da Editorial Inova à Antiga, Mui Nobre, sempre Leal e Invicta cidade do Porto, nas comemorações dos dois mil e cem anos da presúria de Portugale por Viamara Peres - fizeram-se: Uma tiragem, rubricada por Eugénio de Andrade, de mil e quinhentos exemplares, numerados de 1 a 1500 [o presente exemplar leva o N.º 0725],
e cem exemplares, fora do mercado, numerados de 1501 a 1600,
encadernada em linho no formato 28x22,5 cm e ilustrada com 30 gravuras,
80 fotografias a preto e branco e 24 fotografias a cores. Destinados,
exclusivamente, a acompanhar esta tiragem, reproduziram-se a cores dez
quadros com motivos do Porto, apresentados em carteira própria. Na caixa
reproduziram-se duas páginas do foral dado por D. Manuel I, em 1517, à
cidade do Porto.
Belíssima antologia, edição de apurado sentido gráfico e estético, impressa em papel de superior qualidade, profusamente ilustrada a p.b. e a cores. Textos de Fernão Lopes, Gomes Eanes de Zurara, Luís de Camões, Frei Luís de Sousa, Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Eça de Queirós, Alberto Pimentel, João Chagas, António Nobre, Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Almada Negreiros, José Régio, Miguel Torga, Vitorino Nemésio, Agustina Bessa-Luís, entre outros.
Dez quadros com motivos do Porto da autoria de Henrique Pousão, Eduardo Viana, Abel Salazar, Dórdio Gomes, Alvarez, António Cruz, Augusto Gomes, Júlio Resende e Armando Alves.
Belíssima antologia, edição de apurado sentido gráfico e estético, impressa em papel de superior qualidade, profusamente ilustrada a p.b. e a cores. Textos de Fernão Lopes, Gomes Eanes de Zurara, Luís de Camões, Frei Luís de Sousa, Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Eça de Queirós, Alberto Pimentel, João Chagas, António Nobre, Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Almada Negreiros, José Régio, Miguel Torga, Vitorino Nemésio, Agustina Bessa-Luís, entre outros.
Dez quadros com motivos do Porto da autoria de Henrique Pousão, Eduardo Viana, Abel Salazar, Dórdio Gomes, Alvarez, António Cruz, Augusto Gomes, Júlio Resende e Armando Alves.
Exemplar em bom estado de conservação. Caixa-estojo com defeitos.
Invulgar e muito apreciado.
115€
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19 janeiro, 2018
CAMÕES, Luíz de - LUSOVCI. Prebásnil: Kamil Bednár. Ilustroval: Miroslav Troup. Praha, Nesmrtelní, 1958. In-4.º (24cm) de 326, [2] p. ; il. ; E.
1.ª edição.
1.ª edição.
Belíssima peça camoniana. Trata-se de uma preciosa edição checa de «Os Lusíadas», publicada em Praga, na ex-Checoslováquia.
Muito ilustrada no texto e em extratexto, a cores e a p.b., com belíssimos desenhos.
De acordo com o Instituto Camões, na perspectiva da ilustração moderna, esta edição de Os Lusíadas é considerada uma das melhores e mais interessantes.
Encadernação editorial em tela revestida de tecido.
Exemplar
em razoável estado geral de conservação. Apresenta sinais de
humidade, sobretudo nas pastas, e nas primeiras e últimas folhas do
livro.
Raro.
Peça de colecção.
35€Peça de colecção.
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*CAMÕES (Luis de),
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01 julho, 2017
CASTELLO BRANCO, Camillo - LUIZ DE CAMÕES : notas biographicas. Prefacio da setima edição do Camões de Garrett. Porto e Braga, Livraria Internacional de Ernesto Chardron - Editor, 1880. In-8.º (19cm) de 78, [2] p. ; B.
1.ª edição independente.
Obra publicada originalmente na 7.ª edição do poema Camões, de Almeida Garrett, e nesta edição em separado, associando-se desta forma, Camilo, às comemorações centenárias do grande vate português.
"O protagonista do sempre formoso poema de Almeida-Garrett é um Luiz de Camões romantico, remodelado na phantasia melancolica d'um grande poeta exilado, amoroso, nostalgico. A ideal tradição romanesca impediu, com as suas nevoas irisadas de fulgores poeticos, passante de duzentos e cincoenta annos, que o amador de Natercia, o trovador guerreiro, fosse aferido no escalão commum dos bardos que immortalisaram, a frio e com um grande socego de metrificação, o seu amor, a fatalidade do seu destino em centurias de sonetos. Garrett fez uma apotheose ao genio, e a si se ungiu ao mesmo tempo principe reinante na dynastia dos poetas portuguezes, creando aquella incomparavel maravilha litteraria. Ensinou a sua ggeração sentimental a vêr a corporatura agigantada do poeta que a critica facciosa de Verney e do padre José Agostinho apoucára a uma estatura pouco mais que regular.
Camões ressurgiu em pleno meio-dia do romantismo do seculo XIX, não porque escrevêra os Lusiadas, mas porque padecera d'uns amores funestissimos. O seculo XVIII citava-o apenas nos livros didacticos e nas academias eruditas, como exemplar classico em epithetos e figuras da mais esmerada rhetorica. Tinha cahido em mãos estirilizadoras dos grammaticos que desbotam sapientissimamente todas as flôres que tocam, apanham as borboletas, prégam-as para as classificarem mortas, e abrem lista de hyperboles e metaphoras para tudo o que transcende a legislatura codificada de Horacio e Aristoteles."
(excerto do Cap. I)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas frágeis com defeitos. Páginas apresentam leves manchas de oxidação.
Invulgar e muito apreciado.
35€
1.ª edição independente.
Obra publicada originalmente na 7.ª edição do poema Camões, de Almeida Garrett, e nesta edição em separado, associando-se desta forma, Camilo, às comemorações centenárias do grande vate português.
"O protagonista do sempre formoso poema de Almeida-Garrett é um Luiz de Camões romantico, remodelado na phantasia melancolica d'um grande poeta exilado, amoroso, nostalgico. A ideal tradição romanesca impediu, com as suas nevoas irisadas de fulgores poeticos, passante de duzentos e cincoenta annos, que o amador de Natercia, o trovador guerreiro, fosse aferido no escalão commum dos bardos que immortalisaram, a frio e com um grande socego de metrificação, o seu amor, a fatalidade do seu destino em centurias de sonetos. Garrett fez uma apotheose ao genio, e a si se ungiu ao mesmo tempo principe reinante na dynastia dos poetas portuguezes, creando aquella incomparavel maravilha litteraria. Ensinou a sua ggeração sentimental a vêr a corporatura agigantada do poeta que a critica facciosa de Verney e do padre José Agostinho apoucára a uma estatura pouco mais que regular.
Camões ressurgiu em pleno meio-dia do romantismo do seculo XIX, não porque escrevêra os Lusiadas, mas porque padecera d'uns amores funestissimos. O seculo XVIII citava-o apenas nos livros didacticos e nas academias eruditas, como exemplar classico em epithetos e figuras da mais esmerada rhetorica. Tinha cahido em mãos estirilizadoras dos grammaticos que desbotam sapientissimamente todas as flôres que tocam, apanham as borboletas, prégam-as para as classificarem mortas, e abrem lista de hyperboles e metaphoras para tudo o que transcende a legislatura codificada de Horacio e Aristoteles."
(excerto do Cap. I)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas frágeis com defeitos. Páginas apresentam leves manchas de oxidação.
Invulgar e muito apreciado.
35€
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1ª E D I Ç Ã O,
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Camiliana,
Camoniana,
História,
História de Portugal,
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19 junho, 2017
VIEIRA, Afonso Lopes - ONDE A TERRA SE ACABA [E O MAR COMEÇA. Por... [S.l], [s.n. - Composto e impresso na Imprensa Portugal-Brasil], 1940. In-8.º (18cm) de 121, [7] p. ; [1] f. il. ; B.
1.ª edição.
Apreciado livro de poesia de Lopes Vieira sobre a história pátria, com forte componente camoniana.
Capa desenhada por João Carlos.
Ilustrado em extratexto com um retrato do autor por Eduardo Malta.
"Ó búzio de burel,
rugoso e tão trigueiro
como um avô marinheiro
do painel!
Nossa-Senhora do Mar
vem, vestida de peixeira,
encostar-se à tua ombreira
- e chorar!..."
(Nazaré)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas oxidadas.
Invulgar.
Indisponível
1.ª edição.
Apreciado livro de poesia de Lopes Vieira sobre a história pátria, com forte componente camoniana.
Capa desenhada por João Carlos.
Ilustrado em extratexto com um retrato do autor por Eduardo Malta.
"Ó búzio de burel,
rugoso e tão trigueiro
como um avô marinheiro
do painel!
Nossa-Senhora do Mar
vem, vestida de peixeira,
encostar-se à tua ombreira
- e chorar!..."
(Nazaré)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas oxidadas.
Invulgar.
Indisponível
27 fevereiro, 2017
LA VIE PASSIONNANTE ET PASSIONNÉE DE CAMÕES. Texte de Michel Gérac. Illustrations de José Baptista. Lisbonne, S. E. I. T, 1973. In-8.º (21x21cm) de 104 p. ; todo il. ; B.
1.ª edição.
Biografia do grande vate português - Luís de Camões - em banda desenhada, com texto em francês, no original. Ilustrada com belíssimos desenhos a p.b.
"Le soleil déclinant fit scintiller un vitrail. Luiz Vaz sursauta, arraché à sa rêverie. Il s'était attardé, et sa pensée, vagabonde, s'était égarée loin du propos qui l'avait amené à rechercher la solitude du vieux cloître. Pourtant, la tâche était facile, il l'avait acceptée, flatré d'être désigné pour composer la pièce que les étudiants devaient jouer devant le très docte corps enseignant de Santa Cruz."
(excerto da história)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
1.ª edição.
Biografia do grande vate português - Luís de Camões - em banda desenhada, com texto em francês, no original. Ilustrada com belíssimos desenhos a p.b.
"Le soleil déclinant fit scintiller un vitrail. Luiz Vaz sursauta, arraché à sa rêverie. Il s'était attardé, et sa pensée, vagabonde, s'était égarée loin du propos qui l'avait amené à rechercher la solitude du vieux cloître. Pourtant, la tâche était facile, il l'avait acceptée, flatré d'être désigné pour composer la pièce que les étudiants devaient jouer devant le très docte corps enseignant de Santa Cruz."
(excerto da história)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
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*CAMÕES (Luis de),
*GÉRAC (Michel),
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Romance Histórico
18 fevereiro, 2017
TEIXEIRA, Padre Manuel - A GRUTA DE CAMÕES EM MACAU. Edição especialmente feita para ser apresentada junto à Gruta durante o Colóquio "Homenagem a Luís de Camões - poeta universal", da Organização Mundial de Poetas. Macau, Junho de 1999. Macau, Fundação Macau : Instituto Internacional de Macau, 1999. In-4.º (27cm) de [2], V, [1], 226, [2] p. ; B.
Tiragem: 1500 exemplares.
"O texto agora reeditado, - fruto da recolha amorosa do Padre Manuel Teixeira e da sua alta sensibilidade pátria, - é a completa história daquele lugar sagrado da Lusitanidade, e tanto assim da Universalidade, e dos testemunhos que o seu carisma foi inspirando ao longo dos séculos.
Apenas lhe faltará este, agora acrescentado em meio de 1999: "Luís de Camões, Poeta Universal, Homenagem da Organização Mundial de Poetas". [...]
porque uma das muitas glórias de Macau é ter acolhido à sua sombra uma das maiores vozes da Poesia de todos os tempos e desta geração humana."
(excerto da Nota dos editores)
Índice Geral:
Nota dos editores. Duas palavras.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
Tiragem: 1500 exemplares.
"O texto agora reeditado, - fruto da recolha amorosa do Padre Manuel Teixeira e da sua alta sensibilidade pátria, - é a completa história daquele lugar sagrado da Lusitanidade, e tanto assim da Universalidade, e dos testemunhos que o seu carisma foi inspirando ao longo dos séculos.
Apenas lhe faltará este, agora acrescentado em meio de 1999: "Luís de Camões, Poeta Universal, Homenagem da Organização Mundial de Poetas". [...]
porque uma das muitas glórias de Macau é ter acolhido à sua sombra uma das maiores vozes da Poesia de todos os tempos e desta geração humana."
(excerto da Nota dos editores)
Índice Geral:
Nota dos editores. Duas palavras.
I Parte - História da Gruta de Camões. II Parte - Antologia sobre a Gruta.
Padre Manuel Teixeira (Freixo-de-Espada-à-Cinta, 1912 - Chaves,
2003). Historiador e sacerdote português. Viveu a maior parte da sua vida em
Macau. “O valor do seu trabalho histórico e historiográfico, não deixa ninguém
indiferente, tal a sua magnitude e pluralismo temático. Dificilmente se lobriga
um palmo da história de Macau onde ele não tenha tocado, salvo um documento,
cerzido uma teoria, aventada uma hipótese, recolhido um testemunho ou
valorizado o papel da Igreja. Sem esquecer que escreveu imensa Poesia, boa
parte dela editada no ‘Boletim Eclesiástico da Diocese de Macau’, onde refulgem
temas místicos e apologéticos. Escreveu na imprensa (por exemplo, no
"Macau Hoje" ou na "Gazeta Macaense") inúmeros textos autobiográficos
e memorialísticos.
Foi uma figura inconfundível em Macau, um autêntico mito. Conservador,
nacionalista, apaixonado pela História e pela vocação imperial de Portugal, o
Padre Teixeira acumulou distinções e amizades, sem perder a coerência nas
convicções, a rudeza fraterna de um transmontano de gema e a simplicidade no
modo de ser e de estar. Aportou a Macau no longínquo ano de 1924, a bordo do
paquete “D’Artagnan”, para prosseguir estudos no Seminário de S. José. Tinha
doze anos de idade esta criança que saiu de Freixo-de-Espada-à-Cinta, rumo à
China, a Macau. Ordenado sacerdote por D. José da Costa Nunes, celebra a sua
primeira missa em 1934, na Igreja de São Domingos. Foi o início de uma longa e
multifacetada carreira religiosa. Fora de Macau, foi colocado como Superior e
Vigário-Geral das Missões Portuguesas em Malaca e Singapura, entre 1946 e 1962.
Em paralelo com o seu múnus religioso emerge a sua paixão pela História. Esquadrinhou
de lés a lés a história de Macau e a história de presença de Portugal no
extremo oriente, salvando fontes documentais, delineando biografias, acolhendo
legados, reconstituindo documentos, recolhendo fotografias, entrevistando
protagonistas ou acumulando um enorme epistolário.”
(fonte: macauantigo.blogspot.pt)Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
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30 agosto, 2016
BORGES, J. G. Calvão - A FAMÍLIA FLAVIENSE DE CAMÕES. Separata de Arqueologia e História, volume V. Lisboa, 1974. Lisboa, Real Associação dos Arquitectos Civis e Arqueólogos Portugueses, 1974. In-4.º (25cm) de 72, [4] p. ; [4] p. il. ; B.
1.ª edição independente.
Ilustrada em separado com 4 fotogravuras de imóveis antigos relacionados com a família flaviense do Poeta.
"Há na secção de Reservados, da Biblioteca Nacional, um manuscrito com particular interesse para quem estuda a História de Chaves. Trata-se do códice n.º 221 que é constituído por um conjunto de cartas e duas memórias descritivas da cidade. As cartas datam do período 1721-1723 e foram remetidas a D. Jerónimo Contador de Argote, D. Manuel Caetano de Sousa e outros, por Tomé de Távora e Abreu, que ao tempo era Secretário do Governo das Armas de Trás-os-Montes. [...]
Ora, entre os apelidos nobres flavienses, Tomé de Távora indica o de Camões.
Algumas páginas atrás, na lista de militares mais distintos da região, aparecem os capitães de infantaria José Couraça Camões e Diogo Couraça Camões.
Quando há alguns anos li este códice, a afirmação da existência de uma família Camões em Chaves despertou em mim uma natural curiosidade. Que relação de parentesco haveria entre estes Camões e o poeta?"
(excerto do Cap. I, Os Camões flavienses)
Matérias:
(fonte: wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Ausência da f. guarda (em bco).
Muito invulgar.
Com interesse camoniano.
15€
Reservado
1.ª edição independente.
Ilustrada em separado com 4 fotogravuras de imóveis antigos relacionados com a família flaviense do Poeta.
"Há na secção de Reservados, da Biblioteca Nacional, um manuscrito com particular interesse para quem estuda a História de Chaves. Trata-se do códice n.º 221 que é constituído por um conjunto de cartas e duas memórias descritivas da cidade. As cartas datam do período 1721-1723 e foram remetidas a D. Jerónimo Contador de Argote, D. Manuel Caetano de Sousa e outros, por Tomé de Távora e Abreu, que ao tempo era Secretário do Governo das Armas de Trás-os-Montes. [...]
Ora, entre os apelidos nobres flavienses, Tomé de Távora indica o de Camões.
Algumas páginas atrás, na lista de militares mais distintos da região, aparecem os capitães de infantaria José Couraça Camões e Diogo Couraça Camões.
Quando há alguns anos li este códice, a afirmação da existência de uma família Camões em Chaves despertou em mim uma natural curiosidade. Que relação de parentesco haveria entre estes Camões e o poeta?"
(excerto do Cap. I, Os Camões flavienses)
Matérias:
I - Os Camões flavienses. II - Análise dos documentos. III - Os outros Camões. IV - A ascendência paterna do Poeta. V - Final. Notas e Bibliografia.
José Guilherme Calvão Borges (1931-2001). “Foi um militar e
heraldista português. Licenciou-se em Engenharia Aeronáutica pela Universidade
de Michigan (EUA). Seguiu a carreira militar, atingindo os postos de Major-General
e de Brigadeiro Aeronáutico. Escreveu sobre Genealogia dezoito extensos
trabalhos, para além de mais uma dúzia sobre Heráldica.”(fonte: wikipédia)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Ausência da f. guarda (em bco).
Muito invulgar.
Com interesse camoniano.
15€
Reservado
04 outubro, 2015
RIBEIRO, Aquilino - A EDIÇÃO «PRINCEPS» DOS LUSÍADAS. Lisboa, Livraria Bertrand, [1949?]. In-4º (25cm) de 23, [1] p. ; [2] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição independente.
Curioso trabalho de Mestre Aquilino sobre a edição original de Os Lusíadas, de Camões, anteriormente publicado no «Boletim da Junta de Província da Estremadura».
Edição impressa em papel de qualidade superior, ilustrada no texto e em separado sobre papel couché, que incluem um retrato do poeta "tido pelos eruditos como sendo o único tirado do natural", e a reprodução de diversas portadas do poema e uma outra da Regra e Estatutos da Ordem de Santiago (1548).
Tiragem de 200 exemplares, exclusivamente, numerados e rubricados pelo autor. [Número 180].
"Qual é a edição original dos Lusíadas, pois que há duas estampas do mesmo ano de 1752 e obra do mesmo livreiro António Gonçalves. Dividiram-se os votos entre aquela que ostenta no frontispício o pelicano que olha para a direita e aquela em que o pelicano olha para a esquerda. A questão é sumamente bizantina, do pleito nada resultando de importante para Luís de Camões, o poema, Portugal, o mundo."
(excerto de O primeiro problema)
As duas edições do pelicano estão inçadas de erros. Como se explica? Emitiram-se muitas e engenhosas hipóteses: que a composição tipográfica se tivesse feito, não sobre o autógrafo do poeta, mas sobre a cópia de qualquer desastrado calígrafo, infiel do traslado por ignorância ou relaxamento; que os tipógrafos lessem mal o próprio manuscrito do autor pelo facto duma escritura ingrata, «enredada de riscaduras e entrelinhas, contendo emendas sobre emendas»; que os compositores fossem incompetentes e os revedores de igual quilate; que Luís de Camões não houvesse feito a revisão, substituído nesse trabalho, altamente complexo e espinhoso, dada a infixação em que estava a língua em morfologia e sintaxe, mas especialmente quanto a nomes próprios, por pessoa de boa vontade, aceite-se, mas cincando no entanto aqui e além, o que era inevitável ainda que se tratasse dum sábio da Grécia."
(excerto de O segundo problema)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa posterior apresenta rasgão no canto superior direito, sem perda de papel.
Raro.
Com interesse aquiliano e camoniano.
Indisponível
1.ª edição independente.
Curioso trabalho de Mestre Aquilino sobre a edição original de Os Lusíadas, de Camões, anteriormente publicado no «Boletim da Junta de Província da Estremadura».
Edição impressa em papel de qualidade superior, ilustrada no texto e em separado sobre papel couché, que incluem um retrato do poeta "tido pelos eruditos como sendo o único tirado do natural", e a reprodução de diversas portadas do poema e uma outra da Regra e Estatutos da Ordem de Santiago (1548).
Tiragem de 200 exemplares, exclusivamente, numerados e rubricados pelo autor. [Número 180].
"Qual é a edição original dos Lusíadas, pois que há duas estampas do mesmo ano de 1752 e obra do mesmo livreiro António Gonçalves. Dividiram-se os votos entre aquela que ostenta no frontispício o pelicano que olha para a direita e aquela em que o pelicano olha para a esquerda. A questão é sumamente bizantina, do pleito nada resultando de importante para Luís de Camões, o poema, Portugal, o mundo."
(excerto de O primeiro problema)
As duas edições do pelicano estão inçadas de erros. Como se explica? Emitiram-se muitas e engenhosas hipóteses: que a composição tipográfica se tivesse feito, não sobre o autógrafo do poeta, mas sobre a cópia de qualquer desastrado calígrafo, infiel do traslado por ignorância ou relaxamento; que os tipógrafos lessem mal o próprio manuscrito do autor pelo facto duma escritura ingrata, «enredada de riscaduras e entrelinhas, contendo emendas sobre emendas»; que os compositores fossem incompetentes e os revedores de igual quilate; que Luís de Camões não houvesse feito a revisão, substituído nesse trabalho, altamente complexo e espinhoso, dada a infixação em que estava a língua em morfologia e sintaxe, mas especialmente quanto a nomes próprios, por pessoa de boa vontade, aceite-se, mas cincando no entanto aqui e além, o que era inevitável ainda que se tratasse dum sábio da Grécia."
(excerto de O segundo problema)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa posterior apresenta rasgão no canto superior direito, sem perda de papel.
Raro.
Com interesse aquiliano e camoniano.
Indisponível
01 setembro, 2015
VIALE, A. J. - O EPISODIO DE D. INEZ DE CASTRO : excerpto do Canto III dos Lusiadas. Paraphraseados em versos latinos por... Lisboa, Lallemant Frères, Typ. Lisboa : Fornecvedores da Casa de Bragança, 1875. In-8º (20,5cm) de 15, [1] p. ; B.
1.ª edição. (Bilíngue: português-latim).
Muito valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
"Inês de Castro é um episódio lírico-amoroso que simboliza a força e a veemência do amor em Portugal. O episódio ocupa as estâncias 118 a 135 do Canto III de Os Lusíadas e relata o assassinato de Inês de Castro, em 1355, pelos ministros do rei D. Afonso IV de Borgonha, pai de D. Pedro, seu amante. É narrado, na sua maior parte, por Vasco da Gama, que conta a história de Portugal ao rei de Melinde. Considerado um dos mais belos momentos do poema, é a um só tempo um episódio histórico e lírico: por trás da voz do narrador, e da própria Inês, percebe-se a voz e a expressão pessoal do poeta. Camões, através da fala de Vasco da Gama, destaca do episódio sua carga romântica e dramática, deixando em segundo plano as questões políticas que o marcam."
..............................................
"Qual contra a linda moça Polyxena,
Consolação extrema da mãe velha,
Porque a sombra de Achilles a condemna,
Co'o ferro o duro Pyrrho se apparelha:
Mas ella, os olhos com que o ar serena,
Bem como paciente e mansa ovelha,
Na misera mãe postos, que endoudece,
Ao duro sacrificio se offerece,
Taes contra Inez os brutos matadores,
No collo de alabastro que sustinha,
As obras com que amor matou de amores,
Aquelle, que depois a fez rainha,
As espadas banhando e as brancas flores
Que ella dos olhos seus regado tinha,
Se encarniçavam, férvidos e irosos,
No futuro castigo não cuidosos.
Bem poderas, ó sol, da vista d'estes,
Teus raios apartar aquelle dia,
Como da seva mesa de Thyestes,
Quando os filhos por mão de Atreu comia!
Vós, ó concavos valles que podestes
A voz extrema ouvir da bocca fria,
O nome do seu Pedro que lhe ouvistes,
Por muito longo espaço repetistes!
Assi como a bonina, que cortada
Antes de tempo foi, candida e bella,
Sendo das mãos lascivas maltratada
Da menina que a trouxe na capella,
O cheiro traz perdido e a côr murchada,
Tal está morta a pallida donzella,
Seccas do rosto as rosas, e perdida
A branca e viva côr, co'a doce vida.
As filhas do Mondego a morte escura
Longo tempo, chorando, memoraram,
E, por memoria eterna, em fonte pura
As lagrymas choradas transformaram:
O nome lhe puzeram, que 'inda dura,
Dos amores de Inez, que alli passaram.
Vède que fresca fonte rega as flores,
Que lagrymas são a agoa, e o nome amores!"
(excerto do poema)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas com manchas de oxidação, bem como a f. rosto.
Invulgar.
15€
1.ª edição. (Bilíngue: português-latim).
Muito valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
"Inês de Castro é um episódio lírico-amoroso que simboliza a força e a veemência do amor em Portugal. O episódio ocupa as estâncias 118 a 135 do Canto III de Os Lusíadas e relata o assassinato de Inês de Castro, em 1355, pelos ministros do rei D. Afonso IV de Borgonha, pai de D. Pedro, seu amante. É narrado, na sua maior parte, por Vasco da Gama, que conta a história de Portugal ao rei de Melinde. Considerado um dos mais belos momentos do poema, é a um só tempo um episódio histórico e lírico: por trás da voz do narrador, e da própria Inês, percebe-se a voz e a expressão pessoal do poeta. Camões, através da fala de Vasco da Gama, destaca do episódio sua carga romântica e dramática, deixando em segundo plano as questões políticas que o marcam."
..............................................
"Qual contra a linda moça Polyxena,
Consolação extrema da mãe velha,
Porque a sombra de Achilles a condemna,
Co'o ferro o duro Pyrrho se apparelha:
Mas ella, os olhos com que o ar serena,
Bem como paciente e mansa ovelha,
Na misera mãe postos, que endoudece,
Ao duro sacrificio se offerece,
Taes contra Inez os brutos matadores,
No collo de alabastro que sustinha,
As obras com que amor matou de amores,
Aquelle, que depois a fez rainha,
As espadas banhando e as brancas flores
Que ella dos olhos seus regado tinha,
Se encarniçavam, férvidos e irosos,
No futuro castigo não cuidosos.
Bem poderas, ó sol, da vista d'estes,
Teus raios apartar aquelle dia,
Como da seva mesa de Thyestes,
Quando os filhos por mão de Atreu comia!
Vós, ó concavos valles que podestes
A voz extrema ouvir da bocca fria,
O nome do seu Pedro que lhe ouvistes,
Por muito longo espaço repetistes!
Assi como a bonina, que cortada
Antes de tempo foi, candida e bella,
Sendo das mãos lascivas maltratada
Da menina que a trouxe na capella,
O cheiro traz perdido e a côr murchada,
Tal está morta a pallida donzella,
Seccas do rosto as rosas, e perdida
A branca e viva côr, co'a doce vida.
As filhas do Mondego a morte escura
Longo tempo, chorando, memoraram,
E, por memoria eterna, em fonte pura
As lagrymas choradas transformaram:
O nome lhe puzeram, que 'inda dura,
Dos amores de Inez, que alli passaram.
Vède que fresca fonte rega as flores,
Que lagrymas são a agoa, e o nome amores!"
(excerto do poema)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas com manchas de oxidação, bem como a f. rosto.
Invulgar.
15€
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§ AUTÓGRAFOS,
*VIALE (António José),
1ª E D I Ç Ã O,
Camoniana,
História,
História de Portugal,
Latim,
Livros antigos,
Livros séc. XIX,
Poesia
31 março, 2015
BESSA, Carlos Gomes - A LUTA PELA INDEPENDÊNCIA E A CRISE NACIONAL DE 1383-85 EM «OS LUSÍADAS». [Lisboa], Sociedade de Geografia de Lisboa, 1985. In-4.º (24cm) de 22, [2] p. (187-208 pp) ; B. Separata do Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa : Julho-Dezembro 1985
1.ª edição independente.
Brochura valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
"Notáveis sucessos haviam sido os portugueses no final do século XIV e no século XV.
Forçados a uma luta vital, defenderam e garantiram a independência ameaçada, outorgaram ao Reino projecção universal, modificaram radicalmente a imagem do Mundo e abriram na História deste um tempo novo.
Tornaram-se, por tal, credores de uma consagração à medida da admiração alheia e do orgulho nacional criados.
Assim o pensaram escritores e poetas do século XVI em Portugal, e muitos ansiaram compor uma epopeia, ao estilo clássico, cantando esse êxitos como antes havia acontecido com os gregos e romanos.
Nenhum deles veio a consegui-lo, porém. O talento e a inspiração não lhes bastou.
Só Luís de Camões haveria de compor, mais tarde, o poema onde vieram cantados os feitos extraordinários de Os Lusíadas, os portugueses."
(excerto do Cap. 1, Reflexões sobre o poema e o seu autor)
Matérias:
1 - Reflexões sobre o poema e o seu autor. 2 - A crise nacional de 1383-1385 e «Os Lusíadas». 3 - A luta pela independência. 4 - Actualidade da mensagem de «Os Lusíadas».
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
1.ª edição independente.
Brochura valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
"Notáveis sucessos haviam sido os portugueses no final do século XIV e no século XV.
Forçados a uma luta vital, defenderam e garantiram a independência ameaçada, outorgaram ao Reino projecção universal, modificaram radicalmente a imagem do Mundo e abriram na História deste um tempo novo.
Tornaram-se, por tal, credores de uma consagração à medida da admiração alheia e do orgulho nacional criados.
Assim o pensaram escritores e poetas do século XVI em Portugal, e muitos ansiaram compor uma epopeia, ao estilo clássico, cantando esse êxitos como antes havia acontecido com os gregos e romanos.
Nenhum deles veio a consegui-lo, porém. O talento e a inspiração não lhes bastou.
Só Luís de Camões haveria de compor, mais tarde, o poema onde vieram cantados os feitos extraordinários de Os Lusíadas, os portugueses."
(excerto do Cap. 1, Reflexões sobre o poema e o seu autor)
Matérias:
1 - Reflexões sobre o poema e o seu autor. 2 - A crise nacional de 1383-1385 e «Os Lusíadas». 3 - A luta pela independência. 4 - Actualidade da mensagem de «Os Lusíadas».
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
31 julho, 2014
MACEDO, José Agostinho de - REFLEXÕES CRITICAS SOBRE O EPISODIO DE ADAMASTOR NAS LUSIADAS, Canto V. Oit. 39. EM FÓRMA DE CARTA. AUTHOR... LISBOA: NA IMPRESSÃO REGIA. ANNO DE MDCCCXI. Com licença. In-8º (16cm) de 34, [2] p. ; B.
"Mandava aos seus Discipulos Quintiliano, que, quando ajuizassem de alguma parvoice, que escapasse aos mais abalisados Escriptores da antiguidade, o fizessem sempre com muita modestia, e circunspecção, lembrando-se sempre, que erão grandes Varões. Eu estaria por este Canon do Rethorico, se elle me provasse que os Varões antigos tinhão authoridade para descreverem impunemente os disparates que quizessem; e os Senhores Modernos querem que se observe esta regra, mostrem-me a razão, por hum Gigante ha de ter a liberdade de fazer huma parvoice, e não ha de ter liberdade hum Pigmeo de lhe dizer = Isto, Senhor Gigante, he huma parvoice. =
Vale."
(introdução, A quem quizer ler)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
20€
"Mandava aos seus Discipulos Quintiliano, que, quando ajuizassem de alguma parvoice, que escapasse aos mais abalisados Escriptores da antiguidade, o fizessem sempre com muita modestia, e circunspecção, lembrando-se sempre, que erão grandes Varões. Eu estaria por este Canon do Rethorico, se elle me provasse que os Varões antigos tinhão authoridade para descreverem impunemente os disparates que quizessem; e os Senhores Modernos querem que se observe esta regra, mostrem-me a razão, por hum Gigante ha de ter a liberdade de fazer huma parvoice, e não ha de ter liberdade hum Pigmeo de lhe dizer = Isto, Senhor Gigante, he huma parvoice. =
Vale."
(introdução, A quem quizer ler)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
20€
Etiquetas:
*MACEDO (José Agostinho de),
1ª E D I Ç Ã O,
Camoniana,
Estudos críticos,
Livros antigos,
Livros séc. XIX,
Reflexões / Pensamentos,
Sátira
22 maio, 2013
BUFREM, Leilah Santiago – OS LUSÍADAS : fator de integração
luso-brasileira. Curitiba, Editora Lítero-Técnica, 1977. In-8º (21cm) de [2],
178, [4] p. ; B.
Capa de Fernando Calderari (reprodução da portada da 1ª
edição de Os Lusíadas)
Valorizado pela dedicatória autógrafa da autora.
“Os Lusíadas – fator de integração luso-brasileira” é uma
obra em que a autora, realmente “vive Camões” e, por outro lado, revive a
história do povo luso, seu mundo, seus costumes, sua cultura, a língua
portuguesa, tudo a que estamos histórica, cultural, social e sentimentalmente
ligados. (Francisco Borsari Netto, Secretário da Educação e da Cultura)
“Leilah Bufrem redescobre Camões e procura interpretá-lo na
sua imensurável continentalidade. “Cortando o longo mar com larga vela”,
visitou Lisboa, respirou a poesia peninsular e contrita diante do Mosteiro dos
Jerónimos contemplou, certamente, a imortalidade do seu poeta. Sabemos que a
força do bardo lusitano provém da sua criação literária e da expressão universal
do seu poema épico. Porém, Camões é sempre uma surpresa a mais, uma constante
renovação de beleza que o tempo não apaga e a ferrugem não consome. (Túlio
Vargas, Academia Paranaense de Letras)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
26 janeiro, 2013
CAMÕES, Luís de - POESIA DE CAMÕES. Beijing, Instituto da
Literatura Estrangeira da Academia das Ciências Sociais da China : Fundação
Calouste Gulbenkian Portugal, 1981. In-8º (21,5cm) de [4], 89, [1] p. ; [9] f. il.
; B.
Edição bilingue: Português e Chinês.
Capa de Yu Bingnan segundo desenho de Fragonard.
Desenhos de Zhao Ruichun e Wang Weixin.
Edição belissimamente ilustrada com 9 desenhos de fino
recorte em extratexto.
I Parte:
Redondilhas, trovas, motes, etc.
II Parte:
Sonetos
III Parte:
Estrofes de “Os Lusíadas”
“A ideia de se publicar na China uma pequena antologia da
poesia de Camões surgiu em 1979, nas vésperas do 400.º aniversário da morte do
poeta quando, em Beijing (Pequim), alguns jovens chineses, tradutores e
estudantes de Língua e Literatura Portuguesa, descobriram o mundo maravilhosos
de Luís de Camões.
A “Poesia de Camões” é agora editada na República Popular da
China. A tradução é de Zhang Weimin, Zhao Hongying e Li Peng, tendo sido
revista por Wang Quanli. O conjunto dos tradutores chineses adoptou o
pseudónimo de Xiao Jiaping.” (excerto da
introdução de José Graça de Abreu)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Indisponível
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*CAMÕES (Luis de),
Camoniana,
China,
Poesia
31 dezembro, 2012
SARAMAGO, José – QUE FAREI COM ESTE LIVRO? Posfácio de Luiz Francisco
Rebello. Lisboa, Editorial Caminho, 1980. In-8º (18,5cm) de 167, [1] p. ; B.
1ª edição.
“Peça de teatro publicada em 1980, dois anos antes da obra-prima
Memorial do Convento, é um livro que define, já nessa fase inicial da sua
carreira, o estilo ácido, corrosivo, de José Saramago. Não é exagero afirmar-se
que o livro se resume a uma sátira aos vícios do reino, vícios de ontem e de
hoje.”
“Camões segura com
ambas as mãos o primeiro exemplar [d’Os Lusíadas] saído dos prelos, e formula então a pergunta que dá o título à peça:
«Que farei com este livro?». Mas logo
a transforma noutra pergunta que é afinal a resposta justa àquela – e a única
possível: «Que fareis com este livro?».
Porque escrevendo Os Lusíadas, Camões fez o que lhe cumpria fazer – o resto é
já com os seus leitores. […] No limiar de um tempo novo, é uma nova existência
que começa. Um novo drama também, cujo protagonista já não é Luís Vaz de Camões,
mas o destinatário do seu livro e a sua razão maior de ser (e agora também
desta peça que o toma para ponto de partida): o povo português.” (excerto
do posfácio)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
29 junho, 2012
PANORAMA - Revista Portuguesa de Arte e Turismo. Nº 44, IV Série, Dezembro de 1972. Director Literário: Ramiro Valadão. Lisboa, Secretaria de Estado da Informação e Turismo, 1972. In-fólio (30cm) de 111 p. ; mto il. ; B.
Edição especial totalmente dedicada a «Os Lusíadas» e a Luís de Camões por ocasião das comemorações do 4º centenário da publicação d'«Os Lusíadas».
Revista impressa em papel de qualidade superior profusamente ilustrada com portadas de várias edições de «Os Lusíadas», retratos de Camões, etc.
Revista impressa em papel de qualidade superior profusamente ilustrada com portadas de várias edições de «Os Lusíadas», retratos de Camões, etc.
Matérias:
Pórtico.
A Arte de Camões n'«Os Lusíadas».
Os «Lusíadas» da camoniana d'El-Rei D. Manuel II, no Paço Ducal de Vila Viçosa. As traduções inglesas do Poema.
Luís de Camões e a Iha de Ceilão.
A «Vida de S. Teotónio» uma fonte de «os Lusíadas»?
O Homem, o Mar e a guerra em Homero e Camões.
Actualidade do vocabulário de «Os Lusíadas».
Uma misteriosa Edição de «Os Lusíadas».
Duas carrancas de proa de interesse camoniano.
William Julius Mickle e a sua tradução de «Os Lusíadas».
O que foi o tricentenário de Camões em Lisboa.
Camões e os seus «Lusíadas».
Medalhas comemorativas do IV Centenário da publicação de «Os Lusíadas».
A contribuição inglesa para os estudos camonianos.
A Grande Exposição Bibliográfica, Iconográfica e Medalhística de Camões na Biblioteca Nacional de Lisboa.
A história da produção do filme «Camões».
Escaparate bibliográfico.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
Etiquetas:
§ JORNAIS / REVISTAS,
*CAMÕES (Luis de),
Camoniana,
Comemorações,
História,
História de Portugal
18 junho, 2012
DIAS, Carlos Malheiro – CAMÕES E A RAÇA. Oração pronunciada
no Palacio Teçayndaba, em S. Paulo, na noite de 4 de Junho de 1934. Inauguração
da Semana Camoniana instituída pelas Escolas Portuguesas fundadas pelo Centro
Republicano de S. Paulo. São Paulo, [s.n. – imp. na Emp. Gráf. “Revista dos
Tribunais”, 1934. In-8º (22cm) de 54, [2] p. ; B.
Muito valorizado pela dedicatória autógrafa do autor “a Sua Eminência o Senhor Cardial Patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira. Veneração, admiração e gratidão de um português” (data e assinatura).
Exemplar brochado (plastificado) em bom estado de conservação.
Rubrica de posse na f. rosto.
Invulgar.
Indisponível
Exemplar brochado (plastificado) em bom estado de conservação.
Rubrica de posse na f. rosto.
Invulgar.
Indisponível
Etiquetas:
*DIAS (Carlos Malheiro),
A S S I N A D O S,
Brasil,
Camoniana,
Conferências / Discursos,
História,
História de Portugal,
Portugal
07 abril, 2012
COELHO, J. M. Latino – LUIZ DE CAMÕES. Galeria de Varões Illustres de Portugal por… Volume I. Lisboa, David Corazzi-Editor : Empreza-Horas Romanticas, 1880. In-8º (20cm) de [6], 374 p. ; E.
1ª edição.
1ª edição.
Contém um retrato de Luís de Camões em extratexto.
“Obra que se enquadra nas comemorações do terceiro centenário da morte de Camões e constitui o primeiro volume da coleção Galeria de Varões Ilustres de Portugal, cujo objectivo, segundo o editor, seria "biografar e celebrar as mais ilustres individualidades da nossa pátria". No capítulo introdutório, o autor desenvolve o alcance deste empreendimento, defendendo a tese de que não são as fronteiras políticas e territoriais dos povos que lhes asseguram a independência, mas sim "o sopro e a inspiração", consubstanciados nos seus feitos e nos seus heróis. Assim, Latino sustenta que, se é verdade que nas memórias de um povo "está como que cifrada a acrópole ideal, que as defende e presidia contra a insolência e a cobiça dos estranhos", "em dois nomes está resumida principalmente a vida e a essência de Portugal: o Gama e o Camões. Num feito sem exemplo e num poema sem modelo". Neste volume, decide ocupar-se do poeta, que "é a própria nacionalidade incarnada num só homem", e do poema, que "é a história de Portugal gravada em lâminas de bronze para assombro das nações".A obra inclui uma lista da camoniana da Biblioteca Nacional, referindo todas as edições e traduções da obra de Camões existentes ao tempo.”
Nota: Foram publicados 3 volumes da colecção Galeria de Varões Ilustres de Portugal: o presente, consagrado a Camões, e os volumes II e II, inteiramente dedicados a Vasco da Gama.
Exemplar encadernado em meia de pele com ferros a ouro na lombada; s/ capas de brochura.
Bom estado geral de conservação; páginas algo oxidadas.
Invulgar, com interesse histórico.
20€
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*COELHO (Latino),
1ª E D I Ç Ã O,
Biografias,
Camoniana,
História,
História - Descobrimentos,
História de Portugal,
Livros antigos,
Livros séc. XIX
20 dezembro, 2011
CAMÕES. Colecção de 124 cromos. 4ª edição. [Lisboa], Agência Portuguesa de Revistas, 1966.
Caderneta (22x22cm) de 35, [1] pp, preenchida com cromos (completa).
Apreciada colecção de cromos da Agência Portuguesa de Revistas - que na segunda metade do século passado fizeram as delícias de milhares de portugueses -, sobre a vida aventurosa de Camões.
"A biografia por imagens do maior poeta português, com todos os principais passos da sua atribulada existência de moço trovador, espadachim, guerreiro e genial autor das inspiradas estrofes de "OS LUSÍADAS"."
Exemplar em bom estado geral de conservação. Capas vincadas, com rasgão (sem perda de papel) na lombada; páginas algo oxidadas.
Muito invulgar.
40€
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§ CROMOS,
Banda desenhada,
Camoniana,
Coleccionismo,
História,
História de Portugal
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