BESSA, Carlos Gomes - A LUTA PELA INDEPENDÊNCIA E A CRISE NACIONAL DE 1383-85 EM «OS LUSÍADAS». [Lisboa], Sociedade de Geografia de Lisboa, 1985. In-4.º (24cm) de 22, [2] p. (187-208 pp) ; B. Separata do Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa : Julho-Dezembro 1985
1.ª edição independente.
Brochura valorizada pela dedicatória autógrafa do autor.
"Notáveis sucessos haviam sido os portugueses no final do século XIV e no século XV.
Forçados a uma luta vital, defenderam e garantiram a independência ameaçada, outorgaram ao Reino projecção universal, modificaram radicalmente a imagem do Mundo e abriram na História deste um tempo novo.
Tornaram-se, por tal, credores de uma consagração à medida da admiração alheia e do orgulho nacional criados.
Assim o pensaram escritores e poetas do século XVI em Portugal, e muitos ansiaram compor uma epopeia, ao estilo clássico, cantando esse êxitos como antes havia acontecido com os gregos e romanos.
Nenhum deles veio a consegui-lo, porém. O talento e a inspiração não lhes bastou.
Só Luís de Camões haveria de compor, mais tarde, o poema onde vieram cantados os feitos extraordinários de Os Lusíadas, os portugueses."
(excerto do Cap. 1, Reflexões sobre o poema e o seu autor)
Matérias:
1 - Reflexões sobre o poema e o seu autor. 2 - A crise nacional de 1383-1385 e «Os Lusíadas». 3 - A luta pela independência. 4 - Actualidade da mensagem de «Os Lusíadas».
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€
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31 março, 2015
04 fevereiro, 2015
BESSA, Coronel Carlos Gomes – RASGANDO OS SERTÕES
BRASILEIROS : o começo da aventura. Lisboa, [s.n. – Comp. e imp. nos Serv.
Gráf. da Liga dos Combatentes], 1984. In-4.º (23,5cm) de 28, [4] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Valorizada pela extensa dedicatória autógrafa do autor ao
Dr. Silva Tavares.
Ilustrada com 3 mapas em página inteira: - A baía de Todos
os Santos e a cidade de Salvador; - S. Vicente, Santos e Santo Amaro; - Mapa do
Brasil (todos reproduzidos de códices quinhentistas existentes na Biblioteca da
Ajuda, Lisboa).
“O panorama que se deparou aos portugueses no Brasil era
muito diferente mesmo daquele que, pelas suas riquezas e adiantadas
civilizações, os espanhóis encontraram na América Central e Andina.
Nessa ocasião Portugal estava voltado para a Índia que,
insaciável, lhe consumia vidas e capital. Do Brasil nos primeiros anos, a bem
dizer, só vinha o pau-brasil, pelo que não oferecia condições atractivas. Elas
eram até bem inferiores às da Guiné, do outro lado fronteiro no Atlântico.
Por isso a Coroa evitava grandes investimentos ali. Segundo
alguns historiadores, este é o principal motivo do silêncio dos cronistas e da
falta de divulgação das viagens feitas pelos portugueses, que se admite terem
começado por volta de 1491. […]
Em consequência de todas estas viagens alguns portugueses
foram atirados a esmo para as terras do Brasil. Eram náufragos, desertores das
armadas, ou degredados de delito comum e judeus ali deixados. Para
sobreviverem, os que se fixavam naquelas terras tiveram de fazer seus os
hábitos dos indígenas. Também eles passaram a viver, nus ou semi-nus, da
agricultura rudimentar, alimentando-se sobretudo de mandioca, dormindo em redes
e evitando as doenças em que o ambiente era fértil, recorrendo, quer a ervas e
plantas tropicais, que a unguentos para lhes protegerem a pele. Não poucas
vezes também eles praticaram a antropofagia.
Foi muito dura a luta destes portugueses pela sobrevivência.
Perante a hostilidade do sertão e do gentio selvagem, uma arma a muitos serviu
de antídoto e de salvatério – o amoroso acolhimento recebido de algumas
mulheres locais.
Assim começou no Brasil o que Gilberto Freyre chamou a
aventura da miscigenação…”
(Excerto do texto)
Matérias: O Começo da Aventura. - Primeiros contacto e a aventura da miscigenação. –
Capitanias do mar e Capitanias de terra. – O Caramurú. – S. Vicente e João
Ramalho. – As donatarias e o Governo-Geral. – Considerações finais.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
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§ AUTÓGRAFOS,
*BESSA (Carlos),
1ª E D I Ç Ã O,
Brasil,
História,
História - Descobrimentos,
História de Portugal,
História do Brasil
12 janeiro, 2015
BESSA, Coronel Carlos - PORTUGAL E A EUROPA NA II GUERRA MUNDIAL. [Lisboa], [s.n.], 1992. In-4º (24cm) de 22 p. ; B. Separata das Actas do III Colóquio Portugal e a Europa - Séc XVII a XX
Estudo histórico sobre a forma como o Estado Novo, personificado pelo Presidente do Conselho, António de Oliveira Salazar, encararam a 2.ª Guerra Mundial e a neutralidade portuguesa no contexto europeu.
"No dealbar da II Guerra Mundial, Salazar, Chefe do Governo português, exprimia grandes preocupações quanto ao destino da Europa: crise europeia, crise do espírito; crise do espírito, crise da civilização. A Europa não sabia organizar em si mesma a paz e nenhum problema podia resolver pela guerra, a qual deveria acarretar-lhe enorme empobrecimento. [...]
Acresce que, se se considerar que o objectivo da política é a de proporcionar a paz e a estabilidade, então temos de convir que os estadistas das grandes potências desta terrível guerra falharam redondamente, pois de modo tão desastrado a conduziram que, mal assinada a paz, logo teve início a guerra fria, também de muitos dramáticos efeitos.
No quadro global, Portugal pretendeu não se desviar das linhas gerais da sua política externa tradicional.
Para desenvolver as possibilidades do poderio atlântico nacional havia que valorizar a Aliança Inglesa, mas as lições do passado levaram a encará-la em moldes novos. [...]
Outro pilar foi o da amizade com a Espanha, que parecia não ter no momento nenhum interesse contrário ao dos portugueses. A Guerra Civil fortalecera essa amizade... [...]
Deveriam ainda valorizar-se as relações com o Brasil, e a nossa compreensiva universalidade e extensão de interesses permitiam as melhores e mais amigáveis relações com os outros povos, inclusivé com a Alemanha e a Itália, estreitadas durante a Guerra de Espanha.
Podendo ser, tornava-se vantajoso não nos envolvermos nas desordens europeias. Assim, no próprio dia 1 de Setembro de 1939, data da invasão da Polónia, o Presidente do Conselho, cioso de exprimir a independência do País, decidiu por si, ao contrário do que acontecera em 1914, e sem efectuar declaração formal, nem publicar qualquer diploma legal anunciou simplesmente a situação da neutralidade de Portugal. [...]
Para se ser neutral não basta querer, são necessárias habilidade e força. No caso português esta motivava inquietações aos Aliados e a Eixo."
(excerto do texto)
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
10€
Estudo histórico sobre a forma como o Estado Novo, personificado pelo Presidente do Conselho, António de Oliveira Salazar, encararam a 2.ª Guerra Mundial e a neutralidade portuguesa no contexto europeu.
"No dealbar da II Guerra Mundial, Salazar, Chefe do Governo português, exprimia grandes preocupações quanto ao destino da Europa: crise europeia, crise do espírito; crise do espírito, crise da civilização. A Europa não sabia organizar em si mesma a paz e nenhum problema podia resolver pela guerra, a qual deveria acarretar-lhe enorme empobrecimento. [...]
Acresce que, se se considerar que o objectivo da política é a de proporcionar a paz e a estabilidade, então temos de convir que os estadistas das grandes potências desta terrível guerra falharam redondamente, pois de modo tão desastrado a conduziram que, mal assinada a paz, logo teve início a guerra fria, também de muitos dramáticos efeitos.
No quadro global, Portugal pretendeu não se desviar das linhas gerais da sua política externa tradicional.
Para desenvolver as possibilidades do poderio atlântico nacional havia que valorizar a Aliança Inglesa, mas as lições do passado levaram a encará-la em moldes novos. [...]
Outro pilar foi o da amizade com a Espanha, que parecia não ter no momento nenhum interesse contrário ao dos portugueses. A Guerra Civil fortalecera essa amizade... [...]
Deveriam ainda valorizar-se as relações com o Brasil, e a nossa compreensiva universalidade e extensão de interesses permitiam as melhores e mais amigáveis relações com os outros povos, inclusivé com a Alemanha e a Itália, estreitadas durante a Guerra de Espanha.
Podendo ser, tornava-se vantajoso não nos envolvermos nas desordens europeias. Assim, no próprio dia 1 de Setembro de 1939, data da invasão da Polónia, o Presidente do Conselho, cioso de exprimir a independência do País, decidiu por si, ao contrário do que acontecera em 1914, e sem efectuar declaração formal, nem publicar qualquer diploma legal anunciou simplesmente a situação da neutralidade de Portugal. [...]
Para se ser neutral não basta querer, são necessárias habilidade e força. No caso português esta motivava inquietações aos Aliados e a Eixo."
(excerto do texto)
Carlos Gomes Bessa (1822-2013). Militar e académico historiador. “A sua carreira estendeu-se
e espraiou-se, fundamentalmente, em duas áreas: a militar e a de académico e
historiador. Depois do Curso na Escola do Exército, iniciado em 1942, foi
colocado no Regimento da Serra do Pilar, uma unidade de grandes tradições
militares, que ficou conhecida como “Os Polacos da Serra”, e que viria a
comandar, como coronel, em 1973. Em 1950 foi chamado para frequentar o exigente
Curso de Estado - Maior, tendo ingressado no respectivo “Corpo” e desempenhado
funções correlativas, durante vários anos. Fez duas comissões no Ultramar – de
que se tornou grande conhecedor e estudioso – a primeira na Guiné, entre 1956 e
1960, onde desempenhou as funções de Chefe de Estado-Maior do Comando Militar
e, logo em Abril desse ano, marchou para Angola a convite do Governador-Geral
de quem foi chefe de Gabinete, tendo regressado em Junho do ano seguinte, na
sequência do início do terrorismo naquela Província. Foi Comissário Nacional da
Mocidade Portuguesa entre 1966 e 1970 estando sempre muito ligado à educação da
juventude tanto na Metrópole como no Ultramar, tendo criado a “Procuradoria dos
Estudantes Ultramarinos”, em 1962. Foi ainda director da Revista “Ultramar”
entre 1961 e 1970. Foram-lhe concedidos 16 louvores e nove condecorações. Como
académico foi um trabalhador incansável, desenvolvendo o seu labor em várias
instituições de que se destaca a Academia Portuguesa da História, de que foi
Secretário nove anos; Academia das Ciências; Sociedade Histórica da
Independência de Portugal; Comissão Portuguesa de História Militar, de que foi
um dos fundadores e, depois, Secretário; Sociedade de Geografia e Revista Militar,
de que foi Director muitos anos. São incontáveis os trabalhos, comunicações e
conferências efectuados, sempre com uma qualidade elevada, muitas delas de
âmbito internacional, tendo desenvolvido contactos sobretudo com o Brasil, a
Venezuela e a Espanha. É ainda autor de vasta bibliografia histórica, de grande
mérito.”
(in http://atulhadoatilio.blogspot.pt/2013/11/in-memoriam-coronel-gomes-bessa.html)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.(in http://atulhadoatilio.blogspot.pt/2013/11/in-memoriam-coronel-gomes-bessa.html)
Muito invulgar.
Com interesse histórico.
10€
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*BESSA (Carlos),
2ª Guerra Mundial,
Diplomacia,
Estado Novo,
Estudos históricos,
História,
História de Portugal,
Política,
Portugal
21 fevereiro, 2014
BESSA, Carlos – O COMBATE DE MUÍTE: ASPECTOS RELACIONADOS
COM A PARTICIPAÇÃO PORTUGUESA NA GUERRA DE 1914-18 EM MOÇAMBIQUE. Pelo académico correspondente… Separata dos «Anais» : II série, vol. 31. Lisboa, Academia
Portuguesa de História, 1986. In-4.º (24,5cm) de 142 p. (p. 135-270), [7] f. il.
; B.
Ilustrado em extratexto com várias fotogravuras dispersas
por 4 f. e mapas (3) em outras tantas folhas: Mapa das possessões alemãs e
portuguesas em África no início da I Grande Guerra; Mapa com a marcha das
forças alemãs que conduziram aos combates de Muíte; «Croquis» usado pelo
Comandante das Forças Portuguesas no Combate de Muíte por falta de cartas
topográficas.
Contém relatórios militares sobre o Combate de Muíte.
Muito valorizado pela extensa dedicatória autógrafa do autor
a D. Virgínia Cabral Fernandes, autora do livro «Memórias Ultramarinas» (1995),
e filha de José Ricardo Pereira Cabral
(1879-1956), político e militar português, Governador do Distrito de Moçambique
(1916-1919 e 1918-1920), e mais tarde Governador-geral de Moçambique (1926-1938)
e Governador-geral da Índia (1938-1945).
Obra sobre o combate de Muíte, amplamente aproveitado pelo
autor para fazer uma análise da situação militar na Província de Moçambique
durante a Grande Guerra, a par de reflexões várias sobre as consequências da
participação portuguesa no conflito mundial. Relevância especial para a análise pormenorizada das forças alemãs no terreno, e do seu comandante, o mítico Von Lettow.
Matérias:
Matérias:
Antecedentes do combate de Muíte
I. Na política internacional. II. Nos bastidores da
diplomacia. III. Na política interna portuguesa. IV. No âmbito militar.
O primeiro combate de Muíte (21 de Dezembro de 1917)
Evolução da situação e medidas tomadas com vista ao segundo
combate de Muíte
A marcha e o segundo combate de Muíte
I. A Organização da Coluna e a Marcha para Muíte. II. O
Segundo Combate de Muíte. III. O Segundo Combate de Muíte no Diário de Campanha
de Von Lettow Vorbeck. IV. A importância militar de Muíte.
Os combatentes de Muíte e os inimigos que defrontaram
I. As forças alemãs e Von Lettow. 1- O Comando de Von Lettow
na África Oriental Alemã. 2- As forças militares existentes na Colónia Alemã e
o seu valor. 3- A reorganização de Von Lettow para a entrada no território de
Moçambique. 4- A dedicação e capacidade combativa das tropas indígenas e dos
carregadores alemães. 5- A táctica de Von Lettow e o aproveitamento dos
recursos locais. II. O clima e as condições sanitárias das tropas portuguesas.
III. A desorganização do Estado e os reflexos na Forças Armadas Portuguesas.
O debate nacional do intervencionismo e do não
intervencionismo na Guerra de 1914-18
I. Interesse de alguns conceitos actuaos sobre História
Militar. II. A situação do Exército Português na Guerra de 1914-18. III.
Intervenção ou não intervenção de Portugal na Guerra de 1914-18. IV. Os
partidos e a opinião pública perante a guerra. V. As tropas da intervenção. VI.
Escolha dos teatros de operações para a intervenção portuguesa. VII. A
graduação do esforço em cada teatro. VIII. Algumas considerações finais.
Epílogo
Documentos
N.º 1 - Ofício do Administrador de Imala sobre a inauguração
do Monumento aos Mortos de Muíte (Moçambique). N.º 2 - Extracto do «lourenço
Marques Guardian», de 9 de Agosto de 1930, sobre a inauguração do Monumento aos
Mortos de Muíte, em Muecate (Moçambique). N.º 3 - Extracto do «Lourenço Marques
Guardian», de 14 de Agosto de 1930, sobre o mesmo assunto. N.º 4 - Relatório do
Combate de Muíte travado com Forças Alemãs, em 7 de Janeiro de 1918, do
Comandante das Forças Portuguesas. N.º 5 - Relatório do Comandante do 3.º
Pelotão da 5.ª Companhia Indígena de Infantaria sobre o combate de Muíte. N.º 6
- Relatório do Comandante do 3.º Grupo de Auxiliares de Nampula sobre o combate
de Muíte. N.º 7 - Despacho exarado no auto de corpo de delito ao General Tomás
de Sousa Rosa e conclusões do Relatório da Comissão de Generais nomeadamente
para estudar e apreciar as operações efectuadas pelas tropas sob o seu comando
na África Oriental Portugusa.
Carlos Gomes Bessa (1822-2013). “A sua carreira estendeu-se
e espraiou-se, fundamentalmente, em duas áreas: a militar e a de académico e
historiador. Depois do Curso na Escola do Exército, iniciado em 1942, foi
colocado no Regimento da Serra do Pilar, uma unidade de grandes tradições
militares, que ficou conhecida como “Os Polacos da Serra”, e que viria a
comandar, como coronel, em 1973. Em 1950 foi chamado para frequentar o exigente
Curso de Estado - Maior, tendo ingressado no respectivo “Corpo” e desempenhado
funções correlativas, durante vários anos. Fez duas comissões no Ultramar – de
que se tornou grande conhecedor e estudioso – a primeira na Guiné, entre 1956 e
1960, onde desempenhou as funções de Chefe de Estado-Maior do Comando Militar
e, logo em Abril desse ano, marchou para Angola a convite do Governador-Geral
de quem foi chefe de Gabinete, tendo regressado em Junho do ano seguinte, na
sequência do início do terrorismo naquela Província. Foi Comissário Nacional da
Mocidade Portuguesa entre 1966 e 1970 estando sempre muito ligado à educação da
juventude tanto na Metrópole como no Ultramar, tendo criado a “Procuradoria dos
Estudantes Ultramarinos”, em 1962. Foi ainda director da Revista “Ultramar”
entre 1961 e 1970. Foram-lhe concedidos 16 louvores e nove condecorações. Como
académico foi um trabalhador incansável, desenvolvendo o seu labor em várias
instituições de que se destaca a Academia Portuguesa da História, de que foi
Secretário nove anos; Academia das Ciências; Sociedade Histórica da
Independência de Portugal; Comissão Portuguesa de História Militar, de que foi
um dos fundadores e, depois, Secretário; Sociedade de Geografia e Revista Militar,
de que foi Director muitos anos. São incontáveis os trabalhos, comunicações e
conferências efectuados, sempre com uma qualidade elevada, muitas delas de
âmbito internacional, tendo desenvolvido contactos sobretudo com o Brasil, a
Venezuela e a Espanha. É ainda autor de vasta bibliografia histórica, de grande
mérito.” (in http://atulhadoatilio.blogspot.pt/2013/11/in-memoriam-coronel-gomes-bessa.html)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
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