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25 junho, 2018

BASTOS, Francisco Leite - GLORIAS DO TRABALHO : drama em tres actos. Original De... representado repetidas vezes no Theatro das Variedades. Precedido de um parecer do Sr. A. da Silva Tullio. Lisboa, Livraria do sr. Campos Junior, [1865]. In-8.º (17cm) de 51, [1] p. ; B. Col. Theatro Escolhido, N.º 10 - 2.ª Serie - IV
1.ª edição.
Obra raríssima. Trata-se da segunda publicada pelo autor; a 1.ª, igualmente uma peça de teatro, foi Consequencias de uma inicial : comedia original em um acto (1863), também representada no Teatro das Variedades. De acordo com uma biografia da época, «As glorias do trabalho», "que também obteve grande ovação, era um drama que denotava verdadeiro talento, mas em que se conhecia a falta de estudo e de instrucção" do autor.
"A critica e o publico acceitaram o presente drama e festejaram-no na imprensa e no theatro, como elle foi escripto, e com favor tal que nunca julguei merecer.
Para essas dividas de gratidão é que de certo não ha resgate. A tão benevolos estimulos respondo apenas com o meu evangelho - o trabalho.
Trabalharei pois: e oxalá no futuro eu possa por elle tornar-me util; e os generosos amigos, que ora vêem espalhar flores n'este caminho abrolhoso, aonde só espinhos se encontram, não tenham de pejar-se ante a inutilidade de seus desejos.
São estas as minhas aspirações - estes os votos do meu eterno reconhecimento."
(Preâmbulo)
"A comedia-drama, em tres actos, original, intitulada Glorias do trabalho, sobre ter por argumento um thema recommendavel, está escripta e dialogada com muita propriedade; tem bons typos; boa doutrina; os actos fecham com lances e ditos de seguro effeito scenico; e em summa é uma peça que muito folgo de approvar com louvor."
(Parecer)
Francisco Leite Bastos (1841-1886). “Jornalista, autor de contos e romances policiais, dramas e comédias, nascido a 17 de setembro de 1841, em Lisboa, e falecido a 5 de dezembro de 1886, na mesma cidade. Apesar da ausência de formação literária, os seus escritos - peças, crónicas  e romances - gozaram no seu tempo, de um relativo êxito popular. Colaborou no Diário de Notícias e em vários jornais literários. Deu sequência ao Rocambole, de Ponson du Terrail, em Maravilhas do Homem Pardo. Toda a sua obra jornalística e literária se pauta pela crítica de costumes.”
(Fonte: infopédia)

Exemplar brochado, por aparar, em bom estado de conservação.
Muito raro.
Sem registo na BNP.
45€

22 outubro, 2017

BASTOS, Leite - SAPATOS DE DEFUNCTO. A Comedia Burgueza. Por... Com uma introducção por Gervasio Lobato. Illustrações: Dezenhos de Manuel de Macedo. Gravuras de Alberto. Lisboa, Empreza do Occidente, MDCCCLXXXII [1882]. In-8.º (17cm) de 200 p. ; il. ; E. Bibliotheca Portugueza do «Occidente».
1.ª edição.
Ilustrada com belíssimos desenhos de mestre Manuel de Macedo.
"O interessante romance que vae lêr-se, ilustrado brilhantemente por Manuel de Macedo, é o primeiro de uma serie d'estudos do natural, que Leite Bastos prepara, sob o titulo generico de Comedia Burgueza. [...]
Estas linhas, escriptas a correr para as primeiras paginas de Sapatos de Defuncto, tem apenas por fim annunciar ao publico o apparecimento de uma obra notavel, que ha de fazer sensação em Lisboa."
(excerto da introdução)
Francisco Leite Bastos (1841-1886). “Jornalista, autor de contos e romances policiais, dramas e comédias, nascido a 17 de setembro de 1841, em Lisboa, e falecido a 5 de dezembro de 1886, na mesma cidade. Gozou, no seu tempo, de um relativo êxito popular. Colaborou no Diário de Notícias e em vários jornais literários. Deu sequência ao Rocambole, de Ponson du Terrail, em Maravilhas do Homem Pardo. Toda a sua obra jornalística e literária se pauta pela crítica de costumes.”
(fonte: infopédia)
Encadernação em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Pastas cansadas. Apresenta oríficios de insecto nas pastas com pouco impacto visual, e sem afectar o miolo.
Raro.
20€

29 setembro, 2017

BASTOS, Leite - PROSAS ALEGRES. Precedidas da apreciação litteraria do auctor por Julio Cesar Machado e Gervasio Lobato. Lisboa, Typographia da Bibliotheca Horas de Leitura, 1883. In-8.º (19cm) de 253, [3] p. ; E.
1.ª edição.
Miscelânea de vários assuntos: um conjunto de pequenas crónicas, histórias de cariz pessoal e dois contos históricos. Obra rara, talvez a mais invulgar da bibliografia do autor, que pela sua estrutura e composição, a diferencia de tudo o que Leite Bastos havia publicado até então, ou viria a publicar.
"Dando ao prelo alguns dos mais chistosos folhetins d'este escriptor extraordinario, para o qual nenhuma fórma litteraria é desconhecida, desde o romance emaranhado e phantastico, ao estudo detido do natural, com todos os processos de observação e rigor de realismo impressionista, pômos em evidencia mais uma das qualidades d'essa individualidade caracteristica e singular, cujos poderosos dotes de engenho são geralmente conhecidos e apreciados pelos homens de letras mais notaveis."
(excerto da apresentação do editor)
"Era de poucas fallas, afeito ao tempo, rijo, secco, destemido; de physionomia tempestuosa, olhar curiscante.
Não se ria nunca. Nem era para graças. Sorria apenas em raras occasiões mas cada um d'esses sorrisos era como pronuncio de aguaceiro certo.
Havia uma só coisa capaz de o empalidecer  deveras: - o malsim da casinha! - duas que o obrigavam a decobrir-se: - quando passava Nosso-Pae ou quando lhe davam a gorgeta.
Esta geração de agora, calça por outro sapateiro, e já não tem pernas para aquellas botas collosaes, que elle usava no mais perfeito accordo com duas enormes esporas, cujas rosetas formidaveis seriam capazes de rasgar o ventre a uma baleia."
(excerto de O antigo boleeiro)
Índice:
O Auctor [apresentação do editor, Gervásio Lobato e Julio César Machado]. ǀ Horas Aziagas. ǀ Só duas palavras. ǀ Um caso de consciencia. ǀ O Homem das meias de seda. ǀ O menino entre os doutores. Scenas da emigração. I - Á Procura de Fortuna; II - A carta do Brazil. ǀ Dois Santinhos da côrte do céo. ǀ O actor Alvaro. ǀ Primeiros amores do Marquez de Pombal. Operarios do mal (Excerto de um inedito). I - Ratos de Sachristia; II - Politica de agua benta. ǀ A curiosidade dramatica. ǀ Abnegação de mãe. ǀ Rapaziadas do seculo XIX. ǀ O antigo bolieiro. ǀ O comparsa.
Francisco Leite Bastos (1841-1886). “Jornalista, autor de contos e romances policiais, dramas e comédias, nascido a 17 de setembro de 1841, em Lisboa, e falecido a 5 de dezembro de 1886, na mesma cidade. Gozou, no seu tempo, de um relativo êxito popular. Colaborou no Diário de Notícias e em vários jornais literários. Deu sequência ao Rocambole, de Ponson du Terrail, em Maravilhas do Homem Pardo. Toda a sua obra jornalística e literária se pauta pela crítica de costumes.”
(fonte: infopédia)
Belíssima encadernação em meia de pele com cantos, e dourados gravados nas pastas e na lombada. Conserva as capas originais.
Exemplar em bom estado de conservação.
Muito raro.
Indisponível

12 fevereiro, 2015

BASTOS, Leite - O HOMEM DAS MEIAS DE SEDA. Scenas da vida de Lisboa. Numero I. Lisboa, Typographia e Lithographia Portugueza, 1882. In-8º (19cm) de 32 p. ; B. Col. Prozas da Vida Alegre, I
1.ª edição.
Novela de costumes.
"Temos a flôr do caixeiro da baixa, mas sem espirito de ouvido nem maneiras de academia de dansa.
Um verdadeiro prodigio!
Veste do Keil, calça do Stelpflug, perfuma-se no Baron, tem sempre uma formosa camelia para collocar na carcella do seu fraque de domingo, charutos dos mais escolhidos para si e para os amigos, vive como um Kédiva rodeado de mulheres, de costumes faceis, gasta como um principe, e o que é mais prodigioso, o que lhe dá sobre todos os seus collegas uma superioridade incontestavel, é a circumstancia de não usar meias... que não sejam de seda!"
(excerto do Cap. I, O heroe)
Francisco Leite Bastos (1841-1886). “Jornalista, autor de contos e romances policiais, dramas e comédias, nascido a 17 de setembro de 1841, em Lisboa, e falecido a 5 de dezembro de 1886, na mesma cidade. Gozou, no seu tempo, de um relativo êxito popular. Colaborou no Diário de Notícias e em vários jornais literários. Deu sequência ao Rocambole, de Ponson du Terrail, em Maravilhas do Homem Pardo. Toda a sua obra jornalística e literária se pauta pela crítica de costumes.”
(in http://www.infopedia.pt)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com falha de papel nos cantos superiores.
Raro.
Indisponível

16 setembro, 2014

BASTOS, Leite - AS TRAGEDIAS DE LISBOA. Edição Illustrada. Volume I [II, III, e IV]. Lisboa, Typographia das Horas Romanticas, 1878-1879. 4 vols in-8º (19,5cm) de 444, [4] p. ; [6] f. il. (I), 436, [4] p. ; [6] f. il. (II), 412, [4] ; [6] f. il. (III) e 466, [6] p. ; [9] f. il. ; E. Horas Romanticas : Bibliotheca Selecta Illustrada
1.ª edição.
Ilustrada com belíssimas gravuras desenhadas por Manuel de Macedo, e superiormente executadas pelos gravadores Alberto, Pastor e Severini. As estampas encontram-se impressas em folhas separadas das páginas de texto, ao longo dos 4 volumes que compõem a obra.
Conjunto de novelas policiais, em 4 volumes, na sua edição original. Trata-se da obra de fôlego de Leite Bastos, justamente considerado um dos precursores da Ficção Policial em Portugal.
Novelas que integram a obra:
- O Homem-demonio. - O Invisiveis de Lisboa. - Proezas de Satan. - Pactos de crime. - Nas espheras douradas. - O testamento do millionario. - O club dos gravatas lavadas. - O cadaver do Rio Secco. - Proezas de Wassily. - O segredo do maçon. - As memorias do finado. - Gloria ao amor.
                          ........................................................
"Era o club dos Gravatas lavadas uma associação temivel e poderosa, que mais tarde, nos seus periodos de decadencia, deu o processo celebre, conhecido pela designação Olho vivo.
Dirigida por um conselho secreto, nem sempre os seus associados conheciam o segredo e fins da instituição a que estavam ligados.
Para esses, não passava de uma loja maçonica, como tantas outras que então havia, sem constituição legal, e que trabalhavam para fins exclusivamente politicos.
Mas os verdadeiros intuitos do club, segundo a sua constituição secreta, eram bem diversos.
Elles apoderavam-se de heranças importantes, simulando testamentos, e inventando herdeiros, propunham demandas, a fim de obterem uma conciliação rendosa; e para que nenhum ardil escapasse ao seu fim exclusivo de roubar a toda a gente, dispunham tambem de certa classe de mulheres que sabem insinuar-se no animo de pessoas poderosas, por dinheiro e posição, e lhes eram de grande auxiliar.
Esta associação fôra constituida por Thadeu Jacob, seguido de um grupo de dissidentes que se desligaram da loja Abnegação, a que presidia Camillo de Magalhães, o merceeiro da Praça da Figueira."
(excerto do texto, O club dos gravatas lavadas)
Francisco Leite Bastos (1841-1886). Jornalista, autor de contos e romances policiais, dramas e comédias. Colaborou no Diário de Notícias e em vários jornais literários. "É considerado um dos precursores da Ficção Policial portuguesa. Além de romances, também se dedicou à narração de crimes célebres e da vida e punição dos seus autores."
Encadernações coevas em meia de pele com ferros gravados a ouro nas lombadas. Sem capas de brochura.
Exemplares em bom estado de conservação.
Raro.
Indisponível

13 abril, 2014

BASTOS, Leite - O CRIME DE MATTOS LOBO. Por... Illustrações de Manuel de Macedo. Lisboa, Officina Typographica de J. A. de Mattos, [187-]. In-8º (17cm) de 262, [2] p. ; [4] f. il. ; E.
1.ª edição.
Ilustrado com quatro belíssimas estampas da autoria de Manuel de Macedo intercaladas no texto.
Mattos Lobo, o último criminoso enforcado em Lisboa, é o protagonista desta obra de Leite Bastos.
"A casa ficava proximo do arco grande da rua do Alecrim, que é uma especie de West-end de Londres.
É de tres andares e tem duas frentes, para a rua de S. Paulo n.º 5 e para a rua Nova do Carvalho.
A rua é de grande movimento; a circulação não cessa alli desde manhã até ao cahir da tarde.
Depois, á noite, é silenciosa e triste."
(excerto do texto)
Francisco Leite Bastos (1841-1886). Jornalista, autor de contos e romances policiais, dramas e comédias. Colaborou no Diário de Notícias e em vários jornais literários. "É considerado um dos precursores da Ficção Policial portuguesa. Além de romances, também se dedicou à narração de crimes célebres e da vida e punição dos seus autores."
Encadernação inteira de carneira com rótulo e dourados gravados a ouro na lombada. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Sem f. anterrosto.
Raro.
Indisponível

03 junho, 2013

BASTOS, Leite : O ULTIMO CARRASCO (Luiz Negro) : por... Lisboa, Officina Typographica de J. A. de Mattos, [1883]. In-8º de 272, [3] p., [4] p. il. ; E.
Ilustrado com 4 belíssimas estampas em extratexto.
1ª edição.
«O Último Carrasco» é um romance histórico, cuja acção decorre no século XIX, e que relata a vida de Luís António Alves dos Santos, o “Negro”, o último carrasco português.
Francisco Leite Bastos (1841-1886). “Jornalista, autor de contos e romances policiais, dramas e comédias, nascido a 17 de setembro de 1841, em Lisboa, e falecido a 5 de dezembro de 1886, na mesma cidade. Gozou, no seu tempo, de um relativo êxito popular. Colaborou no Diário de Notícias e em vários jornais literários.”
Encadernação coeva em meia de pele lisa.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Apresenta defeitos nas pastas e na lombada; ostenta carimbo de posse na f. rosto..
Raro.
Indisponível

14 abril, 2013

BASTOS, Leite – A CALUMNIA. Romance precedido do excerpto de uma carta do Visconde de Castilho a Camillo Castello Branco Acerca do autor. Lisboa, Typographia Universal, de Thomaz Quintino Antunes, Impressores da Casa Real, 1872. In-8º (17cm) de 128 p. ; B.
Romance de costumes lisboeta.
“Ouvi hontem ler pela primeira vez escriptos de Leite Bastos, de que nenhuma noticia tinha. É um dos mais aproveitados discipulos de V. Ex.ª, imitados não digo porque ha coisas que se não imitam; mas a verdade é que ninguem que eu saiba lhe tomou, com tanta propriedade, a maneira rapida e incisiva de narrar e gracejar e a côr vernacula em que nos deliciamos os enjoados da paralvilhice litteraria.” (excerto da carta do Visconde de Castilho a Camilo)
“N’uma ocasião porém, á sahida do Martinho, sentiu que alguém lhe introduzia sobrerepticiamente o braço, e ao voltar-se deparou com Gomes e Horta.
- Então já sabe que chegou o homem?!
- Qual homem?
- O tal das fidalguinhas.
- Chegou?
- Pois você não sabe e é amigo d’elle?!
- Não sabia não, trocou-lhe Brandão fingindo-se de novas.
- É celebre! Parece que andas n’este mundo com os olhos fechados.
- É que em Lisboa ha mais coisas para ouvir de que para ver. Em compensação trazemos sempre os ouvidos á escuta…” (excerto do texto)
Francisco Leite Bastos. “Jornalista, autor de contos e romances policiais, dramas e comédias, nascido a 17 de setembro de 1841, em Lisboa, e falecido a 5 de dezembro de 1886, na mesma cidade. Gozou, no seu tempo, de um relativo êxito popular. Colaborou no Diário de Notícias e em vários jornais literários.”
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Pequenas falhas de papel nas extremidades da lombada.
Invulgar.
15€

10 setembro, 2012

BASTOS, Francisco Leite – A MULHER DO CARRASCO : por… Lisboa, Imprensa de J. G. de Sousa Neves, [s.d.]. In-8º (17cm) de 253, [3] p. ; [2] f. il. ; E.
Ilustrado com duas bonitas gravuras em extratexto.
Romance histórico não datado, possivelmente publicado na década de 80 do século XIX. Trata-se de um policial, género cultivado pelo autor, que foi percursor desta literatura em Portugal.
“Em uma tarde de primavera, tepida e serena, chegou á miseravel estalagem de Vagos um passageiro. Viram-no todos com o assombro de uma grande surpresa, parar quasi que apparatosamente á porta de defumada e infecta espelunca, que tinha tanto de repellente na sordida apparencia, quanto de mal afamada no conceito publico. Cavalgava elle nedia mula bem arreiada, com a sua almantricha nova, belos estribos de páo, e apetrechos correspondentes. Não lhe faltava também o famoso cobrijão de lã hespanhola e os fartos alforjes bem fornidos. Os rapazes do sitio iam-se chegando em pacifica espectativa…” (excerto do 1º capítulo, “Preliminares da tragedia”)
Francisco Leite Bastos. “Jornalista, autor de contos e romances policiais, dramas e comédias, nascido a 17 de setembro de 1841, em Lisboa, e falecido a 5 de dezembro de 1886, na mesma cidade. Gozou, no seu tempo, de um relativo êxito popular. Colaborou no Diário de Notícias e em vários jornais literários.”
Encadernação coeva em meia de pele, com pequenos defeitos na lombada e nos cantos das pastas. Sem capas de brochura.
Exemplar em bom estado de conservação. Falha de papel marginal nas últimas páginas do livro, junto ao canto inferior direito.
Raro.
Sem indicação de registo na Biblioteca Nacional (BNP).
Indisponível