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28 março, 2018

DIAS, João José Alves – CRAESBEECK. Uma dinastia de impressores em Portugal. Elementos para o seu estudo. Lisboa, Associação Portuguesa de Livreiros Alfarrabistas, 1996. Oblongo (21x23cm) de XX, 102, [6] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Livro muitíssimo ilustrado com reproduções de portadas seiscentistas e setecentistas.

"Passam agora quatrocentos anos sobre a chegada a Portugal do flamengo que criou um das mais famosas tipografias peninsulares dos séculos XVI e XVII – Pieter van Craesbeeck. O presente trabalho constitui apenas uma primeira abordagem ao estudo da sua produção e das fases por que passou a sua oficina."
(Excerto da introdução)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Com interesse histórico e bibliográfico.
25€

15 maio, 2017

MONTEIRO, Ana Isabel Líbano - TIBÃES: LIVROS PERDIDOS, ELOS ENCONTRADOS. Braga, Universidade do Minho : Conselho Cultural, 2007. In-4.º (23cm) de 29, [1] p. (81-99 pp) ; mto il. ; B.
1.ª edição independente.
Importante trabalho sobre a biblioteca do Mosteiro de Tibães.
Livro impresso em papel de superior qualidade. Ilustrado no texto com fotografias reproduzindo retratos, gravuras antigas, portadas, ilustrações e encadernações de obras da biblioteca.
"A antiga Livraria do Mosteiro de São Martinho de Tibães filia-se, pelo conteúdo e dimensão, nas grandes bibliotecas monásticas portuguesas do Antigo Regime. Indissociavelmente unida à casa que a albergava e aos destinos e vicissitudes por que passou a Ordem de S. Bento de Portugal, assume singular importância para o estudo da formação das elites religiosas. É espelho da vida quotidiana do mosteiro, da sua incidência nas povoações vizinhas e nas instituições e comunidades da sua tutela, fornecendo também pistas esclarecedoras sobre o alcance do mercado livreiro português setecentista no Norte do país."
(excerto da introdução, Enquadramento)
Matérias:
- Enquadramento. - Uma livraria de 30.000 volumes? - Da Teologia latina do século XV à poligrafia inglesa do século XIX. - As escolhas de Frei Francisco de S. Luís. - As marcas de posse e os destinos dos livros. - O acervo beneditino. - Livreiros que forneciam Tibães: Bertrand, Reycend, Du Beux e Borel. - Preservação e guarda dos livros. - Notas.
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
10€

31 agosto, 2015

GONÇALVES, J. Cardoso - UMA JÓIA DA ILUMINURA PORTUGUESA : o Missal Pontifical de Estevão Gonçalves Neto. Por... Da Associação dos Arqueólogos Portugueses. Estudos-Nacionais sob a égide do Instituto de Coimbra : colecção louvada pela Junta de Educação Nacional. Gaia, Edições Pátria, 1931. In-4º (25,5cm) de 64, [4] p. ; [1] f. il. ; il. ; B.
1.ª edição.
Monografia ilustrada com belíssimas estampas coloridas e a p.b., de diversos tamanhos, em separado, e coladas nas páginas de texto ao longo do livro.
"Temos sôbre a mesa a reprodução do Missal Pontifical de Estevão Gonçalves Neto, notável códice iluminado do século XVII. [...]
A data de 1610 é considerada, de há muito, como a do início da composição do Missal. A rubrica diz que o artista foi abade de Sereijo, e não de Serêm como até há pouco se acreditava. A data de 1610 não tem todavia correspondencia com a do exercício daquelas funções eclesiásticas, porque está hoje averiguado que E. Gonçalves tomou posse da sua abadia em 3 de maio de 1613. [...]
O Missal Pontifical de Estevão Gonçalves Neto é uma obra prima da arte portuguesa.
Ao aparecer na época em que se manifestava já a decadência do Renascimento, o Missal é um prodígio do génio. Levado a exposições internacionais, a França e Inglaterra, a critica unanimemente o sagrou como jóia do mais alto valor. Merece por isso um estudo carinhoso, que ponha em relêvo as suas belezas extraordinárias e incomparáveis."
(excerto do texto)
Exemplar brochado, totalmente por abrir, em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

21 fevereiro, 2015

COLAÇO, Jose Daniel – VIAGEM DE SUA MAGESTADE EL REI O SENHOR DOM FERNANDO A MARROCOS, SEGUIDA DA DESCRIPÇÃO DA ENTREGA DA GRÃO CRUZ DA TORRE E ESPADA AO SULTÃO SID MOHAMMED, POR… DEDICADA Á SOCIEDADE DE GEOGRAPHIA DE LISBOA. Tanger, Imprensa Abrines, 1882. In-8º (19cm) de vi, 122, [4] p. ; B.
Livro impresso em Tanger.
1.ª edição, da 1.ª obra impressa nesta antiga possessão portuguesa, e em português.
“Tendo o Snr. G. T. Abrines, depois de lutar com obstáculos de toda a espécie, conseguido instituir em Tanger um prelo, com o qual deo começo a provas impressas das mais requeridas nas Legações e Consulados, e nas officinas comerciaes que d’antes tinham de recorrer á Europa para a impressão dos seus documentos, concebeu o Snr. Abrines a ideia de assignalaro debute do seu útil empreendimento pela publicação d’um pequenino livro que ao número limitado de paginas, reunisse a qualidade de narrar um desses salientes factos que nos povos cultos prendem a atenção dos espiritus ilustrados para os destinos desta importante região do continente africano.
Lembrou-se para este fim o Snr. Abrines de formar esta primeira produção da sua nascente Imprensa, pela compilação d’umas folhas soltas que em 1856 viram a luz em Lisboa na revista hebdomadária intitulada Archivo Universal sob o nome de viagem de S. M. O Snr. D. Fernando á Africa. […] Dadas estas circumstancias é de toda a oportunidade para assumpto do primeiro livro que apparece publicado em Marrocos, a escolha da viagem d’um Rei Portuguez a esta terra tão ligada ás nossas gloriosas tradições, accedi gostoso e até com enthusiasmo ao pedido do Snr. Abrines; e digo com enthusiasmo porque a ideia de que a primeira publicação a sahir em Tanger, fosse feita em lingoa portugueza, e de que a obra, embora pequenina e de nenhum mérito literário, posesse em relevo o exemplo que aos exploradores e viajantes africanos dera um Principe que o povo portuguez extremece, e que todo o mundo venera pelas suas grandes virtudes e enciclopédica cultura, assim como pela sua relevantíssima qualidade de rei-artista e animador das sciencias, das letras e das artes…”
(excerto da introdução do autor)
“Chegou Sua Magestade á Bahia de Tanger nos últimos dias do mez de maio de 1856, tendo feito participar ao cônsul geral portuguez naquelle paiz que, tencionando para sua comodidade guardar o mais rigoroso incógnito, não desejava ser recebido com as demonstrações, festejos e mais ceremonias, que a sua pessoa requeria. […]
O incógnito só podia ser nominal. Aquelle povo, como todos os já visitados, sabia perfeitamente qual era a categoria do viajante, que o vapor Mindello levava a bórdo: eram bem naturaes,pois, a curiosidade e enthusiamo que o animavam, ao receber pela primeira vez um herdeiro d’aquelles a cuja corôa pertencêra aquella parte da Africa, em epocha não muito distante.”
(excerto do texto)
Exemplar por abrir, em bom estado de conservação.
Raro.
Peça de colecção.
Indisponível

15 março, 2014

ARANHA, Brito - A IMPRENSA EM PORTUGAL NOS SECULOS XV E XVI. As Ordenações d'El-Rei D. Manuel : por... S. S. G. L. Lisboa, Imprensa Nacional, 1898. In-4º (25cm) de [2], 27, [5] p. ; [7] f. desd. il. ; B. Quarto Centenario do Descobrimento da India : Contribuições da Sociedade de Geographia de Lisboa
Ilustrado com 7 estampas desdobráveis em extratexto.
"Portugal no seculo XV, não foi grande só porque com as suas caravellas abriu os mares nunca d'antes navegados, mas tambem por que foi das primeiras nações que acompanharam o movimento de civilisação, recebendo e propagando a nova luz que vinha alumiar o mundo inteiro com a maravilhosa invenção da imprensa."
(excerto do texto)
Pedro Wenceslau de Brito Aranha (1833-1914). “Começou a ganhar a vida aos 16 anos, como aprendiz de tipógrafo. Foi como autodidacta que conseguiu alcançar uma sólida cultura. Quando Eduardo Coelho, fundador do Diário de Notícias morreu (1889), recebeu o convite para o lugar de principal redactor desse jornal. Por esta altura já era conhecido pelas colaborações que ia fazendo para jornais e revistas e por ter dirigido, juntamente com Vilhena Barbosa, os últimos números do Arquivo Pitoresco. Inocêncio da Silva que confiava na sua capacidade e escrúpulo intelectual, nomeou-o seu testamentário, deixando-lhe numerosas notas que lhe permitiram continuar o Dicionário Bibliográfico Português.”
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Sem capa posterior. Capa ligeiramente oxidada com defeitos marginais.
Raro.
20€

19 outubro, 2013

DIAS, João José Alves - INICIAÇÃO À BIBLIOFILIA. 2.ª Feira do Livro Antigo. Lisboa, Pró-Associação Portuguesa de Alfarrabistas, 1994. In-8.º (21cm) de 78, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Ilustrado com numerosas reproduções de gravuras e portadas de livros antigos.
"Que é um bibliófilo. Traduzindo à letra, um bibliófilo (do Grego biblion, livro, e philos, amigo) é um amante de livros."
(excerto da introdução)
João José Alves Dias (Abrantes, 1957). "É um professor universitário e historiador português.
Licenciou-se em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa onde igualmente se doutorou em História da Idade Moderna e se agregou em História de Portugal. É professor da mesma faculdade onde rege cadeiras no âmbito da História Medieval e Moderna. Dirige o Centro de Estudos Históricos da Universidade Nova de Lisboa, responsável por um vastíssimo trabalho de publicação de fontes históricas."
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

16 agosto, 2013

OLIVEIRA, Zacarias de - A IGREJA E OS LIVROS. Porto, Casa da Boa Imprensa, 1956. In-8º (17,5cm) de [12], 220, [4] p. ; B. Col. Livros e Leitura, 2
Estudo histórico sobre a a importância do livro para a difusão da cultura e a sua influência na divulgação da mensagem religiosa.
"Vulgarmente fala-se na acção cultural da Igreja e quando das invasões dos Bárbaros, por toda a Idade Média e, em certo modo, no Renascimento. Como depois, na época das Ciências chamadas positivas, surgiram algumas questões pessoais entre certos cientistas e a Igreja, começou a apregoar-se que esta deixara de ifluenciar a cultura. Mais ainda: surgiu, não se sabe de onde, a afirmação de que a cultura moderna nascera e viveria à margem da Igreja. Embora não se conhecesse a origem do asserto, muitos espíritos bem intencionados, mas ingénuos, aceitaram essa afirmação como um dogma, uma verdade irrefutável.
A mentira faz escola. Ganhou terreno."
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

11 julho, 2013

PIMENTEL, Alberto - POEMAS HERÓI-CÓMICOS PORTUGUESES (verbêtes e apostilas). Porto, Renascença Portuguesa ; Rio de Janeiro, Annuario da Brasil, 1922. In-8º (19cm) de 173, [3] p. ; B.
"Passei longos anos da vida - e não os choro porque foram os mais felizes - coleccionado fugitivas curiosidades literárias, quási esquecidas...
Tive ocasião de verificar que não eram tão poucos como eu supunha, nem alguns eral tão valiosos que pudessem justificar a sua raridade.
Feita a colecção fiz o inventário respectivo, expungindo ùnicamente as torpezas pornográficas, e hoje o dou a lume também como simples curiosidade literária."
(excerto da introdução)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Discreta assinatura de posse na f. anterrosto. Regista-se uma ou outra anotação no texto. 
Invulgar.
Com interesse bibliográfico.
Indisponível

06 setembro, 2012

SOARES, Ernesto - EVOLUÇÃO DA GRAVURA DE MADEIRA EM PORTUGAL : Séculos XV a XIX. Lisboa, Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa, 1951. In-4º grd. (29,5cm) de 65, [3], [2] p. ; [50] f. il. ; il. ; B.
Edição impressa em papel de superior qualidade, ilustrada no texto e em separado (50 estampas).
Ernesto Leandro Rodrigues Soares (1887-1966), "foi um pedagogo. bibliógrafo e estudioso da história da gravura em Portugal, continuador do trabalho de Inocêncio Francisco da Silva. Dedicou-se ao estudo da iconografia, com destaque para a história da gravura e dos gravadores portugueses, matéria sobre a qual publicou em 1927 o seu primeiro trabalho de investigação. Viria a publicar grande número de trabalhos sobre estes temas, matéria de que se tornou um dos mais conhecidos investigadores."
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
Com interesse histórico e bibliográfico.
45€

26 agosto, 2012

SEQUEIRA, Matos – NO LEILÃO AMEAL : 31 de Março a 16 de Abril de 1924 : crónica amena de uma livraria a menos. Desenhos de Alberto Sousa. Lisboa, Emprêsa Editora e de Publicidade A Peninsular, L.da, 1924. In-8º (20,5cm) de 65, [1] p. ; il. ; B.  
1ª edição.
Exemplar da tiragem de 500 exemplares destinados a bibliófilos. (Foram editados mais 6 exemplares em papel couché que não foram postos à venda).
Ilustrado com belíssimas caricaturas de alguns conhecidos bibliófilos presentes no leilão, e a acompanhar, a sua descrição em verso.
As crónicas que se vão ler foram publicadas de 3o de Marco a 16 de Abril último nas colunas de O Mundo e subscritas pelo nome já hoje aureolado de Matos Sequeira, o que dispensa bem qualquer apresentação ao público ledor. Convém porém aproveitar êste ensejo, que Matos Sequeira aliás não procurou e que outros entretanto sugeriram, para dizer que o presente volume visa a destacar e a arquivar, em condições de maior duração, as páginas singelas e bem humoradas em que o autor ilustre do TEMPO PASSADO anotou dia a dica, despretensiosamente, as fases de maior relêvo do recente leilão da livraria Ameal. As qualidades literárias de Matos Sequeira, comprovadas em dezenas de lances da sua vida de homem da pena, ressaltam, mais uma vez, nítida e brilhantemente nas suas crónicas que se seguem, e através das quais perpassa, num colorido espontâneo e gracioso de frase, a nota crítica, mordaz quand même, do grande acontecimento bibliográfico de 1924, que foi a liquidação da livraria Ameal*.
*Catálogo da Notável e Preciosa Livraria que foi do Ilustre Bibliófilo Conimbricense Conde do Ameal (João Correia Aires de Campos) redigida por José dos Santos. 774 págs. Pôrto 1924.” (excerto da introdução de Luís Derouet)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar. 
35€

27 julho, 2012

CARVALHO, Kátia de - TRAVESSIA DAS LETRAS. Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 1999. In-8º grd. 23cm) de 145, [3] p. ; il. ; B. Coleção Bibliófilos
Colaboração de Elvira Rodrigues Cardos, Flávia Miguel de Souza e Martha Ribas Oropesa.
Capa: Fernando Timba
Fotos: Mariana Albuquerque
"A vinda do livro para o Brasil ocorreu tanto de forma oficial como oficiosa. Veio com os jesuítas para integrar coleções oficiais e com estudantes que voltavam da Europa, trazendo nas malas idéias liberais. Ao cruzar o oceano, materializou-se a complexa travessia das letras para um novo e desconhecido continente..." (excerto da apresentação)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
20€

05 julho, 2012

FREITAS, Maria Brak-Lamy Barjona de – MANUAL DO ENCADERNADOR : A ARTE DO LIVRO. História : Material : Formatos : Reparação de fôlhas : Costura antiga e moderna : As modalidades do requife : Processo de encadernação antigos, antiquados e modernos : Encadernações raras, modernas, de luxo, pergaminho, veludo, sêda, etc. : Terminologia : Estética : Dourado. Lisboa, Livraria Sá da Costa-Editora, 1937. In-8º (16,5cm) de 299 p. ; il. ; B. 
1ª edição.
Obra de referência da arte da encadernação.
Exemplar brochado, com as capas plastificadas, em bom estado de conservação.
Invulgar e muito apreciado.
Indisponível

23 junho, 2012

VITERBO, Sousa - ARTES E ARTISTAS EM PORTUGAL. Contribuições para a Historia das Artes e Industrias Portuguezas. (2ª edição correcta e augmentada). Lisboa, Livraria Ferin-Editora : Torres & C.ta, 1920. In-4º (25,5cm) de 331 p. ; B.
Importante estudo histórico.
Contém um índice de artistas citados na obra (150).
Matérias:
I - Pintura. II - Relojoaria. III - Fontes de bronze. IV - Tapeçarias. V - Bordadores e colchoeiros. VI - Ourivesaria. VII - Construcções navaes. VIII - Armarias e arsenaes no seculo XVI. IX - Musica. X - Danças. XI - Armadores e Cerieiros. XII - Mestre Goterres - Poeta e illuminador. XIII - A Porta do Sol em Coimbra. XIV - Additamentos e correcções. Opinião da imprensa.
Francisco Marques de Sousa Viterbo. "Personalidade multifacetada, foi poeta, arqueólogo, historiador e jornalista. Nasceu em 1845, no Porto, e morreu em 1910, em Lisboa. De rígida educação religiosa, frequentou o seminário do Porto durante a sua adolescência. Formou-se depois em Medicina pela Escola Médico-Cirúrgica, mas logo abandonou o exercício daquela ciência para se dedicar a trabalhos históricos e arqueológicos, com os quais tanto se notabilizaria dentro e fora do país. Toda a sua obra revela-nos um historiógrafo defensor dos valores maiores da cultura portuguesa. De entre os títulos publicados, destacam-se Arte e Artistas em Portugal e Contribuição para a História das Artes e Indústrias Portuguesas. Graças ao seu labor incansável, muitos dados biográficos de personalidades como Damião de Góis e Gil Vicente vieram à luz. Sousa Viterbo foi ainda fundador da Associação de Jornalistas e Escritores Portugueses."
(in infopedia.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Aparado à cabeça.
Invulgar, com interesse histórico.
40€

31 maio, 2012

FARIA, Maria Isabel / PERICÃO, Maria de Graça - NOVO DICIONÁRIO DO LIVRO : da escrita ao multimédia. [Lisboa], Círculo de Leitores, 1999. In-4º (25,5cm) de XV, [3], 631 p. ; il. ; E.
Sobrecapa: Fernando Rochinha Diogo.
"Quando se pensa em livro, essa noção arrasta consigo muitas outras que vão desde a escrita aos seus meios de transmissão e difusão e aos seus modos de recepção. Tentando abarcar uma tal diversidade, procurámos fixar não apenas rubricas que têm em vista o livro como expressão do pensamento, mas algumas outras provenientes de áreas que vão desde o suporte da escrita ao instrumento gráfico manual ou mecânico, passando pelo manuscrito, livro impresso e ilustrado sob diversas formas e ainda considerando aspectos relacionados com o seu conteúdo intrínseco. Reunimos a terminologia inerente à expressão da palavra, figuras de estilo, retórica, formas de linguagem, expressões que consigam o pensamento por escrito. Foram também consideradas outras formas de enunciação assentes no suporte papel, como modalidades de gravura, pintura, desenho, etc." (apresentação da obra)
Encadernação cartonada do editor com ferros a ouro na lombada e com sobrecapa policromada.
Excelente exemplar.
25€

08 março, 2012

CASTRO, Fernando de - RONDA DE LISBOA. [Introdução de Manoel de Sousa Pinto]. Lisboa, Edição e Oficinas da Emprêsa Diário de Notícias, 1923. In-8º (19cm) de X, 165, [3] p. ; il. ; B. Col. Biblioteca Clássica Portuguesa, Vol. III
Esta edição á a segunda que da Ronda de Lisboa se faz. A primeira, muito rara, indica-se assim: Na Oficina Monrrabana - Lisboa, 1751.
"Neste seu terceiro volume, a Biblioteca Clássica Portuguesa desempoeira, para a curiosidade do público e para o estudo dos letrados, uma obra que quási se pode dizer inédita. A raridade dos seus exemplares e o desconhecimento a que o interessante volume tem, injustamente, estado votado, permitem, sem gabarme, atribuir a esta edição reedição o carácter de novidade reveladora. [...] Como caricaturista de assinalável relêvo, puncionando a tôsca madeira das suas gravuras com excelentos negros de água-forte, o moralista da Ronda de Lisboa não é um escritor vulgar. Descontada a parte enfadonha, e nem sempre segura, das moralidades clássicas à moda de então, a Ronda de Lisboa é uma obra breve e amena, na qual numerosos aspectos da Lisboa de D. João V se vincam cáusticamente. No lugar competente, encontrará o leitor a transcrição do frontispício da obra, que, como há-de ver, tem três títulos: Fantasmas desprezíveis, Figuras abomináveis e Ronda de Lisboa. Impressa em papel ordinário, ocupa, com o rôsto e a ingénua gravura adiante reproduzida, 112 páginas de formato in-4º, sendo as suas indicações editoriais as seguintes: Lisboa: / Na Officina Monrrabana. / M.DCC.LI. / Com todas as licenças necessárias. A risível designação da tipografia é, evidentemente, imaginária. Quanto às licenças, não as traz, nem nunca as teve. O autor, que censura os que fingem licenças do Santo Ofício e usam de outros expedientes fraudulentos, caiu no mesmo delito. [...] A Ronda de Lisboa foi, certamente, publicada a ocultas das autoridades civis e canónicas; o que, até certo ponto, explica a escassez de exemplares do volume, que nem figura do Dicionário Bibliográfico [de Inocêncio]. Eis, portanto, à semelhança do da autoria da Arte de Furtar, um novo problema para as hipóteses dos estudiosos. Quem era Francisco de Castro?" (excerto da introdução)
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação.
Invulgar.
20€

20 fevereiro, 2012

FURTADO, José Afonso – O LIVRO. Lisboa, Difusão Cultural, 1995. In-8º (20,5cm) de 174 p. ; B. Col. O Que É.
“Traçando, na complexidade dos seus principais factores, a história do livro e o modo como ele definiu a nossa civilização e analisando as principais transformações económicas e culturais que a têm atravessado nas últimas décadas, José Afonso Furtado procura ainda, nesta reflexão sobre o Livro, apresentar as linhas, que, no contexto das metamorfoses impostas pela sociedade de informação, perfilam já de um modo inquestionável as novas características e o novo papel do livro na civilização do futuro.” (apresentação do livro)
José Afonso Furtado (n. 1953). Director da Biblioteca de Arte da Gulbenkian desde 1992 e professor da Faculdade de Letras, da Universidade de Lisboa, José Afonso Furtado actualiza várias vezes ao dia o seu Twitter com todo o tipo de notícias sobre literatura, desde os mais variados prémios literários à informação sobre as tecnologias mais avançadas na área. “Um feed de leitura obrigatória para o universo editorial. José Afonso Furtado surge na categoria de notícias ao lado de twitters informativos como o da agência Reuters ou o da CNN. Em relação ao português, a "Time" escreve que “José Afonso Furtado é o Borges do Twitter”, comparando-o com o escritor argentino Jorge Luís Borges. “É um bibliotecário português que transporta a sua paixão não adulterada pelos livros e o universo editorial para a Twitteresfera”” (público.pt)
Bom exemplar.
Esgotado. 
25€

05 fevereiro, 2012

LISBOA, Irene - INQUÉRITO AO LIVRO EM PORTUGAL. I. Editores e Livreiros. Lisboa, Seara Nova, 1944. In-8.º (19cm) de [8], 254, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Valorizado pela dedicatória autografa da autora.
Importante trabalho para a história da edição em Portugal. Este é o primeiro de dois volumes publicados, dos quatro inicialmente projectados para esta obra - o outro é a A Arte do Livro.
"Neste primeiro volume recolheram-se os depoimentos dos editores e livreiros, que fizeram o favor de nos fornecer algumas vistas sôbre a vida do livro no momento presente. Cooperativistas e directores de «bibliotecas culturais» nos deram também a sua opinião sôbre uma organização editorial de carácter económico, e a sua orientação literária, cultural ou educativa. [...] Este inquérito, gizado e conduzido, por um só inquiridor, limita-se à provocação e à colheita de critérios sôbre o estado actual do livro no mercado, dentro da sua composição material, da sua criação, do seu aspecto artístico, da sua influência sôbre o leitor e da crítica literária." (excerto da explicação)
Depoimentos: Parceria António Maria Pereira; Editorial Cosmos; Livraria Sá da Costa; Editorial Gleba; Livraria Luso-Espanhola; Editorial Minerva; Livraria Latina; Livraria Lelo; Armémio Amado - Editor; Coimbra-Editora; Livraria Cunha; Casa Livros de Portugal;: Sociedade Contemporânea de Autores; Propriedade literária; Sociedade-cooperativa-editorial; Biblioteca cultural «Cosmos»; Antigas bibliotecas culturais; Biblioteca de Agostinho da Silva; Seara Nova; Minerva Central - Lourenço Marques.
Irene do Céu Vieira Lisboa (1892-1952). "Formou-se pela Escola Normal Primária de Lisboa e fez estudos de especialização pedagógica na Suíça, França e Bélgica. Foi um dos nomes mais importantes da "escrita feminina" portuguesa do século XX. O seu primeiro livro foi 13 Contarelos, ao qual se seguiram dois livros de poesia. A sua obra reparte-se entre a ficção intimista e autobiográfica, a crónica, o conto, a poesia, a pedagogia e a crítica literária."
Exemplar brochado, por abrir, em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível

04 fevereiro, 2012

PRELO. Revista da Imprensa Nacional-Casa da Moeda. N.º 10 - Janeiro/Março 1986. Director: Diogo Pires Aurélio. Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1986. In-8º grd. (21x23cm) de 104 p. ; mto il. ; B.
Capa: Gravura de Gerard Dow, reproduzida no Artes e Letras, Lisboa, Janeiro de 1872.
Revista cultural de grande interesse histórico e bibliográfico, inclui artigo de fundo sobre o primeiro livro impresso em língua portuguesa pela historiadora Rosemarie Erica Horch, do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, Brasil.
"Após a revelação feita por Pina Martins, em 1965, que apontava o Tratado de Confissom como o primeiro livro impresso em português (Chaves, 1489), surge agora o Sacramental, de Clemente Sánchez de Vercial, que foi terminado, na mesma cidade, em 1488..." (excerto da introdução)
Outras matérias abordadas neste número: Mestres e lições nas academias literárias portuguesas dos séculos XVII e XVIII, por Elze H. Vork Matias; António Sérgio: dois artigos publicados na Alemanha, por Carlos Martins; Matias Aires na Casa da Moeda; Comentário sociológico: alguns indícios de recuperação, por Alberto Carvalho; Poesia: encruzilhada de múltiplos caminhos, por Manuel Frias Martins; Ficçã; a realidade e o jogo, por Silvina Rodrigues Lopes; Ensaio: o ano pessoano, por Eduardo Prado Coelho.
Bom exemplar.
10€

27 janeiro, 2012

SANTOS, Raúl Esteves dos - A ARTE NEGRA : dos primitivos processos da escrita á invenção da tipografia. Lisboa, Editorial Império, 1941. In-8º grd. (26cm) de 216, [4] p. ; il. ; B.
O presente volume contém 56 estampas «hors-texte».
Exemplar numerado (431) e rubricado pelo autor, da tiragem de 1.000 exemplares em Papel «Vergé».
Bonita edição, importante contributo para a história da tipografia.
Exemplar em bom estado de conservação; capas com pequenos defeitos; dedicatória manuscrita (não do autor) na f. anterrosto.
Pouco comum e apreciado.
30€

29 outubro, 2011

MARCO PAULO : O LIVRO DE MARCO PAULO - O LIVRO DE NICOLAO VENETO - CARTA DE JERONIMO DE SANTO ESTEVAM : comforme a impressão de Valentim Fernandes, feita em Lisboa em 1502; com tres fac-símiles, introduções e índices : por Francisco Maria Esteves Pereira. Lisboa, Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional, 1922. In-8º grd. (26,5cm) de [4], XLV, [201] p. ; il. ; B. Publicações da Biblioteca Nacional : Reimpressões, II.
1ª [e única] edição.
"Em 1502, Valentim Fernandes deu à estampa três relatos de viagens: «O Livro de Marco Polo», «O Livro de Nicolau Venetto» e «A Carta de Jerónimo de Santo Estevão».  
Com o livro de Marco Paulo, Valentim Fernandes iniciou a divulgação impressa de assuntos ultramarinos
Se Valentim Fernades foi ou não o tradutor do relato de viagens de Marco Paulo do latim em português, é uma opinião discutida entre os historiadores; mais provável é que tenha traduzido do toscano o relato das viagens de Nicolao Conti, escritas por Poggio. 
Valentim Fernandes da Morávia (?-1519). A figura mais destacada da Prototipografia em Portugal. Este impressor alemão obteve privilégios de impressão em Portugal a partir de 1495. Hoje conhecemos 18 livros por ele impressos, 6 dos quais foram produzidos no século XV." (http://tipografos.net/)
Bom exemplar, por abrir; capa ligeiramente oxidada.
Muito invulgar.
60€