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13 janeiro, 2018

ALMEIDA, Jorge - O MISTÉRIO DO BOLAMA : acidente ou sabotagem? [Prefácio de Joaquim Furtado]. [Camarate], Prime Books, 2007. In-4.º (23cm) de 104 p. ; B.
1.ª edição.
Importante estudo-reportagem. O autor aponta as razões que estão por trás do naufrágio do Bolama, ocorrido em Dezembro de 1991.
"O caso do afundamento do arrastão Bolama apaixonou a opinião pública. E voltou, agora e surpreendentemente, às principais notícias dos jornais, das rádios e das televisões.

Trata-se de mais um caso que as autoridades portuguesas mal tratraram e para o qual não encontraram, ou não quiseram encontrar, respostas na devida altura. De facto, as perguntas e as dúvidas que o caso Bolama levanta nunca foram convenientemente tratadas por quem de direito - polícias, tribunais, etc.
Este livro vem, na altura certa, colocar as questões novamente em cima da mesa. De forma séria, a partir de uma investigação cuidada, o jornalista Jorge Almeida levanta a totalidade do véu sobre o caso Bolama".
(Excerto do prefácio)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Assinatura de posse na folha de guarda, que precede a f. anterrosto.
Esgotado.
10€

10 janeiro, 2018

SIMÕES, Luiz José - 200 MILHAS A REMOS. Narrativa tragico-maritima publicada em folhetins no Diario de Noticias sobre o feito heroico do caça-minas "Augusto Castilho". Lisboa, Emprêsa Diario de Noticias, 1920. In-8.º (22,5cm) de 79, [3] p. ; il. ; B.
Capa e desenhos no interior de Francisco Valença.
1.ª edição independente.
Ilustrada com desenhos e fotogravuras nas paginas do texto.
Narrativa da tragédia do NRP Augusto de Castilho, caça-minas português afundado por um submarino alemão em pleno Atlântico, menos de um mês antes do final da 1.ª Guerra Mundial. Este episódio custou a vida ao seu comandante, Carvalho Araújo, e a outros membros da tripulação, que fizeram frente ao U 139, numa batalha desigual, para permitir que o San Miguel, navio mercante que comboiava, se pusesse a salvo do ataque. O relato é da autoria do maquinista do Augusto de Castilho, que tomou parte nos acontecimentos, e que também descreve a empresa aventurosa do salvamento dos sobreviventes deixados num bote à deriva pelos alemães.
“Pelas 6 horas da manhã, um submarino de enormes dimensões, conforme o relato dos sobreviventes, atacou o paquete: era o U-139, um cruzador-submarino armado com duas peças de 150 mm, cujo alcance era muito superior às do Augusto Castilho, tendo-se este colocado entre o paquete e o submarino apesar da sua manifesta inferioridade. Os sobreviventes, alguns deles feridos, embarcaram no salva-vidas e no bote do navio e conseguiram percorrer os cerca de 370 quilómetros que os separavam da ilha de São Miguel."
(fonte: www.publico.pt)
O Augusto Castilho era o antigo barco de pesca Elite, um dos melhores que no genero existiam na nossa praça. Magnificos porões, frigorificos, uma esplendida maquina triplice-expansão, e razoaveis alojamentos. Um belo dia, ei-lo sem as suas rêdes de arrasto, mais umas ligeiras alterações indispensaveis, colocada uma peça de 47mm na pôpa, e outra de 65mm á prôa, e aí temos o caça-minas Augusto Castilho. [...]
Iamos agora a 9 milhas, conforme as ordens que anteriormente haviamos recebido do comandante.
A nosso lado, pela amura de estibordo, navegava airosamente o S. Miguel que, com a sua preciosa carga e as duzentas e tantas vidas que conduzia, devia aproar a Ponta Delgada na manhã seguinte, com uma pequena paragem na Ilha de Santa Maria.
Nisto, lugubre, ameaçadoramente tragico, um tiro ressoou ao longe como um sinistro eco de morte! Eram 6 horas e 15 da manhã!
Logo as vozes dos homens de quarto bradam, correndo aos seus postos: - submarino pela pôpa! - e todos instintivamente se dirigem aos seus postos de combate numa ansia febril de se defenderem do terrivel inimigo que se aproxima emquanto a sineta de bordo alarma a guarnição de folga. Já na peça de ré o artilheiro de quarto dispara o primeiro tiro, alvejando o clarão de tiro produzido pelo tiro do inimigo, que se conserva fora do alcance da nossa pobre artilharia."
(excerto do Cap. II, Submarino pela pôpa)
Matérias:
Primeira parte - Luta de gigantes. I. A quarentena. II. Submarino pela pôpa. III. Vencidos! IV. C'est la guerre! Segunda parte - Diante da morte! I. Á mercê de Deus! II. Outra vez o monstro! III. Primeira noite. IV. Tempestade! V. Terra! Fumo! e.. Nada! VI. A sêde. Terceira parte - Salvos! I. Terra pela prôa! II. A Ponta do Arnel! III. A recepção! IV. A canhoneira Ibo. V. Em Ponta Delgada. VI. Fome! Peste! e Guerra! VII. Para a Patria!
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas frágeis com defeitos.
Invulgar.
Com interesse histórico.
Indisponível

09 junho, 2016

CASTRO, Jerónimo Osório de - ROTEIRO DO ATLÂNTICO NORTE (narrativas de viagens e aventuras vividas). Lisboa, Editorial Inquérito Limitada, 1957. In-8.º (19cm) de 184, [8] p. ; E.
1.ª edição.
Muito valorizada pela extensa dedicatória autógrafa do autor.
Interessante conjunto de crónicas de viagem - com especial relevância para as experiências vividas pelo autor junto dos pescadores portugueses nos bancos da Terra Nova e da Gronelândia - produzidas a bordo do velho «Gil Eanes», cargueiro adaptado a navio-hospital da nossa frota bacalhoeira.
                                    ................
"Novamente o navio de assistência [Gil Eanes] corria pelo mar, dessa vez para buscar os náufragos do lugre «Florentina», concentrados pelas autoridades dinamarquesas no pequeno porto de Faeringerhavnen, na Gronelândia. [...]
Veio ao encontro do navio português um bote branco, de vela colhida, navegando com o auxílio do motor. Eram da polícia costeira e vinham indicar o caminho sinuoso para o porto de destino, escondido atrás das penedias. [...]
Então, veio do fundo da enseada uma flotilha de barquitos, ajoujados ao peso dos homens e de mil e uma bugigangas. Remavam compassadamente, balanceando os corpos e, só pela maneira de remar, foram logo identificados como sendo portugueses. Eram os náufragos do «Florentina», mais os seus pequenos dóris, brancos e azúis..
Aproximaram-se, deixando transparecer uma alegria discreta, em breve chegando à fala com os do «Gil Eanes».
De entre esses dóris apenas um avançou decididamente, trazendo o capitão do lugre naufragado, enquanto os outros botes pairavam ao largo, numa amálgama desconexa.
Depois os homens barafustaram na ânsia mal velada de mais se aproximar. Embora não o querendo deixar transparecer, tinham os nervos descomendados e isso afinal mostravam à menor contrariedade. Eram náufragos, longos dias como que prisioneiros num país estranho.
Subiram a escada do portaló, jungidos ao peso de enormes sacos, malas e embrulhos variegados, que aos poucos levavam para a coberta do porão, que lhes destinaram para residir à falta de melhor.
Contavam coisas fantásticas, pelas quais depreendi que, na verdade, muito sofreram, mas que o seu sofrimento também fora agravado pelo seu rude individualismo.
Esses 63 pescadores que o «Gil Eanes» recolhera, assim dobrando a sua tripulação e obrigando o dispenseiro a prodígios de economia, pensavam que os iam colocar em Saint John's, de onde outro navio os levaria para Portugal. Quando lhes constou que os iam distribuir pelos outros lugres, houve natural azedume por entre eles, que acompanhavam de juras pitorescas e de ameaças irrisórias. Mas acabaram por aceitar, resignados, o destino que lhes davam, apenas se lamentando de algumas inevitáveis separações entre parentes ou conterrâneos, ou da superstição que ligavam a determinados navios onde iriam completar a safra. [...]
Imaginemo-los, vivendo a vida esforçada do lugre, este, fundeado dentro de um fiorde, para onde fugira acossado pela brisa.
Quando amainou, largou em busca do mar e do bacalhau, enquanto a bordo afanosamente se iscavam os aparelhos para a pesca. Ao leme iam o capitão Simões e o contra-mestre e, à proa, o imediato, a dirigir a manobra. Ainda soprava um resto de vento e o mar não estava manso. Mas era preciso sair, não perder mais dias de pesca, sempre a mesma (e quase heróica) obsecação.
Demandavam a barra, bem atentos às rochas, das quais se desviavam, não obstante a cerração. Contudo, numa volta de mar, mais forte, o navio descaiu bruscamente. Qual não foi o espanto de todos quando imediatamente se sentiu um grande choque, acompanhado de um estrondo aterrador. Logo após, o lugre adornou para estibordo, espalhando-se pelo mar algumas tábuas do casco, que flutuaram sinistramente. Mal se sabiam as causas. Apenas havia a certeza de que o navio encalhara e metia água com fartura."
(excerto de Os prisioneiros do rochedo)
Indice:
I. Espírito de aventura.1 - Ir pelo mar fora. 2 - Rumo ao Norte. 3 - Campos do Tamisa. II. Londres, de passagem. 4 - Ser estrangeiro. 5 - Museus maravilhosos. 6 - Parques quase naturais. 7 - Palácios de Deus. 8 - Resumo de uma noite. 9 - O coração da City. 10 - A metrópole e o seu mundo. III. Mar implacável. 11 - Ao encontro da bruma. 12 - O silêncio do mar. 13 - Vida e morte do bacalhau. 14 - Muitas velas no oceano. 15 - Pesca imprevista. IV. Luz de um outro mundo. 16 - Os homens são irmãos. 17 - Primeira visão da Gronelândia. 18 - Um funeral português em terras da morte branca. 19 - Prisioneiros dos rochedos. V. Horizonte sideral. 20 - Sol da meia-noite. 21 - O raio verde. 22 - Uma aurora boreal. 23 - Um morto foi lançado ao mar. VI. Habitantes da solidão. 24 - Gente do Árctico. 25 - História de esquimós. 26 - A vida mais dura que o homem pode viver. VII. Itinerário americano. 27 - Fazia calor na Terra Nova. 28 - Voando sobre as províncias ultramarinas canadianas. 29 - O vínculo francês deixado no Canadá. 30 - Cruzeiro da Península de Gaspê. 31 - O que se vê em Nova Iorque.
Encadernação em meia de pele com ferros gravados a ouro na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação. Pequena falha de pele na extremidade inferior da lombada.
Invulgar e muito apreciado.
30€

04 maio, 2016

APARÍCIO, Victor - TONECAS : a tragédia que enlutou Almada. Edição evocativa do cinquentenário da tragédia : 1938-1988. [Prefácio de Romeu Correia]. [Almada], Câmara Municipal de Almada, 1988. In-8.º (21cm) de 125, [3] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
História da tragédia do Tonecas, cacilheiro naufragado no Tejo em Dezembro de 1938, e tudo o que se seguiu.
Ilustrada com desenhos e fotogravuras nas páginas do texto.
"Lembro-me como se fosse hoje, e já lá vão 50 anos. Nesse dia 19 de Dezembro de 1938 a manhã nascera limpa de nuvens, mas fria e triste. Eu vivia na pujança dos vinte anos, depois de cumprir a recruta na vila do Entroncamento. Saíra livre ao número, beneficiado pelo sorteio, e regressara à condição de cidadão desempregado, tão frequente nos jovens desse tempo. [...]
Eu entretinha-me a praticar desporto, a tentar as primeiras peças teatrais, a ler e a ir ao cinema, quando a magra bolsa me permitia.
Nessa tarde, atravessei o rio e encafuei-me no Chiado Terrasse. Acabado o filme dei uma volta pela baixa lisboeta e dirigi-me ao Terreiro do Paço. Vejo que um cacilheiro vai partir e decido-me a correr e a pular para a amurada. Apanhei o barco por um triz...
Chegado a Cacilhas, venho a pé para a vila. Quando batia à minha porta - Avenida Heliodoro Salgado, 13 - oiço gritos de um vizinho, dizendo que o cacilheiro seguinte ao nosso fora abalroado por uma draga, indo ao fundo com todos os passageiros. Uma desgraça nunca vista!"
(excerto do prefácio)
Matérias:
Prefácio. 1 - O "Ville de Victoria e "D. Elisa". 2 - O naufrágio. 3 - Seis Retratos dos Bastidores. 4 - Almada vestiu-se de luto. 5 - Peripécias da Emersão. 6 - Funerais. 7 - Os Vivos e os Mortos.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Carimbo da Biblioteca Municipal de Almada na f. rosto.
Invulgar.
20€

22 fevereiro, 2016

GUIA DO NÁUFRAGO - MINISTÉRIO DA MARINHA. Tradução de Laurindo Henriques dos Santos, 1.º Tenente. Lisboa, Ministério da Marinha [Composto e impresso na Tip. Ramos, Afonso & Moita, Lda., Lisboa], 1945. In-8.º (18,5cm) de 62, [2] p. ; il. ; B.
1.ª edição portuguesa.
Ilustrada com desenhos exemplificativos no texto.
Curioso manual de procedimentos em caso de naufrágio, publicado no final da 2.ª Guerra Mundial. Livro reservado ao serviço da Marinha Portuguesa.
Êste folheto não é para venda ao público e a sua impressão foi autorizada pelo «Controller of His Britannic Majesty's Stationery Office».
"As narrativas dos náufragos têm-se acumulado com a guerra e o seu cuidadoso estudo mostra que possuindo-se os necessários conhecimentos e usando de previsão e iniciativa se podem aumentar as probabilidades de salvação, reduzir o desconfôrto corporal e manter o moral durante as intempéries, melhorando-se assim o estado geral dos que tenham de passar por estas provações.
A Comissão examinou as condições a que os náufragos podem ficar submetidos depois da perda do seu navio ou avião e compilou sob a forma de folheto, as lições tiradas da experiência e conclusões alcançadas com a mesma. Preferiu-se esta modalidade à do relatório formal, por ser a maneira mais eficaz e directa de disseminar conhecimentos aos que andam expostos aos perigos."
(excerto da introdução)
Matérias:
Introdução: - Seu objectivo. - Comando e moral. - Publicidade dos salvamentos. - Preparativos e precauções no navio. - Água de beber e seu vasilhame. - Víveres. - Pensos de urgência. - Transmissor-receptor portátil de T. S. F. - Luzes. - Fósforos. - Velas e cabos. - Boeiras. - Leme. - Estrôpos de arame dos lemes da esparrela. - Boça. - Bomba de relógio. - Hábitos.
Procedimento durante emergências: - Diminuir os efeitos da explosão.
Abandono do navio: - Mensagens de T. S. F. e seu equipamento. - Instrumentos, tábuas náuticas e cartas. - Vestuário. - Água extra. - Víveres. - Largar os aparelhos de salvação. - Saltar pela borda. - Na água.
Procedimento nos salva-vidas: - Comportamento. - Distribuição de tarefas. - Vestuário. - Protecção dos ventos frios, chuva e surriada do mar. - Protecção do sol e calor. - Esgôto. - Rações de água: Controle e distribuição; Medidas. - Água das chuvas. - Gêlo. - Urina. - Rações de alimentos. - Guarda das provisões. - Hábitos: Bebida e comida. - Intestinos. - Micção. - Fumar. - Sono. - Estimulantes em comprimidos: Acção dos comprimidos; Quando e como usar os comprimidos.
Tratamentos dos doentes e feridos: - Equipamento e tratamento de urgência. - Tratamento de afogados. - Tratamento (de urgência) de feridos. - Tratamento (de urgência) de fracturas. - Queimaduras e escaldões. - Tratamento de comoções nervosas.
Indisposições: - Bôca sêca. - Lábios rebentados ou crestados. - Pele rebentada. - Queimaduras da água salgada. - Inflamação dos olhos. - Febre. - Vómitos. - Prisão de ventre. - Diarreia. - Dificuldade de urinar. - Inchação das pernas. - Geladuras. - Pés macerados.
Providências para o salvamento: - Navegação. - Remar. - Chamar a atenção. - Miragens.
Tratamento depois do salvamento: - Bebidas. - Comida. - Aquecimento. - Tratamento das geladuras. - Tratamento dos pés macerados.
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capas "empoeiradas", com ligeira descoloração pela sua exposição parcial à luz.
Raro.
35€

06 julho, 2015

NOGUEIRA, Eng. Salvador de Sá - SALVAMENTO DE NAVIOS : dois casos de encalhe. Separata do Boletim da Ordem dos Engenheiros : N.º 62 - Fevereiro - 1942. [S.l.], [s.n. - composto e impresso na Gráfica Santelmo, Lisboa], 1942. In-4º (25cm) de 38 p. ; il. ; B.
Conferência efectuada na Ordem dos Engenheiros em 7 de Fevereiro de 1942.
Edição muito ilustrada nas páginas do texto com as plantas, desenhos e fotografias a p.b. dos navios acidentados e dos trabalhos de resgate, croquis e gráficos, e outros desenhos esquemáticos.
Trata-se da descrição dos trabalhos de salvamento dos vapores «Siva» e «Hadiotis», encalhados, respectivamente, na Costa da Caparica, entre a Fonte da Telha e a Lagoa de Albufeira, na sequência do temporal da noite de 1 para 2 de Janeiro de 1941, no caso do primeiro, e no porto de Leixões, por força do ciclone que varreu o país a 15 de Fevereiro do mesmo ano, no caso do segundo.
"É coisa de pasmar sempre ver um navio de certa mole pôsto em sêco pelo mar sôbre fundo de areia, de rocha ou de qualquer outra natureza. A sua estrutura, por efeito do pêso próprio e das reacções do apoio, sofre então grandemente. Feito para estar na água, quando lhe falta a impulsão que esta lhe dá vem o temor de o ver desconjuntar-se e partir-se pela parte mais fraca, e precisamente, no caso de navios dêste tipo, pela região do aparelho motor. Depois, enquanto se não safa, as refregas do mar, que caindo sôbre êle com maior ou menor violência o vai castigando até o destruir, são constante ameaça para a sua integridade.
Que poder imenso o dêste elemento líquido, para o qual uma enorme massa de aço é simples brinquedo em que pega e que atira para uma praia como se se tratasse de uma pena!"
(excerto do texto, Vapor «Siva» : Visita de reconhecimento - Programa dos trabalhos)
Matérias:
Vapor «Siva»
- Visita de reconhecimento - Programa de reconhecimento. - Alguns elementos relativos ao navio e ao local do encalhe. - Descrição dos trabalhos.
Vapor «Hadiotis»
- Preliminares. - Contrato de Salvamento : «No cure no pay». - Elementos relativos ao navio, copiados do Lloyd's Register de 1940-41 e outras indicações. - Descrição dos trabalhos.
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas manchadas, com defeitos. Carimbo oleográfico nas páginas 1 e 20.
Invulgar e muito interessante.
Indisponível