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23 outubro, 2012

SAMPAYO, Diogo de Carvalho e – TRATADO DAS CORES. QUE CONSTA DE TRES PARTES: ANALYTICA, SYNTHETICA, HERMENEUTICA. OFFERECIDO aos amadores das sciencias naturaes, e a os dilectantes, e artistas, que começaõ a ocupar-se de todo o género de trabalho colorido : por… Cavalheiro da Ordem de Malta. Reprodução fac-simile do exemplar da Biblioteca Pública Municipal do Porto. Precedido pela apresentação de um beve ensaio bio-bibliográfico: Diogo de Carvalho e Sampayo e os seus escritos sobre a cor, por Rui Graça de Castro Feijó, Professor da Universidade do Porto. Lisboa, Lisboa, Chaves Ferreira – Publicações, S.A., 2001. In-4º (28,5cm) de XVI p., [12] f., [4] p. ; XIV, 153 p. ; [18] f. il. ; E.
Edição facsimilada segundo o exemplar de 1787 existente na Biblioteca Pública Municipal do Porto.
“Este breve Tratado naõ he outra cousa mais, que huma clara exposiçaõ das minhas ideas, a respeito das Cores, na mesma ordem, com que ellas se me presentáraõ.
Illuminando alguns planos, me apercebi dos diversos effeitos, que resultavaõ da mixtura de differentes Cores. Fiz experiencias mais methodicas, e me pareceo, que sobre os seus resultados, se poderiaõ estabelecer alguns Principios. Estes Principios, nascidos da experiencia, os achei conformes ás analogias da Natureza; e assim os tive por verdadeiros.” (excerto de prefácio do original)
Edição de luxo. O acabamento foi processado manualmente pela Imprensa Portuguesa, utilizando uma encadernação em tela de seda, com ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura, com assinatura de Mestre Domingos Silva. A gravura da capa reproduz um retrato de Diogo de Carvalho e Sampayo, existente no Paço de Gominhães, em Vizela.
Desta edição foi feita uma tiragem de 2250  exemplares. Todos os exemplares foram numerados e assinados com a chancela do editor. A este exemplar corresponde o nº 1479.
Exemplar em bom estado de conservação.
Indisponível

10 outubro, 2011

UM INSTRUMENTO PORTUGUÊS DE SOLIDARIEDADE SOCIAL NO SÉCULO XVI : O Compromisso da Misericórdia de Lisboa. Reedição fac-similada com Introdução, Comentários e Notas de Joaquim Verríssimo Serrão. [Lisboa], Chaves Ferreira, 1992. In-fólio (35cm) de 43, [62] p. ; il. ; E. Colecção Fundação Cidade de Lisboa.
Desta edição foram feitos 2500 exemplares numerados e assinados pelo editor. A este exemplar corresponde o número [002].
Belíssima edição de grande esmero e apuro gráfico.
A fundação da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa ocorreu a 15 de Agosto de 1498, devido à especial intervenção da Rainha D. Leonor. Decorria então, uma nova política da saúde e assistência em Portugal, caracterizada pela construção de hospitais, resultantes da fusão de pequenas instituições medievais. Foi no seio de uma sociedade atormentada pela fome, pela guerra e por sucessivas epidemias1 que a Rainha D. Leonor de Lencastre, viúva de D. João II, o Príncipe Perfeito, procedeu à criação da mais notável das suas obras, pela larga influência que teve no desenvolvimento das instituições de beneficência – a Confraria de Nossa Senhora da Misericórdia. 
"Não se conhece o original do Compromisso da Misericórdia de Lisboa, que certamente desapareceu com uma grande parte dos seus arquivos, quando do terramoto de 1 de Novembro de 1755. Guardavam-se do texto duas cópias, uma no cartório da Santa Casa e a outra no Convento da Trindade. Mas o seu conteúdo pode avaliar-se com base na edição de 1516 e das cópias manuscritas que foram objecto da publicação de Gabriel Pereira e Vítor Ribeiro. Pelo texto impresso fica-se sabendo que o Compromisso foi aprovado em Lisboa, a 15 de Novembro daquele ano, e escrito por André Pires. Não tardou o manuscrito seguir para o prelo, por ordem do rei D. Manuel I, cabendo a impressão a Valentim Fernandes e Hermão de Campos, a 21 de Dezembro seguinte. O opúsculo foi composto em caracteres góticos, contendo um total de 2 mais XVII fólios. A portada representa a Virgem Maria rodeada de reis, papas, religiosos, todos em adoração, sendo o conjunto enquadrado por tarjas e vinhetas com ornamentos de aves, insectos e flores." (da introdução)
Este livro foi editado graças ao alto patrocínio da Fundação Cidade de Lisboa, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e do Montepio Geral. O texto foi composto em caracteres Bodoni e reproduzido o fac-símile com impressão a seis cores sobre papel Galerie Art de 170 g. O acabamento foi feito em tela de seda, com ferros gravados a ouro, aplicação manual de uma gravura, estojo executado manualmente, impresso em serigrafia com o símbolo pessoal da Rainha D. Leonor.
Bom exemplar; assinatura de posse no anterrosto.
Invulgar, de grande interesse histórico.
80€

04 setembro, 2011

SILVA, João Lopes da - 100 ANOS DO AUTOMÓVEL CLUB DE PORTUGAL. Lisboa, Chaves Ferreira-Publicações, S.A., 2003. In-fólio (32cm) de 223, [1] p. ; mto il. ; E.
Belíssima edição comemorativa do centenário do Automóvel Club de Portugal, estética e gráficamente irrepreensível, totalmente impressa em papel couché, e profusamente ilustrada com fotografias, desenhos e gravuras.
Encadernação editorial policromada com sobrecapa igual às capas.
Excelente exemplar.
Apreciado.
25€

20 abril, 2011

RANCINAN, Gérard - REIS SEM REINO. Tradução: Isabel Feijó. [Prefácio pelo Chefe da Casa Real Portuguesa, Dom Duarte Pio]. Lisboa, Chaves Ferreira, 1990. In-fólio (35cm) de 143, [1] p. ; mto il. ; E. Colecção Histórias da História.
"Os exemplares desta edição especial estão numerados de 1 a 250 e foram assinados por Sua Alteza Real, Dom Duarte, Duque de Bragança." [o presente leva o Nº 180].
Edição da tiragem especial, com acabamento em capa dura revestida a seda, ferros gravados a ouro e aplicação manual de uma gravura (a caixa impressa em serigrafia não acompanha o livro).
"Não será excessivo dizer-se que as pessoas reais, reinantes ou não, têm por cultura, também familiar, a defesa dos valores permanentes dos seus povos.
E é neste ponto que Reis Sem Reino revela o seu maior interesse, pois deixa claro que não há exílio nem outra pena que demova o rei do serviço da pátria, da defesa dos seua valores permanentes, isto é, da Tradição, das várias identidades (espirituais, culturais e ambientais) que constituem a identidade nacional." (do Prefácio)
Exemplar ostenta sinais de humidade, sobretudo nas derradeiras páginas, onde apresenta sinais de colagem, com falhas de papel de relevo na última página; pequena falha no revestimento da capa, junto à lombada.
Obra rara, esgotada à muito, de grande exclusividade - peça de colecção.
60€

01 abril, 2011

LUIZ MIGUEL. Texto de Matilde Tomaz do Couto. Lisboa, Chaves Ferreira, [1994]. In-fólio (31cm) de 86, [1] p. ; il. ; E.
Tiragem: 2.000 ex.
"Um olhar atento. Um exercício de contemplação e rigor."
Encadernação editorial cartonada com sobrecapa policromada.
Obra esgotada no editor.
Excelente exemplar.
20€

31 março, 2011

LANCASTRE, Manuel de - O PURO SANGUE LUSITANO. Lisboa, Chaves Ferreira, 2000. In-fólio (31cm) 112 p. ; mto. il. ; E.
"Qual o melhor cavalo do mundo? Não tenho dúvidas em afirmar que é o Puro Sangue Lusitano. Porquê? Mais uma vez a resposta é fácil: porque é português! Porque nasce de uma longa tradição e conhecimentos e é Filho do Vento, do Trovão, da Seara doirada ondulando sob a brisa quente do Alentejo ou da Lezíria verde do Ribatejo."(do Autor)
Belíssima edição de grande esmero gráfico, profusamente ilustrada, impressa sobre papel Média Print Silk Mate de 150gr.
Tiragem: 2.000 exemplares 
Encadernação do editor em capa dura com sobrecapa (igual à capa) plastificada.
Esgotado.
Excelente exemplar, como novo.
35€

11 dezembro, 2010

ARIS, Alejandro - A MEDICINA NA PINTURA. Prefácio de Oscar Tusquets Blanca. Tradução e revisão de Daniel Gouveia. Lisboa, Chaves Ferreira, [2002]. In-fólio (30cm) de 187, [7] p. ; mto il. ; E. 
Tiragem limitada a 2000 exemplares. 
"Alejandro Aris é um cirurgião que gosta de arte e cuja formação profissional o levou a interpretar as patologias representadas em 40 quadros de grandes mestres da pintura."
(excerto da introdução)
Belíssima edição de grande esmero e apuro gráfico, impressa sobre papel couché, onde estão representadas pinturas, desenhos e gravuras de temática médica, produzidas desde a Antiguidade Clássica até aos nossos dias.
Encadernação em tela negra do editor, com sobrecapa plastificada impressa a cinco cores.
Excelente exemplar.
Esgotado no editor.
40€