Bispo d'Angola e Congo - ARTE E SCIENCIA. Leitura para os seminaristas de Loanda. I. Raphael. Huilla, Typographia da Missão, 1910. In-8.º (18,5cm) de 15, [1] p. ; B.
1.ª edição.
Curiosa biografia do pintor renascentista italiano Rafael (1483-1520). De acordo com a Biblioteca Nacional, o seu autor foi Dom José Sebastião de Almeida Neto (1841-1920), bispo de Angola e Congo entre 1879 e 1883.
"Alguns dias depois da minha chegada a Loanda, recebia das mãos de pessoa muito amavel uma collecção de cartões postaes esplendidamente illustrados com a reproducção de algumas das obras-primas da pintura classica italiana. Separei do grupo sete quadros de Raphael, e, dando-lhes a disposição que me pareceu mais bella e harmoniosa, mandei-os fixar n'esse caixilho que pende já de uma parede da vossa sala de estudo. E para que, quando os olhos poisarem em alguma d'essas divinas maravilhas, saibam o que estão a ver, não se encontrem extranhos e perdidos n'essa atmosphera luminosa, vou dizer-vos, sem a menor sombra de presumpção, o pouco que sei da pessoa e do pincel d'esse mestre incomparavel."
(Excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Raro.
15€
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21 julho, 2019
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*VIDAL (Dom João Evangelista de Lima),
1ª E D I Ç Ã O,
África / Ultramar,
Angola,
Arte,
Biografias,
História,
Itália,
Luanda,
Pintura,
Rafael (pintor),
Renascença
11 julho, 2019
1.ª edição.
Conjunto de poemas (3, retirados de Nas Trevas) e máximas de Camilo em 10 folhas manuscritas com letra fina e bonita, sobre papel encorpado, cujo fundo desenhado (em rosa ou azul), imita mármore.
Exemplar N.º 45 (de 70?), subscrito por M. João Luna, De Condeixa, que também assina o desenho original da capa e o elogio inscrito na contracapa.
Belíssima encadernação artesanal trabalhada em couro.
"A Saudade é a poesia de todo o homem. O que melhores poetas teem dito, melhor o teem sentido pessôas que nunca fizeram versos."
C. C. Branco
(Máxima, pp 10)
Muito raro.
Sem qualquer referência bio-bibliográfica sobre o autor-mestre artesão.
Com indubitável interesse camiliano.
Peça de colecção.
Indisponível
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§ AUTÓGRAFOS,
§ MANUSCRITOS,
*CASTELO BRANCO (Camilo),
*LUNA (M. João),
Arte,
Artes Gráficas,
Camiliana,
Condeixa,
História,
Homenagem,
Poesia,
Provérbios / Ditados / Máximas
05 maio, 2019
LORAINE, Fanny - A MINHA PRIMEIRA VIAGEM À LUA : novela. Tradução do original por Álvaro Machado. Com ilustrações de Cristiano de Carvalho. Pôrto, Livraria Escolar "Progredior", 1937. In-8.º (19cm) de 130, [6] p. ; il. ; B.
1.ª edição.
Curioso romance de ficção científica. Fanny Loraine será o pseudónimo literário de Giuseppe Casagrande(?).
Livro muitíssimo valorizado pelos 9 desenhos em página inteira precedendo cada um dos capítulos que constituem a obra, e um outro, mais pequeno, na última página de texto, que reproduz o desenho do Cap. IX, todos da autoria de Cristiano de Carvalho (Porto, 1874 – Matosinhos, 1940), intelectual, político e artista português multifacetado - desenhador, ilustrador e caricaturista.
"O quimérico sonho dos poetas
Temsido sempre de ir à Lua...
Sonho literário? Sonho d'ascetas?
Não será isso loucura sua?
Subir, subir até à meseta
Longinqua da famosa Diana,
Até ver atingida a meta
Doa astro que argentea luz emana!
Já o famoso Jules Verne,
Com grande sabedoria
Nos tinha feito lá chegar
Embora com fantasia
Aquelas regiões etereas,
Com o fim de as devassar.
Eu também quiz demonstrar
Como se pode até à Lua ir.
Por isso escrevi êste livro;
Livro que acabo de fechar
Mas que outros podem abrir."
(Ao leitor - reproduzido da badana da capa)
"- Parece-me que daqui só saïremos feitos em pó - comentou Polínio, esfregando as mãos, como se ficasse muito satisfeito com o seu macabro prognóstico.
- Tranqüilize-se. - E o professor Schulze, sustendo fortemente o manípulo do quadrante, para assim manter a vertiginosa marcha da aeronave, que naquele mesmo momento acabava de se encontrar próximo da atracção entre a Terra e a Lua, disse ainda: - Não ficaremos feitos em pó porque estou plenamente convencido dos meus planos.
- Pelo menos, em pedaços, não lhe parece, miss Kathleen?- observou de novo Polínio, fixando còmicamente os olhos de uma jovem e intrépida americana, muito loira, muito formosa, e que havia abandonado a sua casa, a sua família e o seu país apenas com o firme propósito de acompanhar von Schulze na mais temerária das temerárias façanhas."
(Excerto do Cap. I, Nos domínios do infinito)
Índice:
I - Nos domínios do infinito. II - A ascensão maravilhosa. III - Com os pés na Lua. IV - Os astrónomos discordam. V - As surprêsas do nosso Satélite. VI - Do monte Everest ao monte Leibnitz. VII - Pérolas e anões. VIII - Da Lua não respondem! IX - A ultima esperança perdida?...
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com pequenos defeitos.
Raro.
40€
1.ª edição.
Curioso romance de ficção científica. Fanny Loraine será o pseudónimo literário de Giuseppe Casagrande(?).
Livro muitíssimo valorizado pelos 9 desenhos em página inteira precedendo cada um dos capítulos que constituem a obra, e um outro, mais pequeno, na última página de texto, que reproduz o desenho do Cap. IX, todos da autoria de Cristiano de Carvalho (Porto, 1874 – Matosinhos, 1940), intelectual, político e artista português multifacetado - desenhador, ilustrador e caricaturista.
"O quimérico sonho dos poetas
Temsido sempre de ir à Lua...
Sonho literário? Sonho d'ascetas?
Não será isso loucura sua?
Subir, subir até à meseta
Longinqua da famosa Diana,
Até ver atingida a meta
Doa astro que argentea luz emana!
Já o famoso Jules Verne,
Com grande sabedoria
Nos tinha feito lá chegar
Embora com fantasia
Aquelas regiões etereas,
Com o fim de as devassar.
Eu também quiz demonstrar
Como se pode até à Lua ir.
Por isso escrevi êste livro;
Livro que acabo de fechar
Mas que outros podem abrir."
(Ao leitor - reproduzido da badana da capa)
"- Parece-me que daqui só saïremos feitos em pó - comentou Polínio, esfregando as mãos, como se ficasse muito satisfeito com o seu macabro prognóstico.
- Tranqüilize-se. - E o professor Schulze, sustendo fortemente o manípulo do quadrante, para assim manter a vertiginosa marcha da aeronave, que naquele mesmo momento acabava de se encontrar próximo da atracção entre a Terra e a Lua, disse ainda: - Não ficaremos feitos em pó porque estou plenamente convencido dos meus planos.
- Pelo menos, em pedaços, não lhe parece, miss Kathleen?- observou de novo Polínio, fixando còmicamente os olhos de uma jovem e intrépida americana, muito loira, muito formosa, e que havia abandonado a sua casa, a sua família e o seu país apenas com o firme propósito de acompanhar von Schulze na mais temerária das temerárias façanhas."
(Excerto do Cap. I, Nos domínios do infinito)
Índice:
I - Nos domínios do infinito. II - A ascensão maravilhosa. III - Com os pés na Lua. IV - Os astrónomos discordam. V - As surprêsas do nosso Satélite. VI - Do monte Everest ao monte Leibnitz. VII - Pérolas e anões. VIII - Da Lua não respondem! IX - A ultima esperança perdida?...
Exemplar brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com pequenos defeitos.
Raro.
40€
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*CARVALHO (Cristiano de),
*LORAINE (Fanny),
1ª E D I Ç Ã O,
Arte,
Desenho,
Ficção Científica,
Romance
26 março, 2019
ANDRADE, Eugénio de - DAQUI HOUVE NOME PORTUGAL. Antologia de Verso e Prosa sobre o Porto, organizada e prefaciada por... Selecção artística e arranjo gráfico de Armando Alves. [Porto], Editorial Inova Limitada, [1968]. In-4.º (28cm) de 391, [11] p. il. ; E.1.ª edição.
Desta Antologia de Verso e Prosa - Homenagem da Editorial Inova à Antiga, Mui Nobre, sempre Leal e Invicta cidade do Porto, nas comemorações dos dois mil e cem anos da presúria de Portugale por Viamara Peres - fizeram-se: Uma tiragem, rubricada por Eugénio de Andrade, de mil e quinhentos exemplares, numerados de 1 a 1500 [o presente exemplar leva o N.º 0725],
e cem exemplares, fora do mercado, numerados de 1501 a 1600,
encadernada em linho no formato 28x22,5 cm e ilustrada com 30 gravuras,
80 fotografias a preto e branco e 24 fotografias a cores. Destinados,
exclusivamente, a acompanhar esta tiragem, reproduziram-se a cores dez
quadros com motivos do Porto, apresentados em carteira própria. Na caixa
reproduziram-se duas páginas do foral dado por D. Manuel I, em 1517, à
cidade do Porto.
Belíssima antologia, edição de apurado sentido gráfico e estético, impressa em papel de superior qualidade, profusamente ilustrada a p.b. e a cores. Textos de Fernão Lopes, Gomes Eanes de Zurara, Luís de Camões, Frei Luís de Sousa, Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Eça de Queirós, Alberto Pimentel, João Chagas, António Nobre, Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Almada Negreiros, José Régio, Miguel Torga, Vitorino Nemésio, Agustina Bessa-Luís, entre outros.
Dez quadros com motivos do Porto da autoria de Henrique Pousão, Eduardo Viana, Abel Salazar, Dórdio Gomes, Alvarez, António Cruz, Augusto Gomes, Júlio Resende e Armando Alves.
Belíssima antologia, edição de apurado sentido gráfico e estético, impressa em papel de superior qualidade, profusamente ilustrada a p.b. e a cores. Textos de Fernão Lopes, Gomes Eanes de Zurara, Luís de Camões, Frei Luís de Sousa, Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Eça de Queirós, Alberto Pimentel, João Chagas, António Nobre, Raul Brandão, Aquilino Ribeiro, Almada Negreiros, José Régio, Miguel Torga, Vitorino Nemésio, Agustina Bessa-Luís, entre outros.
Dez quadros com motivos do Porto da autoria de Henrique Pousão, Eduardo Viana, Abel Salazar, Dórdio Gomes, Alvarez, António Cruz, Augusto Gomes, Júlio Resende e Armando Alves.
Exemplar em bom estado de conservação. Caixa-estojo com defeitos.
Invulgar e muito apreciado.
115€
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*ALVES (Armando),
*ANDRADE (Eugénio de),
1ª E D I Ç Ã O,
A S S I N A D O S,
Antologias,
Aquiliniana,
Arte,
Camiliana,
Camoniana,
Literatura Portuguesa,
Obras de Referência,
Pintura,
Poesia,
Porto,
Queiroziana
01 janeiro, 2019
HISTORIA DO FADO. Versos de Avelino de Sousa. Musica de Alves Coelho. Lisboa, Valentim de Carvalho Editor, [s.d.]. In-fólio (31,5cm) de 4 p. (inc. capas) ; B.
1.ª edição.
Capa de Stuart Carvalhais (dedicada ao Cap. Menezes Ferreira).
Canção patriótica, cujos versos exaltam o fado, a canção nacional, companheira na gesta portuguesa, - "Soluçou a sorrir nas caravelas (...) Gemeu chorando N'Alcacer Kibir - Cantou vibrando lá nas trincheiras em França."
A Biblioteca Nacional não dá notícia desta obra. O Museu do Fado possui uma cópia digitalizada, sendo no entanto diferente o desenho da capa, também da autoria de Stuart, mas sem a Grande Guerra por tema.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Pequenos rasgôes marginais (sem perda de papel).
Pela sua beleza, interesse e raridade deve ser encadernado ou emoldurado.
Raríssimo.
Sem registo na BNP.
Peça de colecção.
Indisponível
1.ª edição.
Capa de Stuart Carvalhais (dedicada ao Cap. Menezes Ferreira).
Canção patriótica, cujos versos exaltam o fado, a canção nacional, companheira na gesta portuguesa, - "Soluçou a sorrir nas caravelas (...) Gemeu chorando N'Alcacer Kibir - Cantou vibrando lá nas trincheiras em França."
A Biblioteca Nacional não dá notícia desta obra. O Museu do Fado possui uma cópia digitalizada, sendo no entanto diferente o desenho da capa, também da autoria de Stuart, mas sem a Grande Guerra por tema.
Exemplar em bom estado geral de conservação. Pequenos rasgôes marginais (sem perda de papel).
Pela sua beleza, interesse e raridade deve ser encadernado ou emoldurado.
Raríssimo.
Sem registo na BNP.
Peça de colecção.
Indisponível
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*CARVALHAIS (Stuart),
*COELHO (Alves),
*SOUSA (Avelino de),
1ª E D I Ç Ã O,
1ª Guerra Mundial,
Arte,
Desenho,
Fado,
História,
Música impressa / Partituras
18 dezembro, 2018
JOÃO DA SILVA. Exposição das suas obras de 24-IV a 15-VII de 1933 na Rua Nova de S.ᵀᴼ António, 75 (à igreja de S. Mamede). [Preâmbulo de Reynaldo dos Santos]. [S.l.], [s.n.], [1933]. In-8.º (16cm) de [16] p. (inc. capas) ; B.
1.ª edição.
Catálogo das obras de João da Silva (1880-1960) relativo à exposição efectuada em sua casa, após o regresso de Paris, onde residiu até 1932.
Livrinho impresso em papel de superior qualidade, ilustrado com fotogravuras de algumas peças expostas, na sua maioria, em página inteira.
Na capa: Medalha da Vitória, "medalha militar portuguesa criada em 15 de Julho de 1919. A criação desta medalha foi acordada pelos Aliados após a vitória na I Guerra Mundial, sendo a fita idêntica para todos os Países e ficando a cargo de cada País o desenho da insígnia".
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Inclui cartão/convite do artista.
Raro.
Sem registo na BNP, ou qualquer informação bibliográfica.
Peça de colecção.
Indisponível
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*SANTOS (Reinaldo dos),
*SILVA (João da),
1ª E D I Ç Ã O,
1ª Guerra Mundial,
Arte,
Catálogos / Exposições,
Escultura,
Medalhística
27 novembro, 2018
"CHARLOT NAS TRINCHEIRAS". [S.l.], [s.n.], [1918].
Dimensões: 65cm
Stand up recortada sobre madeira fina, alusiva à curta metragem muda, escrita, produzida, realizada e interpretada por Charlie Chaplin - "Shoulder Arms" (EUA, 1918), exibida em Portugal com o título Charlot nas Trincheiras.
Belíssimo artigo de época.
Peça de colecção.
Indisponível
Dimensões: 65cm
Stand up recortada sobre madeira fina, alusiva à curta metragem muda, escrita, produzida, realizada e interpretada por Charlie Chaplin - "Shoulder Arms" (EUA, 1918), exibida em Portugal com o título Charlot nas Trincheiras.
Belíssimo artigo de época.
Peça de colecção.
Indisponível
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§ COLECCIONISMO,
1ª E D I Ç Ã O,
1ª Guerra Mundial,
Arte,
Charlie Chaplin,
Cinema,
Coleccionismo,
Curiosidades,
História,
Publicidade
31 outubro, 2018
LAND, Carsten & HÜCKING, Klaus J. & TRIGUEIROS, Luiz - ARQUITECTURA EM LISBOA E SUL DE PORTUGAL DESDE 1974 : ARCHITECTURE IN LISBON AND THE SOUTH OF PORTUGAL SINCE 1974. Lisboa, Editorial Blau, Lda., 2005. In-fólio (15x30cm) de 719, [2] p. ; mto il. ; E.1.ª edição.
Exaustiva
pesquisa de referência que apresenta mais de 630 obras e projectos de
arquitectura, sistematizando os autores e as obras de várias gerações
activas desde 1974 até 2005.
Encadernação do editor em tela vermelha gravada a seco com sobrecapa policromada. Excelente exemplar.
Esgotado.
35€
Esgotado.
35€
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*HÜCKING (Klaus J.),
*LAND (Carsten),
*TRIGUEIROS (Luiz),
1ª E D I Ç Ã O,
Arquitectura,
Arte,
Design,
História,
Obras de Referência,
Portugal
13 julho, 2018
COUTO, João - OS PAINEIS FLAMENGOS DA ILHA DA MADEIRA. Seu merecimentos, valorização e conservação. (Conferência realizada no Liceu Nacional do Funchal em 4 de Janeiro de 1955). [Por]... Director do Museu Nacional de Arte Antiga. Funchal, Edição da Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal, 1955. In-8.º (21,5cm) de 32, [2] p. ; [6] p. il. ; B.
1.ª edição.
Capa: Paineis de um políptico português, expostos na Capela-mor da Igreja de Santa Cruz.
Livro ilustrado em extratexto com 9 fotografias a p.b., impressas sobre papel couché.
"O facto do Dr. Manuel Cayola Zagalo ter um dia trazido ao conhecimento do público a série de painéis flamengos existentes em várias igrejas da Ilha da Madeira constituiu um acontecimento deveras notável e com largas repercussões, não só no estudo das artes dos Países Baixos, mas também no da arte nacional.
Portugal ficou singularmente enriquecido com esta contribuição e o sucesso que o exame das tábuas despertou em toda a parte e entre os especialistas que acorreram ao 16.º Congresso da História de Arte e à 5.ª conferência do Restauro, ambas realizadas em Lisboa, foi clamoroso e definitivo."
(Excerto da conferência)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
1.ª edição.
Capa: Paineis de um políptico português, expostos na Capela-mor da Igreja de Santa Cruz.
Livro ilustrado em extratexto com 9 fotografias a p.b., impressas sobre papel couché.
"O facto do Dr. Manuel Cayola Zagalo ter um dia trazido ao conhecimento do público a série de painéis flamengos existentes em várias igrejas da Ilha da Madeira constituiu um acontecimento deveras notável e com largas repercussões, não só no estudo das artes dos Países Baixos, mas também no da arte nacional.
Portugal ficou singularmente enriquecido com esta contribuição e o sucesso que o exame das tábuas despertou em toda a parte e entre os especialistas que acorreram ao 16.º Congresso da História de Arte e à 5.ª conferência do Restauro, ambas realizadas em Lisboa, foi clamoroso e definitivo."
(Excerto da conferência)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
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*COUTO (João),
1ª E D I Ç Ã O,
Arte,
Arte Sacra,
Conferências / Discursos,
Funchal,
Madeira
20 junho, 2018
ARTHUS-BERTRAND, Yann - CAVALOS. Texto: Jean-Louis Gouraud. Lisboa, Edições Inapa, [2005?]. Oblongo (41x29cm) de 232 p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Obra luxuosa de grande esmero e apuro gráfico, profusamente ilustrada com fotogravuras a p.b. e a cores.
Inclui um capítulo dedicado ao cavalo Puro Sangue Lusitano.
"Yann Arthus-Bertrand (o mesmo fotógrafo da obra e exposição A Terra Vista do Céu percorreu o mundo durante quinze anos para conceber este livro. Quinze anos de momentos únicos captados pela sua objectiva que nos apresentam um singular atlas mundial do cavalo, onde para além da beleza e da diversidade das raças, podemos admirar os fascinantes laços que desde as nossas origens unem homens e cavalos. Este extraordinário trabalho fotográfico e o texto de Jean-Louis Gouraud, famoso estudioso do cavalo que o completa, fazem desta obra uma verdadeira bíblia da espécie equina. Ao levarmos até si este magnífico livro pensamos fornecer-lhe uma obra que irá enriquecer ainda mais o seu conhecimento sobre o Cavalo."
(Apresentação)
Encadernação editorial com sobrecapa policromada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Esgotado.
25€
1.ª edição.
Obra luxuosa de grande esmero e apuro gráfico, profusamente ilustrada com fotogravuras a p.b. e a cores.
Inclui um capítulo dedicado ao cavalo Puro Sangue Lusitano.
"Yann Arthus-Bertrand (o mesmo fotógrafo da obra e exposição A Terra Vista do Céu percorreu o mundo durante quinze anos para conceber este livro. Quinze anos de momentos únicos captados pela sua objectiva que nos apresentam um singular atlas mundial do cavalo, onde para além da beleza e da diversidade das raças, podemos admirar os fascinantes laços que desde as nossas origens unem homens e cavalos. Este extraordinário trabalho fotográfico e o texto de Jean-Louis Gouraud, famoso estudioso do cavalo que o completa, fazem desta obra uma verdadeira bíblia da espécie equina. Ao levarmos até si este magnífico livro pensamos fornecer-lhe uma obra que irá enriquecer ainda mais o seu conhecimento sobre o Cavalo."
(Apresentação)
Encadernação editorial com sobrecapa policromada.
Exemplar em bom estado de conservação.
Esgotado.
25€
10 junho, 2018
BIJOUX. JOHNNY BLACKWOOD; CHRISTOPHE BURGER; BERND MUNSTEINER; KURT NEUKOMM; WOLF-PETER SCHWARZ. Avec des textes de Karl Schollmayer, Regis Hueber, Dr. Robert L'Allier, Henri Marquis. Lausanne, Scriptar S.A., [1984]. In-fólio (30cm) de 88, [1] p. ; mto. il. ; E.
1.ª edição.
Edição limitada a 1.000 exemplares numerados. O presente leva o n.º 428.
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
1.ª edição.
Edição limitada a 1.000 exemplares numerados. O presente leva o n.º 428.
Obra de grande esmero e apuro gráfico. Ilustrada com fotografias de alta definição de belíssimas peças de design assinadas e respectivas maquetes produzidas por 5 talentos da alta joalharia internacional.
Encadernação editorial revestida a tela de seda com ferros gravados a ouro e aplicação manual de gravura na pasta frontal.Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
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1ª E D I Ç Ã O,
Arte,
Catálogos / Exposições,
Design,
Joalharia,
Suíça
14 fevereiro, 2018
ANDRADE, Eugénio de & BARROS, Jorge - O COMUM DA TERRA. [Porto], Edições Asa, 1992. In-fólio (30cm) de 103, [3] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
A
poesia de Eugénio de Andrade, complementada pelas fotografias de Jorge
Barros, deram corpo e alma a este belíssimo album de apurado sentido
estético.
Edição especial, belissimamente ilustrada, impressa em papel Phoenix de 170 gramas.
O Comum da Terra é a única obra do Poeta publicada com texto manuscrito.
Eugénio de Andrade (1923-2005). "Desenvolve a parte mais importante da sua obra no Porto, para onde foi viver relativamente jovem por razões profissionais. Recebeu diversas distinções e prémios nacionais e internacionais. Nasceu José Fontinhas, mas adotou o nome artístico de Eugénio de Andrade, nome pelo qual ficará conhecido. A sua vida começa no Fundão. Segue depois para Lisboa e Coimbra, antes de se fixar no Porto, como inspetor administrativo do Ministério da Saúde. O seu primeiro livro, “Adolescente“ foi editado em 1942, mas é “As mãos e os Frutos”, em 1948, que lhe dá grande visibilidade. Escreveu sempre ao longo da sua vida e publicou dezenas de livros, participando ainda em diversas antologias. Foi também autor de livros infantis e tradutor. Entre os autores que traduziu encontra-se Garcia Lorca. É também um dos poetas portugueses mais traduzidos. Entre outros foi-lhe atribuído o grau de Grande Oficial da Ordem de Sant’Iago da Espada e a Grã-Cruz da Ordem de Mérito, o Prémio da Associação Internacional dos Críticos Literários, O Prémio Europeu de Poesia da Comunidade de Varchatz (da ex-Jugoslávia), o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e o Prémio Camões."
(Fonte: http://ensina.rtp.pt/artigo/um-biografia-de-eugenio-de-andrade/)
Encadernação editorial em tela com ferros gravados a seco e a cinza, e com aplicação manual de gravura na pasta frontal.
Invulgar e muito apreciado.Edição especial, belissimamente ilustrada, impressa em papel Phoenix de 170 gramas.
O Comum da Terra é a única obra do Poeta publicada com texto manuscrito.
Eugénio de Andrade (1923-2005). "Desenvolve a parte mais importante da sua obra no Porto, para onde foi viver relativamente jovem por razões profissionais. Recebeu diversas distinções e prémios nacionais e internacionais. Nasceu José Fontinhas, mas adotou o nome artístico de Eugénio de Andrade, nome pelo qual ficará conhecido. A sua vida começa no Fundão. Segue depois para Lisboa e Coimbra, antes de se fixar no Porto, como inspetor administrativo do Ministério da Saúde. O seu primeiro livro, “Adolescente“ foi editado em 1942, mas é “As mãos e os Frutos”, em 1948, que lhe dá grande visibilidade. Escreveu sempre ao longo da sua vida e publicou dezenas de livros, participando ainda em diversas antologias. Foi também autor de livros infantis e tradutor. Entre os autores que traduziu encontra-se Garcia Lorca. É também um dos poetas portugueses mais traduzidos. Entre outros foi-lhe atribuído o grau de Grande Oficial da Ordem de Sant’Iago da Espada e a Grã-Cruz da Ordem de Mérito, o Prémio da Associação Internacional dos Críticos Literários, O Prémio Europeu de Poesia da Comunidade de Varchatz (da ex-Jugoslávia), o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e o Prémio Camões."
(Fonte: http://ensina.rtp.pt/artigo/um-biografia-de-eugenio-de-andrade/)
Encadernação editorial em tela com ferros gravados a seco e a cinza, e com aplicação manual de gravura na pasta frontal.
Exemplar em bom estado de conservação.
20€
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*ANDRADE (Eugénio de),
*BARROS (Jorge),
1ª E D I Ç Ã O,
Arte,
Fotografia,
Literatura Portuguesa,
Poesia
04 janeiro, 2018
SOUSA LOPES. Exposição de homenagem à memória do mestre pintor Adriano de Sousa Lopes promovida pela Liga dos Combatentes sob o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian. Dezembro de 1962. [Prefácio de Reynaldo dos Santos]. In-4.º (24,5cm) de 69, [3] p. ; mto il. ; B.
1.ª edição.
Importante catálogo biográfico e retrospectivo da obra de Sousa Lopes, com especial incidência para a sua produção artística ao longo da Grande Guerra onde, com risco da própria vida, pintou telas inesquecíveis dos combates e do dia a dia dos soldados nas trincheiras.
Livro impresso em papel de superior qualidade, muito ilustrado a p.b. com reproduções da obra do Mestre (duas delas em página inteira), numa tiragem de apenas 1200 exemplares.
"Esta Exposição, cuja iniciativa se deve à Liga dos Combatentes da Grande Guerra, é um acto de justiça e gratidão à memória do pintor português que, pela sua obra na zona dos Exércitos, melhor evocou os sacrifícios e o heroísmo da nossa participação no passo histórico que marca o novo rumo da Europa e do Mundo na transfiguração, mais feliz na ciência que na moral, da vida de hoje.
Sousa Lopes, pelo seu nobre patriotismo e amor à França, à qual devia tantas sugestões renovadoras da sua Arte, era o pintor que com a força dos meios técnicos e expressivos próprios, melhor podia evocar os lances a cujas vicissitudes e tragédias assistiu.
Este aspecto de Sousa Lopes, um dos grandes pintores da Guerra europeia, representa uma força inspiradora e renovadora nos temas da sua obra de grande mestre, cuja visão plástica se exaltou no ambiente heróico em que viveu."
(Excerto do prefácio)
Adriano de Sousa Lopes (1879-1944). Pintor português. “Nasceu no lugar de Vidigal, freguesia de Pousos, concelho de Leiria, em 20 de Fevereiro de 1879. Matriculou-se na Escola de Belas Artes de Lisboa, em 1898, seguindo para Paris como pensionista do Legado Valmor, em 1903. […] Fez parte do C. E. P., na qualidade de capitão-graduado (1914-1918) durante a Grande Guerra, documentando a acção do exército português nas Batalhas da Flandres, de cujos trabalhos realizou grandes decorações no Museu de Artilharia e fez preciosa colecção de gravuras a água-forte. Expôs muitas vezes no «Salon» de Paris, e realizou exposições individuais em Portugal. […] Faleceu em Lisboa no dia 21 de Abril de 1944.”
(Fonte: SOUSA LOPES : Exposição (obras doadas ao Estado) – Academia Nacional de Belas Artes, 1945)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e artístico.
20€
1.ª edição.
Importante catálogo biográfico e retrospectivo da obra de Sousa Lopes, com especial incidência para a sua produção artística ao longo da Grande Guerra onde, com risco da própria vida, pintou telas inesquecíveis dos combates e do dia a dia dos soldados nas trincheiras.
Livro impresso em papel de superior qualidade, muito ilustrado a p.b. com reproduções da obra do Mestre (duas delas em página inteira), numa tiragem de apenas 1200 exemplares.
"Esta Exposição, cuja iniciativa se deve à Liga dos Combatentes da Grande Guerra, é um acto de justiça e gratidão à memória do pintor português que, pela sua obra na zona dos Exércitos, melhor evocou os sacrifícios e o heroísmo da nossa participação no passo histórico que marca o novo rumo da Europa e do Mundo na transfiguração, mais feliz na ciência que na moral, da vida de hoje.
Sousa Lopes, pelo seu nobre patriotismo e amor à França, à qual devia tantas sugestões renovadoras da sua Arte, era o pintor que com a força dos meios técnicos e expressivos próprios, melhor podia evocar os lances a cujas vicissitudes e tragédias assistiu.
Este aspecto de Sousa Lopes, um dos grandes pintores da Guerra europeia, representa uma força inspiradora e renovadora nos temas da sua obra de grande mestre, cuja visão plástica se exaltou no ambiente heróico em que viveu."
(Excerto do prefácio)
Adriano de Sousa Lopes (1879-1944). Pintor português. “Nasceu no lugar de Vidigal, freguesia de Pousos, concelho de Leiria, em 20 de Fevereiro de 1879. Matriculou-se na Escola de Belas Artes de Lisboa, em 1898, seguindo para Paris como pensionista do Legado Valmor, em 1903. […] Fez parte do C. E. P., na qualidade de capitão-graduado (1914-1918) durante a Grande Guerra, documentando a acção do exército português nas Batalhas da Flandres, de cujos trabalhos realizou grandes decorações no Museu de Artilharia e fez preciosa colecção de gravuras a água-forte. Expôs muitas vezes no «Salon» de Paris, e realizou exposições individuais em Portugal. […] Faleceu em Lisboa no dia 21 de Abril de 1944.”
(Fonte: SOUSA LOPES : Exposição (obras doadas ao Estado) – Academia Nacional de Belas Artes, 1945)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Muito invulgar.
Com interesse histórico e artístico.
20€
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17 dezembro, 2017
FRANCK MULLER : GENEVE. Master of complications. Lisboa, Company One, Lda., 2012. Oblongo (21,5x30,5cm) de 163, [13] p. ; todo il. ; E.
1.ª edição.
Catálogo de prestígio da Franck Muller (2012/2013), conhecida casa relojoeira Suiça, famosa pelos seus modelos exclusivos de alta-relojoaria. Tem ligações a Portugal, e ao desporto português, sobretudo através de contratos firmados com os três principais clubes nacionais - Benfica, Sporting e Porto -, e personalidades do mundo do futebol, como José Mourinho, para a produção de edições limitadas de relógios de pulso.
Produzido especialmente para Portugal, por certo com tiragem restrita, trata-se de um livro imponente, peça de design artístico e fotográfico impresso em papel de superior qualidade, muito ilustrado com fotografias de alta resolução a p.b. e a cores.
"A Franck Muller foi fundada em 1992 com o desiderato de reunir os valores mais tradicionais da relojoaria através de uma perspectiva contemporânea de criação relojoeira, inaugurando um novo conceito de alta-relojoaria que passava principalmente pela transposição das mais nobres complexidades mecânicas para a relojoaria de pulso."
(Excerto da apresentação)
Índice:
Estreias mundiais/Século XX. Complicações: - Giga Tourbillon. - Aeternitas. - Tourbillon Revolution 3. - Tourbillon Imperial. - Lady Tourbillon. - Tourbillon Crazy Hours. - Grande Sonnerie. - Perpetual Calendar Bi-Retro Chronograph. - Master Banker date. - Mariner. - Master Date. - Double Mistery. - Secret Hours. - Vegas. - Master Calendar Chronograph. - Crazy Hours. Colecção Franck Muller. Edições limitadas para Portugal [Retrospectiva e presente].
Belíssima encadernação editorial com lombada em cortiça e ferros gravados a seco e a ouro e negro nas pastas.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
30€
1.ª edição.
Catálogo de prestígio da Franck Muller (2012/2013), conhecida casa relojoeira Suiça, famosa pelos seus modelos exclusivos de alta-relojoaria. Tem ligações a Portugal, e ao desporto português, sobretudo através de contratos firmados com os três principais clubes nacionais - Benfica, Sporting e Porto -, e personalidades do mundo do futebol, como José Mourinho, para a produção de edições limitadas de relógios de pulso.
Produzido especialmente para Portugal, por certo com tiragem restrita, trata-se de um livro imponente, peça de design artístico e fotográfico impresso em papel de superior qualidade, muito ilustrado com fotografias de alta resolução a p.b. e a cores.
"A Franck Muller foi fundada em 1992 com o desiderato de reunir os valores mais tradicionais da relojoaria através de uma perspectiva contemporânea de criação relojoeira, inaugurando um novo conceito de alta-relojoaria que passava principalmente pela transposição das mais nobres complexidades mecânicas para a relojoaria de pulso."
(Excerto da apresentação)
Índice:
Estreias mundiais/Século XX. Complicações: - Giga Tourbillon. - Aeternitas. - Tourbillon Revolution 3. - Tourbillon Imperial. - Lady Tourbillon. - Tourbillon Crazy Hours. - Grande Sonnerie. - Perpetual Calendar Bi-Retro Chronograph. - Master Banker date. - Mariner. - Master Date. - Double Mistery. - Secret Hours. - Vegas. - Master Calendar Chronograph. - Crazy Hours. Colecção Franck Muller. Edições limitadas para Portugal [Retrospectiva e presente].
Belíssima encadernação editorial com lombada em cortiça e ferros gravados a seco e a ouro e negro nas pastas.
Exemplar em bom estado de conservação.
Raro.
30€
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Monografias,
Relojoaria,
Suiça
01 novembro, 2017
ARAÚJO, Norberto de - ALFAMA. Texto de... Desenhos de Ingeborg von Erlachcoord. Fotografia de Armando Serôdio e Horácio Novais. Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa : Repartição de Informação, Espectáculos e Turismo, 1982. Oblongo (24x33,5cm) de [88] p. ; todo il. ; B.
1.ª edição.
1.ª edição.
Bonita
monografia de Alfama impressa em cartolina, profusamente ilustrada com
fotografias a cores e belíssimos desenhos do antigo e tradicional bairro
lisboeta.
"Alfama é o mais antigo e um dos mais típicos bairros da cidade de Lisboa. Actualmente, abrange uma parte da freguesia de Santa Maria Maior e outra da freguesia de São Vicente. O seu nome deriva do árabe al-hamma (الحمّة), que significa banhos ou fontes.
As vistas mais espectaculares sobre Alfama têm-se do passeio público formado pelos miradouros das Portas do Sol e de Santa Luzia. Por cima e envolvendo Alfama ficam a colina do Castelo de São Jorge, fortaleza e palácio real até ao século XVI, e a colina de São Vicente. Para além do Castelo, os principais monumentos da zona são a Sé, a Igreja de Santo Estêvão e a Igreja de São Vicente de Fora.
As vistas mais espectaculares sobre Alfama têm-se do passeio público formado pelos miradouros das Portas do Sol e de Santa Luzia. Por cima e envolvendo Alfama ficam a colina do Castelo de São Jorge, fortaleza e palácio real até ao século XVI, e a colina de São Vicente. Para além do Castelo, os principais monumentos da zona são a Sé, a Igreja de Santo Estêvão e a Igreja de São Vicente de Fora.
Alfama
é um bairro muito peculiar em se assemelhar a uma antiga aldeia não só
em aspecto como por ter uma comunidade relativamente pequena e próxima. O
bairro é frequentado diariamente por turistas portugueses e
estrangeiros, sendo considerado como o mais seguro de toda a cidade de
Lisboa. É conhecido pelos seus restaurantes e casas de fado, assim como
pelos festejos dos Santos Populares, em especial na noite de Santo
António, de 12 para 13 de Junho."(fonte: wikipédia)
Exemplar em bom estado de conservação.
Invulgar.
15€
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Lisboa,
Monografias
25 setembro, 2017
1.ª edição.
Bonito
livrinho dedicado ao Alentejo. Ilustrado na sua totalidade com a
reprodução de pinturas dos mais conceituadas artistas portugueses sobre
motivos alentejanos - as pessoas, os usos e costumes, cenas rurais e
paisagens campestres.
Vilas e cidades consideradas:
Lavre, Vendas Novas, Viana do Alentejo, Estremoz, Évoramonte, Vila
Viçosa, Évora (Azaruja), Arronches (Alto Alentejo), Arraiolos, Évora e
Montemor-o-Novo.
Colaboraram com uma ou mais obras:
Simão da Veiga, rei D. Carlos I, Raquel Roque Gameiro, Alfredo de
Morais, Alberto Sousa, Alfredo Roque Gameiro, Alves de Sá, José Campas,
Dórdio Gomes, António Ramalho, José Malhoa e Adriano de Sousa Lopes.
Exemplar
brochado em bom estado geral de conservação. Capas frágeis com
defeitos. No interior, algumas páginas apresentam pequenas manchas de
humidade, e outras contêm observações manuscritas e um poema, também
manuscrito.
Raro e muito curioso.
Com interesse regional.
20€
Reservado
Reservado
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Etnografia,
Pintura,
Tradição,
Usos e Costumes
24 setembro, 2017
SANCHES, José Dias - D. CARLOS DE BRAGANÇA E A SUA ARTE. Por... Da Real Academia Galega. Lisboa, [s.n. - Composto e impresso na Tipografia Vieira, Belém], 1964. In-4.º (23cm) de 30, [2] p. ; [2] f. il. ; B.
1.ª edição.
Interessante biografia artística do rei D. Carlos.
Valorizada pelo autógrafo do autor, sem o qual todos os exemplares são considerados falsos.
"Com poucos anos ainda, já o jovem Príncipe D. Carlos se sentia interessado sempre que se lhe proporcionava o ensejo de desenhar. [...]
Contava o Príncipe D. Carlos apenas onze anos de idade, quando começou a aprender desenho com o professor Teodoro da Mota, em 13 de Janeiro de 1874. [...]
Decorreram anos. O Príncipe necessitava de um professor de pintura que lhe ensinasse os primeiros rudimentos daquela especialidade, visto que Teodoro da Mota não estava à altura de assumir esse encargo.
Entretanto, o artista José Tomás da Anunciação, tinha sido nomeado para o lugar de director da Galeria de Pintura do Paço Real da Ajuda, por iniciativa do Rei D. Luís, e por portaria de 5 de Abril de 1873.
Aquele Rei logo mostrou vontade de que este artista, de reconhecida competência, desse lições de pintura ao jovem Príncipe... [...]
Foi então que o Príncipe D. Carlos começou a receber os primeiros ensinamentos de pintura ao ar livre, em aulas práticas, quer na Tapada da Ajuda, quer nas Necessidades, onde não faltariam motivos para as primeiras explicações, marcação de planos, efeitos de luz, etc.
Tinha o Príncipe catorze anos quando iniciou aquelas lições, entusiasmando-se decerto, pelos maravilhosos efeitos da natureza que mais lhe prendiam o espírito.
Ao fim de longas e proveitosas lições com o artista Anunciação, o Príncipe começava a revelar a sua personalidade, mais como pintor realista, do que impressionista. Ele compenetrou-se nos sólidos princípios da composição, e depressa os empregou nas suas primeiras tentativas de pintura, preferindo a marinha à paisagem servindo-se com especial preferência, da aguarela do que do óleo, devido à técnica daquela se adaptar, mais facilmente ao seu temperamento."
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa apresenta ligeiro sombreado por acção da luz.
Ex libris de António Manuel Lobão de Mascarenhas no verso do anterrosto, com a sua assinatura de posse na f. rosto.
Muito invulgar.
Indisponível
1.ª edição.
Interessante biografia artística do rei D. Carlos.
Valorizada pelo autógrafo do autor, sem o qual todos os exemplares são considerados falsos.
"Com poucos anos ainda, já o jovem Príncipe D. Carlos se sentia interessado sempre que se lhe proporcionava o ensejo de desenhar. [...]
Contava o Príncipe D. Carlos apenas onze anos de idade, quando começou a aprender desenho com o professor Teodoro da Mota, em 13 de Janeiro de 1874. [...]
Decorreram anos. O Príncipe necessitava de um professor de pintura que lhe ensinasse os primeiros rudimentos daquela especialidade, visto que Teodoro da Mota não estava à altura de assumir esse encargo.
Entretanto, o artista José Tomás da Anunciação, tinha sido nomeado para o lugar de director da Galeria de Pintura do Paço Real da Ajuda, por iniciativa do Rei D. Luís, e por portaria de 5 de Abril de 1873.
Aquele Rei logo mostrou vontade de que este artista, de reconhecida competência, desse lições de pintura ao jovem Príncipe... [...]
Foi então que o Príncipe D. Carlos começou a receber os primeiros ensinamentos de pintura ao ar livre, em aulas práticas, quer na Tapada da Ajuda, quer nas Necessidades, onde não faltariam motivos para as primeiras explicações, marcação de planos, efeitos de luz, etc.
Tinha o Príncipe catorze anos quando iniciou aquelas lições, entusiasmando-se decerto, pelos maravilhosos efeitos da natureza que mais lhe prendiam o espírito.
Ao fim de longas e proveitosas lições com o artista Anunciação, o Príncipe começava a revelar a sua personalidade, mais como pintor realista, do que impressionista. Ele compenetrou-se nos sólidos princípios da composição, e depressa os empregou nas suas primeiras tentativas de pintura, preferindo a marinha à paisagem servindo-se com especial preferência, da aguarela do que do óleo, devido à técnica daquela se adaptar, mais facilmente ao seu temperamento."
(excerto do texto)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa apresenta ligeiro sombreado por acção da luz.
Ex libris de António Manuel Lobão de Mascarenhas no verso do anterrosto, com a sua assinatura de posse na f. rosto.
Muito invulgar.
Indisponível
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*SANCHES (José Dias),
1ª E D I Ç Ã O,
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D. Carlos,
História,
Pintura
15 setembro, 2017
QUATRO ANOS DE PROPAGANDA DO CAFÉ PORTUGUÊS : QUATRE ANS DE PROPAGANDE DU CAFÉ PORTUGAIS : PORTUGUESE COFFEE-FOUR YEARS' PUBLICITY. Separata N.º 26. Revista do Café Português. Lisboa, Junta de Exportação do Café, 1961. In-4.º (25,5cm) de 98, [2] p. ; mto il. ; E.
1.ª edição.
Bonita edição de propaganda ao café português produzido no Ultramar.
Colaboraram
nas Campanhas de Propaganda da Junta os Artistas seguintes.
Desenhadores e Pintores: Adolfo Rabanal, Baltazar, Domingos Saraiva,
Garcês, Garcia, Jaime Correia, Jorge Oliveira, Júlio Gil, Luiz Filipe de
Abreu, Luís Osório, Manuel Correia, Marcello, Mário Costa, Paulo
Guilherme e Taborda.1.ª edição.
Bonita edição de propaganda ao café português produzido no Ultramar.
"Qualquer
produto, por melhor que seja, precisa de ser conhecido para se impor. E
esse conhecimento é feito através da propaganda, actividade a que já se
chamou a grande descoberta do nosso século. [...]
Nenhum dos meios mais modernos se poupou para estas campanhas, desde a publicidade gráfica à televisão, passando pelo teatro, pela rádio, pelo cinema e pela comparência em feiras nacionais e internacionais com representações adequadas [...]
A presente brochura pretende dar um resumo do muito que se fez na propaganda do café e não deixar que se percam algumas belas gravuras que foram utilizadas, «maquettes» de pavilhões, passagens de filmes de cinema, etc. Artistas plásticos dos mais categorizados do nosso meio, mas já com projecção internacional, deram-nos a sua colaboração preciosa, principalmente em matéria de propaganda gráfica."
(excerto da Introdução)
Nenhum dos meios mais modernos se poupou para estas campanhas, desde a publicidade gráfica à televisão, passando pelo teatro, pela rádio, pelo cinema e pela comparência em feiras nacionais e internacionais com representações adequadas [...]
A presente brochura pretende dar um resumo do muito que se fez na propaganda do café e não deixar que se percam algumas belas gravuras que foram utilizadas, «maquettes» de pavilhões, passagens de filmes de cinema, etc. Artistas plásticos dos mais categorizados do nosso meio, mas já com projecção internacional, deram-nos a sua colaboração preciosa, principalmente em matéria de propaganda gráfica."
(excerto da Introdução)
Exemplar brochado em bom estado de conservação.
Invulgar.
Indisponível
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1ª E D I Ç Ã O,
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Artes Gráficas,
Cafeicultura,
Desenho,
Estado Novo,
Monografias,
Pintura,
Propaganda,
Publicidade
04 agosto, 2017
CASTILHO, Julio de - AMORES DE VIEIRA LUSITANO : apontamentos biographicos. Lisboa, Parceria Antonio Maria Pereira (Livraria editora), 1901. In-4.º (23cm) de 301, [3] p. ; il. ; E.
1.ª edição.
40€
1.ª edição.
Biografia de um dos grandes mestres da pintura portuguesa do século XVIII - Francisco Vieira de Matos, o Lusitano
(1699-1783).
Obra profusamente ilustrada em separado com belíssimos desenhos de Castilho, bem como reproduções de trabalhos do ilustre pintor.
"Cedo partiu para Itália, onde se dedicou ao estudo da pintura e teve grandes mestres como Benedetto Lutti e Francesco Trevisani. A sua vasta obra é a mais importante do século XVIII português. Muitos dos seus trabalhos perderam-se com o terramoto de 1755."
(fonte: infopédia)
Obra profusamente ilustrada em separado com belíssimos desenhos de Castilho, bem como reproduções de trabalhos do ilustre pintor.
"Cedo partiu para Itália, onde se dedicou ao estudo da pintura e teve grandes mestres como Benedetto Lutti e Francesco Trevisani. A sua vasta obra é a mais importante do século XVIII português. Muitos dos seus trabalhos perderam-se com o terramoto de 1755."
(fonte: infopédia)
Encadernação editorial com ferros gravados a seco e a negro e ouro na pasta frontal e na lombada.
Exemplar em bom estado de conservação. Pastas algo sujas.
Invulgar.
Exemplar em bom estado de conservação. Pastas algo sujas.
Invulgar.
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*CASTILHO (Júlio de),
*VIEIRA LUSITANO (Francisco),
1ª E D I Ç Ã O,
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História de Portugal,
Lisboa,
Literatura Portuguesa,
Pintura
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