COUCEIRO, Henrique de Paiva - O SOLDADO PRÁTICO. Lisboa, [Edição do Autor], 1936. In-4.º (23,5×14,5 cm) de 434, [2] p. ; B.
1.ª edição.
Obra polémica de Paiva Couceiro. Trata-se de um ensaio de doutrina político-social com forte pendor nacionalista. O autor invoca os valores tradicionais fundados na gloriosa história pátria, preconizando para o país uma Idade Média renovada, "que guarde do modelo original o muito que êle tinha de bom, conservando ao mesmo tempo da Idade-Moderna os progressos da condição humana, que nela se incluem", não se coibindo de criticar o Estado Novo, embora reconheça méritos ao regime, como, entre outros, a "dispensa" dos partidos políticos.
1.ª edição.
Obra polémica de Paiva Couceiro. Trata-se de um ensaio de doutrina político-social com forte pendor nacionalista. O autor invoca os valores tradicionais fundados na gloriosa história pátria, preconizando para o país uma Idade Média renovada, "que guarde do modelo original o muito que êle tinha de bom, conservando ao mesmo tempo da Idade-Moderna os progressos da condição humana, que nela se incluem", não se coibindo de criticar o Estado Novo, embora reconheça méritos ao regime, como, entre outros, a "dispensa" dos partidos políticos.
Índice:
Parte I - Os Antecedentes: I. Raça e racismo. II. A Raça dos portugueses. III. O factor moral.
Parte II - O Presente e o Futuro: I. Aspirações. II. Situação Actual. III. Rumos Gerais. IV. Objectivos de hoje. V. A Reconstrução Nacional.
Parte I - Os Antecedentes: I. Raça e racismo. II. A Raça dos portugueses. III. O factor moral.
Parte II - O Presente e o Futuro: I. Aspirações. II. Situação Actual. III. Rumos Gerais. IV. Objectivos de hoje. V. A Reconstrução Nacional.
Henrique Mitchell de Paiva Cabral Couceiro (1861-1944).
“Assentou praça como militar no Regimento de Cavalaria Lanceiros do Rei a 14 de
Janeiro de 1879.
Teve sucesso na sua acção em Humpata, Angola (1889), na
campanha militar de Angola (1889-1891), na campanha de Melilla, no Marrocos
espanhol (1893) e nos combates de Marracuene e Magul, Moçambique (1895), tendo
a sua coragem sido enaltecida.
Foi formado com o Curso de Artilharia da Escola do Exército
(1881-1884); alferes (1881); foi promovido a segundo-tenente de Artilharia a 9
de Janeiro de 1884 e colocado no regimento de Artilharia n.º 1 em Campolide;
serviu também nos regimentos de Artilharia n.º 3 em Santarém e nas Baterias a
Cavalo de Queluz; passou a primeiro-tenente em 1889; comandante de Cavalaria da
Humpata, Angola (1889-1891); cavaleiro da Ordem de Torre e Espada (1890);
oficial da Ordem de Torre e Espada (1891); Medalha de Prata para distinção ao
mérito, filantropia e generosidade (1892); condecorado com a Cruz de 1.ª Classe
do Mérito Militar de Espanha (1893); ajudante do comando do Grupo de Baterias
de Artilharia a Cavalo (1894); ajudante-de-campo do conselheiro António Eanes,
Comissário Régio de Moçambique (1894-1895); foi promovido a capitão de
Artilharia e tornado cavaleiro da Ordem Militar de São Bento de Avis em 1895.
Em Magul foi infante Santo de Valverde. Distinguiu-se como cavaleiro e como
artilheiro.
Foi ajudante-de-campo honorário do Rei Dom Carlos (1895);
proclamado «benemérito da Pátria» (1896); comendador da Ordem de Torre e Espada
(1896); conselheiro do Conselho de Sua Majestade; condecorado com a Medalha
Militar de Ouro do Valor Militar (1896); condecorado com a Medalha Militar de
Prata de Comportamento Exemplar; condecorado com a Medalha de Prata da Rainha
Dona Amélia (1896); deputado da Nação (1906-1907); vogal da Comissão
Parlamentar do Ultramar (1906); vogal da Comissão Parlamentar de Administração
Pública (1906-1907); vogal da Comissão Parlamentar da Guerra (1906-1907);
Governador-Geral de Angola entre 1907 e 1909 (indicado pelo rei Dom Carlos I;
demitido do Exército (1911); comandante das Incursões Monárquicas de 1911 e
1912; Presidente da Junta Governativa do Reino, na Monarquia do Norte (1919);
foi escritor.
Esteve exilado em Espanha algumas vezes, a maioria do tempo
na Galiza. Os exílios primeiro estiveram relacionados com a defesa da
restauração do regime monárquico, e após o falecimento de D. Manuel II (1932),
com a sua opinião quanto aos assuntos relacionados com as colónias portuguesas.”
(Fonte: http://digitarq.arquivos.pt)
Exemplar brochado em bom estado de conservação. Capa apresenta pequeno vinco no canto superior direito. Lombada "partida".
Invulgar.
20€
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